Seu Mordomo, Amor Secreto
8 Seu mordomo, Yes Your Highness
Notas iniciais
Vish eu demorei :p gomen ne! >___
Eh que quando chegou no meio para o fim do capitulo eu fiquei sem saber como completar '-' direto isso me acontece :p perdoem a minha imaginaçao, as vezes ela eh uma idiota T^T
Mas tudo bem deixando isso de lado... Nos temos a ilustre, ou nao, participaçao do Claude durante todo esse capitulo '-' (velho eu nao gosto dele ¬¬)
No finalzinho tem Sebby ~|~
Ah u_ú boa leitura o/
Ouvi ao longe o som das cortinas se abrindo e uma voz ecoar chamando-me.
–- Bom dia, Danna-sama.
Abri meus olhos e encontrei a figura pálida e sem expressão de Claude. Sentei na cama e recostei-me na cabeceira.
–- Deseja que eu traga o café da manhã para cá?
–- Sim... -- falei sonolento.
–- Então com licença. -- se dirigiu à porta.
–- "Sebastian..." -- apertei os lençóis entre os dedos.
Não demorou para que o mordomo trouxesse meu café. Serviu-me uma raza xícara de chá acompanhado de brownies. Enquanto eu comia um incomodo tomava conta do ambiente ao meu redor. Enquanto eu comia Claude não parava de me olhar. Ele era pior que o Sebastian. Por mais enigmático que o meu mordomo fosse ele ao menos de vez em quando dava um sorriso, mesmo que com um "quê" de ironia, mas ao menos de vez em quando expressava algum tipo de sentimento em sua face.
–- Tenho algo de errado em meu rosto? -- virei o olhando.
– Não. -- falou seco.
–- Então por que não para de me olhar?
–- Estou tentando imaginar o sabor de sua alma.
–- Como é que é? -- espantei-me pela sinceridade.
–- Estou tentando entender o motivo que fez o demônio que você chama de Sebastian, um dos mais poderosos se não o mais poderoso dos demônios se render tão fielmente a sua alma e você. -- curvou as costas ficando de frente para mim. Seu hálito roçava de leve em meu rosto.
–- Não acho que isso seja da sua conta. Além disso, você já tem o Alois.
Pausei a xícara e o pires sobre a bandeja em meu colo.
–- Tem razão. Me desculpe pela invasão. -- se afastou, ajeitou os óculos no rosto e retirou a bandeja de cima de mim.
Retirei o lençol de minhas pernas e sentei na ponta da cama. Indo até o armário pegou minhas roupas, na gaveta as meias e se voltou para mim. Ajoelhando-se a minha frente suas mãos vieram aos botões da minha camisa tirando de suas casas cada um, meu peito logo ficou exposto para ele, que cobriu com uma nova peça de roupa. Fiquei de pé, meu short foi tirado e um rubor tomou conta de minha face. Era a primeira vez que eu ficasse daquele jeito para outro que não fosse Sebastian. Mas logo minhas partes de baixo foram cobertas por um novo short. Sentei-me novamente e estendi minhas pernas para ele.
Meus pés foram tomados nas grandes mãos do mordomo, que correu os dedos em toda a extensão de minha perna até o joelho.
–- O QUE PENSA QUE ESTÁ FAZENDO? -- forcei a perna que ele segurava para frente chutando seu peito para que ele se afastasse.
Claude massageou o peito de leve, ajeitou o terno, consertou os óculos e voltasse aos meus pés.
–- A textura de pele é tão macia que eu simplesmente não resisti. -- falou enquanto colocava a meia em minha perna.
–- Limite-se apenas a me vestir! Não te dei ordens para que fizesse nada, além disso! "Se ele já está passando dos limites ao me vestir... Só espero que ele não faça nada parecido ao me dar banho!!".
Levantando-se curvou-se de leve, abaixando só um pouco a cabeça.
–- Perdoe-me pelo estrapolamento sem ordens.
–- Que seja. Pode sair. -- pegando o carrinho ao lado da cama seguiu para fora do quarto.
–- "Fico me perguntando se eu realmente fiz o certo em trocar de mordomo... Mesmo que por somente um dia. E o que será que o louco do Alois está fazendo com o Sebastian... Ele pode estar fazendo de tudo com aquele demônio, menos transando com ele!" -- cerrei os punhos.
Saí de dentro meu quarto. Segui para a biblioteca. Passando os dedos por entre os inúmeros livros a minha altura peguei um de título "The Mortal Instruments". Sentei na poltrona mais próxima a grande janela. Comecei a folhear o livro.
