Shazer ~ Um Novo Mundo.
5 Capítulo 5 ~ Resistencia Privada.
- Que lugar grande que voces foram arrumar em.. – Carol
- Agradeça ao Leonardo, ele que nos avisou desta mansao – Alex
- Leonardo? – Gabriel
- E, lembra que eu disse que meus pais eram deputados? Poise, uma ves o prefeito fes uma festa aqui, e nos convidou, o lugar e um forte! – Leonardo
- Beleza galera, mas que Coisa Gigantesca e essa ai? – Alex
- Ah, isso? Foi um dos brinquedinhos que pegamos imprestado na delegacia do Sargento. – Leonardo
- Opa?! Um dos brinquedinhos? – Alex
Carol deu as armas para Alex, que distribuiu pela turma, e depois de preparados para qualuqer coisa, eles começaram a descarregar os suprimentos.
- No porao, eu achei uma caixa com alguns suprimentos, devia ser em caso de terremotos na casa do prefeito. – Alex
- Beleza, quando mais melhor. Gabriel
Depois que terminaram de descarregar os suprimentos, Marcos ligou a televisao da cozinha, para saber de noticias, ea deixou ligada. Se sentaram na sala para conversar.
- Bom, já temos um transporte seguro, uma base segura, suprimentos e armamentos, podemos conseguir. – Marcos
- E, mas qual o nosso objetivo agora? – Leonardo
- Viver aqui matando os bichos que vierem? – Leonardo
- Não! – Marcos
Se segurou um silencio ate que Gabriel o quebrou como um lider.
- Galera, lembram daquele helicoptero? Estava levando sobreviventes para uma reserva governamental. – Gabriel
- E mesmo como pude me esquecer, minha mae foi para la tambem! – Alex
- Eu tambem, Minha prima esta la! – Marcos
- Entao! Nossa proxima meta esta estabelecida! Vamos descobrir a onde fica esta reserva governamental, e fazer contato, para vermos se ainda esta ativa. – Gabriel
- Ativa? – Leonardo
- E, tem sempre a chance de um ataque em massa no lugar. – Gabriel
- ...- Alex
- Beleza galera, vamos começar amanha! Hoje vamos descansar!
Derrepente, eles escutam barulhos.
- Oque foi isso? – Carol
- Foi na cozinha! – Alex
Eles foram para cozinha, e viram a televisao chiando, e do meio dos chiados, a imagem ficou boa, e apareceu a imagem de um militar.
-“ Atençao todos os sobreviventes que ouvirem esta mensagem! Eu sou o Coronel Daniel, estou sobe comando de uam Reserva Governamental, que hoje esta servindo como Abrigo para sobreviventes deste incidente, que não se sabe a origem nem o objetivo, entao todos os sobreviventes, se dirijao, a regiao de Brasilia, e procurem pela reserva Grolg. Numero de telefone aparecera na tela pelos proximos dias.” – Coronel Daniel
A turma toda ficou assustada e ao mesmo tempo alegre.
- Ta ai, nossa possivel salvaçao! – Marcos
- Lembrem-se! O grupo e nos cinco! – Gabriel
- Já sabemos – Todos
- Galera, so tem 4 quartos, vai ser assim, a suite vai ficar com a Carol, pos ela e menina, eu e Marcos podemos dividir o beliche, e os outros dois quartos ficam com voces, OK? – Alex
- Beleza. – Gabriel
Todos se acomodaram e foram durmir, mas a maioria não conseguiu dormir tao cedo, pensando nos ultimos dias.
Acordei logo depois do Alex, que estava no quintal, em sima de uma escada, olhando o quintal.
- Oque voce esta fazendo ai Alex? – Gabriel
- Silencio, estou fazendo alguns testes com este zumbi aqui. – Alex
- Que zumbi? – Gabriel
- Um que quando acordei estava batendo no portao. – Alex
- Estranho, que tipo de testes? – Gabriel
- Oque voces estao fazendo ai? – Carol
- O, voce tambem acordou? – Alex
- Marcos e Leonardo tao na cozinha tomando café. – Carol
Os tres entraram, e foram juntar-se a Marcos e Leonardo em seu café da manha.
