She Wolf

7 Capítulo 7 - FRAGILIDADES


Notas iniciais
OW PESSOAL =D
Gente tô tão feliz por ser feriado hoje O.O Vcs não tem noção do qto tenho trabalhado nos últimos dias....ufaaaaaaa!
MAs enfim, eis me aqui com mais um capitulo de SW pra vcs!
Antes de mais nada meu MUITO OBRIGADA a todas as leitoras mais do que QUERIDAS que comentaram o cap anterior...E para as que estão chegam SEJAM BEM VINDAS, e sintam-se em casa!
Percebi que vcs se divertiram no cap anterior...e espero que continuem a manter o pique nesse aqui...ele é um pouquinho mais quente...digamos assim...mas não menos intenso no que se refere aos sentimentos expostos (ou não!), como sugere o titulo algumas FRAGILIDADES serão vistas, e espero que compreendidas!
Acho que já falei mto né!!??? ashuaasdsudhauh Nos vemos lá embaixo ok???
Bjs,
Key
PS: Ah! Quase ia me esquecendo de perguntar, me digam vcs gostam/leem/leriam fic baseadas na série IAN!? (Irmandade da Adaga Negra) Se sim, me deixem saber está bem??

Parei a uma distância, que julguei fosse segura, não queria arriscar ser indevidamente atraída por seu magnetismo.

- Oi Paul, que bom encontrá-lo aqui. Eu estava mesmo precisando falar com você – falei tentando ser a mais simpática e imparcial possível.

Ele ergueu uma sobrancelha, ainda escorado na entrada da gruta sem se mover, tentando decifrar minhas palavras antes de dignar-se a responder.

- É mesmo? E sobre o quê exatamente você quer conversar comigo, Leah? – seu olhar e sua atitude não me ajudavam em nada.

Era estranho como agora meu corpo reagia com arrepios, cada vez que ele pronunciava meu nome. Afastei rápida, aquele pensamento de mim, aquilo tinha que acabar agora mesmo.

- Quero falar sobre nós... — respondi séria – sobre o que aconteceu na outra noite. Aquilo foi um erro. Não podemos deixar que isso abale nossa amizade e muito menos que venha a intervir em nosso trabalho. — respirei fundo e continuei corajosamente – Já é bem difícil, para mim pelo menos, ter que manter meus pensamentos normais sobre controle, para que não me sinta invadida em minha privacidade pelo restante do bando. Imagino que você também não queira dividir com eles as lembranças de nossa “pequena aventura”, então vamos procurar apenas deixar pra lá ok? Vamos nos concentrar em nosso trabalho e retomarmos, na medida do possível, nossa amizade de antes, tudo bem? – fiquei olhando firme para ele esperando uma resposta.

- Concordo com você no que diz respeito ao bando e ao nosso trabalho – disse reticente – Mas sobre o que aconteceu entre nós é outra história – concluiu enigmático.

- O que você quer dizer com isso? – perguntei irritada

- Estou dizendo que não concordo, quando você se refere ao que tivemos como uma “pequena aventura”... Você já é bem grandinha e sabe melhor do que eu que aquilo acabaria acontecendo mais cedo ou mais tarde. Não se iluda Leah achando que pode saber o que sinto por você. Acho que na verdade você não tem idéia nem sobre o que você sente por mim! – ele enfatizou cada palavra que disse.

Estreitei meus olhos rancorosos, pensando “Petulante!”

- Eu não sabia que nutria algum outro sentimento por você além de raiva e indiferença – respondi entre os dentes – Talvez devesse me esclarecer sobre eles Paul, você parece saber melhor do que eu o que sinto- minha voz carregada de cinismo.

Nem a chuva, que começava a cair com força, seria capaz de aplacar a ira que crescia em meu peito com relação aquele garoto.

Mais rápido do que eu podia supor que ele fosse capaz, senti suas mãos agarrando meus braços com força, ele me puxou em sua direção sem nenhuma delicadeza, encarou meus olhos surpresos, os seus estavam cheios de raiva e determinação, antes de responder:

- Desejo, Leah!! Você me deseja tanto quanto eu desejo você. Eu sei que você gostou de estar comigo, vi isso em seus olhos naquela noite, e no dia seguinte quando estávamos na reunião da clareira, e ainda posso ver esse mesmo sentimento vibrando em você nesse exato momento — seus olhos brilhavam intensamente.

Vasculhei minha mente atrás de argumentos para rebater suas palavras insanas, mas para meu total desespero não encontrei nenhum. Apesar da chuva fria, eu podia sentir nitidamente o calor e a eletricidade que pairava entre nós.

Como que para provar que tinha razão sobre o que disse, Paul colou seus lábios aos meus com violência, como se me desafiasse a desmenti-lo. Com uma das mãos ele segurava minha nuca com firmeza enquanto descia a outra para agarra minha cintura, puxando meu corpo para mais perto do dele.

