Seu Mordomo, Amor Secreto

9 Meu mordomo, Bem Vindo de Volta


Notas iniciais
Yooo ~|~
~le eu appears again ~|~
u_ú perdao pela demora, mas eh que eu nao sabia bem como fazer esse capitulo '('-')/' Ou talvez eu estivesse apenas com vergonha de escrever outro shota ,_, ah sei lah...
Soh sei que a partir desse capitulo eu vou passar a atualizar a fic ou nas sabados ou nos domingos :3 eh bem melhor para mim, pq ai nao tenho que ficar correndo para escrever, nem em desespero pq ainda nao consegui postar --'
(#'---'#) talvez o real motivo tenha sido vergonha e falta de criatividade, afinal eu nao sabia se colocava um Sebastian carinhoso por estar de volta ou o de sempre ,-, isso complicou um pouco a minha mente, mas esse foi o resultado :3
Boa leitura o/

–- Você está cheirando a aquela mansão... -- tirei a parte de cima da sua roupa. -- "Eu não achei que fosse sentir saudades de você, por isso aceitei a troca, mas nem você e nem ninguém precisa ficar sabendo disso."

Sebastian ainda permanecia inclinado sobre a cama e sobre mim. Mas a posição não era cômoda nem para mim e muito menos para ele.

–- Bocchan, meu primeiro trabalho estando de volta à mansão é limpar as marcas que as patas daquela aranha fez em seu corpo. -- ergueu o corpo e ficou a me observar de cima. Levantando a mão, levou o dedo indicador a boca, e retirou a luva com seu gesto habitual. A luva deslizou leve pelo ar até encontrar o chão, mas esta não ficou sozinha, logo a outra a encontrou. -- E então, Bocchan, ele tentou algo? -- apoiando um joelho e as mãos no colchão aproximou o rosto do meu na expectativa da resposta.

–- Se eu disser que seus toques não foram além do que o de empregado deve ir estarei mentindo. Mas por mais que ele me tentasse eu não iria sucumbir as suas provocações. Já basta um demônio tomando conta de meu corpo. E você, Sebastian, o que fez com o Trancy?

–- Fui submetido a uma sessão de tortura por recusar transar com o Trancy. Devo dizer que o estalar do chicote poderia ser ouvido em toda a mansão.

–- Então você esta ferido?

–- Bocchan... Acha mesmo que eu aparecia desse jeito aqui? Minhas feridas ficaram na mansão do Alois. -- levou à mão a blusa do meu pijama, começando a lentamente descasar cada botão um a um com uma mão.

Seus olhos escarlates se prendiam a cada pequeno pedaço de minha pele branca que ia aparecendo lentamente. O quarto parecia estar ficando abafado, a grande janela estava fechada, era como se eu estivesse tendo um ataque de claustrofobia, mas sem a ansiedade de sair daquele lugar, minha respiração estava pouco alterada, não seria qualquer um que perceberia isso, meu coração estava batendo mais rápido, partes especificas de meu corpo formigavam, e essas partes eram sempre as que os dedos do mordomo havia passado. Sua mão passava lentamente por meu peito, dedilhado cada pequeno pedaço de pele, indo à barra de meu short, deslizando por minha coxa, me causando espasmos e arrepios.

Inclinando o corpo sobre o meu mordiscou de leve a ponta da minha orelha, sua língua ávida foi deslizando em minha pele até meu pescoço. Fechei meus olhos para aproveitar o leve toque de seus lábios se prensando contra ela. Ficando sobre mim deixou que o peso de seu corpo se caísse sobre o meu, enquanto sua boca ainda residia em meu pescoço. Levantando a cabeça encarou meus olhos. Aproximando-se lentamente tomou meus lábios outra vez.Sua mão deslizava suavemente em meus fios.

Admito que eu estava tendo uma batalha interna. Eu não sabia se deixava aquilo continuar ou se o repreendia por eu não ter dado ordem nenhuma para que ele fizesse algo daquele tipo. Droga de confusão. Na minha cabeça eu estava totalmente relutante, mas já não poderia dizer o mesmo sobre o que eu demonstrava. Minhas bochechas coradas e os baixos gemidos aos toques daquele demônio era o que dava a ele cada vez mais liberdade, mesmo sem necessariamente uma ordem ter sido dada.

