She Drives Me Crazy

25 Capítulo 25 - Eu tenho um plano


Notas iniciais
Olha eu aqui com mais um capítulo. A fic vai ter esse e mais dois capítulos. Estão preparados para o fim? Porque eu estou hahaha. COMENTEM E RECOMENDEM

— E aí, odiador de gatos?

— Emmett, eu já disse que não odeio mais o Peludo.

— Foi mal. E aí, ex- odiador de gatos? Qual é a boa? — Perguntou o fazendo sorrir.

— Eu não sei porque ainda ligo para você. — Respondeu.

— Meu charme irresistível? Meu senso de humor incomparável? São tantas opções, cara. É só escolher. — Retrucou.

— Tudo bem. — Edward riu enquanto revirava os olhos. — Pode tirar a Bella de casa por algumas horas?

— Claro que posso. Pra que?

— Eu tenho um plano. Mas preciso mantê-la longe por algumas horas. Consegue fazer isso?

— Deixa comigo. — Respondeu.

Assim que desligou, voltou para o quarto – o mais rápido que suas pernas permitiam –, onde Bella saia do banho.

— Então? Planos para hoje? — Ela perguntou o vendo deitado na cama.

— Na verdade pensei em pegarmos um cinema. O que acha?

— Uma ótima idéia. — Respondeu e ele escondeu um sorriso ao ouvir o celular dela tocar.

— Oi, Emm. — O cumprimentou. — Hoje? — Perguntou cabisbaixa. — Mas hoje Edward e eu...— Parou ao ser interrompida. — Está bem! Pare de gritar.

— O que foi? — Edward questionou sorrindo e ela afastou o celular da orelha.

— Emmett quer que eu saia com ele para escolher um presente para a Rosalie. E quando eu disse que vou sair com você ele começou a implorar e agora quer falar com você.

— O coloque no viva voz, por favor. — Ele pediu e ela assentiu. — Olá, Emmett.

— Ex-odiador! Quer parar de monopolizar minha amiga?

— Eu não disse nada. — Defendeu-se

— Eu preciso de uma opinião feminina para o presente da minha ursinha e ela não quer sair comigo.

— Alice já voltou, Emmett! Peça a ela. — Bella retrucou.

Grande amiga você. Você sabe que sessão de tortura a fadinha faria comigo? Eu sei que sou irresistível, mas não precisa afastá-la de mim, cara. Eu não vou roubá-la de você. — Respondeu fazendo Edward sorrir com a cena.

— Que tal isso, Emmett. Bella vai com você, mas você tem que traze-la de volta até as quatro. — Respondeu e Bella o olhou.

— Mas nós iamos ao cinema. — Respondeu manhosa.

— Podemos ir quando você voltar.

— Mas...

— Nada de “mas”, Bellita. Você ouviu o homem. Eu te pego daqui a pouco. — Disse animado. — No bom sentido. — Acrescentou.

— Adeus, Emmett! — Respondeu desligando e olhando para Edward.

— O que? — Perguntou ao perceber o olhar dela.

— Eu queria passar à tarde com você. — Disse fazendo um bico.

— Vamos passar a noite juntos. Ele parece precisar de ajuda. Eu prometo compensar você. — Respondeu sorrindo.

— Ou você pode me compensar agora. — Rebateu. — Temos tempo até ele chegar. — Acrescentou subindo em seu colo, quando ouviu uma buzina.

— Eu acho que não temos, não. — Ele respondeu frustrado.

— Como foi que ele chegou tão rápido? — Perguntou saindo de seu colo.

— Meu palpite é que ele sabia que você aceitaria sair com ele.

— Ele está merecendo uma lição. — Respondeu saindo de seu colo. — Te vejo mais tarde?

— Claro. Quando você chegar podemos ir ao cinema.

— Até mais tarde então. — Respondeu o beijando e indo até a porta.

Edward ficou observando tudo da janela. Assim que o carro dobrou a esquina ele pegou seu celular e chamou um táxi. Havia muito o que fazer.

Depois de uma hora e meia resolvendo tudo, voltou pra casa para preparar a surpresa. Ele espalhou pela casa as flores que a floricultura trouxe, posicionou as velas e ligou para o restaurante. Ele podia ter boa vontade, mas era um fiasco na cozinha. O restante das flores levou até o quarto e espalhou pela cama. Mal podia esperar para ver a reação de Bella.