Vi assombrada que meu corpo não era capaz de obedecer ao meu comando de afastar-se dele. Minhas mãos, como se tivessem vontade própria, subiram por seus braços para enlaçá-lo pelo pescoço, meus dedos entrelaçados em seus cabelos molhados da chuva. O desejo suplantando minha ira facilmente. Esqueci nossa discussão de minutos antes, só conseguia pensar na atração imensa que exercíamos um no outro.

Quando dei por mim, tinha meu corpo prensado entre ele e a parede interna da gruta. Não sei como chegamos lá, toda minha atenção estava concentrada nas mãos de dele, que desciam pelas laterais do meu corpo parando em minhas coxas. Ele deslizou-as sob a barra do meu vestido levantando-o até a altura do quadril, deixou que seus dedos se infiltrassem na calcinha do meu biquíni e a puxou-a para baixo. Soltei minhas mãos dos seus cabelos buscando desespera sua bermuda, com as mãos tremulas abri o botão e desci o zíper com pressa, para poder tocá-lo mais intimamente. Ele estava pronto para mim, assim como eu estava pronta para ele.

Ele sussurrava meu nome entre uma respiração e outra, me deixando zonza, louca pra consumar o ato. Ele ergueu meu vestido até o peito, e tive que soltá-lo para levantar meus braços, a fim de me libertar da roupa, ele ainda não tinha concluído essa parte quando sua boca desceu de encontro aos meus seios, ele passou a brincar com eles alternadamente, lambendo, sugando, mordendo. Minhas pernas cederam sobre a pressão de tanto tesão e as dele também, Paul sentou-se no chão forrado de folhas levando meu corpo junto com ele, sentei-me sobre seu quadril, uma perna de cada lado do seu corpo, e senti-o me penetrar fundo com urgência. O Silêncio da gruta foi quebrado por nossos gemidos, nossos corpos num movimento frenético, nossas bocas e mãos ocupadas em explorar um ao outro. O calor que se desprendia de sua pele incendiava cada parte da minha que era tocada pela sua. Antes que o clímax me alcançasse, ele parou de se mexer, controlando sua respiração, abri meus olhos para fitá-lo numa acusação muda.

Ele aproveitou minha distração para deitar-me de costas no chão, apoiou-se sobre seus braços e pairou sobre mim. Mantive meus olhos abertos enquanto ele saboreava minha boca, passeando com a língua sobre meus lábios, depois passou a beijar meus olhos, minhas bochechas, meu queixo, meu pescoço, meu colo, descendo até os seios, minha barriga... Elevei meu quadril de encontro ao dele num pedido silencioso, que ele entendeu e acatou com prazer. Cravei minhas unhas em suas costas, seu nome escapando, em sussurros, entre meus lábios. Agora não havia pressa nele, seu corpo investia contra o meu lentamente, o prazer crescia em ondas, e eu queria mais, queria tudo, queria agora! Porém, mais uma vez tive meu desejo frustrado pela súbita parada dos seus movimentos. Não sei de onde ele tirava tanto autocontrole.

- Por favor, Paul... — supliquei desesperada.

Ele abriu para mim um sorriso lindo, que me tirou o fôlego, antes de dizer:

- Calma Leah, temos todo tempo do mundo. Quero aproveitar o máximo cada segundo com você.

Como resposta a isso, comecei a beijá-lo, a excitação rugindo, exigente. Forcei meu quadril contra o dele, deslocando seu corpo e girei para ficar por cima dele novamente. Seus olhos arderam, eu sorri para ele. Encaixei meu quadril ao dele guiando-o para dentro de mim, mantive o meu ritmo dessa vez, desci meu rosto para encontrar o dele, comecei a sugar seus lábios, deslizei minha língua sobre eles conferindo sua textura e seu sabor delicioso, depois deslizei por seu pescoço, seus ombros, alcancei seu peito e me atrevi a mordê-lo. Senti que ele finalmente abandonava seu controle, agora era eu que estava no comando; senti-o estremecer sob meus dedos, inclinei meu corpo para trás, apoiando minhas mãos em suas coxas e acelerei, suas mãos agarradas aos meus quadris imprimiam o ritmo firme e forte de suas estocadas, o êxtase nos atingiu ao mesmo tempo, violento, sublime, perfeito!

Arfei largando o peso do meu corpo, agora plenamente satisfeito, sobre o dele, seus braços me estreitaram com força prolongando um pouco mais a sensação de prazer.

Senti um cansaço gostoso espalhar-se por meu corpo, deixei que meus olhos se fechassem e relaxei, suas mãos afagando minhas costas e meus cabelos, era um convite irresistível ao sono, mergulhei na inconsciência feliz e satisfeita.

