Sex
4 Capítulo 4-Ação e Reação
Notas iniciais
Tudo bem?
Venho hoje umildimente postar esse capítulo,que na minha opinião não ficou muito legal.Mas mesmo assim espero que gostem ;D nem se for um pouquinho.
OBRIGADA POR TUDO
capitulo dedicado á;Kawa-chan
Boa leitura
“[...]É que nossas estradas
Não se encontram tantas vezes[...]”
Eu e Tom resolvemos nos sentar-se à mesa mais distante que havia no restaurante. Apesar de ser domingo, não havia muitas pessoas no restaurante, apenas quatro mesas estavam ocupadas. Sentamos, esperamos alguém vir nos atender. Peguei o cardápio que estava em cima da mesa, e pela primeira vez em minha vida, não sabia o que pedir em um restaurante. Olhei para Tom e ele, também parecia estar pensando no que pedir.
-Que tal pedirmos espaguete ao molho de berinjela?-perguntei assim que vi um nome de qualquer prato que parecesse comum.
-Pode ser-respondeu Tom sorrindo.
-Bom dia, o que vão querer?-perguntou uma garçonete em frente a nossa mesa. Dava para perceber que ela olhava para Tom maliciosamente, porém ele parecia nem ligar. -Vamos querer duas porções de espaguete ao molho de berinjela, e dois copos de suco de laranja-respondeu Tom e sorriu para mim logo em seguida.Sorri de volta.Sinceramente,eu ainda cogitava a idéia de Tom responder:Você,e começar a agarrar a garçonete;mas aquele sorriso me deu a segurança que eu precisava para acreditar que hoje ele sairia só comigo.
-Tudo bem, se precisar de algo é só chamar, ok?-falou enquanto anotava o pedido num bloco de papel e depois sorriu para Tom.
-Sim — respondeu Tom, sem sorrisos ou olhares maliciosos, sem mexer no piercing, apenas disse. E a garçonete se foi em direção ao balcão — Pensei que ela nunca iria embora!-exclamou levantando as mãos para o alto-Vamos conversar agora. Pode começar a me contar sobre sua vida.
-Quando eu tinha cinco anos, meu pai e minha mãe sofreram um acidente de carro e acabaram morrendo...
-Eu sinto muito-Tom falou me olhando com pena.
-Não sinta. Eu já não sinto mais.
-Continue... -incentivou-me.
-Fui parar num orfanato, e com sete anos fui adotada por um casal que hoje chamo e considero meu pai e minha mãe. Tudo até aí, estava perfeito. Éramos uma família feliz e amorosa. E continuaríamos sendo até o fim dos tempos, se meu pai não estivesse se revelado gay semana passada-sorri triste ao lembrar o chilique que minha mãe deu ao receber a notícia-e se ele não estivesse sendo acusados de estrupar cinco meninos.
-Adiantaria se eu disse-se que sinto muito?-perguntou Tom tristemente, me encarando.
-Não — respondi séria, enquanto a garçonete vinha com a comida e os sucos em uma bandeja. Nossa que rápido...
-Aqui está-falou deixando os pratos a nossa frente-Boa apetite — completou e saiu.
####
Tom e eu comemos em total silencio. De vez em quando, nossos olhares se encontravam e desviávamo-los, acho que com medo de transparecessem algum sentimento ou emoção que não deveria ser mostrada. Pergunto-me se Tom está pensando no que lhe contei, se ele conseguiu processar, se está surpreso ou não; mas a resposta veio rápida demais...
-Ele lhe estrupou?-perguntou sério. Então era nisso que ele pensava?
-Não — dei um pequeno sorriso sem mostrar os dente-Como lhe disse meu pai é gay, e por isso só está sendo acusado de estrupar meninos — comentei dando de ombros.Falar naquilo já não me machucava mais –Porém Tom,para tudo que acontece na vida,a uma conseqüência.Para toda ação,ah uma reação.E a minha,para tudo que aconteceu,foi ser como você — falei,e tomei um gole do meu suco que ainda estava intacto em cima da mesa,diferente do de Tom.
-Como assim, ’ser como eu’?-perguntou-me confuso.
-Sexo por uma noite — falei.
-Ah...
-Com licença, a conta-veio à garçonete novamente.
-Obrigada-agradeceu Tom, pegando a conta da mão da garçonete — Vamos?
-Você não me vai falar sobre os seus sentimentos?-perguntei sem me levantar da cadeira.
-É que aqui não é o lugar certo...
-Então, porque não vamos para um lugar mais reservado?-perguntei sorrindo. Meu Deus eu fiz de novo!Não acredito!
-Você conhece algum?-perguntou Tom, mexendo em seu piercing.
-Que tal a minha casa?-perguntei sorrindo de lado.
-Ótimo!
####
Havíamos acabado de sair do restaurante e agora íamos em direção ao carro. Tom ainda segurava a conta do restaurante nas mãos, mas assim que entramos no carro atirou-a pela janela.
-Porque jogou a conta fora?-perguntei.
-Por que a garçonete deixou o número dela nele.
-E porque não ficou?
-Por que não gostei dela-disse dando de ombros. Então ele havia gostado de mim?-Vamos para sua casa?-perguntou franzindo o cenho.
-Sim, por quê?
-Sua mãe não vai estar lá?
-Não, ela está de plantão hoje e só volta amanhã-falei sorrindo de canto.
-Ela é médica?
-Sim.
-E não vai ligar de você me levar para lá?-perguntou confuso.
-Não — sorri de canto novamente-Ela é bem liberal quanto a levar pessoas para casa, e diz ‘melhor ir para casa do que para outro local’. Foi dela, a idéia de ser como você.
-Nossa ‘to’ surpreso — falou Tom, mudando a marcha do carro e acelerando-o.
-Por quê?
-Por que fora a minha, sua mãe é a mais liberal que conheço-olhou para mim e sorriu de canto.
Notas finais
E para quem le SAY um aviso;No proximo capítulo vcs vão ter mais uma pista do par da Jamie,pra quem le ou pra quem quiser ler aqui vai uma previa do proximo capitulo[que talvez será postado hoje];
"-É ela!-falei para ele assim que terminamos.
-Ela quem?- perguntou-me fazendo cara de do que você está falando?.
-Ela é a garota do meu sonho!"
E ai,quem será que se apaixonou a primeira vista pela JAMIE ?
bjs e quero meus rewiens xD
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