She Falls Asleep

19 Capítulo 19


Notas iniciais
AVISO IMPORTANTE: Estou sem corretor ortográfico e quis postar logo pra vocês lerem, então me desculpem quaisquer erros de digitação! Obrigada! :3

A sentença de Sallina Jackson pelos crimes cometidos contra à Coroa foi o exílio permanente.

Normalmente, o júri teria decidido numa pena de morte sem pestanejar, mas Sally Jackson era nobre, e uma nobre de alta importância, e tal fato podia mudar vereditos tão facilmente quanto adocicá-los. Por ser esposa de Poseidon Jackson, o melhor amigo do falecido Rei James, Sallina foi recompensada pelo título da mãe do possível futuro herdeiro ao trono com um exílio em uma fazenda no sul da França, com direito a visitas de familiares e amigos — ainda que não houvesse quem realmente se importasse com ela.

Em qualquer outra situação, seria comum se o assassino de aluguel fosse considerado louco por acusar um membro da alta sociedade como Sally, mas o que a mulher pouco sabia ao firmar contrato com o homem era que este vinha de um grupo de matadores muito bem treinados. Sabiam como agrupar provas o suficiente ao seu favor em caso de serem pegos, como ocorreu com o rapaz responsável pela morte de Rachel, que por ser de fora da Europa, pouco sabia que assassinava uma princesa. Em suas posses, o homem possuía o retrato da princesa Rachel erroneamente entregue a ele por Sally, e em seu verso, se encontrava a dedicatória do próprio Rei James quando lhe presenteara com a pequena pintura.

Sally estava surpreendentemente calma quando os guardas a transportaram para o calabouço. Ela passaria a noite ali enquanto servas arrumariam seus pertences. No dia seguinte logo cedo, uma carruagem a levaria numa viagem até o sul da Inglaterra, aonde continuaria sua viagem de barco até a França, para então, enfim, continuar o percurso por carruagem até a fazenda de seu exílio. Em seus íntimos interiores, a mulher refletia consigo mesma; ainda tremia de raiva de si por ter trocado os retratos e por ter assassinado a chance mais concreta de seu filho de ser rei, porém, gostava de pensar em seu exílio. Sentiria falta de Perseu, mas poderia viver na fazenda em pura calmaria, cercada de animais e do clima agradável, não tão frio. Libertava-se, enfim, de todas as obrigações tolas nas quais seu pai lhe acorrentara ao arranjar o casamento com Poseidon, e poderia morrer em paz afastada da vida que nunca quis.

Poseidon adentrou em sua cela do calabouço para despedir-se logo depois. Não trocaram palavra alguma. Decorridos o que pareceram vinte minutos, Poseidon levantou-se, desejou-lhe que passasse bem, e partiu. Sally deu um suspiro de alívio ao vê-lo partir; esperara tanto tempo para desprender-se dele, e o momento enfim havia se apresentado diante dela. Poseidon era o pai de seu único filho, e ela sempre seria grata a ele por isso (mesmo que houvesse sofrido muito para concebê-lo), mas havia muito ressentimento entre os dois para que qualquer um deles fosse feliz.

Logo após, no entanto, Percy lentamente entrou na cela. Seu rosto se contorcia num misto de tristeza, dúvida e preocupação, e Sally sentiu-se derreter por debaixo do vestido. Seu menino... Ele havia sido tão bom. Tão gentil...

– Percy. — Ela lhe ofereceu seu melhor sorriso, mas ele não retribuiu.

– Estou aqui para me despedir de você. — Ele murmurou de forma bruta. Sua voz não parecia pertencer a ele. Mesmo quando estava aborrecido, Percy nunca havia soado duro como soava naquele instante. — E então, nossos caminhos se separarão. Permanentemente.

