Shazer ~ Um Novo Mundo.
6 Capítulo 6 ~ Operação Salvação.
- Leonardo, Carol, voces ficam aqui, caso algo aconteça, quero que voces liguem para o Coronel, e imformem seja la oque tenha acontecido. – Gabriel
- Olha, tinha um rifle naquela sacola, eu posso ficar no telhado dando cobertura, voces querem? – Leonardo
- Não, iria fazer barulho, atrai-los paa o lugar onde não deve ter nenhum. – Gabriel
- A não se preocupe com isto, eu achei um silenciador, estav junto ao fuziu, posso botar no rifle, e não fara barulho algum. – Leonardo
- Esta Bem. – Gabriel
- Bora? – Alex
- Sim, vamos. – Gabriel
Assim, eles puseram uma escada no muro que separava o predio, da casa, primeiro viram por fora o local, parecia que o andar terreo estava vazio.
- Eu pulo primeiro, depois voce e depois o Marcos. – Alex
- Beleza – Gabriel
Eles pularam, com o maio silencio, Alex com o taco de basebol, e um fuziu nas costas, para usar em ultima escolha.
- Ninguem aqui fora, vamos entrar. – Gabriel
Os tres entraram no predio, o andar solo parecia estar vazio, decidiram entrar pelas escadas, o elevador estava aberto no andar solo, mas não quiseram fazer barulho, subiram as escada com silencio ao primeiro andar, abriram as portas, no fim do corredor, tinha um zumbi, vagando sem rumo, Alex se aproximou em silencio, e cravou o taco em seu cranio com força e sutileza, haviam pego a chave-mestra na sala do porteiro, abriram o primeiro apartamento, Alex foi o primeiro a entrar, revistaram o apartamento inteiro, e sairm, assim foi, sem encontrar zumbi algum, em nenhum andar, ate que chegaram ao terceiro e ultimo, não sabiamos porque, mas havia um quantidade em massa de zumbis no corredor do terceiro andar, estavam batendo em uma porta, Alex entrou no corredor, na ponta vazia, depois Marcos e depois eu, Alex foi pegando o taco, e foi ai que eu olhei para ele e apontei para o fuziu, e lhe joguei um caninho cumprido, era um dos silenciadores que estavam nas armas, ele encaixou, Marcos pegou umas pistola com silenciador, e eu peguei outra, nos alhamos ao mesmo tempo, como se tivesse-mos combinado, e eu abaixei a mao em direçao a eles, como um, “FOGO”, Alex começou a atira, os silenciadores faziam silencio apenas no predio, mas o som ecoava pelo corredor, eles estavam avançando com velocidade, a cada 5 que Alex matava 3 se aproximavam, eu comecei a atira nos que se aproximavam, eram muitos, Marcos começou a atira, depois de uns 30 segundos de fogo, que mais pareciam minutos em nossas sabelas, estavam todos no chao, eu mandei ceçar fogo, eu e Marcos passamos pelo corredor, dando um tiro em cada sabeça, para ter certeza de suas mortes.
Uma porta no fim do corredor se abriu, e um homem saiu com uma espingarda.
- Que deus os abençoe, estavamos desesperados – Homem
- Senhor, pedimos que voce e o resto dos sobreviventes deste apartamento saiam, e fiquem de frente a parede. – Gabriel
- Entendo, Crianças, podem vir, não tenhao medo. – Homem
Sairam tres crianças do apartamento, e eu avaleiei cada um deles, não estavam mordidos, Alex entrou no aparatamento, não havia mais ninguem, começamos a vistoria no resto do andar. Algumas portas dali, quando Alex abriu a orta, um zumbi o agarrou, Alex se arrastou com o zumbi em suas costas, e quebou a janela, acho que na pior das ipotezes ele iria se jogar, foi ai que o zumbi caio no chao com a cabela furada e sangrando, eu olhei pela janela e vi Leonardo na casa, com o rifle.
