Notas iniciais
Oii ~~ carai, me desculpem eu sei que demorei. Mas cara eu comecei a escrever o capítulo e simplesmente me perdi ;-; sem saber mais oq fazer. aushuas culpem a minha imaginação. Mas aí uma luz vinda do Olimpo me iluminou. Aquela linda, que não existe. ;-; E cá estou :3 Boa leitura. aushaus

“–- São tantas coisas... -- um pesado e cansado suspiro se dissipou no ar. -- Por que fez isso? Tudo estaria acabado se não fosse a sua idiotice de me transformar por capricho de não ter me protegido. Eu... Eu não sei se devo acreditar! -- apertei meus fios nos dedos. -- AAH! Que droga, SEBASTIAN! Acalme-se, Phantomhive, você não pode deixar isso te abalar. Permita-se entrar no jogo dele. Jogue e, vença!

Não deixe que isso lhe abale. Não deixe que isso lhe atinja! Use o que ele fez com você contra ele! Seja mais inteligente. Use seus instintos. Mova as peças de acordo as suas vontades. O manipule.

Minha mente silabava várias e várias coisas em prol de tentar me ajudar a “contra-atacar” o mordomo... Mas não é assim tão fácil. Claro que não. Ele nasceu assim, e eu? Eu fui apenas um humano ao qual ele diz que não conseguiu proteger. Como se eu fosse acreditar numa coisa dessas... Mas, é por enquanto a única corda que me mantém na realidade. Infelizmente. É acreditar, ou acreditar. Somente percebi estar me alto flagelando quando senti o gosto de ferro forte em minha boca, o líquido escorreu lentamente por meu queixo, e pingou finalmente na mesa arranhada, formando pequenas gotículas carmesins. As admirei por um instante, vendo seu brilho e a forma como faziam seus círculos sobre a madeira. Era meu, mas qual o gosto que teria se fosse de outra pessoa? Balancei a cabeça abandonando os pensamentos que queriam me tomar. Essa não é à hora para ficar pensando em alimento, pelo menos não esse tipo de alimento. Há formas mais viáveis de me alimentar, e farei uso dela, até como uma parte de encaixe em meu plano.

Se eu não me localizar irei pirar, isso é certo. Irei sucumbir à loucura que supostamente era para eu implantar nas mentes fracas. Tenho que me realinhar. Meu corpo já está adaptado a tão coisa, mas a minha mente ainda encontra válvulas de escape para dimensões onde meu lado humano tenta residir. Rasgar o véu que separa ambos o encontro desse tipo de criaturas tão diferentes, e tão iguais. Em desejos, em atitudes.

–- Como eu começarei? -- acariciei meu próprio tronco repleto de roupas. Mordendo um pouco mais devagar o lábio ferido, a leve dor corria em prazer. -- Ah, Sebastian, que confusão você está fazendo em minha pobre cabeça. -- pendi o pescoço para trás, deslizando dois dedos para dentro de minha boca. Minha destra caminhava devagar por cima de minhas coxas de fora. O formigamento por debaixo do short era bom. Os meus toques eram sutis, acariciando e conhecendo. Suspirando baixinho para mim mesmo. Incentivando-me.

–- Bocchan. -- seus toques na porta me fizeram encará-lo. Ele paralisou diante da soleira e a visão que teve de mim. -- Precisa de ajuda? -- sorriu ao constatar a cena.

–- Ora, Michaelis... -- os dedos me atrapalhavam na fala, mas nem por isso foram retirados. -- Eu pensava em você... -- sussurrei, quase gemendo, chamando-o com o indicador livre. -- Venha, eu quero lhe pedir uma coisa.

–- E o que seria?

Levantei da cadeira, afastei com os braços os objetos sobre a mesa e sentei sobre ela, de frente para a janela. O demônio surgiu a minha frente. Chamei-o com o indicador, e antes que ele se aproximasse puxei as lapelas de sua roupa. Suas mãos vieram à minha cintura, puxando-me contra seu ventre e ofeguei, sorrindo logo depois. Minhas mãos se prendiam em seus cabelos, acariciando seu couro enquanto trocavamos um feroz beijo. Seus lábios atacaram meu pescoço, e os estalos de sua língua nele eram mais que audíveis. Meus olhos estavam fechados, aproveitando cada pequena carícia, com baixos suspiros.

–- Pare! -- segurei seu rosto, seu olhar interrogativo. -- Leve-me ao Trancy.

–- O quê? -- seu olhar era incrédulo.

–- Agora!