Sally soltou um pequeno gemido enquanto sentia seu coração partir-se, mas não se atreveu a protestar. Ele tinha razão... Sua mãe era uma assassina. Além de tudo, uma mulher demasiado amarga. Durante toda a curta vida de Perseu, ela procurava se convencer de que fazia tudo para o bem do filho, mas havia sido egoísta. Iria para o túmulo ainda acreditando que ser o Rei da Inglaterra ainda era o melhor para Perseu, mas havia de reconhecer que ela não havia sido a mãe mais amável, mais compreensível, ou mais presente. No entanto, não havia tempo para que se arrependesse. Havia amado seu filho, isso ninguém jamais poderia negar, nem mesmo ele.

– Porque, mãe? — Percy perguntou após um longo período de silêncio. Ele olhava diretamente para ela, os olhos verdes idênticos aos de Poseidon a queimar de raiva. — Pensei que quisesse que eu me casasse com Rachel. Pensei que fosse o que você sempre quis. Todas aquelas aulas de violino, de estratégia, os tutores... Pensei que fosse tudo por esse maldito trono! — Nunca Sally havia visto o filho tão bravo. Ele falava lentamente e em voz baixa, o que fazia da situação ainda pior.

Não sabia como responder. Podia dizer-lhe a verdade, como todo o plano que havia arquitetado apenas surgiu quando ela o vira a beijar a serva no corredor do palácio naquela noite. Como queria Annabeth Chase fora do cenário completamente para que, por hora, Percy não desejasse nenhuma mulher. Sabia que, se o fizesse, Perseu a odiaria ainda mais, mas, ao menos, estaria sendo sincera. Podia também mentir, dizer-lhe que fora um terrível engano e que ela não era a culpada, que tentavam sabotá-la por meio do assassinato, mas não via proveito nenhum nisto.

Decidiu por calar-se.

Os guardas chamaram Perseu momentos depois, comunicando-o de que seu tempo com Sally havia terminado. Ela absorveu todos os traços do filho o mais rápido que pode quando ele a olhou pela última vez.

– Eu o amo muito, filho. — Ela declarou, sentindo os olhos arderem de lágrimas. Odiava-se por pensar no quanto o futuro de Perseu era incerto, tudo por causa dela. E agora, ela não poderia nem ao menos ficar perto dele. Estaria sendo levada para longe, e ele não faria questão de visitá-la. — Nunca se esqueça disso.

O rosto de Percy suavizou.

– Eu também a amo, mãe. E sempre vou amar. Mas a senhora precisa pagar pelo que fez.

Sally sentiu-se aliviada por não contar ao filho sobre seus planos de matar a serva; este amor de filho para mãe que ele nutria por ela a encheu de esperança e uma felicidade simples e súbita, e estava certa de que se soubesse sobre a real natureza de seu plano, não teria nada em seu coração para ela além de completo e puro ódio.

Ele saiu da cela com passos rápidos, sem olhar para trás, abandonando a mulher que havia lhe dado a vida junto dos fantasmas de suas próprias ações.

XXX

Perseu hesitou ao bater na porta dos aposentos de Poseidon.

Já fazia alguns dias desde a partida de Sally para o exílio, e ele não havia falado com o pai desde então; sabia que logo ele retornaria para a mansão, terminando sua estadia no palácio, e esta situação exigia que Percy comunicasse sua escolha — que já havia sido feita há tempos — ao senhor seu pai, para que ele estivesse ciente de seu futuro.

Havia acabado de partir de uma reunião com Apolo e os advogados e conselheiros do falecido rei; antes mesmo de entrar na sala de reuniões, sabia muito bem do que ela se tratava; enfim, teriam a resposta de quem haveria de tomar posse do trono, Perseu, ou o último parente vivo dos Dare, o tal Ross Blivius nomeado no testamento de James. Suas palmas suavam de nervoso. Se fosse ele o escolhido para ser rei, de que adiantaria Rachel não estar mais viva? Arrumariam-lhe logo uma outra noiva nobre que ele nunca amaria, e sua relação com Annabeth mais uma vez se tornaria proibida e condenada.

