Notas iniciais
Oii ~|~ Cheguei u_ú Caraca, de longe esse foi o meu lemon sebasciel mais fácil de escrever (ignorem Sonhos Infantis) aushua, mas além de eu ter gostado pacas de escreve-lo, tentando explorar um pouco o lado ao qual "dei" ao Ciel, foi bem divertido. s2 Desculpem pela demora ;-; oh lord. É que como eu não tinha a minima ideia de como começar o capítulo, eu simplesmente tenho bloqueios severos quando a isso. Perdoem a minha pessoa ;-; Mas. Aqui estou u_u' (to tentando disfarçar de qlquer jeito, percebam, mentira não percebam, e finjam que isso nunca aconteceu :3) Aqui vamos, sejam seduzidos pelo demônio devasso Ciel Phantomhive. Boa leitura.

“-- Desça daí. O que faz aqui? Já achou alguma coisa?

–- Eu não estaria de volta se não estivesse feito meu trabalho bem feito, estaria? Agora me deixe arrumar seu pijama.

–- Não.

–- O que não exatamente? -- sua descida da altura foi um leve pisar felino.

–- Não, você não estaria aqui. E não precisaremos de roupas para minha recompensa.

–- Bocchan...?!

–- Você diz que tenho que me alimentar. -- caminhei a ele, erguendo-me na ponta dos pés, e mesmo sendo complicado alcancei seu ouvido esquerdo, colando minha bochecha na dele. -- Então, -- acariciei seus cabelos agora no lugar. -- estou faminto, mate a minha fome.

O vermelho vivo em seus olhos foi o tom na paleta de cores mais sexy que já me fora exposto.”

–- Yes My Lord. -- circulou com firmeza minha cintura, puxando a fita mal colocada em meu pescoço de forma que desfizesse seu laço. A mão hábil desabotoava cada botão encaixado fora da casa correta.

Conduzindo-o pela lapela do fraque, encontrei com a ajuda das costas dos joelhos do outro minha cama, e o fiz deitar, me arrastando sobre seu corpo, sem separar os lábios que ainda mantinham uma dança quase violenta. Meu quadril se movia de leve, para frente e para trás, sendo auxiliado pelo apertão do mordomo em minhas coxas e mais em cima.

Suas compridas falanges cobertas por luvas se introduziram por meu short fino, apertando diretamente meu bumbum, e gemi levemente com isso, sorriso entre o ósculo ainda não apartado. Segurei seus fios, levantei o queixo ao teto e lhe conduzi a entrega de meu pescoço que fora massacrado entre mordidas, chupões lascivos e estralados.

Como pude me esquecer do prazer que sentia ao meu entregar?! A pergunta rondava o vazio que por hora a cabeça imergia.

As mãos subiram por minha coluna, adentrando a camisa de linho já desabotoada expondo meu peito, que arrepiava não só por seus carinhos, mas pela fria ventania da janela. Auxiliei na retirada de suas muitas roupas, a luva tirada como sempre, por seus dentes, e as peças passando rapidamente por seus ombros e caminhando imediata para o chão. Empurrando com os próprios pés sapatos caíram da cama, e somente as meias residiram. Tomei a atitude de abrir o botão de sua calça, de fazer o zíper escorrer na direção contraria de fechamento, tento parcialmente a visão da boxer clara que fazia o trabalho de esconder o volume ali contido. Arrastei o short por minhas finas pernas, jogando-o para o lado de encontro às roupas do mordomo, nossos olhos se encontravam em brilhos literalmente demoníacos e famintos para dois amantes se consumirem de uma vez por todas. Não apenas em busca do dito amor, mas principalmente da carne e satisfação. Inclinei os braços para trás fazendo com que o moreno passasse a vestimenta por eles.

Desci sua calça e cueca juntos até a metade das longas pernas torneadas, não deixando de assediá-lo por onde quer que passe as minhas mãos, acariciando com a boca, mordendo, ou apenas roçando os lábios entre abertos. Seu olhar me indicava a tirar tudo, mas quem ele pensa que sou? Um idiota por acaso? Deixei as peças emboladas sobre o final do colchão, quase onde os pés do outro alcançavam. Estavam fora de seu corpo, em nada iria nos atrapalhar.

