She Wolf

12 Capítulo 12 - INSACIÁVEIS!


Notas iniciais
OLÁ FLORES DO MEU JARDIM!!
Como vcs estão? Eu vou mto bem...bem atolada de coisas pra fazer ¬¬ ..rsrsrs
Resolvi antecipar o dia da postagem (normalmente faço isso nas 6º-feiras) pq a correria tá grande, mas como não queria deixar vcs na mão ei-lo aqui =)
Isso é pra provaar a vcs TODA MINHA GRATIDÃO peles comentários lindos de apoio e elogiosos com os quais vcs tem me brindado! Valeu mesmo!
Bom, nao tem mto que falar desse capitulo não...acho que o titulo já dá uma dica do que se trata certo!? ;)
Nos vemos ao final dele...
Bjs,
K.
PS: tenho uma nova linha de comunicação entre nós, se quiserem saber algo mais sobre mim, ou minhas fics passem por aqui:
Pergunte -----> http://www.formspring.me/keyshewolf
Terei prazer em responder qqer pergunta de vcs ok??

Paul me acordou quando chegamos ao Hotel, fomos até a recepção pegamos a chave e nos dirigimos ao elevador, quando entramos, eu aproveitei para escorar todo o meu peso sobre o corpo dele, que mantinha um braço em volta da minha cintura. Meus olhos estavam pesados e o cansaço do dia me dominou.

Assim que chegamos ao nosso andar, ele me pegou com facilidade no colo, eu fiquei agradecida, meus pés estavam doloridos de tanto dançar. Ele passou o cartão-chave e abriu a porta entrando comigo ainda em seus braços, fechou a porta com um chute e me levou até o sofá onde me deitou com cuidado, acendeu o abajur, na mesinha ao lado do sofá e foi abrir as janelas pra deixa o ar que o ar da madrugada refrescasse o ambiente.

Ele volto para junto de mim no sofá, levantou minhas pernas e sentou-se as colocando sobre seu colo, eu já estava quase dormindo quando senti que ele descalça minhas sandálias, largando-as no chão, depois se pôs a massagear meus pés. Espiei-o pelos olhos semicerrados e vi que ele estava concentrado em sua tarefa, sorri deliciada e torneio a fechá-los.

-Hummm... isso é tão bom – ronronei feito uma gatinha feliz.

Ele não disse nada, continuou por mais alguns minutos, enquanto eu me entregava definitivamente à preguiça, até que senti suas mãos subirem por minhas pernas acariciando minhas coxas. Abri novamente meus olhos e encontrei os seus fitando-me maliciosos.

- Você deve estar brincando! Você nunca cansa? — Perguntei surpresa.

- De você? Não, nunca – a resposta foi tão taxativa quanto o brilho de desejo em seus olhos castanhos.

Fiquei sem palavras, suas mãos alcançaram minha calcinha sob o vestido, puxando-a para baixo num movimento preciso e calculado, levantei um pouco o quadril para facilitar seu trabalho, ele a passou por minhas pernas lentamente, largando-a em segui junto às sandálias. Mantendo os olhos presos aos meus, ele segurou minhas mãos e me puxou de encontro a seu corpo. Obediente, sentei-me em seu colo, com uma perna de cada lado do seu quadril.

Ele suspirou satisfeito, seu hálito aquecendo meu rosto, segurando meus cabelos com uma das mãos, afastou-os para o lado e deslizando a outra mão por minhas costas alcançou o nó que mantinha a parte de cima do vestido presa, habilmente desfez a amarração deixando meus seios expostos diante de seu olhar curioso e faminto.

- Lindos! – murmurou maravilhado, beijando um de cada vez reverente – Você é toda linda – completou extasiado.

