She Wolf

11 Capítulo 11 -NOITADA EM SEATTLE!


Notas iniciais
HEY LADIES!!
Tudo bem minhas lindas!!?? Espero que a semana de vcs tenha sido menos cansativa e corrida que a minha...affffff ¬¬
Mas deixem-me dizer do tamanho da minha alegria por tê-las aqui!! Obrigada mesmo por todos os comentários e carinhos!
Sobre esse cap: Essa é a primeira experiência do nosso casal lupino em terreno desconhecido...por isso nem tudo serão flores nessa noite...Nos vemos ao final ok??
Boa Leitura!
Bjs,
K.

Enquanto secava meu cabelo, podia ver pelo espelho, a movimentação de Paul pelo quarto, ele tinha vestido uma calça preta, calçado sapatos lustrosos e por último vestiu uma camisa, de um tecido fluídico, com tons de cinza em degrade, dobrou as mangas acima dos cotovelos, deixando os braços livres. Durante todo o tempo que ele levou pra se aprontar, eu fiquei admirando-o, embevecida. Céus! Ele era de fato muito lindo. Como eu não tinha percebido isso antes? Afastei os pensamentos libidinosos que começavam a invadir minha mente, antes que eu largasse o secador e pulasse, literalmente, em cima dele.

Deduzi por suas roupas, que iríamos á algum lugar bacana, e agradeci a Deus, por ter me dado ao luxo de, no último minuto em que arrumava minhas coisas em casa para a viagem, ter me lembrado de jogar dentro da bolsa, um vestido e um par de sandálias de salto. Pelo menos não ia fazer feio ao lado dele, embora soubesse que qualquer um viria a se sentir apagado diante de tamanha beleza e masculinidade. Suspirei voltando ao quarto para me vestir. Paul decidiu me esperar na sala, distraindo-se com um jogo qualquer na T.V.

Coloquei meu vestido, um modelo frente única preto, a saia alcançava o meio das coxas, minhas costas ficavam completamente expostas, ideal para ser usado nessa noite quente. Apliquei um pouco de maquiagem, calcei minhas sandálias ajustando as tiras em volta dos meus tornozelos, deixei meus cabelos soltos e terminei a produção borrifando meu perfume preferido nos pontos estratégicos. Avaliei-me criticamente no espelho e fiquei satisfeita com o resultado. Senti-me bonita como há muito tempo não acontecia, meus olhos tinham recuperado boa parte de seu brilho original.

Respirei fundo e fui para sala, Paul desviou os olhos da T.V no momento em que cruzei a porta, o que vi em seus olhos, me agradou muito, era um misto de admiração, desejo e orgulho. Ele levantou-se devagar, caminhou até onde eu estava, e assobiou.

- OW Leah! Você está de arrasar – segurou minha mão e me fez rodopiar sob meus pés – Meu Deus! Espero não ter problemas em mantê-la a salvo dos garanhões de Seattle – falou preocupado.

- Obrigada – falei ruborizada com o elogio – Mas eu tinha que me esforçar para estar a sua altura. Você está qualquer coisa! Nunca imaginei que um dia teria tanto prazer em vê-lo vestido – arrematei brincalhona.

Ele soltou uma gargalhada gostosa, antes de me abraçar.

— Vamos sair logo daqui, antes que eu desista da noitada e arraste você de volta para o quarto – sussurrou em meu ouvido, me fazendo arrepiar.

Sorri e ofereci-lhe minha mão para sairmos.

Já do lado de fora do hotel ele me pediu para deixá-lo dirigir, concordei, afinal eu não fazia a mínima idéia para onde estávamos indo.