Voltei engatinhando por entre suas pernas, minha respiração já assoprava seu membro erguido no meio delas. O sorriso malicioso no rosto do outro, fora reflexo perfeito do que eu acabara de abrir para ele, quando segurei a base de seu falo com firmeza, movimentando a pequena mão apesar de tudo com destreza. Baixos e contidos gemidos eram conseguidos por mim, mas claro, não era o suficiente. Mais. Sempre a palavra que ronda. Aproximei os lábios em uma lambida sutil, provocante. Consegui um espasmo a mais nas pernas, estava melhorando. Não precisava de mais cerimônias, eu já fiz isso outras vezes. Apartei a boca, e abocanhei o máximo que pude. Uma risada prazerosa deixou a garganta do outro, sendo interrompida por um brusco gemido. Meu empenho não era lá essas coisas, “já fiz”, não significa “sou experiente o suficiente para ser considerado profissional.” Mas também não significa que não me esforçarei. Ainda mais quando quem está com você é um ser prepotente.

Suas mãos já jaziam em meus cabelos, prendendo os dedos com força suficiente para que eu sentisse suas unhas em meu couro. Fechei o olho do contrato quando fui bruscamente puxado para cima, sentia a saliva desfilar por meu queixo, a respiração não era correta. Sorri rindo, e o chamei com o olhar. A mão livre de fios apalpou-me, e perdi o fio da concentração. Pela cava da cueca encontrou meu membro diretamente. Seus lábios brincavam com minha orelha, vez ou outra com meu pescoço, ou senão meus mamilos eram alvos constantes, sem que sua palma frenética parasse de me torturar; finalmente aquele maldito pano estava fora de mim, e meu olhar apesar de mandão, era também suplicante, tanto a ponto de fazê-lo sorriso com o deboche em pedestais.

E assim sumi em mar de salivas e quentura de sua boca esperta. Um gemido alto não me fora contido, era perfeito do jeito que se fazia e sempre seria assim, feito para satisfazer. Abraçado as minhas duas coxas, mantinham os orbes escondidos nas pálpebras, deixando ainda mais toda aquela situação quente. Acariciei seus cabelos, deslizando os dedos por seu rosto, até que uma mordida pouco mais forte me fez estapeá-lo, e reprimi-lo com um forte guincho. Ainda assim ele sorria, sádico desgraçado.

Me deixei levar, sentindo seus dedos invadirem meus lábios e procurarem um líquido para facilitar sua entrada. Lambuzei-o, até que ele julgasse suficiente e se acometeu a adentrá-los em mim. Resmunguei baixo pelo desconforto inicial, ajudado pela veracidade de prazer que me arrematava a cada sugada mais empenhada no membro que quase já se derramava. Estremeci ao ser levemente tocado naquele ponto estratégico, e aí se iniciou uma cadência de tentativas de abafar a voz e movimentos certeiros.

O descontrole do beijo me provou o quanto me entreti nos primeiros prazeres, a tremedeira pelo quase orgasmo, e a sensação de sanidade drenada, e arrebatamento de volta a realidade com a dor excruciante da sua indelicada invasão após o leve roçar de seu membro em minha entrada. Agarrei suas costas, puxando as unhas em sua pele, ele gemeu reclamão. Os olhos se apertaram automáticos para impedir as lágrimas de transbordarem. Engoli o choro, eu não daria a ele esse gostinho. Concentrei-me em não deixar levar pelo que estava tomando conta de primeira.

Qual é Phantomhive, sabemos o que vem depois. Anime-se!

Me deixei envolver pelo beijo que parecia uma pequena distração para o incomodo presente. Remexi meus quadris de encontro a ele, recolhendo-se voltou num fundo impulso. Tomei fôlego em prol de não escandalar nos sons, e por isso apenas gemia contido em seu ouvido, abraçando seu pescoço em carícias pelos seus cabelos. Cruzei as pernas ao seu redor, suas estocadas iam ganhando mais força a cada volta. Gemíamos juntos, trocando beijos lascivos e famintos, procurando sempre por mais uma fagulha que aumentasse o prazer já proporcionado. Sua pele suada ecoava suada quando batia contra a minha em cada impulso constante. A cama tocando a parede atrás de si pelos movimentos bruscos que aconteciam sobre o colchão.

Afastando-se sem dizer ou demonstrar qualquer indicio de que o faria sentou sobre os calcanhares, o encarei, indagando motivos para tal atitude. E em tom mundo Sebastian silabou “De quatro, Ciel!”, só pude rir pelo nariz. Virando de bruços e erguendo os quadris em sua direção, torci meu pescoço de modo a vê-lo pôr cima dos ombros. Sua língua correu em todo o formato de sua boca, o olhar predador e animalesco, com os orbes ainda em tons de rosa. Inclinou-se distribuindo beijos a partir da base de minha coluna e subindo, alcançando minha nuca. A mão correu em meus fios, prendendo-se ali e puxando minha cabeça para trás. Envolvi seus lábios aos meus assim como meu interior o acolheu.