Minha blusa já não estava mais em meu corpo e as partes de cima da roupa do mordomo também não. Seus sapatos já estavam longe e brevemente seriam meu short e boxer, juntamente com as calças e boxer de Sebastian.

–- Bocchan, o senhor não me respondeu se sentiu minha falta!? Ou devo interpretar o beijo como um sim?!

–- Pense o que você quiser. -- Nunca em minha vida que eu iria admitir estar com saudades dele.

Deslizando os dedos pelos lados de meu corpo, segurou o cós de meu short e começou a movê-lo em direção a fora de meu corpo. Minhas pernas se contorceram involuntariamente como que para proteger meu sexo. Sebastian me olhou com cara de quem não entendeu a minha ação.

–- Bocchan?

–- Está tudo bem, foi apenas um ato involuntário. -- tentei parecer relaxado. Mas a verdade é que me corpo por dentro esta totalmente tenso, afinal só fizemos uma coisa dessas a um curto período atrás e foi por mera curiosidade minha em saber o que ele faria se fosse liberado das regras, e agora eu tenho plena consciência, não que antes eu não tivesse, mas agora eu realmente sei o que estamos prestes a fazer, novamente.

É uma sensação estranha, desconfortante, e ao mesmo tempo tentadora a querer mais. Um sentimento confuso e bipolar. É como se eu quisesse, mas tivesse medo de seguir em frente. Mesmo sabendo de tudo o que vai acontecer. Mas ele não para, também quer satisfazer seus desejos e continua a me atiçar, tocando de leve a minha intimidade, mordendo meus mamilos.

Ele próprio é o pecado, talvez seja por isso a dificuldade tamanha em resistir a algo tão tentador e luxurioso.

O deslizar da sua língua sobre meu membro cortou completamente a minha ligação com os pensamentos e mundo real. Meu coração estava gritando, mas como não tem voz usa as disparas para se manifestar. Parece que eu vou infartar de tão rápido que esse músculo bate. Intensas descargas elétricas brincar de correr por meu corpo, minhas mãos se agarram com firmeza as vestes do colchão, minhas costas não tocam a cama, pois estão arcadas para cima pelo prazer. Por esse momento eu já perdi a completa habilidade de falar, e assim não posso fazer com que ele pare. Talvez ele tivesse percebido a minha confusão e para evitar que eu o interrompesse tratou logo de fazer algo que limpasse a minha mente.

Minha boca se abria para puxar ar, mas ao invés de entrar a única coisa que saiam era baixos gemidos, acompanhados de ofegos e tentativas de recobrar a consciência perdida na luxúria.

Dois dedos invadiram a minha boca, isso se apresentou como um dejà vú. Cerrei meus lábios sobre eles, deixando minha língua correr por toda a sua extensão.

O campo de visão que eu tinha, apesar de toda a nuvem de prazer que a deixa turva, sobre Sebastian era tão sexy e excitante que o shinigami vermelho teria orgasmos só de vê-lo assim; seus olhos cerrados, somente de boxer branca deixando evidenciar tudo, seu corpo de quarto sobre o de uma criança já não mais inocente, o traseiro levemente arrebitado. Que bom que não há ninguém para vislumbrar essa cena e contar quantas formas de pecado estamos cometendo em cima dessa cama.

Sebastian estava sobre mim, seus olhos de brilho escarlate se prendem aos meus azuis, enquanto aquele infeliz sorriso, ao qual eu não sei o significado, dança sobre seus finos lábios. Nós ainda não havíamos proferido nenhuma frase ou palavras para o outro somente o silêncio de Sebastian e o baixo tom de meus gemidos se ouvia entre nós.

Quando seus dedos foram retirados de minha boca, seus lábios tomaram seu lugar. A forma erótica e vulgar de se beijar foi apenas uma maneira de tentar amenizar o desconforto ao me invadir com um dedo. Acabei mordendo o lábio do mordomo, que apenas separou-os dos meus e passou a língua sobre o pequeno ferimento e o pouco de sangue que saía dele.