Quinze minutos depois paramos diante de um restaurante chique, no centro da cidade, ele desceu do carro e abriu a porta para mim, como um perfeito cavalheiro. O Metrê confirmou nossa reserva, e nos acompanhou até uma mesa, num canto calmo, oferecendo-nos o cardápio. Escolhemos nossos pratos e fizemos nossos pedidos. Dei uma olhada em volta, e percebi surpresa que muitas das mulheres ali presentes, até mesmo as que estavam acompanhadas, encontravam certa dificuldade em desviar seus olhos cobiçosos da pessoa que estava comigo! Voltei meus olhos para ele, vendo que ele me encarava com a testa franzida.

- Algum problema? – perguntei ressabiada.

Ele inclinou-se sobre a mesa em minha direção, sussurrando de modo que só eu pudesse ouvi-lo.

- Você acha que o gerente do restaurante ficaria muito chateado se eu urinasse ao redor da mesa para demarcar meu território? – aquele era o Lobo falando mais alto.

- Do que você está falando? – perguntei, piscando aturdida.

- Desde que você colocou seus lindos pés aqui dentro, todos os homens presentes parecem ter sido vitimas de algum tipo de torcicolo! Eles nem estão disfarçando. Juro que tem uns cinco deles, no mínimo, que amanhã estarão com as canelas roxas de tanto serem chutados por baixo da mesa por suas acompanhantes ofendidas – informou-me raivoso.

Ele conseguia ficar ainda mais sexy, quando deixava a raiva transparecer em seus olhos. Olhei ao nosso redor, constatando admirada, que o que ele dizia era verdade.

- Mas, eu ainda estou em desvantagem em relação a você – sentenciei – Além de olhares, você ganhou vários suspiros de suas admiradoras – argumentei.

Ele não precisou olhar em volta para confirmar minhas palavras, sua audição era perfeita, assim como todo o resto dele, devo acrescentar. Ele acalmou-se, sorrimos cúmplices enquanto nosso jantar era servido. Enquanto saboreávamos a comida, ele aproveitou para me contar como tinha sido sua visita a Sara.

— Minha irmã esta ótima. E meu sobrinho... – seus olhos brilharam cheios de orgulho – É a coisinha mais linda que já vi! É forte, grande e, você acredita que ele já sorri? – disse admirado.

- Fico muito feliz por Sara e John – disse sincera – Eles serão ótimos pais.

Ele concordou comigo, depois contou que tinha aproveitado para rever alguns amigos e, que foram eles que tinham lhe dado à sugestão do próximo lugar para onde iríamos.

- E que lugar é esse? – perguntei curiosa.

Você verá – disse mantendo o mistério.

Terminamos nossa sobremesa, e fomos embora. Dez minutos depois, ele parou o carro em frente a uma Boate badaladíssima.

- Espero que suas sandálias sejam confortáveis, porque pretendo fazê-la dançar a noite toda! – disse sorrindo, antes de sair do carro.

- Rá. Essa eu pago pra ver – ri divertida diante da idéia de vê-lo dançar.

Ele deu a volta no carro, abriu a porta para mim, jogou as chaves do carro para o manobrista e apoiou sua mão em minhas costas, conduzindo-me para a entrada.

O Lugar era incrível! Tinha duas pistas diferentes, passamos direto pela primeira, onde o som do Hip-Hop preenchia o ambiente, fomos para a segunda pista onde o som da musica Latina contagiante se fazia ouvir, numa parte mais elevada, havia um mezanino, Paul tomou a dianteira segurando firme minha mão e conduzi-nos á mesa, onde estavam quatro pessoas envolvidas em um bate papo animado.

- Hei? Jason! — ele largou minha mão para cumprimentar um dos caras.

— Você veio mesmo cara! – Um rapaz loiro, alto e bonito, de seus 20 e poucos anos, abraçou-o entusiasmado, só depois se deu conta da minha presença – E quem é essa? – perguntou ele olhando-me sem disfarçar a admiração, lançando para mim em seguida, o que presumi, fosse seu melhor sorriso de conquistador.

- Essa é Leah – informou Paul sorrindo – Ela também é de La Push.

