Notas iniciais
Mais uma vez, peço desculpas pela demora...
Tenho certeza que vocês vão gostar desse capítulo! :)

- Lady Thalia vai visitar hoje. – a voz de Sally era distante, aliás, agora era quase um zumbido. Percy tinha certeza que se não tivesse se segurado na cadeira almofadada teria certamente desmaiado contra o chão de mármore. Pouco se importava com Lady Thalia, com o clima ou com a posição de Júpiter, pelo amor dos deuses.

- Mãe. – Percy conseguiu forçar a palavra para fora de sua boca, mas arrependeu-se, pois sentiu a bile amarga subindo do esôfago para a língua no mesmo segundo.

-... Faça o favor de perguntar-lhe sobre sua estadia na Áustria... Afinal, esteve lá pelos últimos 10 anos. Ouvi dizer que ela se tornou uma moça bonita, e, bom, também comentam que ela é um pouco rebelde, por isso mandaram-na para o internato, mas, bem, os Grace são uma família muito respeitável e devemos ser gentis... – Sally prosseguiu com sua fala rápida, os dedos magros deslizando pela correspondência diária.

- Mãe. – Percy repetiu, dessa vez mais firmemente, contraindo os músculos da garganta para segurar o líquido estomacal que ameaçava sair de si a qualquer instante. Sempre que ficava nervoso, tendia a ter ânsias de vômito insuportáveis, e ele temia que nunca houvesse sentido tanto enjoo assim.

Para sua sorte, Sally parou de tagarelar, dando-lhe tempo para lentamente se sentar ao seu lado na mesa da sala de jantar. Ainda estava em completo choque, e realmente considerava chamar um criado para lhe trazer um copo de uísque com gelo, mesmo que detestasse bebida alcóolica.

- Está pálido. – Sally franziu o cenho, sua mão esquerda encostando na testa do filho. – Está febril? Tomou friagem, não é? O que eu já lhe disse sobre dormir com a janela da sacada aberta, Perseu?! – deu um suspiro mais irritado do que preocupado. – Quando o senhor seu pai acordar, ele lhe dá algum remédio.

- É. – Percy concordou, seu estômago ainda dando pulos doloridos em seu abdômen. Pensava em Annabeth, ainda no quarto dele, enrolada nos lençóis, dormindo, indefesa, imune às notícias que haviam acabado de chegar. Como ele deveria contá-la? Aliás, ele deveria contá-la?

- Mas o que há com você? – Sally sibilou, balançando um pequeno sino dourado ao seu lado para chamar o criado mais próximo. Quando este chegou, Percy virou a cara; se recusava assistir a maneira grosseira que sua mãe tratava os empregados. – Seja lá qual for seu nome, traga um copo de soro caseiro. Rápido. – Conversou rapidamente com o criado antes de tocar no braço do filho. – Será que está com virose? Era só o que faltava. Você sempre ficou muito pálido com virose, ah, e pele muito branca fica horrível com o tom de verde das roupas que mandei fazer...

- Mãe. – Pela terceira vez, Percy interrompeu Sally, e, dessa vez, enfim conseguiu sua atenção. A mulher olhou para ele com seus grandes olhos azuis, e, por um mísero instante, Percy lembrou-se da mulher gentil que Sally podia ser quando estava disposta e não tão preocupada com chás, festas ou nobres. – Mãe. Eu não posso morar no palácio. É loucura.

Quando Percy falou, o rosto de Sally descontraiu e ela soltou uma risada bajuladora, e o pouco de compaixão que ele sentiu por sua mãe naquele breve instante desapareceu quando os sons de suas risadas sarcásticas ecoaram pela sala de jantar.