- Fique atento Alex. – Gabriel
- Urfa pensei que ia morrer. – Alex
- Senhor, voce assistiu a televisao? – Gabriel
- Sim quando soubemos que viriam para ca, ficamos no nosso apartamento, iriamos fugir, mas decidimos ficar. – Homem
- Esta bem, já vistoriamos o resto do predio, esta limpo, sera que poderia me ajudar com esss corpos? – Gabriel
- Sim – Homem
Alex, Marcos, Gabriel e o homem, começaram a arrastar os corpos para o andar solo, foi ai que surgiu a ideia.
- Ei galera, tive uma ideia! – Alex
- Fala – Marcos
- Vamos prender os corpos nas grades do oredio, para disfarçar o cheiro de gente viva. – Alex
- Boa ideia, nojenta, mas boa. – Gabriel
Os quatro levaram os corpos, e puseram nas grades, parecia um cobertor de corpos na grade.
- Senhor, não vejo motivos para sairem daqui, todos viram para ca logo logo. – Gabriel
- Entendo, não se preocupe ficaremos no nosso AP – Homem
- Senhor, poderia lhe pedir uma coisa? – Gabriel
- Claro. – Homem
- Poderia ficar na cabine do zelador, com essa escopeta, toda pessoa viva que quiser entrar, voce deixa entrar, caso esteja mordida, não tenha do em mata-la, e evite usar armas por causa o barulho. – Gabriel
- Esta bem. – Homem
Os tres garotos voltaram para casa, e já haviam se passado tres horas, eram quatro horas da madrugada, e foram durmir. Enquanto durmiam, Carol ligou para o Coronel e contou sobre os detalhes da missao, que foram logo parar na televisao.
Acordei ao meio-dia, Alex e Marcos e o resto já haviam acordado, estavam no telhado.
- Eae galera, tudo tranquilo? – Gabriel
- Mais ou menos. – Carol
- Como assim? – Gabriel
- Temos duas noticias, uma boa, e outra ruim. Qual quer ouvir primeiro? – Alex
- A boa. – Gabriel
- Chegaram alguns sobreviventes, 7 para ser exato, já foram encaminhados a seus apartamentos. – Alex
- E a ruim? – Gabriel
- Com eles chegaram dois infectados, o Porteiro teve de mata-los, um era pai, e outro era marido, e isso não acaba por ai, o som da espingarda dele, ecoou pela rua, estao chegando zumbis de todo lado, eu e Leonardo estamos dando cobertura com o rilfe, mas ta dificil. – Alex
- Esta bem, acham que aguentam algumas horas? – Gabriel
- Acho que sim. – Leonardo
- Vou pensar em algo. – Gabriel
Eu desci para sala, liguei para o Coronel.
- Senhor Coronel, aqui e o Gabriel, responsavel pela cidade ...., quero dizer-lhe que o abrigo de sobreviventes provizorio já esta pronto. – Gabriel
- Sim, Carol já me relatou isto,a e tambem tenho algo a dizer, parece que as tropas vao chegar ai, hoje daqui a algumas horas. Algum problema? – Coronel Daniel
- Bom Coronel, ainda não preparamos o lugar do exercito, e nem para os carros. – Gabriel
- Hora, não se preocupe, já relatei a eles, eles vao estacionar na rua, e vao fazer uma especie de barricada com os carros, a principio a resistencia sera na rua, irao matar os q vierem, serao batsante tropas, e a única coisa que precisam e de comida de agua, tem como providenciar? – Coronel Daniel
- Senhor, voce tem dieia de quantos soldados são no minimo? – Gabriel
- Sim, são exatos 50 soldados, e 5 veiculos. – Coronel Daniel
- Esta bem, nos tiamos guardado alguns suprimentos para nossa sobrevivencia, mas vou mandar para as tropas, depois abastecemos o refeitorio novamente. – Gabriel
- Ok, irei relatar a tropa que voce estara disposto a ajuda-los. – Coronel Daniel
- Beleza. – Gabriel
Gabriel subiu ao telhado, e relatou a conversa.