- Seja bem-vinda a Seattle Leah – disse pegando minha mão em seguida – Sou Jason Smith, é um prazer conhecê-la – concluiu mantendo meus dedos presos entre os seus por mais tempo do que o necessário, aproveitando para lançar-me um olhar avaliador. Seus companheiros de mesa ficaram olhando para nós intrigados.

Paul remexeu-se inquieto ao me lado, e vi pelo canto do olho, que ele estava tão desconfortável quanto eu, diante da atitude claramente apreciativa do amigo.

- Obrigada, prazer em conhecê-lo também – Sorri de leve, puxando minha mão.

Em seguia uma ruiva bonita, que acompanhava o grupo pendurou-se nos ombros de Paul cumprimentando-o com beijos no rosto insinuando-se.

- Não vai me apresentar a sua amiguinha? – perguntou num tom nada amigável.

Ele desvencilho-se de seus abraços e voltou-se para mim.

- Jane está Leah. Leah está é Jane – e apontou uma para outra, formalizamos nossa apresentação apenas com sorrisos amarelos de ambas as partes.

Paul aproveitou para me apresentar aos outros dois rapazes que faziam parte do grupo.

- Leah quero que conheça Dylan e David – disse sorridente, colocando seus braços sobre os ombros dos dois amigos, eles era gêmeos, cumprimentei-os, e eles sorriram para mim simpáticos, convidando-nos a sentar com eles.

Paul puxou uma cadeira pra que eu sentasse ao seu lado, pousou o braço possessivamente no encosto, mantendo seus olhos atentos em Jason, como que para alertá-lo sobre o tipo de relação que mantinhamos. Sorri internamente, era um elogio e tanto ser disputada por dois homens como aqueles. Jane parecia não entender o por quê do interesse deles dois por mim e, depois de alguns minutos ela levantou-se pegou a mão de Paul e debruçou-se sobre ele, sussurrando-lhe ao ouvido.

- Vamos dançar – e saiu arrastando-o para a pista de dança, sem lhe dar a chance de negar o convite.

Fiquei ali, parada observando-os ir para pista lotada.

- Vou até o bar, você aceita alguma coisa Leah? – perguntou-me um dos gêmeos.

Normalmente eu não bebia, mas ia abrir uma exceção dessa vez, talvez com a ajuda do álcool ficasse mais fácil suportar ver Jane se esfregando em Paul na pista de dança.

- Tequila – pedi-lhe sorrindo.

Meus olhos foram novamente atraídos para o casal que dançava uma Salsa a poucos metros de onde estávamos, eles tinham um ótimo entrosamento. Fiquei surpresa ao ver a desenvoltura de Paul na pista, nunca imaginei que ele fosse tão bom dançarino!“Esse cara é mesmo uma caixinha de surpresas!”, pensei comigo. O ritmo mudou para algo mais lento e sensual e, eu vi quando Jane colou-se a ele sem nenhuma cerimônia, meus olhos se estreitaram quando a vi sorrindo divertida, com algo que ele lhe disse.

Desviei minha atenção deles quando Dylan — ou seria David? Não conseguia diferenciá-los – largou uma garrafa de Tequila sobre a mesa diante de nós, justificando-se.

- Aproveitei e trouxe logo a garrafa, para nos poupar tantas idas e vindas! – informou-nos sorrindo condescendente.

Sorrimos também, enquanto ele servia nossos copos e sugeria um brinde.

- A Leah! Que nossa amizade seja longa e feliz – falou antes de tomar de um só gole sua bebida.

- A Amizade — falamos todos juntos sorrindo, e entornamos os copos.

Eles encheram os copos novamente e, eu emborquei-o de novo, a bebida desceu queimando por minha garganta. Tossi um pouco, e eles riram, eu não era muito resistente à bebida e aqueles dois copos já me deixaram meio ligada. Tomei outro antes que o efeito passasse, Jason tirou o copo de minha mão e a segurou firme, um sorriso galante brilhando em seu rosto bonito.

- Dança comigo? – convidou encarando meus olhos, em expectativa.