- Loucura? – Sally questionou, levantando uma sobrancelha para ele enquanto olhava o resto das correspondências, separando convites de festas inúteis dos interessantes socialmente. – Loucura seria você não ir morar no palácio, Perseu. Primeiramente, você foi treinado sua vida inteira para este momento, já que está mais do que consciente de que será o Rei, provavelmente em alguns meses, já que James Dare mal consegue tossir sem que tenham que lhe dar algum remédio. E, principalmente, sabe muito bem que recusar um pedido pessoal do Rei pode lhe custar muito mais do que pensa, Perseu. – Ela revirou os olhos, um sorriso falso e determinado aparecendo em seus pequenos lábios quando ela viu uma carta em especial, abrindo-a rapidamente e lendo seu conteúdo na mesma velocidade. – Veja só! Um convite para o Baile de Verão dos Beckendorf! Oh, devemos ir! Charles está com a sua idade, não é mesmo, Percy? Ele já se alistou no Exército, oh, é um rapaz tão responsável...

Naquele momento mais do que nunca, Percy perguntava-se como Sally havia chegado naquele ponto. Não lembrava muito de sua infância – só se recordava mais da pré-adolescência, quando Annabeth havia entrado nela – mas estava certo de que nem sempre sua mãe havia sido assim. Teria algo acontecido com ela? Existiriam remédios que pudessem curá-la de sua óbvia condição alterada mental? E se Poseidon pudesse ajuda-la? Ele já teria o feito, não é mesmo? De forma ou outra, ele ainda se sentia perturbado ao ver que a mãe agia como uma máquina: fria, imparcial e adepta a mudanças.

- Quando devo partir? – Percy questionou em voz baixa, já que sabia que protestar mais sobe sua ida ao palácio não ia adiantar. Queria, ao menos, ter o direito de saber quanto tempo teria para bolar um plano B, ou, no caso, um plano C, que seria se conformar com a sua situação e partir.

- Deuses, Perseu, assim que possível. – Sally revirou os olhos, não agradecendo o criado que trouxe um copo de cristal cheio até a metade de soro caseiro para que ele bebesse. – Beba. Espero que sua cor melhore. – Ela instruiu quando lhe entregou o copo. – Você sabe como essas coisas funcionam, filho. O Rei faz um pedido, obedecemos. Sempre foi assim, sempre será. Quando você for Rei, não vai querer que lhe obedeçam imediatamente?

Enquanto dava um longo gole no morno soro caseiro, Percy escolheu não responder. Estava de cabeça quente, e se falasse algo, provavelmente diria alguma besteira, e não precisava que Sally ficasse mais estressada e lhe desse ainda mais nos nervos. Sabia que nessa situação, nem o senhor seu pai poderia lhe ajudar, afinal, era realmente a vontade do Rei – apesar de que ele sabia que Rachel Elizabeth Dare com certeza tinha algo a ver com a suspeita chegada da carta. Queria dar socos na parede, urrar de raiva, e, quem sabe, sufocar a princesa com suas próprias mãos, mas limitou-se a terminar seu soro e fazer uma pequena reverência à sua mãe.

- É. Acho que estou com virose. – Percy fez que sim, engolindo em seco. – Com licença, mãe. Acredito que um repouso me faria bem.

Sally não pareceu muito satisfeita, mas no momento, Percy não se importava. Caminhou na direção oposta a da sala de jantar e subiu as longas escadas de mármore mais uma vez, suas mãos fechando-se em punhos.

XXX

Quando enfim chegou aos seus aposentos, ainda nauseoso, sentiu seu coração gelar dentro do peito: sabia que a coisa certa a fazer era comunicar as noticias à sua doce Annabeth, já que mentir para ela e esconder a verdade da garota que amava seria pior que sua reação – ou pelo menos, assim esperava. Não queria fazê-la sofrer... Deuses, ele queria poder-lhe tirar toda a dor, todo o sofrimento... Fazer dela sua princesa, seu bem mais precioso, livre de qualquer um que pudesse magoá-la ou fazer-lhe mal. E tudo isso, para o quê? O quê eles haviam sido, afinal de contas? Amigos? Amantes? Confidentes? Ou, pior, apenas meros desvios na estrada da vida de um do outro?