- Galera, havia um zumbi la fora, e eu fiz alguns testes, joguei uma pedra em uma porta da casa da rua da frente, ele seguiu ao som que a pedra ecoou e e ficou batendo na parede, dessa forma descobri que eles não podem enxergar. – Alex
- E não e so isso, parece, que podem tambem sentir cheiro de carne fresca e carne Morta, joguei uma carne estragada na rua, ele nem se aproximou, joguei uma carne boa na rua, ele comeu feito um cachorro, eles tem ofato agussado. – Alex
- Quer dizer que logo estaremos cercados pela quelas coisas? – Carol
- Talvez, no momento existem outros grupos em que eles estao se distraindo. – Gabriel
- Galera vamos ligar para aquela reserva? -Carol
- Liga, e me fala como foi. – Alex
----No Telefone----
- “A linha esta ocupada no momento. Por favor ligue mais tarde.” – Operadora
- “A linha esta ocupada no momento. Por favor ligue mais tarde.” — Operadora
- Alo? Quem esta falando? – Carol
- Aqui e a secretaria do Coronel Daniel, se estiver procurando informaçoes sobre a reserva, ligue para..., caso queire falar diretamente com o Coronel... – Secretaria
- Quero falar com o Coronel! – Carol
- Esta bem, irei redirecionar a ligaçao. – Secretaria
- Alo, aqui e o Coronel, quem esta falando? – Coronel Daniel
- Oi, aqui e Carol, do colegio... – Carol
- Deixa eu falar. – Gabriel
- Alo? Ainda esta ai? – Coronel Daniel
- Alo, aqui e o Gabriel, estamos aqui como um grupo de cinco pessoas, e estamos precisando de ajuda. – Gabriel
- Fique calmo, já estao sendo providenciadas tropas, e devem chegar ai em dois dias, eles chegarao no Colegio Prata, a policia local organizou uma resistencia para os sobreviventes... – Coronel Daniel
- Esqueça aquele lugar, nos estavamos la, não existe mais resistencia, a ultima ves que os vimos estavam lotando os andares com cadeiras para aquelas coisas não passarem. – Gabriel
- Olha garoto, voce e o responsavel pelo grupo? – Coronel Daniel
Alex pois a coversa no viva-voz.
- Sim senhor, ele e. – Alex
- Quem e este? A esqueça, olha garoto, as tropas já foram enviadas a um dia, iram ir a solo para ai, e precisam de lugares fixos, uma base por exemplo, para se estabelecerem, estamos organizando resistencias, uma em cada cidade. – Coronel Daniel
- Entao deixa eu ver, a única resistencia que era para salvar mais de mil cidadoes esta agora dizimada? – Gabriel
- Garoto, isto tudo veio derrepente, sem aviso, não tivemos tempo para pensar em algo rapido. – Coronel Daniel
- Mas agora, as tropas já partiram, e não tem a onde chegar, garoto, olha, existem muitas pessoas desta cidade, que ligaram pedindo socrro, e voces parecem estar calmos, voces estao bem? – Coronel Daniel
- Olha Sr. Coronel, eu e meu grupo, partimos de nossa primeira resistencia do colegio omega, atravessamos a cidade inteira no meio daquelas coisas, para chegar a um lugar, que foi dizimado, conseguimos sair de la inteiros, e elaboramos um plano, neste exato momento, temos uma residencia forte e fixa, armas e um veiculo completamente blindado, eu diria que nois SOMOS FODAS!- Gabriel
- Garoto, olha, eu agora estou desesperado, antes haviam tres coroneis ajduando, hoje estou so eu cuidando de tudo, todos sumiram, sera que eu posso confiare a voce, a tarefa de arrumar um local, para onde as tropas podem chegar, e descansar da viajem, comer e receber agua? Para que descansem para uma batalha ardua? – Coronel Daniel
- Olha Coronel, quero que voce saiba, que eu e meu grupo somos apenas adolescentes, de quinze a dezesseis anos, e acho que não temos autonomiapara ter “moral” com suas tropas, e não estamos dispostos a abrir mao de tudo que conquistamos e perder para alguns adultos – Gabriel
- Não se preocupe, eu neste momento vou responsabilizar voce pela csua cidade, isto se voce aceitare claro, voce e seu grupo. – Coronel Daniel
- Não sei não Sr Coronel, não sei se podemos ter tanta responsabilidade, ateremos apenas que arruamr um lugar seguro para suas tropas?