- Claro – aceitei contente por ter algo a mais que fazer do que só ficar olhando Paul e Jane divertindo-se juntos.

Quando alcançamos a pista, ele enlaçou minha cintura com firmeza juntando nossos corpos. O ritmo da musica era contagiante e me entreguei completamente à dança. Jason era um bom dançarino, conduzia-me pela pista com segurança e destreza.

Depois da segunda musica, arrisquei uma olhada pela pista, ali não havia nem sinal de Paul e Jane, olhei para mesa onde tínhamos deixado os gêmeos e, vi Paul sentado, a cara amarrada e os braços cruzados sobre o peito, parecia estar com raiva e entediado ao mesmo tempo, julguei que isso se devia ao fato de sua amiga Jane não desgrudar dele enquanto tagarelava alguma coisa em seu ouvido.

Resolvi voltar à mesa alegando calor, Jason me conduziu até lá pela mão; quando nos aproximamos dos outros, percebi que Paul observa irritado o fato de Jason manter minha mão na dele, sua expressão ficou ainda mais furiosa. Livrei-me da mão de Jason e sentei rápida ao seu lado, eu não estava afim de confusão pro meu lado. Peguei meu copo, que alguém tinha feito a gentileza de encher novamente e tomei tudo de um só gole.

- Desde quando você bebe!? – Perguntou Paul numa voz baixa e irritada.

- Desde quando lhe devo satisfações? – rebati no mesmo tom.

Ele me encarou por alguns instantes antes de me pegar pela mão e, praticamente me arrastar de volta para a pista de dança.Começamos a dançar, tomando o cuidado de manter nossos corpos afastados um do outro. Ele inclinou-se um pouco para falar perto do meu ouvido.

- Você está chateada? Foi algo que eu disse ou fiz? – perguntou me encarando.

- Não, na verdade você não fez nada! Não se preocupe comigo, estou bem. – disse-lhe seca, desviando meus olhos dos dele.

— Realmente não preciso me preocupar, afinal já tem gente demais tomando conta de você aqui. – insinuou contrariado.

Virei meu rosto para encará-lo rancorosa.

- Acho que está havendo algum engano. Não tem ninguém cuidando de mim, já de você...- falei reticente.

- Não seja absurda Leah. Jane só está tentando chamar a atenção de Jason – explicou.

- Pelo visto a estratégia dela de chamar a atenção não deu muito certo. Ao menos não com ele, não é? – perguntei desconfiada.

Ele sorriu sensual, e aproximou seu corpo do meu.

- A ÚNICA atenção feminina que desejo nesse lugar é a sua – sussurrou em meu ouvido – Você acha que pode dispensar um pouco dela comigo? – ao seu pedido seguiu-se um beijo quente e gostoso em meu pescoço.

- Pedindo assim, desse jeito, acho que não tenho como negar – falei sorrindo abertamente, completamente esquecida de nosso pequeno desentendimento.

Ele brindou-me com seu sorriso mais lindo, que me tirou o fôlego, aconchegando-se mais á mim.

- Você é uma feiticeira sabia? – acusou-me, mordiscando minha orelha, fazendo-me estremecer.

A musica mudou, passou a tocar um Zulk, um ritmo sensual e nos deixamos levar por ele; foi no mínimo uma experiência pra lá de excitante, Paul tinha uma desenvoltura incrível e sabia conduzir muito bem.

http://www.youtube.com/watch?v=LrkkTLCUqOc

Ao final da música estávamos os dois, ofegantes. Voltamos á mesa e fomos recebidos com aplausos e assobios pelos gêmeos, um deles, que a essa altura já tinha descolado uma companhia aproximou-se de nós sorridente.

- Vocês deveriam fazer apresentações de dança! Juro que nunca vi nada mais sensual que vocês dois dançando – disse admirado – Se deu foi bem hein Paul!? — Arrematou divertido.

