She Drives Me Wild

2 Blood On The Dance Floor


Notas iniciais
Boa leitura!

Michael acordou com barulhos de sapato alto pelo quarto e olhou preguiçosamente para a mulher que se preparava atrapalhadamente, essa que logo o olhou.

“Desculpa, baby, te acordei!”

Ele esfregou os olhos e levou-os ao relógio digital de banca, onde marcava seis da manhã. E voltou a olhá-la, sua voz saindo rouca:

“Onde está indo?”

“Ao cabelereiro, estou super atrasada para a hora marcada. Preciso me manter linda para você.” Ajeitou ela o vestido laranja berrante nos quadris, antes de se inclinar para ele e depositá-lo um beijo nos lábios. “Até logo, meu amor.”

“Até!” Olhou-a sacar a bolsa e deixar o quarto esbaforidamente. Deixou-se ainda ficar na cama, pensando sobre ter sonhado a noite toda com aquela dançarina acrobata.

Não, não sonhara nada demais, apenas com ela dançando daquela maneira hipnotizante igual vira. Acabou se sentando e puxou seu tablet da banca, ligando-o.

Acessou ao Google, querendo investigar sobre ela, quando se tocou de uma maldita coisa. Não lembrava o nome dela. Incerto, tentou ‘Annita Schoolfield’.

Vendo resultados que não tinham nada a ver tentou ‘Janette Schoolfield’. Os resultados foram piores, e dando um suspiro de tédio ele coçou a cabeça pensativo.

“Era algo como... Anneke? Será Anneke?” Perguntou-se, escrevendo: ‘Anneke Schoolfield, dançarina acrobata’.

Deslizou os olhos pelos resultados e logo viu no corretor ‘Você quis dizer Annette Schoenfeld, dançarina acrobata?’

“Céus, sim!” Exclamou com um sorriso, sentindo-se estúpido por estar a conversar com um aparelho eletrônico, então deu um clik e vagueou para novos resultados.

Estes já todos tinham a ver com ela. Viu fotos da linda morena, de franja, fotos lindas. Videos dela atuando em circos, festivais grandes, totalmente arrazando.

Procurou então por vida pessoal, mas a informação sobre ela na internet era bem restrita, apenas voltada para a vida profissional, ela parecia uma pessoa reservada.

Também, por que tinha interesse de saber sobre sua vida pessoal? Meneou a cabeça, repreendendo tal interesse, e afastou a tablet deitando para voltar a dormir.

Era o melhor que tinha a fazer!

Annette picou uma batata frita salpicada de sal e comeu-a olhando para a amiga que puramente tinha a boca cheia de batatas, carnes e molhos, acompanhava com a cabeça a música “Highway To Hell” dos AC/DC que tocava na sala, e ainda assim falava com ela:

“Ao meu ver esse casamento nem faz mais sentido!”

“Por quê não?” Annette bebeu do sumo de uva e ouviu-a.

“Ann, eles estão noivos por três malditos anos, já ficou bem evidente que é só um noivado, daqueles que não chega a ser casamento. E a tal noiva dele é uma herdeira mimada, com filmes sem sucesso. Uma falhada!” Marjorie fez hang looser, o gesto que consistia em baixar o polegar, fazendo-a cair na gargalhada com a última parte.

Bem, Rosemy como atriz não era muito reconhecida mesmo, até por que em entrevista ela bem alegara que representar não era a sua maior paixão.

Participou em dois filmes como atriz secundária, ‘Time Out’, um filme de drama, como uma menina que morre de câncer; ‘Take Away’, um filme de comédia como uma jovem frustrada, e conseguiu o primeiro papel principal num filme em 2013, quando o mundo conheceu-a como noiva do “rei do pop”.

Era um filme de ficção científica espacial, chamado ‘In Space’ e ela estrelou como uma astronalta em apuros numa nave.

“Não são totalmente filmes sem sucesso,” Defendeu Annette, depois “Eu assisti o ‘In Space’, e apesar de não gostar de filmes espaciais eu curti.”