Apolo os comunicara logo no início da reunião que uma carta chegara da Escócia informando-os, enfim, sobre o último parente vivo de James Dare. A carta ainda estava lacrada quando o 1º Ministro abriu-a para os conselheiros e advogados, e Percy se remexia em sua cadeira, desconfortável. Seu destino estava dentro daquela correspondência. Se ele fosse o indicado ao trono, poderia tentar fugir com Annabeth, mas de quê adiantaria? Provavelmente os dois seriam pegos antes que pudessem sair de Londres, e além de tudo, por mais que não quisesse ser rei, Percy detestava a ideia de fugir de suas responsabilidades.

Assim que Apolo leu as informações da carta, Percy sentiu-se tonto de alívio. Não só Ross estava vivo como tinha três herdeiros homens saudáveis e uma esposa de berço nobre. Era tudo que a côrte precisava escutar. Apolo oficialmente livrou-o de seus deveres para com a Coroa no que dizia respeito a tomar as rédeas do trono. Percy agradeceu ao ministro e aos outros homens importantes da sala rapidamente antes de pedir licença. Não precisava escutar mais nenhuma palavra daquilo. Estava livre. Pela primeira vez em seus quase dezenove anos, ele era dono de sua própria existência. Podia fazer como bem entendia. Podia obter um diploma de Medicina como seu pai, diabos, podia ser músico, se quisesse! Podia ter sua própria casa aonde bem entendesse, podia usar as roupas que quisesse... E, finalmente, podia casar-se com Annabeth, e amá-la como nasceu para amar. Não teria mais de esconder cada um de seus encontros. Poderia segurar sua mão enquanto passeassem pela rua, poderia beijá-la quando e onde bem entendesse. Poderia casar-se com ela numa igreja, com a oficialização de um padre. Poderia deslizar uma aliança em um de seus dedos, e sentir seu coração bater forte toda vez que alguém a chamasse de Mrs. Jackson.

– Entre. — A voz clara de Poseidon chamou do outro lado, e Percy empurrou a porta. O homem sorriu para ele quando entrou e fechou a porta atrás de si. — Filho. Como está? Fui ao seu encontro mais cedo, e me informaram que estava em reunião.

Como Percy previa, Poseidon arrumava seus pertences para voltar à mansão. Percy havia nascido naquela casa, mas sabia que o pai a construíra para Sally, pois independente de seu dinheiro, não gostava de casas grandes. Perguntava-se por quanto tempo Poseidon aguentaria viver lá, com os mesmos criados, os mesmos aromas em suas roupas, a lembrança de Sally muito próxima dele.

– Estou bem, pai. Graças aos deuses. — Percy sorriu, fazendo que sim quando Poseidon mencionou a reunião. — Sim, de fato, eu acabei de sair dela. Apolo leu uma carta que chegou esta manhã... Da Escócia. — Percy fez uma pequena pausa antes de continuar falando, a ansiedade e felicidade borbulhando muito intensamente dentro de si para que fizesse qualquer tipo de suspense. — Encontraram um herdeiro.

Poseidon ergueu os olhos da mala que arrumava, e um sorriso transpareceu de seus lábios até os olhos. Rapidamente aproximou-se do filho e deu-lhe um abraço apertado que Perseu retribuiu. Seu pai sempre havia desejado que ele fosse livre para fazer suas próprias escolhas, e, enfim, seu desejo se tornara realidade.

– Estou muito feliz por você, filho. Realmente estou. — Poseidon sorriu, dando tapinhas no ombro de Percy quando se separaram. — Então assumo que vá voltar pra casa comigo? — Poseidon estava sério quando perguntou, mas havia uma dica de um sorriso brincando em sua boca.

– Pai, eu... Não. — Percy tratou de murmurar rapidamente, e Poseidon enfim sorriu abertamente. — Por isso resolvi vir até você. Quero que saiba que quero me casar, pai. E... que deixarei a Inglaterra em breve. Quero residir no Novo Mundo. Morarei em Nova York... Não na cidade, mas mais para o interior. No campo. É uma casa simples. O senhor gostaria dela.

Poseidon fez que sim, ainda sorrindo. Percy se angustiava; queria saber o que passava na cabeça de seu pai.

