She Drives Me Wild

5 Onde está o Michael?


Notas iniciais
Boa leitura!

Era um escândalo!

Embora a cerimônia fosse reservada aos mais chegados, na 0mansão de “Neverland”, olhares escandalizados estavam por toda a parte.

O motivo? Simples: Ninguém sabia onde Michael estava!

“Ele não pode simplesmente ter sumido. Você, me diga onde aquele menino está.” Senhor Joseph aproximou-se do principal assessor do filho.

“Eu não sei lhe dizer, Senhor Joe!”

“Como não sabe? Você é o sujeito que cuida de todo o negócio para ele, trate de localizá-lo!” Ralhou-o com os nervos em franja o senhor enternado de olhar ríspido e voltou junto da família que como ele trepava pelas paredes.

“Não o encontramos!” Era o que todos os seguranças diziam ao voltar de revirar o rancho ao avesso a procura dele.

John suspirou frustrado a cada vez. Esperava que Michael não tivesse simplesmente sumido, com seu hábito infantil de fugir dos problemas, embora fosse bem provável.

“Onde Michael se meteu afinal?” Cutucou-o Ne-Yo.

“Eu não sei, a última vez que falei com ele estava lamentando sobre a dançarina acrobata.”

“Você acha que ele desapareceu preopositadamente ou aconteceu algo?” Havia preocupação nos olhos do moreno.

“Se eu conheço bem Mike, dou créditos à primeira opção.”

“Você acha que ele não quer mais casar com Rosemy e simplesmente fugiu?”

“Eu não sei.” John olhou para Elizabeth Taylor que olhava para as decorações de flores com uma expressão de tédio e voltou para ele. “A única coisa que eu sei é que se ele não aparecer logo Rosemy vai explodir, literalmente dizendo.”

Annette se sentia a mulher mais idiota da face da terra, enquanto lutava contra as lágrimas. Sim, ela estava ali sentada no cadeirão da sua sala, em posição de lótus, afogando as mágoas em gelado de chocolate e morango.

Ela simplesmente não podia travar de integrar no seu coração a tristeza de saber que àquelas horas Michael estava se casando com outra mulher, aquilo doía.

Olhou para a gata que estava ao lado tomando leite em sua tigela, os pensamentos voando longe. Malditamente, estava tocando em seu aparelho “Ain’t It Funny” de “Jennifer Lopez”, piorando o seu humor.

Este romance perfeito que eu criei em minha cabeça

Eu viveria mil vidas, cada uma com você do meu lado

Mas nos encontramos numa circunstancia menos perfeita

E então parece que nós nunca teremos uma chance...

“Sim, você é uma grande idiota por ter se apaixonado por ele!” Disse a si mesma, entre uma colher de gelado, quando ouviu a campainha.

Certa de que era Marjorie, que tinha ligado pela manhã a dizer que estava um pouco melhor e iria vê-la, ergueu-se do cadeirão e pousando a tigela na mesa enxugou as lagrimas indo abrir.

Endireitou os calções de seda bege que usava com blusa preta e afastou o cabelo ligeiramente bagunçado para trás da orelha girando a aldraba.

Seus olhos pestanejaram, descrentes, o ar deixando-a quando se deparou com ninguém menos do que aquele homem.

Michael, usando jaqueta vermelha e preta brilhante com calças pretas e óculos escuros, era o que via. Tinha endoidado?

“Michael? O que você faz aqui?” Perguntou gravemente.

“Eu posso entrar?”

Ela hesitou pelo que pareceram cinco minutos, antes de lhe abrir passagem a fechar a porta.

“Eu não quero me casar.” Abriu ele o jogo, sério.

“Como? Você cancelou o casamento?”

“Basicamente...” Ele pensou numa maneira de se explicar. “Eu apenas desapareci e vim até você.”

“O quê? Você está louco? Não pode simplesmente abandonar a tua noiva!” Ela estava totalmente chocada.

“Bem, eu fiz.” Disse com apatia, levantando os ombros.