Ele pôs-se a beijar, sugar e mordiscar meus mamilos arrepiados. Enterrei meus dedos em seus cabelos puxando sua cabeça para trás, seus lábios estavam entreabertos, deslizei minha língua por eles antes de penetrá-la em sua boca. Suas unhas, embora curtas, arranhavam minhas costas, abandonei sua boca descendo meus lábios sequiosos por seu queixo e pescoço, minhas mãos abandonaram seus cabelos e meus dedos ágeis desabotoaram sua camisa. Beijei cada pedacinho de pele exposta que minha boca pode alcançar, ouvi-o gemer quando rocei meus seus mamilos com os meus, ele elevou o quadril me deixando perceber o quanto estava excitado, desci meus dedos até sua calça desabotoando-a lentamente, prolongando a tortura.

Mãos nervosas afastaram as minhas do caminho a fim de apressar o processo. Ergui-me um pouco do seu colo, apoiando minhas mãos no encosto do sofá para que ele se despisse, ele segurou meu quadril com uma mão enquanto guiava-se para dentro de mim. Ficamos com a respiração suspensa por um momento, quando nossos corpos se encaixaram com perfeição. Seus dedos se enterram em minhas coxas, pressionando-as, estimulando meus movimentos, sua língua e dentes, brincando com meus seios, que pareciam que explodiriam a qualquer instante tamanha excitação eu sentia. Minhas mãos suadas agarravam-se ao encosto do sofá para me dar sustentação, eu gemia numa doce agonia, sabendo que em poucos instantes o êxtase me arrebataria.

Suas mãos buscaram minhas nádegas por baixo da saia do vestido, incitando meu quadril a subir e descer num ritmo mais acelerado, seu quadril dançando junto comigo, jogando meu corpo para trás, apoiei minhas mãos em suas coxas, afastando meu peito do dele, gemendo em protesto ele inclinou-se para mim, alcançando com a língua meu estomago e minha barriga. Eu senti o prazer me tomando em ondas, faltava pouco agora, sorri feliz pressionando meus joelhos contra seu quadril e me deixei levar, meus gemidos e seu nome escapando entre meus lábios que procuram pelos dele ansiosos.

Todo meu corpo foi tomado por espasmos violentos, que agora pareciam se transferir para o dele. Senti-o estremecer, arfando e gemendo alto, enquanto retorcia meus cabelos entre os dedos, o êxtase o atingiu com a mesma violência que eu havia sentido, seu corpo retesou-se sob minhas mãos por alguns instantes enquanto me penetrava mais fundo uma última vez.

Passado esse primeiro instante, arrisquei uma olhada sobre nós. Percebi que nem tínhamos nos despido direito, sua camisa estava descida até a altura dos cotovelos, as calças emaranhadas nos pés descalços. Meu vestido, única peça de roupa em meu corpo ainda estava preso na cintura, sorrindo levemente repousei minha cabeça em seu ombro, aproveitando para beijar seu pescoço e recuperar o ar, enquanto ele deslizava seus dedos por minha coluna numa caricia suave e relaxante.

Ergui meu rosto para alcançar sua orelha, mordiscando-a provocativa.

- Que tal continuarmos nossa brincadeira na cama? – murmurei roucamente, senti seus pelos eriçarem e seu corpo se aquecer novamente.

- Meu Deus! Criei um monstro!! – disse ele, fingindo assombro.

Nossos corpos ainda unidos foram sacudidos por nossas risadas e, acabaram despertando novamente para o desejo que os consumia. Surpresa o vi chutar suas calças, erguer meu corpo jogando-me sobre seu ombro e disparar em direção ao quarto.

Ele sentou-se na beira da cama e me pôs de pé diante de si, suas mãos desceram pela lateral do meu corpo, alcançando meu vestido, preso a mim pela cintura e o fez deslizar por minhas pernas. Ele apoiou a testa em minha barriga, suspirando antes de beijá-la e brincar com a língua em meu umbigo. Eu o livrei da camisa, enlacei-o pelo pescoço, e curvando-me sobre ele descansei meu queixo no alto da sua cabeça, fechei meus olhos para melhor apreciar suas caricias, enquanto ele pressionava o rosto contra meu quadril.

