Sexandrugs
1 Capítulo Um.
Notas iniciais

Percy.
E ali estava eu, Perseu Jackson, o garoto mais gostoso do colégio sentado no banheiro feminino com uma putinha rebolando no meu colo dizendo coisas do tipo "Oh Percy, isso, me fode todinha Percy." enquanto eu fumava um cigarro de maconha. Eu nem estava mais tão excitado quanto eu estava quando ela começou com seu charminho de começar a rebolar com aquela bunda na minha frente. Agora eu estava fodendo com uma putinha que eu nem sabia o nome, nem queria saber pra falar a verdade. Depois que ela teve seu tão esperado gozo eu a empurrei pra fora do banheiro e mandei ela vazar.
— Vaza! — gritei para ela.
— O que? — disse a garota pra mim, assustada.
— Vaza, eu estou mandando garota, vaza. — falei irritado enquanto fumava.
Eu a empurrei para fora da cabine e ela começou a gritar pela sua saia que ficou aqui dentro.
Pego meu isqueiro que usei para acender o meu baseado e queimei a saia dela. Coloquei minha calça e saí da cabine. A empurro para dentro da cabine junto com o fogo. Não, eu não mato as garotas depois de fodê-las, eu só acho que garotas na minha opinião são tudo vagabundas que só servem para foder, com exceção de minha mãe. Minha mãe? Sally Jackson, uma ótima pessoa, a melhor mulher do mundo. Meu pai? Poseidon Jackson, um completo babaca, ele é da marinha e também um dos donos do meu colégio, nunca está em casa por isso eu o odeio, ele mal participou da minha infância.
Vou para a aula de biologia atrasado mesmo e não ligo para isso. Ao entrar na sala, minha professora me lança um olhar feio. Mostro meu dedo do meio para ela sorrindo e me sento no fundo junto com Nico e Luke, meus melhores amigos.
Luke Castellan, um garoto loiro de olhos azuis, que possui uma cicatriz que vai do olho esquerdo ao queixo por causa de uma briga na qual ele se envolveu e levou um corte de faca. E tem o Nico di Ângelo, ele tem a pele mais branca que um fantasma, cabelos negros sempre com aparência que não corta há algum tempo, sempre usa roupas pretas e um anel de caveira prata e possui uma irmã muito gostosa que ele já deu uns pega.
Me sento na última classe com Nico a minha frente e Luke ao meu lado.
— Tem uma festinha hoje, topa? — pergunta Luke.
— Me responde, Castellan, se algum dia eu já perdi alguma festa? — Luke ri ao me ouvir. — Só me dizer quando e onde.
— Solana Beach, às 22h. — Luke responde sorrindo.
— Perfeito, tem alguma coisa para mim aí? — pergunto me dirigindo a Nico — Eu só tenho cigarro e uma ponta, o foda é que eles fazem cheiro e a Sra. Fairy vai perceber.
— Você não cansa não é? Tenho. — responde Nico revirando os olhos e me entregando um saquinho com cocaína.
Eu me levanto e saio da sala.
Já deu pra perceber que eu faço tudo o que eu quero não é? Como eu disse, meu pai é metade dono do Olimpe High School junto com seus outros dois irmãos, Hades e Zeus. Hades é pai de Nico e Bianca e é um tanto mais severo, um merda igualmente. Zeus é pai do todo engomadinho e reizinho Jason e a minha punk preferida Thalia. Ou seja, nós não podemos ser expulsos, me levantei e fui pro pátio cheirar um pouco.
Eu colocava o tubinho no meu nariz e o pó em cima do meu caderno que eu tinha levado para a rua. Fico lá sentado cheirando um pouco até bater o sinal. Depois levanto e vou para a aula de Química que era a qual eu tinha agora.
Entro e como sempre a Sra. Dodds me olhou com a mesma cara feia de sempre. Me sento na última classe como de costume e ouço:
— Perseu Jackson e Annabeth Chase.
— O que? O que tem eu e a Chase? — pergunto confuso.
— Se você tivesse chegado cedo, saberia que temos trabalho para fazer, Jackson. — responde Annabeth para mim.
Que menininha bem chata. Bufo e ela se senta ao meu lado. Eu coloco o meu capuz e botei Sad But True — Metallica no meu celular e coloco os fones. Annabeth tira os meus fones e diz.
— Mas que merda, Perseu, temos que fazer o trabalho se não nós vamos perder pontos.
Dou de ombros.
— EU vou perder pontos.
Dou de ombros novamente.
— Argh, eu odeio você. — ela diz e eu abro um sorriso irônico. — Percy, espera, olha pra mim.