–- Para quem era um humano tímido que cobria o rosto quando íamos para cama, as coisas realmente mudaram.

–- Pois bem, eu não sou mais humano, querido Sebastian.

Me tomou em seus braços, levando-me escritório a fora. A casa estava silenciosa apesar da presença dos outros empregados. Desde que voltei é assim. Penso em fazer algo a eles... Demiti-los, quem sabe. Mandá-los à capital e sustentá-los enquanto precisem. Eles irão morrer e... Continuarei assim, possivelmente ainda nesta forma infantil. Seria um bem que eu faria a eles.

Já em meu quarto, eu balançava as curtas pernas do lado de fora da cama.

–- Diga-me, -- comecei. -- irei envelhecer em aparência? -- estava de costas para mim, buscando roupas no armário.

–- Até os dezoito anos. -- não me encarava. -- Por que isso agora?

–- Irei manter o Bard, Finnian e Meirin somente até que eu tenha essa idade.

–- Sábia decisão. Seria chocante vê-lo aos cinquenta com a mesma fisionomia.

–- Se o mesmo não for acontecer com o Trancy, não. Eu não posso deixar que aconteça a ele. Matarei não somente ao loiro, caso você esteja certo sobre minha vingança, como também aos outros demônios de sua mansão.

–- O Bocchan anda tendo bastante ideias estratégicas. Pensando como tal ao que é.

–- Meu já está adaptado, tenho que o quanto antes fazer o mesmo com minha mente.

–- Está certíssimo em pensamento. -- trocava minhas vestes. -- Logo sentirá fome, Bocchan. O que fará?

–- Tenho você para quê? Suprir essa necessidade a mais.

–- Como queira. -- terminava de abotoar meu casaco. Seguindo para o nó folgado da fita esverdeada em meu pescoço. -- Pelas atitudes isso não demorará a acontecer. -- afastou-se minimamente de pé.

–- O que te faz pensar que faço por alimentação?

–- O tempo.

–- Não se engane. Faço a atualmente porque sinto vontade pelo tempo em que estive desacordado. Ainda não matamos a intima saudade. -- sorri de lado. -- Agora vamos.

A carruagem trepidava. Eu senti falta dessa movimentação e o fato de admirar a paisagem que passa pela janela. Sebastian, a meu pedido, não dirige rápido. Tenho que pensar em como me dirigir ao outro. Não avisei que o visitaria. E será uma surpresa quando eu aparecer.

Desde que houve a troca de mordomos que não o vejo. Isso já faz um bom tempo. Não tornará a acontecer, inclusive. E hoje, Claude perceberá a minha essência. Um sorriso satisfeito brotou em meus lábios. Ele saberá o que sou, e espero que com isso não pense em fazer o mesmo ao Mestre dele. Se bem que acho que nenhum demônio, fora o meu, é idiota a ponto de deixar de comer uma boa alma como refeição.

O percurso até a entrada da mansão do loiro já estava ao nosso campo de visão. E me ajudando a descer da carruagem nos colocamos na entrada. Levantei meus olhos às arestas da casa, vendo as aranhas e suas teias. Um arrepio me subiu pela coluna; “Aqui nós não tiramos as aranhas e suas casas.” Foi o que me disse.

Como da outra vez o mordomo dele abriu a porta sem que batêssemos ou tocássemos a campainha. E ele não estava só. O anfitrião da casa o acompanhava.

–- Ah! -- levantou as mãos ao ar, rodopiando as uniu ao lado da bochecha direita. -- Que surpresa agradável, Conde Ciel Phantomhive e seu mordomo, Sebastian Michaelis. -- sorria.

Notas finais
Capitulo de transição, notaram?! u_u Pois é, esperem um Ciel mais doq depravado. Um uke safado u___u okay, parei, mas é a verdade. Ainda tem muita coisa para rolar nessa fic, afinal esse é apenas o terceiro capitulo. Daqui até o ultimo ainda vai rolar muita poutaria; nao soh na cama, okay? u_u safados. Mas!! Esperem ver bastante o Claude aranha e seu moleque pervertido chamado Alois Trancy. A presença deles será -infelizmente- excencial durante toda a fic. Felicidade para quem gosta dos dois u__u AAAAH! Vai ser tão divertido escrever com um Ciel menos timido dq ele era ~~felicidade para eu~~ Bem, obrigada a quem está acompanhado, que veio de lá da outra, e que somente está a ler essa tbm. u___u amo vcs! '3' Kissus, amores, até o proximo que já está em sua metade (ou quase lá :p).