Meus joelhos cederam quando seus lábios sugaram a carne no alto da minha coxa, antes que eu caísse ele me ergueu novamente e me deitou de costas na cama, prendendo minhas mãos, com apenas uma das suas, acima da minha cabeça, ele posicionou-se entre minhas pernas e sem aviso me penetrou rápido e fundo. Minha resposta imediata foi arquear as costas para tentar tocá-lo com os seios ou a boca, ou ambos não importava, só o que eu queria era ter mais dele.

Prevendo minha investia ele afastou-se sorrindo malicioso, frustrando minhas tentativas. Sua mão apertando levemente meus pulsos juntos. Quando me viu desistir e voltar a deitar lamuriando-me, inclinou a cabeça sobre meu pescoço roçando a ponta da língua por toda sua extensão e a do ombro, depositando pequenos beijos úmidos, causando que meu nível de tesão alcançasse picos ainda mais elevados. Sua mão livre pressionava meu quadril contra o colchão, impedindo assim que eu o movimentasse, só ele se mexia, investindo seu quadril contra o meu lenta e profundamente, enquanto sussurrava palavras de estimulo em meu ouvido.

Ele pressentiu, pelo acelerar da minha respiração, que faltava pouco para que eu atingisse o orgasmo novamente, e então acelerou suas investidas. Dessa vez o clímax nos atingiu ao mesmo tempo. Fomos ambos arrastados para um mundo á parte, onde só existíamos nós e o prazer devastador que nos consumia.

Ele rolou sobre mim, deitando-se ao meu lado tão ou mais ofegante que eu. Lutamos juntos para recuperar o fôlego. Viramos os rostos ao mesmo tempo um em direção ao outro, as duas faces abertas no mesmo tipo de sorriso de satisfação e cumplicidade, próprio dos que estão mais do que felizes pelo simples fato de se terem. Ele puxou para si, minha mão que continuava presa entre seus dedos e a beijou ternamente antes de pousá-la sobre seu peito.

Desviei meus olhos do dele, olhando para a janela, constatando que já estava quase amanhecendo. Voltei a fitá-lo antes de dizer-lhe suavemente:

- Obrigada! – murmurei realmente feliz.

- Pelo quê!? – inquiriu surpreso.

- Por me convidar para essa viagem. Pelo jantar, pela dança e, principalmente por isso! – arrematei, inclinando-me sobre seu peito e beijando seus lábios deixando que minha mão deslizasse pelos músculos de sua barriga, para enfatizar minhas ultimas palavras.

- Você acreditaria se eu lhe dissesse que o prazer maior foi meu!? – perguntou sorrindo feliz.

- Eu poderia discutir essa questão do prazer com você – falei risonha – mas fica pra outra hora, estou muito cansada agora – falei aconchegando meu corpo ao dele, abracei sua cintura e deitei minha cabeça sobre seu peito.

Ele riu me abraçou e beijou meus cabelos.

- Então durma minha Leah – ordenou calmamente começando a me fazer cafunés.

Suspirei feliz, relaxada e satisfeita, apaguei dois segundos depois.

&&&

Acordei com um ruído persistente, que parou logo em seguida, nas profundezas do meu inconsciente, ouvi Paul falar com alguém. Decidida a esquecer ambos, virei de bruços mergulhando novamente em meu sono.

Algum tempo depois, senti o colchão estremecer sob meu corpo, vi através dos meus olhos semicerrados, que ele havia se levantado. Era uma visão maravilhosa a que eu tinha agora do seu corpo nu, perfeito e belo dirigindo-se vagarosamente ao banheiro. Toda aquela lisa e morena exposta, faziam minha boca salivar.

- Nunca pensei que um dia ia gostar de vê-lo pelas costas – minha voz rouca pelo sono e pelo desejo o deteve á porta.

Ele virou a cabeça por cima do ombro direito, me lançando seu sorriso lindo que me fazia perder o fôlego.

- Você está me saindo uma bela de uma Pervertida Srta Cleawater! – repreendeu-me, fingindo-se ofendido e entrando em seguida no banheiro parando diante da pia, ele podia-me ver pelo espelho.

Rolei na cama, deitando de costas, ficando de frente para ele, sorri abertamente.