“Cara, você é um idiota.” Annette levou uma mão a cintura e outra a testa, sua voz agravando a cada nota. “Volta lá e casa.”

“Você me acha idiota?” Ele continuava calmo.

“Eu acho você bem louco, mas isso não vem ao caso. Vá se casar.” Apontou para a porta.

“Eu não posso fazer algo que eu não quero.” Disse, apático, deixando-a mais incrédula.

“O que você não pode é desaparecer na hora do seu casamento. Sinceramente, o que há de errado com você?”

“Você. Você é o que há de errado comigo.” Deu ele um passo para tão perto dela que lhe arrancou o ar, os olhos postos nos dela asseguravam que não lhe fosse devolvido. “Eu quero você, Ann. Diga-me se isto é errado.”

“Claro que isso é...” Respirar era quase uma missão impossível, ela sentia o rosto queimar, a voz falhava. “Você não pode me querer.”

“Eu dirigi por duas horas para vir até você. Não me diga o que eu posso ou não fazer, garota.” Tocou-a no rosto e ela tentou falar, mas as palavras ficaram presas na sua boca quando ele a beijou.

Tentou pará-lo, mas viu-se retribuir totalmente , com todo o sentimento que não podia negar, que tanto quanto era errado, seu coração fazia certo.

“Não é engraçado como alguns sentimentos você não pode negar

E você n pode progredir mesmo que você tente?

Não é estranho quando seus sentimentos você não precisa sentir?

Oh, eu gostaria que isso fosse real!

Não é engraçado como apenas um momento pode mudar sua vida

E você não quer encarar o que está errado ou certo?

Não é estranho como o destino pode fazer parte

Na história de seu coração?”

“Não... para!” Afastou-o pelo peito, caindo em si, seus olhos encontrando os dele que brilhavam tanto quanto os finos lábios vermelhos que lhe doíam parar de beijar. “Isso não está certo.”

“Por quê? Eu não quero me casar, e não vou.”

“As coisas não funcionam assim. Acho que você deve conversar com a sua noiva antes de decidir isso.”

“Depois eu converso com ela.”

“Não depois, Michael. Se você não quer se casar você deve cancelar, não deixá-la plantada no altar.”

Michael a olhava de forma invasiva.

“Por que você não me quer? É por causa do tal cara que você está gostando, não é?”

“Santo Deus, Michael, a questão aqui é o seu casamento.”

“Eu estou cansado desse assunto!”

“Você não pode estar cansado desse assunto. Você deixou uma noiva e uma cerimônia de casamento a espera, isso é errado.”

“Eu não quero saber disso.” Agarrou-a em seus braços quando ela menos esperou e inclinou-se para sussurrar com os lábios sob os seus. “Eu só quero saber de você, garota. Você é minha querida, eu quero você, Ann. Me diga, você não me quer?”

“Não, eu não quero.” Disse, pouco credível.

“Não minha para mim, por que os seus olhos dizem o contrário. Garota, você me quer.”

“E daí se eu quiser? E daí se você for o cara que eu estou gostando e só não percebe por que é um tolo? O que isso muda?”

“Eu sou o cara que você está gostando?”

“Eu estava apenas supondo.”

“Eu acho que você estava se confessando.”

“Eu acho que você deve ir embora.” Soltou-se dele e abriu a porta. “Por favor, tenha ao menos um pingo de sensatez e vá se casar.”

“Eu não vou me casar, isso está fora do plano, esqueça!”

“Nesse caso vá para lá e converse com Rosemy.”

Ele girou os olhos e suspirou.

“Está bem, eu vou, mas eu volto. Nossa conversa ainda não acabou!” Segurou-a no rosto beijando sua boca e foi.

Deixada chocada, Annette fechou a porta e encostou-se na mesma. Michael estava seriamente balançando seu mundo. Desde que ele entrara na sua vida e no seu coração tudo era uma bagunça.

