Sexy Fire - Klaroline
20 Capítulo 20
Notas iniciais
POVS Klaus
Ele me empurrou dentro do quarto e bateu a porta. Virei-me para ele já sentido meu coração bater mais forte. Seu rosto estava contraído de raiva, como se só o fato de me olhar o aborrecesse.
― Você só pode estar brincando comigo, faculdade de artes?
― Eu só pensei que, talvez...
― Você só pensou que o quê? Que eu ia pagar uma boa faculdade para você ficar fazer desenhos, é isso?
― Pai, eu...
― Cale-se!
Ele veio para cima de mim e ergueu o braço, mas eu não podia mais deixar ele fazer isso. Coloquei os punhos na frente do corpo, que amorteceram o impacto, ele pareceu tão surpreso que só me encarou por alguns segundos.
― Você não pode mais fazer isso comigo, eu tenho dezoitos anos, não sou mais uma criança!
Tentei colocar o máximo de força que podia na voz, minha respiração estava pesada na garganta e ele sabia que eu estava pronto para lutar. Já fazia quase um ano agora que ele não fazia isso. Mas não porque não quisesse, e sim porque eu ficava praticamente invisível em casa, e hoje quando mamãe perguntou sobre a faculdade eu não pude me conter, e disse que estive pensando no curso de artes plásticas. Ele me encarou por vários segundos, depois mandou que eu subisse, ele parecia tão calmo, mas eu sabia que a tempestade estava me esperando.
― E quem você pensa que é garoto? Acha que pode me enfrentar?
― Sim eu posso, não é isso que você queria o tempo todo? Que eu fosse um homem? Que eu fosse forte? Pois então conseguiu, você não vai mais me bater!
Ele deu alguns passos em minha direção, e deu um sorriso cruel.
― Você é patético, e covarde e se fingir de forte nunca mudará isso.
― Sou forte o bastante para enfrentar você.
Dei um passo em direção a ele e empurrei seu peito, Mikael apenas sorriu como se eu fosse um garotinho tentando brigar com alguém com 10 vezes seu tamanho. Mas eu já tinha sua altura agora, e não ia mais deixar que ele me fizesse sentir um inútil.
― Você não é nada! Pensa que fugir e me enfrentar faz de você alguém? Pois está muito enganado garoto, um homem de verdade não foge da dor, ele permite que ela o faça forte!
― Porque você faz isso comigo? Porque eu?
― Porque cada vez que eu olho para você, eu desejo que você nunca tivesse nascido, e quero arrancar essa mediocridade de você a qualquer custo!
― Porque pai? O que eu fiz?
― Você existe!
Ele berrou para mim, e eu baixei os braços sentindo a vontade de lutar me deixar imediatamente. Sendo substituído por um frio que me apertava o estomago. Porque eu? Porque ele me odiava tanto?
Ele me olhou quase com triunfo. Eu nunca entenderia porque ele gostava tanto de me ver assim.
― O que você quer de mim... Mikael?
― Quero que você pare de fugir e implorar como uma menina de cinco anos!
Ele rosnou essas palavras para mim e eu fiquei encarando seu rosto, vendo a repulsa e o ódio estampado em seus olhos. E me virei de costas para ele, cerrei os punhos ao lado do corpo e mordi o lábio inferior para me impedir de falar se quer uma palavra.
E então ele fez o que sempre tinha feito, cada vez que ele batia eu apertava mais os dentes nos lábios, e sentia lágrimas quentes escorrerem por meu rosto. Mas eu não fugi, não pedi para ele parar, nem prometi como tantas vezes antes que eu seria melhor.
Quando ele finalmente parou eu continuei parado no mesmo lugar, como se a dor estivesse adormecendo meus sentidos. Ele puxou meu braço e me fez virar para ele. E pela primeira vez desde que esse tormento começou, ele não estava sorrindo. Eu sentia gosto de sangue na boca, de tanta força que mordi o lábio.
― Vá limpar isso!