- Não, se possibel, arrumar lugares para as vitmias, sobreviventes, e tambem garagens, onde possam ficar os “veiculos” pelos quais estao vindo as tropas, Acha que da conta? – Coronel Daniel
- Olha Coronel, vou conversar com meu grupo, e ligamos para voce depois, ok? – Gabriel
- Olha garoto, quero que saiba que a cada segundo que falamos podem estar morrendo pessoas que não tem para onde ir. – Coronel Daniel
- Pode deixar, pode ficar na linha, não iremos demorar muito. – Gabriel
- Esta bem, estarei na linha – Coronel Daniel
Os cinco se reuniram, olharam-se uns pros outros, a conversa estava no viva-voz, todos já sabiam, suas responsabilidades, oque teriam que fazer, e tambem, que suas vidas iriam mudar, apartir da resposta que decem, quer dizer, mudar alem daqueles dias loucos que estavam vivendo.
- Sr. Coronel, esta na linha? – Gabriel
- Claro, a resposta? – Coronel Daniel
- Aceitamos, mas com uma condiçao. – Gabriel
- Continue falando. – Coronel Daniel
- Nos queremos ficar cientes das descobertas, e de todo resto relacionados a estas coisas. – Gabriel
- Esta bem, mas quero que saiba, tem coisas, que nem eu tenho permissao para saber. – Coronel Daniel
- Estamos cientes. – Gabriel
- Esta bem, suas posiçoes? – Coronel Daniel
- Espere, estamos planejando um local grande, e protegido, as tropas chegam em 2 dias não e? amanha ao crepuscolo, ligaremos para o senhor, com as e lhe daremos o endereço. – Gabriel
- Esta bem, mais uam coisa, me de o nome de cada um de voces, e nos de um endereço, para onde as pessoas de sua cidade, possam recorrer provisoriamente. – Coronel Daniel
- Esta bem, Meu nome e Gabriel, Minha irma esta no grupo, o nome dela e Carol, tenho mais tres amigos, Marcos, Leonardo e Alex, e o local provisorio, iremos providenciar um predio, que fica perto do local onde nos encontramos atualemnte, amanah de manha, este predio estara completamente vazio, e pronto para habitaçao.
- Esta bem, garoto, voce tem coragem. – Coronel Daniel
Assim a conversa entre os dois lideres acabou, logo após a conversa, na televisao, apareceu a foto de nois cinco, nos dizendo que eramos os responsaveis pela cidade, e por um abrigo, e deu o endereço, disse tamebem que o local estara pronto amanha ao meio-dia, e que não garantiria proteçao aos que fossem antes do horario.
- Nossa, essa conversa foi tensa. – Alex
- Espere ai, amanha de manha? – Carol
- Isto quer dizer que... – Carol
- Sim. – Gabriel
- Quem vai? – Leonardo
- Eu, Marcos e Alex – Gabriel
- Beleza, eu com essa criança aqui, ninguem me segura. – Alex
Alex disse segurando um fuziu que Gabriel pegou na delegacia.
Entao os tres se prepararam para uma completa, “limpa” no predio que se localizava atras da casa do prefeito.
- Olha, esta anoite, Carol, me traga aqueles oculos noturnos que voce pegou, e nos traga a sacola de armas com coletes que pegamos. – Gabriel
Os garotos pegaram os oculos, puseram os coletes, e pegaram as armas, pareciam agentes especiais do governo, enquanto se preparavam para a “limpa”.
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