Rimos da brincadeira dele. Os únicos que pareciam não ter gostado, foram Jane e Jason, ignoramos os dois de comum acordo. David, que era o que estava sozinho me convidou pra dançar, olhei para Paul que assentiu tranqüilo, e voltei para a pista, depois de algumas musicas seu irmão veio tomar seu lugar,enquanto David já convidava outra garota e Paul dançava com a acompanhante de Dylan. Dançamos alegres e contagiados pelo ritmo até que senti um toque em meu ombro e Paul sorria para nós.

- Que tal você devolver minha garota e eu te devolver a sua? – propôs divertido.

- Feito amigão! – aceitou Dylan de bom grado.

Dançamos e rimos juntos por mais algumas horas, até que resolvemos ir embora, exaustos, mas felizes.

Nos despedimos de todos, prometendo revê-los antes de voltarmos para La Pusch.

Quando estávamos nos acomodando no carro, lembrei de perguntar a Paul algo com o que estava intrigada.

- Onde foi que você aprendeu a dançar tão bem? – quis saber curiosa.

- Culpa da Sara. Ela me obrigava a praticar com ela – disse dando de ombros.

- Os rapazes da reserva conhecem esse seu lado pé-de-valsa? – mexi com ele.

- Não! E nem saberão – falou ameaçador – Pelo menos não sem que você se entregue – arrematou, rindo por me ver cair em minha própria armadilha.

- Nem me passou pela cabeça dizer algo a eles — menti, fazendo bico e me fingindo ofendida.

- Tá que eu acredito nisso – disse rindo e encerrando o assunto.

Seguimos para o hotel relembrando os momentos divertidos daquela noite.

- Como você consegue diferenciar os gêmeos? – perguntei confusa.

- Eu os conheço a muito tempo, posso saber quem é quem pela voz – disse dando de ombros.

- Acho que eu não seria capaz de fazê-lo – confessei.

- Talvez com menos Tequila e mais de sua audição lupina, você consiga – sugeriu, e caiu na risada a me ver fechar a cara aborrecida.

- Talvez devêssemos mudar de assunto para não nos aborrecemos sem necessidade – propus fitando-o de lado.

Ele manteve o mesmo sorriso charmoso nos lábios, enquanto solava a mão direita do volante e acariciava minha coxa nua.

- Você tem razão, podemos fazer coisa melhor com o tempo que nos resta até chegarmos ao nosso destino – seus dedos quentes se insinuaram por baixo da minha saia brincando com a renda da minha calcinha.

- Preste atenção á estrada Paul, não quero ser responsável por nenhum acidente – ralhei batendo de leve em sua e devolvendo-a ao volante.

- Alguém já lhe disse que você é uma tremenda de uma estraga-prazeres? – questionou-me fingindo-se entediado.

- Sim. Algumas vezes – admiti sorrindo – Em contra partida, nunca me chamaram de irresponsável – arrematei sorrindo orgulhosa.

Ele riu também, e voltamos a conversa original, sobre a noite e seus amigos. Descobri nesse tempo, o quanto Paul gostava de seus amigos, não era só na Reserva que ele se desvelava em atenção com seus “irmãos de matilha”. Era da natureza dele ser carinhoso e leal. Enquanto o ouvia discorrer sobre as peripécias dele com seus amigos de Seattle, me recostei no banco, e embalada por sua voz cadenciada e calorosa, deixe-me levar pelo cansaço, adormeci sem nem perceber.

Notas finais
Então?? O que acharam?? Divertiram-se?? Eu ADORO dançar *o* Fiz aula por anos, sou completamente apaixonada por ritmos latinos *tá no sangue*, por isso escolhi esse tipo de ambiente para eles curtirem...Espero sinceramente que vcs tenham gostado...me deixem saber suas impressões está bem? E preparem-se para as emoções desse fim de noite...que se dará no próximo cap...*reviraosolhinhos*
BOM FIM DE SEMANA AMADAS!!!
Bjs,
K.