Ele disse, e saiu do quarto batendo a porta. Eu arrastei meus pés até o banheiro e liguei o chuveiro, depois tirei a roupa e entrei, deixando a água fria cair nas minhas costas e aliviar o ardor.
Eu nunca tinha entendido porque ele gostava tanto de fazer aquilo comigo, mas ali, naquele banheiro eu me dei conta de que o que ele realmente gostava não era de me machucar, era de me ver implorar, de me ver tentar fugir e provar a ele que eu era fraco. Hoje eu finalmente percebi que quanto mais eu tentasse o fazer parar mais ele iria continuar. Minhas costas estavam ardendo, mas não mais do que estiveram antes. Era isso que ele queria que eu fizesse o tempo todo, aguentar o que ele fazia.
Eu não sabia quanto tempo eu fiquei ali pensando, só me dei conta que já tinha passado bastante tempo, porque meus dedos começaram a enrugar. Desliguei o chuveiro e sai me enrolando na toalha, depois parei diante do espelho e olhei meu rosto, parecia quase o mesmo de algumas horas atrás, meus lábio inferior estava vermelho e cortado mas a diferença é que meus olhos não pareciam assustados. Eles mostravam uma determinação quase cruel.
Se ele queria me ver implorar, eu nunca daria a ele esse prazer de novo. Quando ele viesse, eu não lutaria ou fugiria, iria simplesmente me calar e aguentar. E algum dia ele perceberia que de nós dois, nunca fui eu o covarde.
Estacionei o carro em frente ao prédio de Caroline, mas permaneci sentando. Tentando por as ideias no lugar e relaxar um pouco. Embora eu soubesse que isso era quase impossível nesse momento. Eu nem deveria estar aqui, eu sabia que o certo era ter ficado em casa, e esperado a pior parte passar. Mas eu queria tanto estar com ela, que era quase uma dor física.
Sempre que Mikael sequer chegava perto de mim, eu queria me isolar, ficar sozinho e não ouvir sequer uma palavra de ninguém. Mas hoje eu queria o toque dela, queria ouvir sua risada, queria que ela me fizesse esquecer a dor e a humilhação que eu sentia pelo que Mikael fez comigo. Eu tinha parado de reagir a ele a muitos anos, eu não ia lhe dar o prazer de fugir, mas isso nunca tinha sido tão difícil como foi hoje. Antes suportar a dor, era minha vingança, era o que eu fazia para mostrar que eu era melhor que ele. Mas hoje o ódio que eu sentia por ele borbulhou dentro de mim com tanta força, que eu precisei de cada grama de força para resistir.
Desci do carro sentindo o tecido da camisa arranhar minhas costas, mas eu não iria fazer nada, isso tudo eventualmente iria passar.
Subi pelo elevador decidido a apenas sentir seu cheiro e seus lábios e depois voltar para casa.
Toquei a campainha do apartamento e em segundos ela abriu a porta. Ver seu rosto encheu meu peito de alegria, ela deu um enorme sorriso e se atirou em meus braços, passando os braços em volta de mim e beijando meu peito. Senti minhas costas queimarem onde ela me abraçava apertado, fechei os olhos com força e beijei sua testa.
POVS Caroline
Estava andando de um lado para o outro com o celular na mão quando ouvi a campainha, corri para abrir a porta e lá estava ele. Com uma camisa preta de mangas compridas e calça jeans, eu fiquei tão feliz ao vê-lo que me joguei em seus braços. Ele arqueou as costas um pouco e contraiu o rosto, afrouxei meus braços e olhei em seus olhos.
― Tudo bem?
― Tudo.
Ele respondeu simplesmente, mas pelo seu tom eu sabia que não estava nada bem.
― Klaus eu sinto muito, eu não deveria ter ido embora daquele jeito, eu só...
― Eu sei.
― Sabe?
― Minha mãe esteve lá hoje.
Ele caminhou comigo até o sofá depois me puxou para seu colo, eu apoiei a cabeça em seu ombro e entrelacei nossos dedos.