Já eram quase quatro horas e nem sinal dela. A ideia era apenas distraí-la um pouco. O jantar deles estava no forno apenas esperando para ser aquecido. Ele estava prestes a ligar, quando ouviu um barulho de carro na porta. Rapidamente pegou seu casaco e o de Bella, as chaves do carro e saiu da casa para que ela não pudesse ver a surpresa ainda.

— Você voltou. — Saudou a beijando.

— Emmett não sabia o que escolher, por isso demoramos.

— Tudo bem. Se divertiu?

— Não realmente. Estavam distribuindo algodão doce no shopping. Ele parecia uma criança e eu tive que tira-lo da fila. — Respondeu sorrindo e ele a puxou quando ela estava prestes a entrar na casa.

— Qual o problema? — Perguntou olhando para a mão que a segurava.

— O filme. Vamos nos atrasar. Eu já peguei tudo. — Respondeu lhe entregando a chave e o casaco, ela deu ombros e seguiu até a garagem.

O filme acabou e eles saíram abraçados do cinema.

— O que acha de comermos aqui? — Perguntou o observando. Ele parecia estranhamente ansioso.

— Na verdade, eu pensei em irmos para casa. Podíamos pedir uma pizza ou algo assim. — Respondeu e ela assentiu, meio chateada.

Na volta para casa, ele estava calado e toda hora a observava, mas sempre que ela o pegava, ele desviava o olhar.

— Se importa se fizermos uma parada rápida? — Perguntou e ele a olhou curioso.

— Não. Onde?

— Eu preciso passar na farmácia. Prometo que não demoro.

— Farmácia?

— É, eu preciso comprar uma coisa. — Explicou.

— Que coisa? — Perguntou preocupado. — Está doente?

— Não.

— Então por que na farmácia? — Arqueou uma sobrancelha.

— É onde vendem controle de natalidade, Edward. — Respondeu corando e ele sorriu. — O meu acabou e preciso comprar mais.

— Ou podíamos ir para casa e fazer outras coisas. — Disse com um sorriso malicioso.

— Mas aí eu... — Parou quando entendeu o que ele queria dizer. — Você quer mesmo isso?

— Eu disse que um dia você me daria essa e outras alegrias, Bella. Talvez esteja na hora.

Eles chegarem em casa, mas antes que Bella pudesse abrir a porta, ele se colocou na frente.

— Qual o problema? — Perguntou o observando.

— Problema?

— É. Você está estranho desde que saímos. Está se sentindo bem? — Ficou preocupada.

— Nunca me senti tão bem. — Respondeu a beijando, mas se afastou a deixando sem fôlego. — Eu tenho uma surpresa. — Declarou.

— Uma surpresa? — A curiosidade transcendendo os olhos.

— Sim. Me dê a sua mão e feche os olhos.

— O que você está aprontando? — Perguntou enquanto o obedecia.

— Se eu disser deixa de ser surpresa. — Argumentou. —Cuidado com o degrau. — Acrescentou a guiando.

— Que cheiro é esse?

— Você já vai descobrir. Espere um pouco, e não abra os olhos. — Disse acelerando os passos para acender as velas. — Pronta? — Perguntou.

— Sim! — Respondeu ansiosa.

— Pode abrir os olhos. — Disse e ela abriu.

— Edward! —Arfou com a visão.

A sala estava iluminada apenas por velas e haviam flores por todos os lados. A mesa de jantar estava posta e muito bem decorada.

— Quando fez tudo isso?

— Essa tarde. — Respondeu.

— Mas...

— Pedi ao Emmett que te tirasse de casa para que eu tivesse tempo. — Acrescentou, a fazendo sorrir.

— Está tudo tão lindo. — Disse deslumbrada pela visão que tinha.

— Venha. Vou trazer o jantar.

— Então Emm sabia de tudo? — Perguntou, admirando as flores

— Não exatamente. Eu só disse que precisava tirar você da casa por algumas horas.

— E ele não fez perguntas?

— Não. — Respondeu. — Eu pensei que você fosse descobrir.

— Eu juro que não desconfiei de nada.

— Vem. — A chamou e ela não conseguiu mais se segurar e o beijou.

O beijo deles começou delicado – quase castos –, envolvidos apenas pelo leve roçar de lábios e sorrisos. Mas a impaciência de ambos aumentou e os beijos, até então calmos, foram se intensificando, ficando mais urgentes.

