Sexandrugs
2 Capítulo Dois.
Notas iniciais

NICO.
Oi, eu o sou Nico, Nico di Ângelo e no momento eu estou muito puto com aquele idiota do Percy.
Aquele merda pegou em meus três pontos fraco: Bianca, minha bissexualidade e o fato que meu pai me bate. Então vai, vai fundo, zoa comigo, eu estou acostumado. Quem não zoaria um "gótico" que pega irmã, é veado e é agredido pelo pai? Eu zoaria.
Meu pai é um idiota, um filho da puta. Eu particularmente preferia um pai que nem o do Percy ou do Luke do que o meu. O pai do Percy é o velho estereotipo, não dá muita bola pra ele e por isso ele faz tudo o que quer bla bla bla. Já o pai do Luke é super brincalhão e não se importa com ele se drogar nas festas, só não quer que o filho vire um viciado de verdade.
E o meu?
Hades di Ângelo, ele é dono de uma rede de fabricantes para caixões e é super rico. Nunca esteve disponível pra mim, mas quando ele está, é só pra brigar e repetir o mesmo mimimi "Nico você precisa parar de se drogar, quem vai assumir os negócios?" "Bianca é uma boa moça por que você não é assim?" ah vai tomar no cu.
Ele não sabe nada sobre o que Bianca faz nas costas dele e quer reclamar de mim? Como eu o odeio. Minha mãe morreu em um incêndio quando eu era pequeno e Bianca era um pouquinho maior que eu na época. Bianca se lembra da nossa mãe. E temos a minha madrasta Perséfone que é a única pessoa que acalma meu pai, até mesmo quando ele está discutindo com a minha vó, quer dizer, mãe de Perséfone. Ela é a única pessoa que estressa meu pai mais do que eu.
Foda se essa merda, chega de falar da minha família.
Fiquei quieto no meu canto enquanto eu via Bianca dando em cima de Jason, fazendo Piper e Reyna espumarem de ódio. Depois que bateu o sinal indicando o fim do intervalo, eu tive as últimas duas aulas de inglês. Resolvi não ficar nelas.
Vou pra parte mais isolada do colégio, onde sempre tem gente matando aula por lá, mas nunca se vê, então essa é a parte boa. Fiquei sentado em baixo de uma árvore, fumando, fumando e fumando. Depois que finalmente deu o sinal pra ir embora fui para a sala pegar minhas coisas e fui embora com Bianca.
Infelizmente eu só tenho 15 anos. Bianca tem a mesma idade de Percy, 16 então ela já pode dirigir, embora não seja muito boa nisso. O que o dinheiro não faz? E papai ainda deu um BMW Z4 ROADSTER preta para Bianca. Fomos em silêncio para casa.
Quando chegamos fui logo tratar de tomar um banho. O meu quarto tem vários pôster nas paredes, a pintura é preta e tem luzes de natal no teto para iluminar, tem uma parede cheia de livros que eu adoro ler. Sim, Nico di Ângelo curte ler. Minha cama de casal e está sempre bagunçada, em cima dela tem um varal de fotos minhas e de Bianca, minha e de meus amigos, na maioria estamos chapados. O chão de meu quarto é puro lixo e como diz meu pai: cheira a droga e esperma. Fui para o banho e logo quando terminei, saio do banheiro e me dou conta que Bianca está no meu quarto olhando para as fotos.
— O que você quer Bianca? — perguntei desenrolando a toalha que cobria meu pau para secar meus cabelos.
— O que você acha Nico? — disse ela parecendo entediada.
Foi só aí que percebi a roupa que Bianca usava (http://www.polyvore.com/cgi/set?id=98446003&.locale=pt-br). Ótimo, ela está de roupa, não quer sexo. Não que eu não gostasse de foder com ela, gosto e gosto muito, mas o foda é que eu sempre me sinto culpado no final.
— Não perdi nada Bianca então não acho nada. — respondo debochado.
Bianca bufou.
— Eu quero ir nessa festa. — ela diz sorrindo.
— Não, você sabe que não! Eu já tenho que ir verificar se você está dormindo todas as noites e você agora diz isso? Não Bianca, não.
— Ah Niquito, por favor, eu sou a irmã mais velha aqui. — disse ela fazendo beicinho e vindo me beijar.
Bianca beijava muito bem. O beijo dela nunca era delicado, era sempre quente e com tesão, por mais calma que fosse a situação. Eu amava isso nela. Eu fui retribuindo o beijo e quando dei por mim já estava na minha cama retirando o seu moletom. Me deparei com aqueles enormes peitos que Bianca tinha e comecei a chupa-los de leve. Eu chupava e mordiscava um e o outro eu massageava.
Fui descendo meus beijos para a sua barriga e logo ela já estava sem calcinha e sem o short comigo a chupando. Comecei a enfiar dois dedos na sua intimidade e Bianca estava quase gozando quando eu disse:
— Não não Bianca, hoje não. — eu disse sorrindo e ela logo entendeu.
Ela me empurrou e trocou de posição. Deitei na cama e já estava nu, então foi fácil o trabalho. Ela começa a me fazer um boquete perfeito, boquete que só ela sabe fazer e ficou de quatro.
Bianca sempre sabe o que eu quero e hoje eu queria fode la por trás, foder aquela bunda espetacular. Deixei ela me chupar mais um pouco pra lubrificar e também por que aquele boquete era gostoso pra caralho.