As folhas passavam diante de meus olhos, meus olhos corriam em cada letra, as frases mais simples se tornavam as mais complicadas de se entender. Visivelmente minha mente não estava ali. Eu não tinha nada melhor para fazer, então folhear aquele livro era o melhor que eu teria no momento, ao invés de ficar pensando nas insanidades que o Conde Trancy estaria fazendo a Sebastian.
Após folhear umas dez páginas meus olhos se prenderam a uma palavra em toda a folha. Tinha tantas palavras... E eu tinha que notar logo aquela? Sebastian... Era essa a palavra a qual meus olhos se prenderam. Nunca imaginei que Ele me faria tanta falta.
A hora do almoço chegou e eu ainda estava folheando o livro lentamente. Vendo por diversas vezes o mesmo nome que ronda minha cabeça.
–- Danna-sama, o almoço está servido. -- Claude bateu e entrou.
–- Estou indo. -- fechei o livro, o pus sobre a mesa de centro e segui para a sala de jantar.
O almoço passou. A comida era boa, admito. Mas não se comparava ao sabor da que Sebastian preparava. Pegando o guardanapo limpei meus lábios e me retirei da sala de jantar.
–- Bocchan, está tudo bem? -- Finny perguntou quando eu estava passando pelo corredor em direção ao meu escritório.
–- E por que não estaria?
–- O senhor parece tão... Tão triste... Ou talvez preocupado. -- olhou para os lados ao completar a frase.
–- Eu? Triste? E por qual motivo?
–- Nada, nada. Talvez tenha sido somente um engano meu. -- sorriu coçando a nuca, disfarçando a sua vergonha.
–- Preste mais atenção nas coisas antes de tomar conclusões precipitadas.
–- S-Sim, Bocchan.
Virei-me e prossegui meu caminho.
As horas de hoje, assim como naquele dia em que deixei Sebastian sem regras, parecem se arrastar. O relógio demora séculos, aparentemente milênios, para dar a badalada da próxima hora. Que saco! O dia de hoje parece ter 48 horas. Só estou a sentir falta dele por que sei que ele não está aqui. Por que eu sei que no momento ele não é meu mordomo, é por isso que eu o quero! E quero agora! Mas eu tenho que aguentar! Não vou dar ao Trancy o gostinho de mandar o Claude, com o recado de que eu quero o Sebastian de volta. Não! Eu vou esperar, nem que isso pareça à eternidade, eu vou esperar. Não vou me render aos meus próprios caprichos de querer tê-lo por perto. Se eu não tivesse admitido os meus sentimentos para mim mesmo isso provavelmente não estaria acontecendo. Ou estaria e séria agora que eu perceberia o que sinto? Se seria assim ou não eu não sei... Só sei que agora eu tenho que resistir!
Eu quero gritar. Abrir a maior janela da mansão e gritar: "Sebastian, venha! Isso é uma ordem.". Mas eu tenho que me policiar e me deixar só na vontade. Devem faltar poucas horas. O sol já está mais fraco e começa a se pôr por detrás das montanhas fazendo com que a lua já queira dar suas caras.
–- Danna-sama. -- eu estava tão envolto em meus pensamentos que nem ouvi as batidas dele na porta. -- Deseja algo para comer?
–- Não. -- nem desviei meu olhar do jornal para encara-lo.
–- Mas você não comeu direito no almoço. Deveria comer algo.
–- Não estou com fome.
–- Então irei trazer-lhe um chá.
Não lhe respondi, mas ele entendeu meu silêncio como um aceno positivo para que ele trouxesse a bebida. Não demorou para que ele voltasse. Servindo o chá, repousou a xícara sobre a mesa a minha frente. Com os olhos por cima das folhas do jornal o observei.
Ele me olhava em silêncio, os seus lances de olhares são piores do que os de Sebastian, a sua aura de demônio nem em sua forma humana o deixa. Já está impregnada em sua carne.
Abaixei o jornal e segurei a xícara, mantendo abaixo dela o pires. Um leve gosto doce se dispersou em minha língua, sendo seguido por um leve amargo ao se dissolver completamente.
–- Delicioso. -- sussurrei.
–- Obrigado. -- levou a mão ao peito e curvou levemente a cabeça.
(...)
O relógio bate exatamente 21 horas, 37 minutos e 47, 48, 49... Segundos. Estou na sala de visitas, encarando o relógio e vendo suas lentas badaladas.