“Ann, você não tem bons gostos! Tirando seu gosto pelo velho e bom rock n’ roll, graças ao seu pai ser Eddie Schoenfeld!” Riu Marjorie agora acompanhando a música “The Jack” da mesma banda que tocava.

Annette abanou a cabeça e riu limitando-se a comer sua costeleta, não se livrando de ouvi-la continuar.

“E também, é bem verdade que ela só conseguiu papel para esse filme por que se tornou noiva do “rei do pop”, aliás, ela só ficou famosa por causa do Michael, ela não tem talento nenhum.”

“Você é demais, Marjorie!” Continuou a rir, não podendo evitar. Pior que ela tinha que concordar, era verdade.

Michael almoçava no saguão da mansão de Ne-Yo, em ‘Malibu’, junto deste e de seu agente John, estes que o encararam com estranheza com o que acabava de contar.

“Oh, não, não me encarem desse jeito, não pensem errado. Não foram sonhos... sensuais. Sem maldade, eu sonhei com ela dançando.”

“Pois, começa assim!” Ne-Yo fez uma careta e mordeu seu taco mexicano. “Também, você estava babando por ela ontem.”

“O quê? Eu apenas estava hipnotizado pelo seu talento, aquela mulher é um fenômeno!” Defendeu-se Michael e olhou para Branca, como se buscasse alguma aprovação em seus olhos.

“Bem, Mike, se você quiser eu posso conseguir um número e um endereço para você. Pelo que sei, ela é solteira!” Olhou-o esse com um sorriso sugestivo, enrolando a massa no garfo que levou a boca.

“Não, de jeito nenhum!” Michael balançou a cabeça, amíude. “Eu estou noivo, vocês se lembram?” Mostrou o anel de ouro em seu dedo.

“Foi só uma sugestão, não se ofenda!”

“Oh, ele não se ofendeu, é uma boa sugestão.” Ne-Yo riu.

“Ne-Yo, cale-se!” Advertiu Michael, e voltou-se para o seu prato, tentando se limitar a comer.

Houve um extenso momento de somente barulhos dos talheres, até que ergueu o rosto para o assessor.

“Quanto tempo até você ter o endereço?”

Os dois desataram-se a rir, e Ne-Yo deu-lhe tapinhas no ombro exclamando:

“Esse é meu Mike!”

Depois de acompanhar a amiga, Annette regressou para o apartamento sentindo a solidão invadi-la de novo. Aquele apartamento ainda exalava lembranças, lembranças de Elijah.

Momentos em que se beijavam na varanda, ou faziam amor em pleno cadeirão, no tapete da sala ou na cozinha. Soltou um sorriso triste, deitando-se no cadeirão, olhando a gata preta que pulou para seu colo.

“Estou cansada, sabe...” Desabafou com o animal, acariciando seus pelos sedosos. “Já fiquei inconformada tempo suficiente. Eu preciso dar um jeito nisso!”

A gata olhou-a expressivamente e miou, e ela sorriu, antes de ir a dispensa, em passos descalços pelo assoalho liso, que o animal acompanhou. Vestia-se de curtos calções pretos de algodão e regata marrom, o cabelo preso num gancho atrás e a franja caindo no rosto.

Voltou para a sala com a grande caixa e cruzou a TV onde estava a passar o filme “Eduardo Mãos-de-Tesoura”. Sentou-se em frente a lareira acesa, e começou a tirar as fotos dos retratos, jogando-as no fogo.

Apertou os dentes, fazendo coragem para não chorar, diante da imagem deles sorrindo juntos e ela beijando-o na bochecha, sendo consumidas pelas chamas.

Mas quando percebeu uma lagrima já deslizava pela sua bochecha, e limpou-a com a mão, momento que a campainha tocou.

Pois, já esperava!

Largou tudo passando a mão no rosto e puxou a caixa de óculos que notara a amiga esquecer na mesa. Obviamente era ela voltando para pegar.