Dou um tapa na cara dela pra faze-la parar e saio de baixo dela, ela felizmente entende o recado e fica na mesma posição. Eu começo a penetra-la devagarzinho e ela geme de dor, começo com movimentos mais rápidos até que nós dois gozamos juntos e caímos deitados na cama extasiados.
— E então, vou poder ir? — ela pergunta sorrindo pra mim.
Eu dou um tapa na cara dela e ela ri com prazer.
— Vai se fuder Bianca.
— Eu acabei de fazer isso Nico. — ela me responde ainda rindo.
— Eu odeio você, tomara que você sofra uma overdose nessa festa e morra. — eu digo revirando os olhos.
Não, eu não queria isso, nunca. Mas são brincadeiras com Bianca.
— Então você vai deixar eu ir mesmo? — ela pergunta abrindo um sorrisão.
— Sim, mas se lembra das regras?
— Sem foder com ninguém, sem foder com alguém que não conheço e não aceitar drogas e nem bebidas de estranhos. — ela bufa. — E papai botaria a culpa em você se eu morresse, fantasminha.
Bianca se levantou e se vestiu e logo depois foi para o seu quarto ou sei lá o que ela foi fazer. Eu fiquei ali e acabei pegando no sono nu mesmo.
**
Acordo com o barulho de uma mensagem e olho no meu celular, não era nada importante. Pisco algumas vezes pra focar na hora e eram 21h33m, pelo menos está cedo ainda. Opa espera aí, a festa.
— BIANCAAAAA!!!!!! — eu berrei com raiva.
Ela apareceu na porta linda (http://www.polyvore.com/bianca/set?id=98400109) e preocupada.
— O que foi, Nico?
— Puta que pariu sua vagabunda, por que você não me acordou pra festa? — pergunto irritado.
— Era às 21h Nico? Ai deuses, Nico, eu vou matar você. — ela pragueja vindo pra cima de mim com os olhos brilhando.
Infelizmente não é de tesão e sim de raiva.
— Não Bianca, é às 22h, mas custava você ter me acordado antes?
Ela se acalmou.
— Me desculpa.
— Deixa pra lá. — eu bufei. — Papai e a nossa boadrasta tão em casa?
— Não, vovó está aqui pra cuidar de nós e bom, ela está tão entretida com o seus cereais que é só colocar bonecos nas camas e está tranquilo.
— Ok.
Eu me levantei da cama e fui escovar os dentes, logo depois me vestir (http://www.polyvore.com/nico/set?id=98399209).
Passo um perfume qualquer perfume do Jean Patou que eu tinha por ali. Logo depois eu e Bianca arrumamos tudo para a vovó Deméter não desconfiar e pulamos a janela. A parte legal de descer primeiro é que da pra ver a bunda de Bianca, a parte ruim é que se ela cair quem se fode sou eu.
Bianca destravou seu carro seu carro e fomos ouvindo as músicas do cd da Avril que Bianca tinha ali. Tocou Nobody's Home, Wish You Were Here e logo depois Here's To Never Growing Up até que chegamos na festa. Era uma mansão a beira mar, típico do tipo de festa que rola em Solana.
Eu e Bianca logo nos separamos e eu notei um garoto me encarando. Ele tinha cabelos loiros, olhos azuis faiscante e tinha um tom de arrogante, mas não parava de me encarar. Me afastei um pouco dele e logo fui buscar pela melhor parte da festa: drogas. Fui conseguir com o mais drogado daquela festa, afinal ele tava me devendo certos favores por mais cedo.
— E aí, Perseu. — eu disse sorrindo o cumprimentando.
— Se acalmou agora, cabaço? — ele perguntou rindo.
Percy estava lindo (http://www.polyvore.com/perseu_festa/set?id=98398380), um verdadeiro tesão e eu confesso, sempre tive uma queda pelo Percy, mas ele só curte garotas. Hoje nem me importo mais.
— Cala a boca Percy, tem alguma coisa boa pra mim?
— Êxtase. — disse ele me entregando uma pequena pílula, mas que faria um ótimo estrago.
— Valeu.
Eu saio dali e vou em direção a parte do open bar da festa, fiquei paquerando algumas garotas e até que encontro o garoto loiro novamente. Ele vem em minha direção.
— Nico não é? — ele pergunta.
— Eu mesmo.
Ele morde os lábios como se eu fosse um pedaço de carne e ele um pittbull esfomeado.
— Vem comigo Nico, eu quero que você conheça alguém. — ele diz sorrindo.
É cada uma que aparece. Reviro os olhos e sigo ele.
Ok, eu não sou o tipo de pessoa que segue os outros assim, sem saber o nome deles nem nada, mas eu não tenho nada melhor pra fazer. O garoto me leva para a rua e eu vi onde ele queria chegar, mas fui obrigado a perguntar.
— Tu tá afim de que?
— Ainda não descobriu, Nico, sério?
Ele diz isso e logo me beija. É um beijo bem molhado, mas não é um dos melhores da minha vida. Ele logo começa a tirar a minha camiseta e eu me espanto, mas deixo.
O loiro começa a desabotoar as minhas calças e se ajoelha. O garoto era rápido, sem beijos descendo nem uma mão boba, ele já põe logo sua boca no meu membro e começa a sugar. Pelo menos chupando ele é melhor do que no beijo.
— Qual é o seu nome?
Ele sorri e para de chupar o meu pau para me responder.
— Octavian.
E logo Octavian volta a chupar o meu pau e ficava me olhando gemer, me fazendo ficar com mais tesão.
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