Sex

5 Capítulo 5-Apenas por uma noite


Notas iniciais
Olá,depois de quase uma semana sem postar,cá estou eu '-'
Segunda e quarta tenho prova de matemática então torçam por mim ;D
1-Capítulo dedicado a Millena_Freitas,minha querida leitora da Say que agora também é da Sex
2-Obrigada a todas que deixaram rewiens no capítulo passado;Kawa-chan,Millena_Freitas,gabi_cury,Gabyziinha555,DanielaBYoursel,e bekaTH_483.Muito obrigada meninas ;D
3-A DanielaBYoursel ta com uma fic muito legal chamada 'Apaixonada Pelo Meu Primo!',está fanfic é otima e quem não tiver o que fazer depois de ler esse capítulo vai le-la
http://fanfiction.com.br/historia/158054/Apaixonada_Pelo_Meu_Primo
4-Esse capítulo não ficou legal gente,é serio,essa é a segunda cena de beijo[a primeira foi pra SAY ao qual as leitores ainda não leram],e a primeira HOT que faço,então me deem um desconto sim?
BESSUS E BOA LEITURA

“[...] Na verdade ela

Também não é sem mim

Você simplesmente ganhou

Um novo amigo para você”

Abri a porta e entrei com Tom ao meu encalço. Minha casa não era das maiores, mas com certeza dava para o gasto. Joguei as chaves em cima da mesa de centro e encarei-o, enquanto o mesmo passava os olhos pela sala.

-Bela casa — comentou quando seu olhar alcançou-me.

-Obrigado-sorri tímida-Já estamos em um lugar reservado, e você já pode começar a falar sobre seus sentimentos.

-Primeiro, eu gostaria de saber o que você acha que eu sou, e porque sou-falou-me convicto, enquanto sentava-se em um dos sofás que na sala estavam.

-Acho que você é galinha e mulherengo, isso é o principal, agora o porquê eu não sei-disse sentando-se ao seu lado.

-Não tem idéia?-perguntou e neguei com a cabeça.

-Você acredita no amor?-perguntou novamente.

-Não sei-respondi cabisbaixa.

-Como assim não sabe?-perguntou confuso-Nunca se apaixonou por alguém?

-Já, mas...

-Nem tente contradizer, porque se isso aconteceu você acredita-pausa-Eu nunca me apaixonei e nem se isso algum dia vai acontecer. Já namorei várias vezes e posso dizer que nenhuma delas foi por amor, foram apenas para ter alguém fixo e para deixar de ser chamado de mulherengo. Não estou dizendo que me incomodo de ser chamado disto ou de sexgott, estou falando de ser chamado de insensível, sem coração. Não acredito no amor entre duas pessoas a não ser que elas sejam da mesma família. Acho que o máximo que pode haver entre elas é atração sexual, desejo um pelo corpo do outro – eu ouvia-o com atenção.

-E como você explica o fato de pessoas que se casaram antigamente e estão juntas até hoje?-perguntei franzindo o cenho. Eu estava entendendo seu ponto de vista mesmo acreditando no amor, mesmo não sendo igual a ele.

-Simples. Eles sentiram mais prazer com o corpo do outro do que com outras pessoas e acabaram por resolver ficar juntas — respondeu como se estivesse respondendo a uma pergunta qualquer como ‘Qual é o seu nome?’.

-E o afeto?O carinho?A conversa?

-O afeto, o carinho e a conversa?-bufou — Isso fica para amigos. E talvez esse casal que se casou fosse apenas um casal de amigos, que sentem atração um pelo outro, mas que se entendem-respondeu firme. Tom realmente deveria ter resposta para tudo.

-O que acha de assistirmos a um filme?-perguntei mudando de assunto.

-Deixe-me ver que horas são...

-17h21min-falei dando de ombros — Vai fazer algo agora?

-Não — sorriu- Qual filme vamos ver?

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-Ainda não acredito que ela matou o próprio marido no final. Está vendo como as mulheres são doidas?-perguntou levantando-se do sofá.

-Nós não somos doidas. Só não somos bestas. Ninguém mandou trair ela, e ainda na própria casa!Isso é coisa de homem burro!-falei levantando-me do sofá e indo em direção a cozinha.

-Tem razão!Eu não faria isso — Tom falou seguindo-me.

-E o que você faria?-perguntei após abrir a geladeira e pegar um copo de água.

-Eu levaria a amante para um motel!-exclamou enquanto eu bebia a água. Terminei de tomar e me pus a rir.

-Grande idéia!Se eu tivesse um amante também levaria para um motel — comentei deixando o copo sobre a bancada.

-Onde é o banheiro?-perguntou virando-se para mim.

-Lá em cima — apontei para o andar acima

-Não tem algum aqui em baixo?-perguntou franzindo o cenho.

-Não — sorri de lado-Vem comigo que te mostro onde fica-falei, subi as escadas e fui em direção ao final do corredor,sempre com Tom ao meu encalço.

-É aqui?-perguntou quando chegamos à frente de uma pequena porta.

-Sim.

-Você vai ficar aqui na porta?-perguntou segundos depois.

-Já estou saindo-falei com as mãos levantadas, seguindo em direção ao meu quarto.

####

-Seu quarto é muito bonito-ouvi alguém falar -Virei-me para trás e encontrei Tom escorado em minha porta.

-Obrigado-ele assentiu e entrou.

-Sabia que era fã da banda, mas não tanto — comentou olhando os pôsteres em minha parede-E principalmente de Gustav.

-Sou fanática por ele — falei indo em sua direção.

-E porque não por mim?-perguntou mexendo em seu piercing e aproximando-se ainda mais.

-Porque você é muito convencido-falei consumindo a pouca proximidade que restava para colar nossos corpos. Senti as mãos de Tom em minha cintura, fazendo com que meu corpo ficasse prensado ao seu.

-E o que te faz pensar que sou convencido?-perguntou juntando nossas testas.

-O simples fato de você se achar sexy o suficiente para me deixar sofrendo uma tortura dessas e ainda querer que eu te peça para me beijar.

Senti os lábios de Tom puxando os meus para um beijo premente. Sua língua adentrou minha boca sem pedir passagem. Tom era tão convencido que chegou ao ponto de achar que cederia a ele. E com toda certeza, ele estava certo.

Sentir o seu piercing em minha boca era mágico. Era satisfatório demais saber que ele estava ali comigo. Enlacei minhas mãos em seu pescoço.

O ar faltou e logo senti Tom sugando meu pescoço. Segurei um gemido. Levei minha mão à barra de sua camisa e retirei rapidamente, Tom fez o mesmo com há minha segundos depois. Passei minhas pernas por sua cintura e como resposta, ele colocou suas mãos em minha bunda, levantando-me para que eu continuasse naquela posição.

O homem de tranças negras levou-me até a cama e lá me deitou.

-Apenas por uma noite — falou depositando beijos em minha barriga. Sentir seu piercing gélido em contato com minha pele árdua era excitante demais. Era como tomar algo quente e algo gelado logo depois

-Apenas por uma noite — repeti suas palavras, entrelaçando minhas mãos em suas tranças e puxando-o para mais um beijo.

Notas finais
E ai gostaram?Quero opiniões sinceras e criticas,ou ideias,qualquer coisa...
Não sei quando vou postar o proximo,mas não vou demorar mais que um mes '-'
Vós não queres dar uma passada para ler a Say?Por favor gente,passem lá quem quiser,estou com poucas leitoras lá.
http://fanfiction.com.br/historia/141666/Say