E agora essa de abandonar o próprio casamento? O homem era louco, só podia. Mas não podia negar que com sua loucura ele tinha conquistado seu coração, e no fundo ela estava feliz de saber que a queria ao ponto de não se querer mais casar.

Mas quase conseguia produzir em sua mente a imagem dele chegando atrasado no casamento mas tudo ficando bem e ele e Rosemy Hans casarem-se por fim.

Não se sentia capaz de encarar mais dor, caso aquilo acontecesse. Droga, ela não estava pronta para nada daquilo, apaixonar-se pelo “rei do pop” não estava exatamente nos seus planos.

“Eu não posso explicar

Eu não penso que posso encarar isto tudo de novo

Um amor profundo eu achei em você

E não tenho duvidas

Você tocou meu coração

E isto alterou cada plano que eu tinha feito”

Rosemy andou bravamente pelo salão sobre o olhar de todos, levantando seu vestido de noiva, e dando um grito de frustração deitou abaixo uma mesa cheia de bebidas caras, fazendo todos presentes estremecerem com o barulho das garrafas quebrando e virando cacos, espalhando seu conteúdo.

Fez o mesmo com as duas mesas seguintes, arrancou os arranjos de flores, rasgando e pisoteando com gritos de raiva num completo chilique entre choros.

E todos olhavam, ninguém conseguindo (ou querendo) pará-la, como se estivesse no direito de fazê-lo. Estérica, ela corria de um lado para o outro rasgando a decoração como uma fera descontrolada, partindo o que podia.

Foi assim que Michael a encontrou, quando chegou surpreendentemente calmo. Todos o olharam, mas ele não olhou para mais ninguém, nem a família, nem os amigos, nem os trabalhadores, só para ela.

Que por sua vez virou vendo-o, o rosto vermelho de tanta raiva que só faltava suas narinas fumejarem, quando pisou duramente chegando ao seu lado.

“Onde você esteve?” Gritou-o sonoramente, sua raiva aumentando quando ele não respondeu. “Onde Diabos você esteve, Michael?”

“Eu... a gente precisa conversar!”

“A gente precisa conversar? Você chega duas horas atrasado no nosso casamento e quer conversar?”

“Eu...” Ele lançou o primeiro olhar para a família e voltou para ela, falava em tom baixo. “Eu não quero mais me casar.”

“Ah, você não quer? E você me diz isso agora?” Ela escandaliza a plenos pulmões e aponta-o um dedo duro. “Você nunca quis casar! Você me fez de idiota durante três anos. Três malditos anos, porra!” Rosemy arrancou o anel de noivado do dedo. “Mas agora acabou!” Atirou-lhe o anel na cara e saiu do salão correndo.

Michael levou a mão ao olho esquerdo, onde o anel bateu antes de se perder pelo salão, seu redor se enchendo de pessoas.

“Mike, você está bem?” Ne-Yo perguntou, ao tempo que John começava um sermão por ele ter saído sem segurança nem disfarce e a família e os amigos chegados queriam arrancar satisfações dele.

“Deixem-me em paz! Não vai haver casamento, podem se retirar. Todos vocês.” Ele virou sem tirar a mão do olho e sumiu subindo as escadas.

“Ele é louco, eu acho.” Concluiu Annette após narrar todo acontecimento a amiga e olhou para esta que se empantorrava de comer gelatina depois de um hamburguer e sumo de pêssego.

Marjorie estava nas últimas com sua gravidez, visto que tinha o parto marcado para a semana seguinte. Os pés haviam desenflamado mas ela parecia extremamente cansada naquele vestido amarelo, com cachecol e banduleta brancos.

“Bem, estamos falando do Michael Jackson! O cara do ‘Thriller’ e do ‘Ghost’, é claro que ele é louco. Mas isso é mal?” Ela levantou os ombros e engoliu outra colher da gelatina verde. “Na minha opnião, as pessoas loucas são as melhores, e vamos combinar que você está babando por ele.”

“Babando não é palavra. Eu...” Baixou os ombros em sinal de derrota. “Ok, eu admito que estou na merda com ele, não sei o que fazer.”