— Eu te amo tanto — Sussurrou em seu ouvido, a enlaçando pela cintura antes de deixar escapar um gemido.

Perdida entre as sensações que sentia, Bella foi incapaz de responder de outro de jeito que não gemendo de volta.

Os beijos estavam mais intensos e eles já não tinham tanto ar nos pulmões, eles não queriam se separar, contudo ele segurou seu rosto e – muito à contra gosto – cessou o beijo para que respirassem.

— Eu quero você. — Ela declarou.

— Pensei que estivesse com fome. — Comentou com um sorriso nos lábios. Mal podia esperar para ver sua reação ao abrir a porta do quarto.

— Eu quero outra coisa. — Respondeu arqueando as sobrancelhas e o fazendo sorrir. — Podemos comer depois? Por favor? — Pediu manhosa e ele assentiu. Estava tão excitado quanto ela.

Ela voltou a ataca-lo, mas ele a afastou novamente.

— Por que fica me afastando? — Grunhiu frustrada e ele riu.

— Porque a surpresa ainda não acabou. — Respondeu e ela arqueou a sobrancelha.

— Não?

— Não. — Respondeu. — Nossa noite está apenas começando. — Acrescentou com um sorriso malicioso.

Heart By Heart — Demi Lovato

No, there's no one else's eyes

(Não, não existem outros olhos)

That can see into me

(Que poderiam me ver por dentro)

No one else's arms can lift

(Os braços de mais ninguém podem levantar)

Lift me up so high

(Me levantar tão alto)

Your love lifts me out of time

(Seu amor me levanta além do tempo)

And you know my heart by heart

(E você conhece meu coração de cor)

Ele a levou até o quarto e a prensou contra a porta, a fazendo gemer. Suas mãos passearam por todo o corpo dela e ambos perceberam que as roupas ainda estavam entre eles. Edward começou a erguer sua camiseta enquanto ela desabotoava a camisa que ele usava. As próximas peças a saírem do caminho foi sua calça seguida pela saia dela.

— Tão linda... — Ele gemeu admirando seu corpo, a fazendo corar. Ela usava apenas um conjunto azul Royal de renda

— Você também não tem do que reclamar. — Rebateu, o fazendo sorrir.

— Eu já disse o quão linda você fica corada? — Perguntou voltando a mordiscar seu pescoço.

— Se eu me lembro, você costumava contar quantas vezes me fazia corar.

Ela passava suas mãos pelas costas dele, o arranhando de leve. Nunca havia confessado, mas gostava de deixar marcas nele. Para mostrar que ele era dela e apenas dela.

As mãos passeavam pelo corpo dela como se quisesse memorizar cada parte dele. Ele foi os empurrando em direção a cama e quando as pernas dela encostaram na cama e as mãos dele foram para sua cintura, ela soube aonde ele iria. Suas covinhas de Vênus. Ele havia descoberto aquele ponto sensível nela e sempre a tocava. E quando aplicou um pouco de pressão, suas pernas vacilaram por um momento e ela enlaçou seu pescoço.

Ela pôde sentir a cama macia e as pétalas de rosa em sua pele assim como o corpo de Edward contra o seu.

Primeiro, tudo que ele fez foi beijá-la em cada parte de seu corpo. Ele provou seus lábios novamente e voltou a sugar seu pescoço, percorrendo-o com a língua. Seus seios prenderam sua atenção e Edward os segurou e beijou, mordiscando os mamilos, nunca deixando de olhá-la nos olhos para ver o prazer que causava a ela. Seus olhares transmitiam as mesmas coisas: desejo, compreensão, carinho e amor. Muito amor.

Bella já se contorcia no lençol. Era como se rastros de fogo corressem por baixo de sua pele, como se o toque dele fosse algum tipo de droga que seu corpo precisava – desesperadamente – para sobreviver.

Ele foi deixando uma trilha de beijos por todo seu corpo e ela pôde ver que ele ainda usava a boxer preta, que contrastava com sua pele alva. Então ele se livrou do restante das roupas que estavam entre eles e voltou a colar seu corpo no dela.

Edward continuou com a com a trilha de beijos, ora voltava para sua boca, ora descia pelo pescoço e clavícula. Bella já não aguentava mais esperar. Precisava dele – dentro dela – o mais rápido possível.

Entre os suspiros e gemidos que saiam de sua boca ofegante, ela conseguiu pedir aquilo que ansiava tanto.