― Eu sou uma idiota, eu sei que devia ter te contado... Eu só não queria que parecesse que eu estava botando você contra ela.
― Ninguém precisa me colocar contra meus pais Caroline, eles já fazem isso muito bem sozinhos.
― Eu sinto muito, mesmo.
Ele afastou meu rosto de seus ombros e acariciou meus lábios bem devagar.
― Eu também sinto, mas você não pode mais me esconder essas coisas, seja o que for, nos podemos resolver juntos, entendeu?
― Entendi.
E me inclinei para ele beijando sua boca, lentamente, saboreando seu gosto, seus lábios estavam macios e quentes e faziam meu corpo inteiro querer mais. Enfiei a mão por dentro de sua camisa para sentir sua pele, mas ele segurou minha mão e parou o beijo.
Olhei para ele sem entender, desde que nos conhecemos ele nunca recusou meu toque, pelo contrário, sempre parecia ávido por mais.
― Klaus? O que houve?
― Não houve nada amor, eu só estou com uma dor de cabeça terrível.
― Dor de cabeça?
Ele me tirou do seu colo e levantou do sofá.
― Dor de cabeça. Eu só queria ver você, mas agora preciso ir.
Levantei do sofá também e segurei sua mão.
― Não vá, por favor, eu quero que você fique aqui comigo.
― Caroline, eu realmente não...
Fiquei na ponta dos pés e beijei o canto de sua boca.
― Eu prometo que não vou tentar seduzir você, só vamos ficar abraçadinhos...
― Caroline...
Fiz um biquinho para ele e ergui os olhos na expressão mais encantadora que eu podia fazer.
― Tudo bem, eu fico.
― Isso!
Dei vários pulinhos no lugar e o vi dar um pequeno sorriso.
Ficamos no sofá assistindo tevê por um tempo, mas eu acho que ele estava detestando pois ficava mudando de posição o tempo inteiro no sofá, como se algo o estivesse incomodando.
Por fim decidimos ir para a cama. Eu fui para o banheiro trocar de roupa e quando voltei ele estava deitado de lado, completamente vestido, só tinha tirado os sapatos.
― Você vai dormir assim?
― Vou.
― Por quê?
― Porque não?
Revirei os olhos e fui para a cama também, ele me abraçou e ficou acariciando meus cabelos.
― O irmão da Elena está aqui.
― Que bom.
― Eles saíram para jantar com o Damon.
― Hum...
Ele parecia tão estranho me virei para olhar seu rosto, ele estava sério demais e a expressão contraída.
― Sua cabeça ainda está doendo?
― Está.
― Você quer que eu pegue um remédio?
― Não. Eu vou ficar bem, vamos só dormir.
Depois voltou a me abraçar e aos poucos fui adormecendo.
Acordei sentindo um peso comprimir minhas costelas, abri os olhos e tentei levantar, mas Klaus estava agarrando a mim com tanta força que precisei me esforçar para sair de seus braços. Levantei e olhei seu rosto, estava contraído como se ainda estivesse sentido dor, franzi a testa e fiquei imediatamente preocupada, ele nunca tinha tido uma única dor de cabeça desde que eu o conhecia, e essa deveria estar bem forte para faze-lo ficar assim.
Fui até um banheiro e depois voltei para quarto, mas antes de apagar a luz, vi que a luz que saía do banheiro iluminava a cama onde Klaus estava de costas para mim, sua camisa estava um pouco levantada deixando a mostra uma marca vermelha. Caminhei até ele bem devagar e olhei mais de perto, parecia que estava machucado, então levantei a bainha da camisa expondo quase metade das suas costas, e quase soltei um grito de susto.
Várias marcas vermelhas cruzavam suas costas, algumas com uma entonação quase roxa, coloquei a mão na boca e senti que meus olhos estavam arregalados, ele não estava com dor de cabeça coisa nenhuma. Era isso, mas como isso aconteceu? O que significam essas marcas?