– Muito bem, filho. Assumo que seja por isso que me pediu a transferência de suas economias para uma conta particular, correto? — Poseidon questionou enquanto dobrava um par de calças para dentro da mala, e Percy engoliu em seco e fez que sim. O que será que diria a seguir?

– Não quer saber com quem me casarei? — Será que Poseidon não estava ao menos um pouco curioso? Será que não se importava?

– Já sei com quem você vai se casar, filho. — Poseidon riu, fechando a mala e afivelando-a antes de começar a arrumação de outra no mesmo ritmo lento, porém concentrado. — Annabeth.

Percy esbugalhou os olhos. Não havia nem ao menos pedido Annabeth em casamento, e não havia contado a ninguém sobre as notícias da correspondência até então. Nunca havia contado ao pai sobre o relacionamento oculto dos dois, e até aonde sabia, Poseidon também não desconfiava de nada.

– Você não é exatamente sutil quando se diz respeito a estar apaixonado, filho. — Poseidon andou até ele e deu-lhe outro tapinha no ombro. — Soube, desde o dia em que você quis trazer aquela menina para casa, que algo especial aconteceria entre os dois. — Percy estava ainda mais embasbacado. Sabia que seu pai era um homem sábio, mas não fazia ideia de que ele era tão observador ou tão sensível. — Estou orgulhoso de você, meu menino. Case-se com ela, e faça dela uma mulher feliz.

– E-Eu farei, s-senhor.- Percy gaguejou enquanto Poseidon lhe deu mais um abraço apertado. Pelos instantes seguintes, Percy continuou observando seu pai enquanto ele assoprava seu cachimbo e continuava a arrumar suas roupas e muitas enciclopédias.

XXX

Pouco sabia Annabeth que seu mundo logo seria abalado com bons acontecimentos.

Desde que o corpo de Rachel fora encontrado em seu quarto e no de Afrodite, ela se encontrara em estado de constante medo. Um assassino, dentro do palácio? Já se sentia deslocada dentro daquele local grande demais e que segurava muitas memórias ruins, e desde do acontecimento com Luke, estava em constante estado de medo e apreensão. Quando soube da morte brutal da princesa, no entanto, sentiu-se em parte culpada. Estaria mentindo se dissesse que nunca desejara que Rachel morresse. Sempre tivera inveja dela, não por ser uma princesa e não por ser futura rainha, mas por poder ter Percy, coisa que Annabeth nunca realmente possuiria, não da maneira que queria. A verdade era que ela apenas desejava que Rachel não fosse noiva de Percy; agora que ela havia partido para sempre, Annabeth sentia pena pela moça. Ninguém deveria morrer daquele jeito.

E então, os próximos acontecimentos. Os criados cochichavam sobre um assassino, e a mente perversa por trás do assassinato de Rachel. Annabeth não acreditou no que ouvia até que leu por si mesma no jornal: Sallina Jackson, a cruel mulher que havia sido sua senhoria desde pequena e havia feito da vida de Percy um Inferno fora a culpada por trás do gatilho. Annabeth sabia que havia algo tremendamente errado; não era segredo que sempre fora obsessão de Sally que seu filho se tornasse rei... Então porque havia colocado fim ao noivado que o levaria até o trono? Ela se esforçava para entender. Diziam que foram capazes de condenar Sally pelo assassino possuir consigo um retrato da princesa assinado para ela... Um retrato...

Há poucos minutos, Percy entrara em seu quarto com pressa. Desde o assassinato, colocaram-na em um quarto particular no fim do corredor, e Afrodite, no cômodo ao seu lado. Ela sentia falta de dividir quarto com a mulher que sempre havia sido como sua mãe, mas não podia negar que estava mais confortável. Ainda possuía vista para o vasto quintal, aonde podia ver os bonitos cavalos de Nico trotando de um lado para o outro, e a chuva cair simpática sobre sua janela.

O rapaz parecia prestes a explodir.

– Pelo amor dos deuses, Percy. A porta. — Annabeth gesticulou para que ele a fechasse, e assim o fez. Quando virou-se novamente para ela, no entanto, de imediato segurou suas bochechas e plantou um beijo árduo e repentino em seus lábios.