- Marcos, Leonardo, Alex, venham comigo pegar aqueles caixotes de suprimentos do prefeito. – Gabriel
- E quem vai dar cobertura ao porteiro? – Alex
- Eu posso cuidar disso. – Carol
- ... – Leonardo
- Que foi? Acha que não consigo? – Carol
- Não, não e isso... – Leonardo
- Esta dessidido entao. Vamos. – Gabriel
Os tres desceram ao porao, os caxotes eram grandes e pesados, habviam 5 caxotes, os tres pegaram os caxotes se levaram com toda força para o quintal de tras, nos sentamos um pouco, para descansar, depois conseguimos atravessar o caixote pelo muro, deixamos no andar solo, dnetro do predio, e fomos para o outro caixote, era mais pesado, abrimos para ver oque era, eram 10 galoes de agua, decidimos levar separados e depois levar a agua. Terminamos com o segundo caixote, e depois com o resto, no ultimo caixote, encontrmaos ando, interessante, eram armas, silenciadores, granadas e grandas sonoras, muito bom, essa nos não levamos.
- Ei Alex, onde fica aquela sala de segurança, que tem cameras, estava escondida aonde? – Gabriel
- Dentro de um quadro grande, no seu quarto. – Alex
- Perfeito, vamos esconde-las la, caso eles tentem procurar algo. – Gabriel
Levaram elas para la, e haviam terminado, o Coronel havia dito umas 2 horas, ainda faltavam 45 minutos para completar duas horas, fomos ao predio, estava uma algazarra, gritarias, gente querendo satisfaçoes.
- Silencio! Eu sou o responsavel por estas instalaçoes, não sei se voces estao cientes, mas aquelas coisas la fora respondem ao som e ao faro, o problema do faro esta sendo resolvido, graças aqueles corpos no muro, que disfarça o odor de voces, mas o problema do som, so depende de voces. – Gabriel
- Desculpe garoto, mais eu sou mais velho que voce, e não acho que voce deveria estar superior a mim. – X
- Olha, eu posso ser um garoto, mais o Coronel me nomeo responsavel por esta cidade, não foi o senhor quem abrigou mais de 20 pessoas, salvou a vidas, e arriscou sua posiçao para slavar os outros. – Gabriel
- Foi mal. – X
- Galera, façam silencio por favor, os reforços estao a caminho. – Alex
- Serio? Quem? – Y
- O Governo esta mandando tropas para nossa posiçlao, eles se abrigaram aqui tambem, estes caixotes são para eles, eles protegerao voces. – Marcos
Um suspiro de alivio foi ouvido, e nada alem disto, alguns minutos depois, se ouviam tiros, Alex, Leonardo e Gabriel, sairam na rua, vestidos e armados, e com cobertura. Ficaram na rua, ate avistarem o primeiro caminhao, carregado de soldados, o rpimeiro parou em frente aos tres garotos, um soldado desceu do caminhao.
- O senhor e Gabriel? – Soldado
- Sim senhor, voces são as tropas de reforço, ne? – Gabriel
- Sim, os resto já estao a caminho, tome isto, e um relato de nossas perdas. – Soldado
- Muito bom, não perderam ninguem, podem se abrigar neste predio provisoriamente, os suprimentos, agua comida de encontramno saguao, a, e boa sorte! – Gabriel
Mais outros quatro caminhoes chegaram, dois em uma ponta da rua, e dois na outra, cercaram a rua, haviam soldados em sima dos caminhoes, atirando nos zumbis, e o resto, estavam comendo bebendo agua e depois foram durmir. Depois os que durmiam iam cobrir o turno dos que foram “abaster-serse” e descansar.
- Bom, acho que não me apresentei, sou o Sub-Tenente, responsavel por estar tropas, prazer, o senhor foi muito esperto em organizar isto tudo garoto, mas acho que não foi muito esperto da sua parte, vir no meio de meus soldados e tentar tirar moral, como se fosse melhor que eu. – Sub-Tenente
- Sub-Tenente, com todo respeito, eu n sou tao burro, eu “tenho” mais autoridade que voce no momento, e não viria aqui sem cobetura externa. – Gabriel
Gabriel apontou para tras e so se viam Alex, Marcos e Leonardo com miras a lazer, em sima do muro, e depois apontou para o telhado, e se viam uma atiradora que parecia ser de elite, era Carol.