*-*-*

Não sei dizer o que foi que me acordou, se o barulho insistente da chuva ou se as mãos de Paul traçando círculos imaginários e suaves em minhas costas. Fiquei ali deitada mais um pouco, mantive meus olhos fechados, mas ele sabia, pela mudança na minha respiração, que eu estava desperta. Ergui um pouco minha cabeça do seu peito pra olhar seu rosto, ele me encarou com aqueles lindos olhos castanhos e serenos.

- Você ronca sabia? – anunciou ainda me encarando sério.

Fechei minha cara pra ele antes de lhe dar um beliscão.

- Ai, ai! Eu só estava brincando – disse-me sorrindo, esfregando o braço agredido.

- Bobão! – reclamei, e sem conseguir me conter sorri de volta.

Ele segurou firme meu rosto entre suas mãos, fixou seus olhos nos meus.

- Você é ainda mais linda quando dorme – murmurou, naquela sua voz rouca que balançava todas as minhas estruturas.

Meu coração disparou, eu sabia que ele podia ouvi-lo nitidamente, era constrangedor para mim, em contra partida era animador pra ele. Ele aproximou mais o meu rosto do dele e me beijou, a principio com gentileza e depois com paixão, eu correspondi com a mesma intensidade.

Interrompemos o beijo para poder recuperar o fôlego, e antes que fossemos novamente arrastados pela correnteza dos nossos desejos descontrolados, achei melhor esclarecer algumas coisas com ele.

- Paul, você sabe que isso só torna as coisas mais difíceis entre nós, certo?- perguntei a ele, cruzando meus braços sobre seu peito e apoiando meu queixo nas mãos, esperei por sua resposta.

- Eu sei Leah. Mas o que devemos nos perguntar é: “O que faremos á respeito desse sentimento?” – inquiriu ele preocupado, acariciando meus cabelos, enquanto uma pequena ruga se forma em sua testa.

Suspirei, esse era uma boa pergunta. E eu não sabia a resposta.

- Eu não sei. A única certeza que tenho, por enquanto, é que eu não gostaria que ninguém soubesse sobre nós. – disse-lhe convicta.

- É por causa do Sam? – perguntou, numa voz que ele tentava fazer parecer neutra.

Decidi ser honesta, ele merecia ao menos isso de mim.

- Sim – respondia com a voz embargada – Você conhece nossa história. Eu ainda o amo – admiti sincera.

Seus olhos escureceram. Seria raiva? Ciúmes? Não lhe dei tempo para expressar seus pensamentos.

- E também é por você – continuei rápida – Não quero que você seja alvo dos comentários maldosos que, com certeza, os outros farão quando souberem sobre isso — Falei apontando para nossos corpos nus.

Uma coisa era eu me deleitar em seus braços, me refazendo no prazer que ele me dava, outra bem diferente era permitir que isso tomasse “corpo”, e acabasse por nos transformar em bem mais do que simples “amigos com benefícios”.

- Do que você tem medo Leah? – perguntou-me curioso.

- De magoar você! – disse-lhe enfática.

- Eu sei me cuidar muito bem – falou irritado – Não precisa se preocupar comigo — concluiu azedo.

- É, tenho certeza que você vai levar numa boa, todas as piadinhas vulgares e as alfinetadas que o restante do grupo fará você ouvir – disse debochada – Com o gênio que você tem, teremos sorte se você não atacá-los antes dos vampiros.

Ele riu contra vontade. Sentou-se me levando com ele e passando os braços a minha volta.

- Você tem razão sobre isso! O que sugere então? Que ignoremos a atração que temos um pelo outro? Nunca pensei que você fosse o tipo de pessoa que se importa com o que os outros pensam – disse-me, enquanto enrolava uma mecha do meu cabelo entre os dedos.

- E não me importo mesmo! Mas acontece que agora é diferente... Eles falarão de você! E isso eu jamais vou aceitar. – falei resoluta abraçando meus joelhos junto ao corpo.

- Você não acha que deveria deixar que eu decidisse sobre isso? – insistiu.

- Não acho que você seria capaz. Ouça Paul, não me leve a mal, mas você não tem noção do quanto às pessoas podem ser cruéis. Quando Sam teve problemas na época em que teve que enfrentar o processo da transformação sozinho, toda a Tribo se voltou contra ele, mesmo depois que os Anciões descobriram o que estava se passando com ele, ainda assim os outros não deixaram de falar dele pelas costas. – Minha voz tremia carregada de rancor – Muitos me acusaram, diziam que ele devia estar envolvido com alguma coisa ilegal para poder sustentar meus caprichosos – Cuspi as palavras cheias de magoa – Diziam que ele deveria precisar de muito dinheiro para bancar a namoradinha mimada! – Olhei pra ele, toda a tristeza daquela época estava presente em minha voz e em meus olhos.

Ele me olhava intrigado, o braço pesando sobre meus ombros.