— Edward... por favor... eu... — Suspirou sem conseguir controlar os gemidos que saiam de sua boca.

Ouvindo suas suplicas, ele voltou até seus lábios e os beijou mais uma vez, olhando no fundo de seus olhos ele constatou que não conseguia mais viver sem ela e não poderia estar mais satisfeito com os planos que tinha para o fim daquela noite.

Ele voltou a beijar e mordiscar seu pescoço. Era tão bom estar dentro dela. Seu ritmo começou lento e foi aumentando.

— Edward... Por favor... — Seus gemidos cortaram o que queria dizer e ela o apertou ainda mais entre as pernas.

— Eu estou aqui, amor. — Respondeu aumentando seus movimentos. Ele estocava forte e rápido dentro dela.

— Mais... Rápido... Por favor... — Suplicou suspirando e ele obedeceu prontamente.

Ela cravou as unhas nas costas dele, enquanto arqueava seu corpo. Era como se tentasse puxá-lo mais e mais para dentro de si.

Edward fazia movimentos longos e rápidos, observando seu rosto com cuidado para ver como ela reagia a cada um deles.

Quando ele tocou em um ponto, que fez com que seus lábios se separassem e os gemidos ficassem mais altos, penetrou com mais força e intensidade.

— Bella... Minha... Bella... — Os gemidos ecoavam pelo quarto. Ela enterrou suas mãos no cabelo dele, o puxando e o fazendo grunhir, enquanto esmagava seus lábios contra os dele.

— Edward...

Seus movimentos ficaram mais lentos e mais fundos. Ela o apertou com as pernas com mais força. Ela o queria – se possível – ainda mais perto. Começaram a se movimentar com sincronia, como se fossem um só e as estocadas de Edward ficaram gradualmente mais intensas. Ele gemeu e suas mãos voltaram até suas covinhas, enquanto ele se aprofundava ainda mais dentro dela.

— Bella... — Gemeu saindo quase que completamente dela e voltando em uma intensidade que a fez ver estrelas.

— Edward... eu... vou...— Seus gemidos a cortaram de novo. Mas Edward não precisava de palavras para entender que ela estava perto.

— Vem, Bella...— Gemeu a apertando em seus braços. — Vem comigo...

— Edward... Edward... — Bella sentiu o nó do seu estomago se desfazer e suas pernas pareceram gelatina.

— Bella... — Edward se liberou dentro dela e desabou exausto, mas se apoiou entre seus braços para não deixar todo o peso sobre ela.

Ele os deitou de lado e começou a beijar ela. E enquanto a beijava, saiu de dentro dela, delicadamente. Bella estremeceu com a falta que o corpo dele fazia ao seu. Ele pareceu percebeu, porque a abraçou logo em seguida.

— Eu amo você. — Disse deitando sua cabeça no vão dos seios dela, enquanto ela acariciava seus cabelos.

— Eu também amo você.

— Não é do jeito que eu imaginei, mas... — Disse abrindo a gaveta do criado mudo e se sentando na cama.

— O que você...? — Parou de falar ao ver a caixinha nas mãos dele.— Edward... Você?

— Casa comigo? — Perguntou abrindo a caixinha e revelando o anel, sem nunca olhar em seus olhos, que brilhavam.

— Sim! Sim,eu caso! — Gritou o beijando.

— Seu sim foi um belo presente adiantado. — Declarou aliviado.

— Você se lembrou! — Disse pulando em cima dele.

— É claro que me lembrei. Me lembro de tudo que esteja relacionado a você. Semana que vem faz dois anos que nos conhecemos.

— Sim. Nem acredito que já faz tanto tempo. E agora vamos nos casar! — Disse olhando para o anel em seu dedo. — Mas esse não foi seu presente.

— Não foi? — Perguntou a olhando e ela mordeu os lábios.

— Não. Eu preparei uma coisa especial para o dia.

— E o que é?

— É uma surpresa. Não vou dizer. — O provocou.

— Mas eu posso te obrigar. — Disse se colocando em cima dela e prendendo seus braços.

— Não tenho medo de você. — Rebateu, divertindo-se com a provocação.

— Não devia ter dito isso. — Respondeu atacando seu pescoço, a fazendo gritar.

Notas finais
Edward é muito fofo né? Nem parece aquele cavalo do Prólogo hahaha.Eu quero um desses. Será que podemos esperar babys por aí? Comentem e recomendem