“Parte para cima do cara, ele não vai se casar mesmo.”

“Quem me garante? Ele e a Rosemy...” Calou-se olhando para a porta quando tocaram a campainha, e curiosa foi abrir.

Sua curiosidade foi substituída por um todo conjunto de sentimentos arrebatadores quando encarou o homem, não podia acreditar. Seu rosto sendo tomado por forte choque.

“Você não deveria estar na sua lua de mel?” Soltou.

Michael lambeu os lábios, antes de responder com calma.

“Não há lua de mel.”

“O quê? Você não se casou?”

“Ela não quis mais.”

Annette abanou a cabeça, descrente, não sabendo que palavras articular, quando percebeu o olho esquerdo dele ligeiramente vermelho.

“O que houve com o seu olho?”

“Bem, foi nele que ela jogou a aliança. Eu acho que eu deveria colocar um pouco de gelo. Está muito vermelho?”

“Um pouco.” Saiu da frente abrindo melhor a porta. “Entra.”

Michael entrou, logo vendo a grávida que levantava do cadeirão e vinha até si.

“Ela é a Marjorie, minha amiga de infância.” Apresentou Annette chegando até ele.

“Eu sei me apresentar, Ann.” Resmungou Marjorie olhando-a com desaprovação, ao que ela levantou os ombros, então olhou para Michael com um sorriso de orelha em orelha. “Oi Michael, que prazer te conhecer pessoalmente, eu sou uma grande fã.”

“O prazer é meu, Marjorie.” Michael deu-a dois beijos no rosto, antes de olhar maravilhado para a enorme barriga que o tinha empurrado para trás. “Wow, que lindo, você vai ser mãe. Meus parabens!”

“Obrigada. Como vês estou nas últimas, e sinceramente não vejo a hora de me livrar dessa barriga.”

“Oh, não fale assim, isso é uma benção, Deus lhe abençoou. Isso é lindo!”

“Eu sei, mas as vezes...” Marjorie parou de falar fazendo uma careta.

“O que foi?” Perguntou Michael.

“Marjorie?” Preocupou-se Annette, vendo que ela segurava na barriga e sua expressão de dor apertava.

“Nada... só, uma contração. Eu as tenho tido o tempo todo ultimamente, já vai passar. Eu só preciso sentar e...” Ela pegou no braço do cadeirão, mas antes que pudesse sentar as dores ficaram mais fortes e águas escorreram por suas pernas, molhando suas sandarias e o chão.

“Meu Deus!” Michael arregalou os olhos, tal como Annette, que logo foi auxiliá-la.

“A bolsa rebentou.” Ela assustou. “Isso é a bolsa, certo?”

“Eu acho que sim, acho que você vai ter o bebê.” Annette entrou em pânico. “Precisamos levar você ao hospital.”

“Que merda, eu não estou preparada, Ann. Ai!” Ela gemeu de dor. “Ainda não, é a próxima semana.”

“Está sendo agora, Marjie. Você...” Sua voz fundiu-se diante dos gritos estridentes da amiga que agarrou sua mão em pavor e ela olhou para Michael. “Eu preciso levá-la ao hospital.”

“Eu vou com vocês. Eu posso dirigir.”

“Não, você pode ser reconhecido.”

“Eu posso ficar no carro. Vamos, eu posso ajudar.”

“Está bem, eu vou calçar.” Annette correu para o quarto atrapalhada para calçar e colocar um casaco sobre a blusa transparente, assim como agarrar as chaves do carro.

Michael foi a dirigir seu “Nissa Sentra”, enquanto ela ia atrás com Marjorie e tentava, falidamente, acalmá-la, ao mesmo tempo que ligava para o esposo dela a avisar.

Eram por volta das 8 da noite. Com algum suborno Michael pôde entrar no hospital pelas traseiras e ficaram a aguardar numa sala VIP enquanto Marjorie era encaminhada a sala de parto.

“Tomara que corra tudo bem!” Annette pediu de mãos juntas.