Não, não podia ser. Annabeth havia se tornado a estrada dele, o seu caminho. O que ele faria se ela fosse tirada dele? Como haveria de construir outro percurso sem ela?

- Annie... – ele chamou gentilmente ao se sentar ao lado dela na cama, em seu canto. Ela ainda dormia de barriga para baixo e oh, deuses, como ele seria capaz de partir o coração de um anjo?

- Só mais 5 minutos. – Ela respondeu com um sorriso malicioso, que, por ainda estar em choque e em estado de preocupação extrema, Percy não retribuiu.

- Annie... Precisamos conversar. – Insistiu, sua mão acariciando suas costas de pele extremamente macia e aveludada. – É importante. Tem que ser agora.

Percy se sentiu culpado quando o sorriso desapareceu dos lábios de sua amada, substituídos por uma expressão séria quando ela rapidamente deslizou para fora dos lençóis e do colchão, colocando de volta o uniforme cor-de-rosa e fazendo o laço branco de tecido em suas costas com facilidade. Ele não conseguia resistir, e a encarou enquanto se trocava e prendia seu cabelo com uma fita de seda branca que combinava com o laço do uniforme. Assim que estava pronta, sentou-se ao lado dele na cama os olhos cinza dela timidamente encontrando os dele quando ele segurou sua mão pequena na grande e forte dele.

- Chegou uma carta essa manhã. – Percy foi direto, sabendo que Annabeth era inteligente demais e logo deduziria o problema se ele não fosse rápido em lhe dizer o que estava acontecendo, e, pela primeira vez, ele queria ter o direito à palavra. – Do palácio.

- Sim? – Annabeth perguntou, a voz pequena. Sabia que ela pensava que o Rei havia morrido, e que ficaria ainda mais devastada ao saber que aquele não era o caso e não era o motivo pelo qual ele estava sendo obrigado a abandonar sua vida ali.

- E... O Rei a enviou, pedindo que... Pedindo especialmente que eu fosse morar no palácio, assim que possível. Você entende o que isso significa? – Engoliu em seco, dando a mão macia dela um pequeno aperto.

- Entendo. – Annabeth respondeu quase que de imediato, e ela correspondeu o seu aperto, na mão forte dele. – Significa que você tem de obedecer, e se mudar para o palácio. Para se acostumar à vida lá.

Às vezes ele desejava que ela não fosse tão inteligente. Parecia que, algumas vezes, era até distante, fria, sendo tão racional como sempre fora, apesar de que ele conhecia muito bem o seu lado carnal, emocional, humano. Sabia que por dentro, estava sofrendo, e que não queria demonstrá-lo para não magoar os sentimentos dele ainda mais. Oh, Annabeth... O que faria sem ela? O que faria sem seu anjo?

- Quando? – A voz dela foi baixa quando perguntou. – Quando você vai partir?

Deuses, como ele detestava fazê-la tão frágil.

- Não sei ao certo. Não é minha decisão. – Perseu balançou a cabeça em negação, sua mão livre segurando o queixo redondo de Annabeth gentilmente, fazendo com que ela olhasse diretamente para ele. Procurou sinais de lágrimas em seus olhos cinza, e não as encontrou, sabendo que, mais uma vez, ela segurava o choro, suas emoções, por ele. – Você sabe que vamos ficar bem, não é, Annie? Eu e você?

Aquela pergunta, aquela promessa de Percy, aliás, seria verdadeira. Em sua mente, sua vida ideal seria ele e Annabeth, e mais nada. Não se importava se tivesse dinheiro ou não no futuro, não queria ser Rei, não queria ser nada se não tivesse ela ao seu lado... Mas nada era como queria. Não podia fugir de suas responsabilidades: havia sido treinado para cumpri-las desde o momento em que tinha idade suficiente para andar e falar. Além de tudo, temia pela vida de sua amada... O Rei mataria ambos se descobrisse tamanha traição, afinal, ele fora noivo de Rachel desde pequeno, mesmo que contra sua vontade.