Sentei na poltrona e abracei meus joelhos. Observando seu corpo, como eu não tinha notado o quanto ele estava rígido? Ele tinha ficado sentando ao meu lado no sofá e eu não notei a força que ele estava fazendo para que suas costas não tocassem no sofá?
Senti meus olhos se encherem de lágrimas. Eu estava tão concentrada em não estarmos mais brigando que não percebi a força que ele fazia para parecer bem. Mas quem tinha feito isso? E por quê?
Essas e muitas outras questões ficaram zunindo em minha cabeça enquanto eu o observava dormir. O sono pareceu desaparecer, eu só conseguia ficar ali sentada, pensando no homem que amava e que estava bem ali na minha frente, ferido, e eu não estava fazendo nada.
Ele se mexeu na cama e acabou deitando de costas, depois soltou um gemido abafado e se levantou instantaneamente, fiquei apenas olhando para ele enquanto ele piscava e olhava em volta, a luz do banheiro era a única coisa que iluminava o quarto.
Quando ele finalmente me viu, deu alguns passos em minha direção.
― Caroline? Está tudo bem?
― Não.
Respondi e olhei em seus olhos, ele se aproximou mais ainda se ajoelhando na minha frente.
― O que houve? Você está sentindo alguma coisa? Quer eu te leve ao médico?
Coloquei as mãos em seu rosto, ele estava machucado e se preocupava comigo?
― Eu vi Klaus.
― Viu o quê?
― Suas costas.
Ele se levantou quase imediatamente e sua expressão ficou dura, me levantei da cadeira e cheguei perto dele.
― O que aconteceu? Quem fez isso com você?
― Eu vou ficar bem.
― Vai ficar bem? Como assim vai ficar bem? Suas costas estão marcadas e machucadas Klaus, não é apenas um arranhão que vai sumir em dois dias.
― Não é nada, eu posso lidar com isso.
― Pode lidar com o quê? O que isso significa?
― Eu já disse que vou ficar bem!
Nossas vozes soavam muito alteradas agora, ele parecia estar com raiva por que eu estava preocupada com ele.
― Você está mentindo para mim.
― Não estou.
― Está sim! Hoje mais cedo você me pediu para sempre falar a verdade para você, que nós podíamos resolver juntos, e agora você está me escondendo uma coisa como essa?
― Porque você não precisa se preocupar Caroline, por favor, eu posso lidar com isso, está bem?
― Como você quer que eu não me preocupe com você?
― Está tudo bem Caroline, eu vou ficar bem.
Balancei a cabeça negativamente, sentido o cansaço daquela noite mal dormida tomar conta de cada poro do meu corpo. Eu estava preocupada com ele, e queria ajudar, mas ele era orgulhoso demais para admitir, e cada palavra não dita só iria fazer com que ele me empurrasse para longe.
― Acho que você tinha razão, é melhor você... Ir para casa.
Ele pareceu absorver minhas palavras lentamente, depois a angustia substitui a frieza em sua expressão e ele veio até mim e segurou minhas mãos.
― Não faça isso, por favor, eu preciso de você.
― Para que Klaus? Se for para me manter longe? Para não me deixar te ajudar?
― Você já está me ajudando, só por estar aqui.
― Eu não posso fazer isso se você ficar escondendo coisas de mim, eu preciso...
― Eu preciso de você! Será que você não vê?
Depois ele me prensou contra a parede e me deu um beijo voraz e quase desesperado. Eu podia sentir a angustia no toque de suas mãos que percorriam meus braços e cintura, depois ele parou o beijo e começou a beijar meu pescoço.
― Klaus...
― Eu não posso falar sobre isso agora Caroline, eu preciso de um tempo... Eu simplesmente não consigo.
Puxei seu rosto com as mãos para que nossos olhos ficassem no mesmo nível.
― Eu posso te dar esse tempo, mas você não pode me manter de fora da sua vida Klaus.