“Vai correr!” Michael a tocou nos ombros e levou-a a se sentar. “Vai correr tudo bem.”

“Eu acho que foi a emoção por ter te visto que adiantou o parto.” Ela riu tentando descontrair.

“Ah, não, não me jogue a culpa!” Ele riu também, logo ouviram a porta abrir.

Entrou Malone Hurd, um sujeito alto, mulato e rechonchudo, com quem Marjorie era casada há cinco anos, este que era um cozinheiro do restaurante que ela era dona, o “Marjorie’s Place”.

“Onde está Marjorie?” Ele disparou-se logo em direção a Annette, preocupação em seus olhos.

“Já está sendo atendida.”

Ele passou a mão na barba por fazer e olhou para Michael.

“Me desculpem, boa noite.”

“Boa noite.” Responderam.

“Você é... um sosia de Michael Jackson?”

“Não, eu sou Michael Jackson.” Disse em tom enfático.

“Ah, desculpe. Malone Hurd, esposo de Marjorie.” Estendeu-lhe a mão e Michael a apertou com um sorriso.

“Prazer conhecê-lo, Malone.”

“Mas a bolsa rebentou mesmo?” Malone caiu no banco perto de Annette, perguntando-a.

“Sim.”

“Como foi?”

Os três aguardaram durante duas horas até que uma doutora entrou para lhes dar a notícia.

“O bebê finalmente nasceu. É um menino!”

“Um menino?” Pulou Malone da cadeira e abraçou-se com Annette que estava em euforia também.

“Parabens, Malone! Você e Marjorie já são pais!” Essa disse em extase de tanta felicidade.

Os três entraram para ver Marjorie e o bebê minutos mais tarde. Enquanto Malone enchia-a de beijos e sussurros amorosos, Annette tinha ao colo o recém-nascido de 4 kg, com Michael no seu ombro espreitando, os dois babando pelo anjinho.

“Que lindo! Ele é tão lindo... tão lindo!” Michael repetia, emocionado. “Como ele vai se chamar?”

Malone e Marjorie entreolharam-se.

“Marlon.” Disse ela, com um sorriso fraco.

“Marlon?” Perguntou admirado. “Eu tenho um irmão chamado Marlon.”

“Sério? Legal! A gente escolheu Marlon por que é um nome parecido com os nossos, acho que seremos a família do ‘M’.” Disse Malone e riram-se.

“Deixa eu pegar ele.” Michael pediu à Annette, esta que derretida com o seu entusiasmo entregou-o o bebê.

Michael recebeu com todo o cuidado, seu sorriso se tornando mais amplo agora como se ele fosse explodir.

“É incrível... tão lindo. Marlon!” Ele se derretia como manteiga. “Ele já tem um padrinho?” Olhou para o casal, com um novo entusiasmo.

“Não... só madrinha, que é a Ann.” Contou Marjorie.

“O padrinho dele não é o Elijah? Ele não disse que seria quando você ficou grávida?” Malone perguntou, perdido.

Annette olhou para Michael que ficava um pouco sério com a menção daquele nome, e de volta para Marjorie que cutucava o esposo.

“Ann e Elijah terminaram há séculos, amor.”

“Sério? Eu não sabia! Nesse caso, ele não tem padrinho.” Sorriu Malone para Michael, cuja alegria se reconstruiu.

“Sendo assim eu quero ser o padrinho dele, será que eu posso?”

“Claro que pode, é um prazer ter você como padrinho do nosso pequenino.” Disse Marjorie com carinho, fazendo o sorriso de Michael inflar.

“Sim, por quê não?” Acrescentou Malone também satisfeito, e contente Michael olhou para Annette.

“Que legal, somos os padrinhos dele.”

“Sim, legal.” Ela sorriu-lhe de volta, mais seduzida pela imagem dele com um bebê no colo do que gostaria de admitir.

Notas finais
Gostou do cap? Comenta aqui em baixo para eu saber, ta? Até ao próximo! Bjinhos...