E apesar de tudo isso, sabia que aquela promessa era verdadeira. Ele, talvez, não ficaria tão bem... Teria de governar numa posição que nunca quis, casar-se com uma mulher que não suportava, teria de esconder seu coração partido, seu coração que batia apenas por Annabeth, teria de gerar herdeiros com uma mulher que nunca amaria... Mas, sabia que em algum lugar do reino, de seu reino, Annabeth estaria a salvo, e, quem sabe, ela pudesse encontrar a felicidade em outro homem... Ter filhos com ele, amá-lo...

Annabeth não respondeu: apenas encostou seus lábios rosados e macios contra os dele por um longo momento antes de levantar-se e se apressar em encontrar Afrodite, dizendo que a criada deveria estar à procura dela.

Ela não chorou.

(Ao menos, não na frente dele).

XXX

- Lady Thalia, dos Grace. – o porteiro da mansão dos Jackson a apresentou e ela sorriu para o homem, contudo, a curva em seus lábios desapareceu assim que ela deu mais alguns passos em direção ao salão principal. Ao lado de uma mesa para chá perfeitamente arrumada estava o famoso Perseu Jackson, o prometido da princesa Rachel, o futuro Rei.

Thalia permitiu-se aplaudir o menino-homem mentalmente; todos os rumores sobre ele eram verdade: Ela pode ter passado os últimos dez anos afastada na Áustria, mas toda a Europa sabia que o futuro Rei da Inglaterra, a nação mais poderosa, era perfeito em aparência: Perseu Jackson era alto, seu corpo musculoso e forte era evidente até por baixo de suas roupas, sem contar a pele levemente bronzeada (uma beleza rara para quem morava em Londres), os cabelos escuros como piche e os belíssimos olhos verdes. Era uma pena que um homem tão bonito fosse ser desperdiçado com uma princesa mimada, rechonchuda e feia.

- Boa tarde, Senhorita Grace. – Perseu fez uma pequena reverência e segurou a mão dela, beijando-a em sinal de respeito. Os lábios dele eram macios. Mais uma vez, um desperdício. – É uma honra recebê-la. Poderia dizer que sua estadia na Áustria lhe fez bem, mas acredito que éramos ambos muito pequenos para nos lembrarmos do nosso último encontro, não é mesmo?

Ela se permitiu soltar um pequeno riso. O garoto tinha carisma, com certeza seria um bom governante, mas algo no tom de voz dele denunciava que ele tinha maiores preocupações do que beber o chá das cinco com ela naquela adorável ocasião. De qualquer forma, Thalia também preferia estar em sua própria casa, lendo um bom livro ou tirando uma soneca, porém, não podia negar que estava em situação privilegiada: Os Jackson eram a família mais poderosa do reino e possivelmente de toda a Europa, e sabia que o convite para o chá significaria ainda mais respeito para sua família. Milhares de outras famílias influentes do continente dariam suas vidas para estar na posição dela, portanto, não reclamaria.

O chá casual foi mesmo agradável: Perseu fazia boas piadas – até pediu que ela lhe chamasse de Percy – e os biscoitos e bolinhos eram deliciosos, além do melhor chá que havia provado em seus 18 anos de vida. Desde que voltara da Áustria alguns meses atrás, havia aprendido a valorizar os pequenos sabores e acontecimentos da vida, e aquela tarde certamente valeria a pena ser repetida.

Logo a ocasião foi interrompida, no entanto: um criado da mansão pediu licença e educadamente comunicou Perseu que sua aula de Estratégia havia sido adiantada e que o professor requisitava sua presença imediatamente no Salão de Estudos, já que o curso era extremamente importante para um futuro Rei.

- Perdoe-me, Lady Thalia. – Perseu beijou a mão dela novamente e pediu licença ele mesmo. – Por favor, fique a vontade para passar o resto da tarde aqui. Os nossos criados estão à sua disposição. – Fez uma pequena reverência antes de desaparecer pelo enorme salão.