- Desculpe, não quis desrespeita-lo. – Gabriel
- Sem probelmas. – Sub-Tenente
Gabriel, entrou, chamou Leonardo, Marcos e Alex, para dentro da casa, e mandou Carol descer do telhado.
- Olha, eu estou querendo sair deste lugar, antes que eels tentem pegar oque e nosso. – Gabriel
- Eu tambem, quero ir para reserva. – Alex
- Tambem. – Marcos
- Por min, tanto faz.- Leonardo
Entao a proxima meta dos cinco estava pronta.
- Vamos com aquele camburao, Leo, Alex, peguem aquelas armas, e equipamentos na sala de segurança. – Gabriel
- Beleza. – Alex
Os dois meninos foram buscar.
- Vou ligar para o Coronel, e dizer que estamos de saida. – Gabriel
- Alo, Coronel? – Gabriel
- Quem fala? – Coronel Daniel
- Aqui e o Gabriel, liguei para avisar-lhe de que suas tropas, já chegaram, estao seguras, e com os suprimentos. – Gabriel
- Muito bom. – Coronel Daniel
- E tambem devo avisar-lhe de que, eu e meu grupo, estamos partindo, iremos para reserva, tem gente ai na reserva q tem familhas no meu grupo. – Gabriel
- Entendo, mas como pretende chegar ate aqui? São mais de mil quilometros de onde voces estao, ate a reserva. – Coronel Daniel
- Nos daremos um jeito, queria que o senhor me desse a localizaçao exata da reserva, pode fazer-lhe? – Gabriel
- Sim, claro. – Coronel Daniel
O Coronel lhe deu a localizaçao em coordenadas, que no mapa dava para identificar, Gabriel foi ate a sala, depois foi ao quintal de tras.
- Carol, Marcos, venham. – Gabriel
- Ta. – Carol
Leonardo e Alex já se encontravam no camburao, com todos os suprimentos que haviam pego no super-mercado.
- Entrem, estao todos aqui? – Alex
- Nao, Falta o Marcos. vamos ver oque temos... – Gabriel
- Armas, miras a lazer, silenciadores, granadas, coletes, oculos noturnos, agua, e comida em conserva.
- Galera olha oque eu achei no porao. – Marcos
Veio Marcos com uma caixa, com uma manivela e uma especie de comada atras.
- Parece um gerador de eletricidade, olha tem um mini-manuel em baixo... vamos ver... um minuto girando, da uma hora de energia. – Alex
- Otimo, tive uma ideia, Alex, vem com migo, vamos pegar aquele frigobar no quarto do prefeito, e aquela mini-TV na cosinha. – Gabriel
Os dois garotos foram buscar, quando voltavam, já com os dois eletrodomesticos no camburao, quase subindo.
- O que voces estao fazendo? – Sub-Tenente
Gabriel se virou rapidamente.
- Estamos nos preparando para ir pra reserva. – Gabriel
- Hum.. Esse carro ai e bem resistente... – Sub-Tenente
- E, e e nosso. – Alex
- Olha garoto, voce me respeite em, desçam já daí, ninguem vai embora sem minha permissao. – Sub-Tenente
- Eu tenho a permissao do Coronel Daniel. – Gabriel
- Não estou nem ai. – Sub-Tenente
O Tenete já apontando a arma para os garotos, quando um tiro varou o cranio dele. Era Carol, com o rifle pelo buraco pequeno que tinha na lateral do camburao.
- Que foi? Ele iria atirar. – Carol
- Esta bem, vamos, antes que escutem. – Gabriel
Os garotos entraram no camburao e trancaram as portas, Leonardo arrancou com o carro, mais uma vez derrubou um portao, e foi dirigindo pela rua.
As ultimas imagens da resistencia privada de nossa cidade, foi de soldados salvando pessoas.
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