Ela saltou de susto, seu coração em pane até que ela se acostumasse à sensação. Já fazia mais de metade de um ano desde que fora violada, mas continuava frágil e com um medo tremendo de amar. Beijar Percy ficava mais fácil a cada vez, mas uma parte de Annabeth ainda sentia que parte seu medo nunca passaria.

– Meus deuses, Percy, o quê deu em você? — Annabeth soltou um pequeno riso quando os dois se separaram, e Percy sorriu para ela. Havia tempos desde que o sorriso dele havia sido tão puro quanto este, e ela se perguntava como podia estar tão feliz. Ela partiria para os Estados Unidos em uma semana. Teria ele esquecido?

– Trago boas notícias. — Percy sentou-se na cama de solteiro dela e olhou para o colchão, silenciosamente pedindo para que ela se sentasse ao seu lado, e ela obedeceu.

Em apenas poucos minutos, Percy a contou sobre a última reunião da qual participara com o 1º Ministro e os advogados e conselheiros reais, que havia acontecido há apenas instantes antes de que ele fosse encontrá-la. Contou-a sobre como haviam recebido uma carta vinda direto da Escócia. Percy deixou bem claro o quanto a carta era esperada, já que nela estaria a resposta para o enigma do trono inglês. Explicou que nela, informações recentes diziam que o último descendente vivo da família Dare ainda estava vivo e saudável, e que ele estaria a caminho para tomar o trono inglês em breve.

O peito de Annabeth encheu-se de uma alegria que quase a fez desmaiar. Percy estava livre. Pela primeira vez em dezoito anos, ele não era mais o futuro herdeiro a um trono que nunca desejou. Ele não era noivo de ninguém, e sua mãe, o único empecilho a sua felicidade plena, não podia mais interferir nas suas questões do coração.

– Percy... Isso significa que... Nós...

– Sim. — Ele abriu um de seus grandes sorrisos, um daqueles que a lembravam do porque ela se apaixonara por ele, todos aqueles anos atrás, e porque nunca cogitou amar outro homem. — Você é finalmente minha, Annabeth. E eu sou finalmente seu.

Ele a beijou mais uma vez, e ela segurou-se a ele com força, temendo que fosse apenas um sonho do qual fosse acordar aos prantos ao perceber que tudo não passara de uma cruel peça de sua mente. Estava sem fôlego, à beira de lágrimas. Parecia que havia engolido uma caixa de fogos de artifício. Pela primeira vez no que pareciam anos, ela sabia que o melhor estava por vir.

– Me prometa. Prometa que eu sempre serei sua. — Annabeth murmurou contra os lábios já inchados de beijos de Percy. Ela sentiu o seu sorriso antes que ele a beijasse novamente.

– Eu prometo. — Percy murmurou antes de retornar o beijo dela vorazmente. — Você me tem para sempre.

Pela primeira vez desde Luke Castellan, Annabeth sentiu uma vontade crua de estar com Percy. Queria deixar que os beijos dos dois se aprofundassem, queria deixar que ele tirasse suas roupas e que fizesse amor com ela ao som da chuva calma que caía ao lado de fora. No entanto, só de pensar em ter um homem — não importa quem fosse — entre suas pernas novamente fazia com que gelasse de medo. Ainda não era a hora certa. Ela e Percy teriam muitas oportunidades, agora que o futuro dos dois eram um só.

Notas finais
E aí, gostaram? Tentei escrever o mais rápido possível. Estou de férias já há algumas semanas então vou aproveitar pra atualizar a fic com frequência. Como muitos já devem ter notado, a fic está chegando ao final. Prometi um final feliz, e continuo prometendo: Vai ficar tudo bem, pessoal. O Percy e a Annie já sofreram muito. Postei uma TWO-SHOT PERCABETH aqui nessa conta, tá aqui o link pra os que ainda não leram:http://fanfiction.com.br/historia/436435/All_In_White/ Até a próxima.