Firme, fundo e forte. Suas investidas vinham para a cada uma me fazer derreter mais na luxúria. Deitei a cabeça sobre o colchão, virando-a de lado para respirar, e também para que os gemidos ainda fossem audíveis ao outro. Seu tronco se alinhava a minha coluna. Com a palma serpenteando pelo meu ventre em direção ao membro que gotejava.

Clamei uma, duas, três, incontáveis vezes em tons nada categóricos à minha posição social. Apertei com força os lençóis já desforrados, tendo múltiplas sensações entorpecendo meu ser pouco a pouco, mas em velocidade cada vez mais alarmante.

Meus silvos não eram nada mais que palavras mal formuladas, tentativas falhas de manter a pose e continuar sendo quem demonstro na frente de todos. Cá entre nós, não há como fazer isso.

Mesmo que eu estivesse fazendo de tudo para aguentar um pouco mais o ápice de tudo isso, não deu certo. Meu interior se voltou contra mim, retorcendo-se, e senti as pernas tremerem, meus braços amoleceram por breves instantes, mas ainda conseguia me manter apoiado sobre eles em tempos do mordomo acabar o que começara. Mesmo com os dedos sujos de minha essência ainda continuava o manobrando entre os dedos, para então largá-lo e cravar suas dez unhas negras em minha bunda, fazendo maiores e mais fortes impulsos para alcançar seu topo que não estava muito longe e logo o alcançou.

Sua voz soou baixa, porém totalmente satisfeita quanto à situação. Reclamei para mim mesmo enquanto ele se retirava, senti o sêmen fazer caminho em minhas pernas, descansei o corpo sobre a cama ouvindo o estralar do lastro quando o outro deitou ao meu lado. Só então notei que estávamos no lado contrario da cabeceira; não havia mais aquela cor berrante em seu olhar, era termo e gentil a alheios. Toquei sua bochecha, correndo a ponta dos dedos por em direção a sua nuca, e alcancei seus lábios no beijo mais gentil da noite.

–- Gochisousama.* -- sussurrei, e ele sorriu sem dentes.

Minha respiração ainda não estava 100% regulada, meu peito subia e descia de leve, mesmo com a minha tentativa de disfarce deste.

Cada célula em meu corpo parecia disputar rally. Me sentia frenético e pronto para qualquer coisa. Por mais que a sensação do orgasmo estivesse presente.

–- Satisfeito?

–- Ainda há lugar para sobremesa.

Rimos, mesmo que tenha sido a piada mais boba possível. Estralei a língua ao pensar o porquê de termos feito o que fizemos, recompensa. Olhei para o teto, sentia o olhar do outro ainda sobre mim, e por isso o encarei também.

–- Estou com frio. -- o mordomo só faltou rolar os olhos, eu riria de sua situação.

Suas meias encontraram o chão enquanto caminhava para fechar as cortinas e a janela. Admirei suas costas, vendo as marcas das minhas unhas por toda ela, finos filetes de sangue aqui ou ali. Alçando o armário tirou de lá um lençol, já que esses seriam trocados quando eu me deitasse.

–- Deite-se e me conte o que encontrou.

–- Não vai deitar-se para o outro lado?

–- Não pense em particularidades numa hora dessas. Apenas me entregue um travesseiro.

E assim foi feito, em minutos estávamos em travesseiros ‘de cabeça para baixo’ na cama, e envoltos em um fino lençol esverdeado. Eu olhar curioso para Sebastian, já que antes de se deitar ele havia pego a parte de cima de seu fraque e retirado de lá um envelope cor de creme. Não havia selo, nem remetente, nem destinatário. E nem ao menos estava lacrado, sua aba estava comumente dobrada, a verdade era que aqui parecia vazio.

–- O que é isso?

–- Abra. -- sorria levemente, daquele modo que faz quando sabe que algo está para acontecer.

Franzi o cenho diante de sua atitude, e não demorando muito, abri, retirando seu conteúdo. Meus olhos arregalaram-se, o coração disparou em sentimentos diversos, o olhei assustado. O que isso fazia na mansão do Trancy?!

Notas finais
*Gouchisousama deshita. = obrigada pela refeição, depois de acabar de comê-la ~ ~ Queria ter posto o deshita, mas ia ficar estranho já que em japa é tudo junto e talz. Mas é isso. s2 Gostando desse Ciel, in love com ele. E in love com a III tempo. Desejando ver a atuação de mai babi Grell diva S2 (detesto esse coração, mas pôr o outro o nyah fica de poutaria e corta a nota no meio. ~~ dahora a vida.) Bem, quanto a coisa que o ciel se refere eu queria ter colocado logo, mas aí eu iria continuar a escrever, escrever, escrever vidas, e não iria postar nunca ~|~ sou uma pessoa bem competente. ;-; Mas ~~ Até o próximo amores. S2