Ensaiou um sorriso indo abrir a porta, pronta para entregar, e quando abriu por pouco não caiu, pois a pessoa que viu estava longe de ser Marjorie.

A pessoa era Michael Jackson. Ela não sabia como ou por que, mas aquele homem de camisa preta com colete prateado, que trazia o chapéu nas mãos juntas afrente, era inegavelmente ‘Michael Jackson’.

“Boa tarde.” Esboçou ele um sorriso nervoso.

“Boa tarde...” Ela pegou-se no cabelo, sem jeito, afastou a franja. “Você é o...? Claro que você é...”

“Eu vim vê-la, eu sei que não deveria aparecer assim... Vou entender se não quiser me receber.”

“Não, o que é isso? Pode entrar.” Esquivou-se, fechando a porta após ele passar enquanto se perguntava por que ele estava ali. Seria para fazer outro convite para que se apresentasse?

Ora, ele podia simplesmente mandar seu assessor, ou... deixou de pensar ao virar e ouvi-lo explicar com evidente vergonha:

“Meu agente conseguiu o endereço e eu... vim dizer oi. Você está ocupada?”

“Não...” Tocou os quadris. “De jeito nenhum, é bom receber meu ídolo, apesar de que eu não estava a espera.” Olhou de lado quando ele fez o mesmo, olhando para a lareira, sentindo o cheiro de papel queimado.

Atrapalhada, foi para lá pegar a caixa.

“Eu vou... levar isso. Por favor, sente-se!” Mas ela não deu um passo em condições quando tropeçou no tapete e a deixou cair, espalhando todo o seu conteúdo. “Droga!”

Michael se aproximou, conforme ela baixava e pegava o grande album que estava aberto mostrando as fotos dela com o ex abraçados e aos beijos na praia, que ele viu antes de se inclinar ajudando-a a apanhar os livros.

“Obrigada... Obrigada.” Declarou Annette com um sorriso nervoso, e quando tudo estava na caixa levantou pegando-a de novo. “São apenas coisas que penso em me livrar, contanto que tudo terminou faz tempo. Melhor, eu levei um pé na bunda!” Fez piada, rindo sem graça quando Michael sorriu com leveza.

Então foi pelo corredor sumindo com a caixa por alguns minutos. Quando voltou, Michael ainda estava de pé, olhando sua gata que estava no cadeirão lambendo as patas preguiçosamente.

“Como um homem pode deixá-la?”

A pergunta repentina a deixou em afasia, e ele continuou:

“Você é tão talentosa, e linda.”

Annette o olhou nos olhos, sentindo-se enrubescer, mas deu um sorriso natural.

“Obrigada. Mas você está noivo…”

“E noivo quer dizer cego? Você é muito bonita.”

“Obrigada.” Desviou os olhos. “Você quer beber alguma coisa?”

“Não, obrigado, eu estou bem.”

“Okay!” Olhou para o tapete, percebendo lá um pequeno album que esquecera de levar, assim o apanhou e foi.

Quando voltou, encontrou o astro perto de sua coleção de discos, mexendo.

“Nossa, você tem todos os meus Cds!”

“Bem, eu sou fã do seu trabalho. Quem não é?” Ela sorriu.

“Uáu, eu também aprecio muito essa banda de rock clássico, ‘Schoenfeld Virus’. Eles são reis! Não acredito, você tem uma invejável coleção deles, até discos vinís.”

Annette soltou seu maior sorriso vendo como ele estava abobado, falando com descaso depois:

“Sim... bem, tudo foi dado pelo meu pai, afinal ele é o vocalista!”

“O quê?” Olhou-a boquiaberto. “Está brincando? Eddie Schoenfeld é seu pai?”

“Sim, é! Não estou brincando.” Riu mais da cara dele de espanto, era fofa. “E meu irmão é Sharmaine Schoenfeld, vocalista da “Sinners In Desguise”, uma banda de Post-Hardcore.”