― Eu sei, eu não vou. Mas me prometa que isso não vai ficar entre nós.
― Klaus...
― Caroline, por favor! Prometa-me que isso não vai afastar você de mim, porque eu preciso de você!
― Eu prometo.
Assim que disse essas palavras eu tive certeza absoluta que eu o ajudaria com o que quer que fosse, e mostraria a ele que ele merecia ser feliz.
Ele tentou me beijar de novo, mas eu o afastei, e empurrei seu tronco, até que ele sentou na ponta da cama. Depois puxei a camisa pelos ombros e desabotoei a calça. Ele já estava ereto e pronto, seus olhos estavam em chamas nos meus, mas eu queria ir devagar, queria mostrar que seu corpo merecia ser reverenciado, não machucado.
Quando ela já estava sem nenhuma roupa, arranquei o pijama e cheguei mais perto dele, depois comecei a espalhar beijos por seu peito e pescoço, ele suspirou e tentou me puxar para perto.
― Relaxe Klaus, vamos devagar...
Continuei a dar beijos carinhosos em seu pescoço e depois uma pequena mordida que o fez gemer e estender a mão para tocar meus seios. Eu me afastei e me posicionei atrás dele, tendo uma visão completa da extensão dos seus machucados. Mas eu não queria pensar nisso, me inclinei sobre ele e dei beijos tão de leve que mal toquei sua pele, ele gemeu e eu me afastei.
― Tudo bem?
― Tudo. Continue...
Continuei a beijar sua a pele das costas que parecia sensível e dolorida, mas se arrepiava sob meu toque.
― Caroline, isso é tão... Bom.
Eu beijei seus ombros e sua nuca sem pressa, apenas deixando que ele sentisse e aproveitasse meu toque, depois fiquei de frente para ele de novo e me sentei em seu colo. Ele agarrou minha cintura e me puxou para perto, eu cheguei bem perto de seu ouvido e falei com a voz rouca.
― Sempre que você lembrar-se de hoje, tudo que você vai lembrar é das dúzias de beijos que eu dei em suas costas...
― Sim... ― Seu murmúrio era tão erótico e carregado de desejo que fez meu ventre se contrair, eu posicionei seu pau entre minhas pernas.
― E quando você sentir qualquer coisa ruim ou dolorosa, você vai lembrar que eu amo cada centímetro do seu corpo, e quando olho para você tenho vontade de te lamber inteirinho...
― Caroline.
Comecei a deslizar bem devagar, sentindo cada pedacinho de seu corpo que me penetrava, enviando ondas de prazer pelo meu corpo inteiro.
― E sempre que quem quer que seja que queira machucar você, você vai se lembrar de que eu te amo, e que para cada pequena dor que você sentir, eu vou te dar o dobro de prazer...
Ele gemeu contra minha boca e empurrou minha cintura de modo a chegar ao ponto mais profundo do meu corpo. Depois comecei a me movimentar lentamente sobre ele, ele me beijava com ardor, e uma volúpia selvagem tomou conta dos nossos instintos, fazendo nossos movimentos se tornarem rápidos e profundo, cada um buscando e querendo o prazer do outro.
O prazer se espalhou por meu corpo a partir do útero e eu me contraí inteira gozando sobre ele, que deu várias estocadas rápidas e profundas e gozou também, repetindo meu nome várias vezes.
Depois eu rolei para a cama e puxei-o para cima do meu peito, ele enterrou a cabeça em meu pescoço, senti uma leve humidade em seu rosto, mas não disse nada, tudo que eu podia fazer era mostrar o quanto o amava e que eu estaria ali por ele.
― Eu amo você Caroline.
Disse ele após alguns segundos e me abraçou mais forte. Senti meus olhos se encherem de lágrimas, e ficamos ali abraçados, contemplando a enormidade dos sentimentos que sentíamos um pelo outro, e buscando forças para encarar o que quer que venha pela frente, sabendo que tínhamos um ao outro e podíamos vencer qualquer coisa.
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