Puta que pariu. Ela descobriu. Annabeth e os meu amigos sempre sabiam quando eu tava drogado.
— Percy, eu não vou repetir de novo, olha para mim. — diz ela com uma voz furiosa — Eu olho devagar para ela. — PERSEU! — berra Annabeth fazendo a Sra Dodds lançar um olhar feio para ela. — Ops, me desculpe Sra Dodds.
— Caralho sabidinha, não me chama de Perseu, é Percy. — reclamo morrendo de raiva.
— Não me interessa isso, Perseu. Vai se fuder.
— Quer saber? Eu estou mesmo! Melhor do que ser uma chata que nem você, agora faz esse seu trabalho de merda pra ganhar seus pontinhos e me deixa em paz.
Annabeth não me responde nada, apenas se vira e começa a fazer seu trabalho.
Depois que a minha música terminou começou a tocar So Far Away — Avenged Sevenfold e logo depois começou a tocar Summer Paradise — Simple Plan. Até que Annabeth me cutuca para mostrar o trabalho.
— Ficou bom? — pergunta ela sorrindo toda orgulhosa.
Dou de ombros e digo:
— Tá legal.
Annabeth bufa e entrega para a Sra Dodds o seu precioso trabalho. Fiquei mais um tempo na sala até que batepara o intervalo, graça aos deuses. Vou em direção ao pátio me encontrar com Nico e Luke.
— Fala aí, seus merdas. — falo rindo. — Niquito, a sua irmãzinha gostosa vai na festa hoje?
— Porque você não vai se fuder, Percy?
Luke empurra Nico para longe de mim.
— O que foi Nico? Foi só uma pergunta. Está de TPM ou seu papai te bateu de novo? — pergunto rindo.
— Percy sai daqui se não quem vai quebrar a sua cara vai ser eu. — diz Luke cerrando os punhos.
— Vem então, Lukezinho. — provoco.
Ele ia vir para cima de mim, mas desistiu. Resolvo sair dali, não vale meu tempo.
Vou em direção a parte mais afastada de todo o colégio só para mim ter paz um pouco. Me sento no pé de uma árvore e pego um cigarro e fico fumando. Depois de um tempo ali relaxando alguém me interrompe.
— Porra, mas dá pra apagar essa merda?
Annabeth estava com o cabelo preso em coque, um óculos que ela usa pra ler, uma blusa de coruja, calças brancas e escurecidas embaixo e um supra vermelho.
— Calma sabidinha. — respondo rindo.
— Percy, por favor, apaga isso. — ela pede entre ataque de tosses.
Eu me levanto e vou chegando cada vez mais perto Annabeth e mais perto, ela provavelmente deve ter achado que eu iria beija-la e por um momento também acho. Chego perto de seu pescoço e ali eu solto a fumaça do cigarro no pescoço dela e dando um beijo no mesmo a fazendo se arrepiar.
— Implore Annie, implore pra mim apagar o cigarro. — debocho dela rindo e falando no seu ouvido.
— Percy. — Annabeth diz o meu nome como um gemido.
— Implora.
— Eu imploro Percy, por favor. — dou um sorriso apagando meu cigarro — Me beija.
Eu olho surpreso para Annabeth e eu a beijei. Annabeth tinha um beijo bem diferente das outras putinhas que eu já tinha beijado. O beijo era delicado, era calmo, eu a beijava como se ela fosse vidro e logo fosse se quebrar. Eu paro o beijo por que o nosso ar falta e Annabeth me diz:
— Você me beijou, Percy. — ela diz surpresa falando o óbvio.
Rio.
— Você pediu e ainda ajudou.
— Isso nunca mais vai acontecer, nunca mais.
— Tem certeza? — eu pergunto dando o meu melhor sorriso galanteador, coisa que não era difícil.
Eu fui me aproximando do seu pescoço e depositando longos beijos fazendo Annabeth se arrepiar, Subo os beijos em direção a boca e dei uma leve mordida em seus lábios e começo dando leves selinhos nos seus lábios.
O beijo dessa vez é diferente, não é calmo e delicado, é quente. É desesperado, foi como se eu não beijasse Annabeth, iria morrer. Eu largo meu cigarro no chão e coloco as minhas mãos na sua cintura. Annabeth colocou suas mãos em meus cabelos e os puxa devagarzinho fazendo eu me arrepiar. O ar faltava mas não nos importávamos.
Quando o sinal indicando o fim do intervalo toca, eu e Annabeth paramos o beijo.
— Nunca mais Percy, nunca mais. — ela me diz ofegante.
Dou uma risada e pisco para ela.
Me levanto e vou em direção a minha sala, era aula de matemática agora.
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