Michael largou os discos e se aproximou dela. Havia muita admiração em seus olhos.

“Nossa, todos de sua família são estrelas. Você nasceu numa família de músicos, garota.”

“Bem, se isso ajuda, minha mãe é apenas uma nutricionista e ela não canta nem um dó.”

Michael soltou uma risada animada e fitou-a.

“Como é sua relação com sua família? Vocês são chegados?”

“Não absolutamente. Bem, no momento meus pais estão no Alasca, e meu irmão estava em digressão com a sua banda pela Europa a última vez que falamos. Nos damos todos bem, mas não os vejo há meses.”

“Parece a relação que tenho com a minha família!” Ele comentou, pensativo. “Eu os amo, mas as vezes só quero distância deles.”

“Entendo perfeitamente. Eu gosto da minha independência. E também, com 29 anos não é como se eles ainda me quisessem grudada neles.” Sua voz ficou baixa. “Eles achavam até que eu me casaria com Elijah, e ainda não sabem do término...”

“Ah, o babaca que deixou você!”

Ela o olhou e riu vendo-o revirar os olhos. Antes de baixá-los para a gata que se enroscava em sua perna e perguntá-la:

“Como se chama essa fofura?”

“Katy!”

“O nome da minha mãe?” Ele riu.

“Bem, eu não me sentia muito criativa quando a comprei há dois anos... Cat-Katy, simples assim!”

Michael não deixou de rir, olhando em volta da luxuosa sala, para a atrativa prateleira exclusiva cheia de troféus e medalhões que ela ganhara em concursos de acrobacia e ballet durante toda a sua vida.

“Eu gosto de sua sala, seu AP em geral, é muito interessante!”

“Obrigada. Quer ir para o meu lugar preferido?”

“Sim!” Ele quase não respirou antes de responder, e seguiu-a pelo corredor, até que acabaram numa ampla sala de chão impecável, com aparelhos de música de última geração e pilastas de aquecimento corporal.

“Aqui é onde eu ensaio.”

“Hm... agradável! Eu podia ensaiar aqui também.” Ele brincou e riram.

“Você não está convidado a tal. Esse é meu exilo exclusivo!”

“Será nosso!”

Annette virou-se para encará-lo e o encontrou sem jeito pelo que tinha dito, logo ele olhou os aparelhos e desconversou:

“Essas colunas parecem bem potentes.”

“E o são, eu podia fazer o hotel inteiro tremer com elas.” Riu Annette indo até lá e ele olhou para suas nádegas marcadas no calção e as pernas ligeiramente grossas até que ela virou. “Mas claro que eu coloco baixinho.”

Ele sorriu, mudando a expressão quando ela colocou para tocar sua música “Blood On The Dance Floor”, e bem mais descontraída do que quando o vira aproximou-se perguntando:

“A primeira vez que vi o clip dessa música sonhei que dançava uma valsa com você.” Segredou, e estendeu-lhe a mão. “Quer realizar meu sonho?”

“Hey, eu estou noivo.” Michael deu um sorriso sapeca.

“E noivo quer dizer manco?” Questionou, fazendo-o rir.

“Eu até fazia isso, mas eu não sou muito bom com valsa, Ann.”

“Oh, sim, eu vi como no video-clip!” Ironizou.

“É sério, você não imagina o trabalhão que eu dei aos professores de dança nos ensaios. E eu já enferrujei de novo.”

“Não há problema, eu faço você desenferrujar.”

Michael tapou a boca e gargalhou, antes de olhá-la como um menino assustado.

“Oh, céus, eu não vou me escapar disso mesmo, pois não?”

“Não!”

“Okay, mas só um pouco. Eu não vou até a música terminar.” Segurou a mão dela.

“Combinado!” Sorriu Annette, e juntaram-se no primeiro passo da dança, ao som da letra picante.