Tic — Tac — Tic — Tac
O som já se tornará irritante e repetitivo. Estou a mais ou menos duas horas aqui, em silêncio, somente ouvindo o soar do badalo do relógio.
–- Bocchan... -- ouvi ao longe a voz do Sebastian.
–- Sebastian! -- me assustei e olhei para os lados, somente vi Claude adentrando a sala.
–- Não, sou Claude. -- ajeitou os óculos. -- Sonhando acordado com seu mormodo, Danna-sama?!
–- Não seja tolo! O que veio fazer aqui?
–- Vim avisar que o banho já está pronto, e se o senhor demorar mais a água irá esfriar.
–- Que seja, já estou indo. -- falei enquanto andava em direção à porta. Claude me deu passagem, antes que eu saísse completamente de dentro da sala olhei pelo canto de meus olhos a hora: 21 horas, 41 minutos e 25, 26, 27... Segundos.
Seguimos para meu quarto e adentramos o banheiro.
Admito eu estava um pouco tenso... Era a primeira vez em tanto tempo que alguém, além do Sebastian, me veria nu, e me daria banho. Uma sensação estranha tomou conta do meu corpo ao lembrar disso. Era como se aquilo fosse errado, mas também tinha que se feito. Porém não fosse uma obrigação.
Me aproximei da banheira e esperei Claude seguir até próximo a mim.
Se aproximando desfez o nó do fino laço em meu pescoço. Retirou lentamente o casaco, desabotoou a fina blusa branca, seus olhos correram sobre minha pele branca enquanto suas mãos deslizavam devagar a roupa para fora de meu corpo. Ajoelhando de uma perna a minha frente, apoiei meu pé esquerdo sobre seu joelho elevado, desfazendo o nó de minha bota colocou-a para fora, logo depois retirando a meia, seus dedos enquanto seguravam a borda da meia roçava de leve sobre minha perna, seu toque é delicado, mas não tem comparação com o do Sebastian. Finalmente acabando fiz o mesmo com o outro pé e ele repetiu a ação. Ainda se mantendo abaixado subiu a mão até o cinto em meu short, abrindo a fivela o retirou. Abriu o botão lentamente e desceu o zíper. Cruzei meus braços por cima do peito. Meu short foi retirado, só faltava a minha boxer. Segurando as barras dela, a desceu lentamente ao longo de minhas pernas.
–- Achei que iria demorar mais. -- falei enquanto entrava na banheira.
–- Eu fiz o mesmo procedimento que faria com o Alois Trancy.
–- Mas eu não sou o Trancy, sou Ciel, Ciel Phantomhive.
–- ... -- ele permaneceu calado.
–- Não está preocupado com o seu Trancy?
–- Deveria?
–- É o Sebastian que está lá...
–- Ele não teria coragem de machucar a minha alma.
–- Acha mesmo? É do Sebastian que estamos falando.
Terminamos o banho no mais profundo silêncio.
Me enrolando assim que sai da banheira, me levou até o quarto. Vestindo minha roupa de dormir. Finalmente, em breve, Sebastian estará de volta.
–- Boa noite, Lorde Ciel Phantomhive. -- falou enquanto fechava a porta.
Ao ouvir o som da tranca, o relógio deu sua badalada. 22 horas da noite... Faltam apenas duas horas até ele estar de volta.
Sentei, recostando-me na cabeceira da cama. O tempo passou... Felizmente já eram 23 horas.
Meus olhos queriam se fechar, não é de meu costume ficar acordado até tarde da noite.
Enquanto eu olhava o "nada" por meu quarto, o tempo passou. Meus olhos estavam pesados e se fechavam lentamente a cada segundo que se passava.
–- Isso é hora de criança estar dormindo, Bocchan. -- abri meus olhos de vez, os arregalando. -- Sentiu minha falta? -- seu hálito rondava meu rosto.
–- Não faça perguntas bestas.
–- Então por que se esforça para se manter acordado? Estava a minha espera, certo?!
–- Cala a boca! -- cerquei seu pescoço com meus braços e selei meus lábios nos dele. Deslizando minha mão em seus cabelos negros, enquanto a outra apertava de leve seu paletó. Seus braços abraçaram meu corpo, me puxando e colando nossos peitos. -- Bem vindo de volta, Sebastian. -- olhei em seus olhos escarlates.
Notas finais
-- SIM! -- gritos!
o_o' vish
Quem sabe no proximo eu nao continue dessa parte e faça um capitulo soh lemon?! *-*
Ateh o proximo! o/
'3' Kissus
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