A moça pensou em ir embora, afinal, seus deveres para com a sua família haviam cessado, ao menos naquele dia, e sua carruagem esperava do lado de fora para lhe levar de volta para casa naquele mesmo instante... Mas a mansão dos Jackson era muito grande e muito bonita, e sendo curiosa como sempre fora – o internato não conseguira apagar essa característica de seu ser – resolveu dar uma volta pelo enorme quintal, que parecia ter um belo jardim.

Thalia tentava não pensar muito sobre os seus dez anos na Áustria, mas sempre que não interagia com qualquer outra pessoa (como fazia agora, apenas observando as flores raras do jardim dos Jackson) seus pensamentos sempre a levavam de volta para o local horrível aonde fora submetida às mais terríveis mudanças de personalidade. Ainda guardava grande ressentimento em seu coração, afinal, foram seus próprios pais que a mandaram para a terrível instituição, O Internato de Viena Para Meninas, na capital, quando tinha apenas oito anos. Sua mãe sempre havia comentado aos sussurros que “Thalia é apenas criativa”, porém, as amigas traiçoeiras da família comentavam que ela era muito rebelde, e sendo assim, os Grace não podiam arriscar sua posição social, logo a primogênita foi enviada para o enorme castelo onde fora submetida às mais terríveis aulas de etiqueta do continente, onde aprendera a ao menos fingir rezar nas missas, onde aprendera a segurar a língua e esconder suas terríveis opiniões, aprendera a responder corretamente as cartas de seus pais sem utilizar sarcasmo ou ironia, e, por fim, se tornara uma leoa domada, ainda cheia de opiniões e poréns, contudo, domada sobre as condições da sociedade que vivia. Thalia detestava a ideia de ser uma menina de família: seu maior objetivo de vida era encontrar um homem de família rico, respeitável e de família para que ela se casasse; daria filhos a este homem, faria seus pais orgulhosos, e morreria. Muitas vezes invejava seu irmão mais novo, afinal, homens ao menos poderiam persuadir outros objetivos além de ter filhos e se casar: poderiam se tornar advogados, juízes, policiais, bombeiros, grandes homens do poder, artistas, pintores... Mas não, ela era apenas uma mulher, uma mulher que já tinha seu destino escrito desde o momento que nascera.

Após observar as flores raras do jardim, resolveu dar a volta completa ao redor da belíssima árvore alta de flores púrpura: deveria estar ali desde quando? No mínimo vinte, ou vinte cinco anos atrás. Em Viena, já havia visto as mais belas plantas, mas com certeza havia algo diferente e magnífico sobre aquela árvore em particular, como se ela exalasse amor e paixão. Talvez fosse sua coloração, ou sua enorme estatura, mas, de forma ou outra, Thalia se sentiu relaxada por um instante.

Foi então, que de súbito, notou o pequeno estábulo de madeira atrás da árvore. Havia um garoto descansando sobre uma montanha de feno, o olhar negro despreocupado e uma franja de cabelos escuros caindo sobre um dos olhos, e, por um estranho motivo, ela sentiu uma antecipação crescer dentro de si quando ele abriu a boca para falar. Talvez fosse o longo tempo que passara sem a companhia de nenhum homem ou menino, talvez fosse o fato de que este lhe parecia deliciosamente perigoso, mas ela sentia calafrios percorrendo sua espinha.

- Perdeu alguma coisa, moça?

Ela gostaria de responder as calças, mas segurou a língua novamente. Nunca, em 10 anos, sentira a vontade de quebrar as regras da etiqueta tão fortemente quanto sentia naquele instante.

Notas finais
E aí, sim ou não?
TODAS as leitoras, praticamente, estavam me implorando pra colocar a Thalia na fic, mas eu não estava conseguindo criar uma personagem digna dela, já que sou apaixonada pela Thalia e acho que fic sem ela é um desperdício... Sei que ela ainda não apareceu muito, mas finalmente encontrei um papel bom pra ela na fic.
10 reviews pro próximo? :)
Beijos,
Ju