Ela tem seu número

Ela conhece seu jogo

Ela coloca você para baixo

É tão insana

Michael era leve, muito leve, um bailarino completo. E ela teve todo o tipo de dança em sua escola, então a sintonia entre eles logo se fez sentir. Como uma coreografia programada, eles mergulharam no esquema, guiados pelo ritmo.

A dança sempre a soltava, e aquilo inspirava sedução, então Annette ousou em agachar-se esticando uma perna entre as de Michael, seus rostos muito juntos quando ele fê-la subir de novo, olhos nos olhos.

Desde que você a seduziu

Qual é a sensação

De saber que aquela mulher

Está fora para matar?

Se Michael a girava, ela agilmente acompanhava, entre um embalo sicronizado, passadas certeiras, sem quebrar o contato visual, uma química incrível pairando no ar.

Toda noite se postura como tendo uma chance

Não se trata de amor e romance

E agora você vai tê-la

Michael não podia negar, além de um fenômeno na acrobacia, aquela mulher era uma dançarina completa. Gostava do que sentia ao tê-la baixando e girando ao seu comando, ver seus cabelos abanarem. Tão solta! Tão cheia de espontaneidade!

E ela admirava como as expectativas de seu sonho tinham sido superadas e quebradas. Michael era melhor do que seu sonho, melhor do que em qualquer fantasia de fã, ele era...

Quente!

Todo homem quente sai tendo uma chance

Não se trata de amor e romance

E agora você se arrepende

Com efeito, ambos sentiam-se num mundo que era só deles, percebendo que gostavam da dança um tanto quanto o outro. A dança que falava por eles, que fazia com que seus corpos fluíssem involuntareamente, um de acordo com o outro.

Para escapar do mundo

Eu tenho que conseguir curtir essa simples dança

E pareceu que tudo

Estava do meu lado

(Sangue no meu lado)

O calor em seus corpos aumentou, mas era interior. Suas respirações agitadas, Michael perdia os olhos no decote da regata coincidentemente marrom, quando não nos olhos azuis dela, eletrizados pelo compasso daquela dança.

Pareceu para mim como se fosse amor

E verdadeiro romance

E agora ela está fora para me pegar

E eu apenas não posso aguentá-la

Apenas não posso pará-la

Michael inclinou-a, encerrando a música, ambas as respirações soltando-se juntas, olhos nos olhos com um pesado quê de atração, a mão feminina em seu ombro, ambos pensando numa maneira mais lânguida de terminar aquele capítulo, mas a voz feminina quebrou o silêncio, irônica:

“Para quem disse que não iria até o final da música, você se excedeu!”

Michael sorriu timidamente, colocando-a direita e soltou-a.

“Você é muito boa, e muito leve... eu apenas não podia largá-la.” Falou com sinceridade.

“Obrigada. Você foi incrível, foi demais!”

“Obrigado.” Michael olhou horas no seu relógio de pulso. “Nossa, o tempo voou, são quase vinte e uma, eu preciso ir.”

“Está bem, muito obrigada pela visita.”

“Eu é que agradeço, por ter me recebido. E eu irei repeti-la, se não for um incómodo.”

“Claro que não, eu irei adorar!”

Saíram da sala de ensaio conversando, e ela o acompanhou até a porta, que ao abrir viu quatro guarda-costas de ternos e óculos escuros.

“Boa noite.” Cumprimentou-os.

“Boa noite, senhorita.” Responderam, enquanto um deles entregava a Michael um sobretudo, e óculos escuros que ele colocou junto do chapéu.

Annette deu um sorriso que chegou até seus olhos quando ele a fez adeus, retribuindo, antes de ver os gorilas encobrirem-no e irem para o elevador.

Fechou a porta e encostou-se na mesma, olhando a gata que enroscava-se aos seus pés enquanto ria abobada e questionava-se se acabava de sonhar ou tudo aquilo tinha acontecido mesmo.

Fora tão... épico!

Notas finais
Não tenho muito jeito para notas, mas... bem, foi isso. Se tem alguém aí comenta se poder. Obrigada pela atenção. Mil beijos!