–- Você havia me dito que eu acostumava...

–- Oras Bocchan é apenas a sua segunda vez. E se o senhor não quer sentir dor nem durante e nem depois não podemos fazer hoje e outra vez mês que vem -- aproximou os lábios de meu ouvido -- Isso teria que virar rotina. -- o tom da última palavra soou sensual.

Segurando meu braço puxou meu corpo para colar no dele, e quando eu achei que nossos lábios iriam se tocar novamente meu corpo foi virado de quatro. Minha cintura era segurada firmemente, a respiração do moreno assanhava os cabelos de trás da minha orelha, uma lambida em meu lóbulo e eu o senti começar a me invadir. Curvei minhas costas para trás em sua direção. O grito estava engasgado em minha garganta, portanto a boca aberta somente saía vento.

As idas e vindas começaram lentas, mas firmes. Seu quadril se encontrava com o meu em um estalo e logo depois recuava. A cada segundo e a cada encontro o tempo entre eles diminuía, já era mais forte, mais violento. O encontro de nossas peles ecoava sonoramente pelo quarto. O suor já percorria nosso corpo em gotas grandes e grossas. Cerrei meus dedos sobre a fronha do travesseiro. Eu estava fazendo de tudo para não berrar, mas tenho quase certeza de que pouco do meu esforço não estava sendo em vão.

–- Eu não estou te ouvindo direito, Bocchan. -- alinhou as costas nas minhas e sussurrou em meu ouvido. -- Talvez eu não esteja fazendo direito. -- por um breve momento parou de estocar. Puxei o ar com força para os pulmões, mas eles logo se esvaíram quando um funda e forte estocada me acertou. O que antes estava preso em minha garganta finalmente se soltou. E sem egoísmo veio trazendo atrás de si mais dele.

–- S-Sebas... Chan... -- afundei meu rosto no travesseiro na tentativa de esconder meu rosto e abafar meus gemidos.

Tudo bem que eu não seja casto, afinal entreguei minha alma a um demônio, mas eu tenho a minha vergonha. E mostrar a ele o quanto que meus olhos demonstram o tamanho de meu prazer e o meu rosto agora tem a fisionomia da pura luxúria não é a coisa mais cara de pau do mundo, eu ainda tenho o meu orgulho.

Mas temo que isso não fosse durar muito tempo. Deslizando a mão por meu corpo encontrou meu membro por seu caminho, o escondendo entre os dedos foi o estimulando lentamente.Os dedos do maior já se encontravam novamente em minha boca. A saliva escorria por meu queixo, o meu membro latejava na mão do mordomo, minha entrada sugava cada vez mais o membro de Sebastian. Estávamos transbordando em perdição. A cama já rangia alto e acompanhava os movimentos para frente e para trás. Por fim minhas pernas bambearam, meu corpo tremeu e um único gemido se fez ecoar. Melei os dedos do mordomo e meu interior fora preenchido.

Desabei na cama, respirando pesado e com os olhos semicerrados. Sebastian soltou meu quadril e se deitou ao meu lado. Se levantando novamente me levou carregado até o banheiro. Me dando um breve banho, somente para limpar a sujeira que era visível, me levou de volta para a cama.

–- Boa noite, Bocchan. Agora esta livre da sujeira das patas daquela aranha. -- se despediu comuma pequena caricia em meus fios, um rápido selinho em minha testa.

–- "Estou livre da breve sujeira da aranha, e a sua, corvo, como eu faço para limpar?! Já está tão impregnado, tão encardido..."– o baixo bater da porta foi à última coisa que eu ouvi antes dos sonhos possuírem minha mente.

Notas finais
~|~ o capitulo foi puro lemon ,_,
Ah va quase 2000 palavras soh de perverção ,_, vish preciso me tratar...
u_ú mas se eu me tratar nao vou mais escrever o que eu gosto, tao deixa quieto! u_ú
Ah verdade, notaram a mudança de capa? Pois eh jah eh a segunda ou terceira vez que eu mudo, mas dessa vez jah eh definitivo o/ eh seriou!
Teh o proximo capitulo o/
'3' Kissus