- Quero ouvi-lo dizer isso aqui na minha cara! – desafiei-o.

Ele voou do banheiro, jogando-se sobre a cama, escapei no ultimo minuto, girando meu corpo para o lado oposto de onde estava antes, ainda rindo. Ele agarrou meu rosto entre as mãos e me beijou delicadamente.

- Bom dia minha Pervertida favorita – disse, sorrindo divertido.

- Pervertida é!? Tome isso – e comecei a beijar todo seu rosto enquanto lhe fazia cócegas.

Suas gargalhadas ecoaram pelo quarto. Quando em fim, ele conseguiu recuperar-se do meu ataque e pensou em retribuir, eu fui mais rápida e escapei novamente, me ajoelhando aos pés da cama, rindo á valer.

- Volte já aqui, sua Covardezinha – ralhou ele entre risos, sentando-se pronto pra me atacar.

Fomos interrompidos por batidas na porta.

Olhei-o interrogativa, ele fez uma careta de desagrado, como se só agora tivesse se lembrado de alguma coisa.

-Pedi algo para comermos no quarto – esclareceu – Você pode atender enquanto tomo um banho? – pediu já se pondo de pé, e antes de ir pro banheiro fez um carinho em meu rosto.

- Tudo bem – concordei resignada e triste pela interrupção.

Levantei, peguei sua camisa do chão e vesti-a, dobrando as mangas grandes demais pra mim e fui atender a porta.

Um rapaz simpático entrou empurrando um carrinho até o meio da sala, de onde estávamos podíamos ver o quarto e nesse momento Paul passava por lá, indo pegar alguma coisa em sua bolsa, o rapaz teve a mesma visão que eu do corpo nu dele. Ele desviou os olhos rapidamente me encarando meio sem graça.

- Eu também acho ele um gato! Dá pra acreditar na minha sorte!? – eu disse revirando os olhos exageradamente para o rapaz que me olhava de boca aberta.

Ouvimos a gargalhada de Paul soar do banheiro, envergonhado o garoto disparou porta a fora sem nem ao menos esperar pela gorjeta.

Levei o carrinho para perto da mesa e ajeitei tudo para tomarmos nosso café. Sentei para esperá-lo, beliscando um biscoito, eu estava com fome. Distraída olhei para o relógio e vi surpresa que já passava das duas da tarde! Finalmente vi-o sair do banheiro com uma toalha amarrada em volta do quadril, os cabelos brilhando ainda molhados. Era impressão minha ou ele realmente fica mais lindo e sexy a cada minuto!?

- Estou morto de fome! – sentenciou passando a mão sobre a barriga lisa e musculosa. Engoli em seco, eu já não sabia o que matar primeiro, se minha fome de comida ou minha fome dele! Seria possível que eu estivesse ficando “viciada” em Paul? Absurdo. Afastando esse pensamento perturbador, servi suco em nossos copos e começamos a comer em silêncio.

Notas finais
Agora me digam: Quem quer um lobo desses levanta a mão o/
*keyagitandoosdoisbraçosnoardesesperada* kkkkkkkkkkkkkkkk
Falando sério agora (não q eu não estivesse antes ok? hihihi)Qdo comecei a escrever essa fic, eu não tinha a minima noção que eu pudesse vir a me "apaixonar" por Paul! Pra mim ele seria só o par de Leah...agora, depois de anos de "convivênvia" essa paixão inicial se tranformou em amor! Eu juro! Eu ADORO Paul, talvez, pq ele tenha me "permitido" vislumbrar seu interior, não sei...só sei que ele é meu preferido dentre os lobos!Fato. Mtas pessoas me perguntavam se eu me via em Leah, eu continuo dizendo que não! E agora olhando essa fic novamente descobri que na verdade eu me vejo mto mais em Paul.
Bom eu espero que vcs tenham curtido o capitulo! Se foi o caso, por favor, me deixem saber ok?? E se acharem que podem indiquem tbm...nem custa nada, poxa!
Bom fim de semana minhas queridas!
Bjão,
Key.