- Isso magoou muito você – Era uma constatação.

- Sim, mas o pior era ver o que eles faziam com ele- olhei-o arrasada – Não quero ter de passar por nada parecido com isso outra vez. Não quero que você passe por isso. – falei decidida.

Eu nunca me senti tão exposta. Num dia eu mal o conhecia e no outro já transava com ele e abria minha vida assim, sem mais nem menos, como se fossemos velhos amigos!

- Escute Leah, eu realmente não me importo com nada disso – afirmou ele, e continuou antes que eu pudesse protestar – Mas respeito você, e respeito sua decisão, de manter nossa “relação” em segredo, apesar de não concordar com ela, mas eu não me perdoaria se causasse algum mal a você. – Afirmou sincero.

Eu não fazia idéia de que Paul pudesse ser tão maduro! Afinal ele só tinha 17 anos, quase dois a menos que eu, o que me levava a considerar outro aspecto de muita relevância sobre nossa “situação”.

- Eu agradeço sua consideração. Imagino que nosso envolvimento seria um prato cheio para os fofoqueiros de plantão, todos me apontando e sussurrando “Lá vai a papa-anjo” – ri sozinha da minha piadinha infame, ele não gostou nem um pouco.

- Posso ser mais novo em idade, mas fisicamente pareço bem mais velho que você – falou ressentido – E de mais a mais, nem é uma diferença tão grande assim. – seu queixo erguido em sinal de orgulho.

- A Justiça discorda de você. Transar com um menor de idade é considerado estupro presumido, eu poderia ser presa por isso sabia? – falei, tentando fazer graça de novo, dessa vez deu certo.

Ele entendeu minha intenção de amenizar as coisas e me olhou divertido.

- É verdade, mas eu também poderia contar aos meus pais que você me seduziu. Aí você teria que se casar comigo para reparar a minha honra. – Ele mal conseguiu terminar de falar, seu corpo todo sacudindo com suas risadas.

Surpreendi-me ao constatar o quanto era bom ouvir o riso dele! Eu também ri, só que de nervosismo.

- Não diga isso nem brincando – censurei-o.

- Tudo bem. Eu não quero mesmo me casar, pelo menos não agora. É bem mais divertido e excitante viver um caso proibido – Ele disse com uma voz sedutora.

Eu nunca havia reparado em como a voz dele era forte e rouca. Estremeci quando sua mão deslizou do meu ombro, pela lateral do meu corpo, parando no quadril. Ele era tão bonito, tão doce, tão gostoso! Por que eu não podia me apaixonar por ele e mandar todo o resto pro inferno? Simples, respondi a mim mesma, por que minha teimosia me mantinha presa a um amor não correspondido, e eu era orgulhosa de mais para abrir mão de minhas convicções idiotas.

Respirei fundo, levantei, apanhei meu vestido e joguei a bermuda dele em sua direção pegando-o de surpresa.

- Temos que ir, os outros devem estar se perguntando onde foi que nos metemos – argumentei querendo por fim a toda aquela conversa absurda.

- Eu vou, mas só se você prometer que vai parar de me evitar – exigiu, me pegando num abraço apertado.

- Como se eu pudesse fazer isso. – Revirei meus olhos – Você é sutil como um Mamute, além do que é bonito de mais pro seu próprio bem! – acusei-o.

Ele sorriu envaidecido, antes de me beijar. Suspirei me afastando dele relutante.

- Precisamos mesmo ir Paul. E se você conseguir manter suas mãos, seus olhos e principalmente seus pensamentos longe de mim, pelo tempo em que estivermos com os outros, eu prometo recompensá-lo – Disse-lhe de forma sedutora. Para enfatizar minhas palavras colei meu corpo ao dele. Foi à vez de ele estremecer.

- Leah, se você sabe o que é bom pra você não me provoque – sussurrou em meu ouvido.

Afastei-me sorrindo, o corpo arrepiado, o desejo renascendo com força.

- Você vai primeiro, nos encontramos na clareira – falei empurrando-o relutante para fora da gruta.

Ele me deu um último beijo e saiu, voltou-se da entrada e me fitou longamente.

- Não pense que esquecerei de cobrar-lhe minha recompensa – alertou-me.

Piscou pra mim e saiu correndo sob chuva para juntar-se a matilha.

Notas finais
E então?? Foi bom?? Foi ruim?? O que vcs acharam hein?? Eu fico morta de curiosidade sabia? É engraçado como as leitoras mudam de um site para outro...essa fic já foi postada em 2 outros sites, e em cada um deles fui surpreendida de forma agradável, por opiniões que me fizeram "ver" coisas mto maiores dos que a me propus escrever a principio...Vcs são o máximo sabiam?? AMANDO ter a cia de cada uma! O Incentivo e o carinho de vcs me faz mais feliz a cada capitulo!
bjocas,
K.