Seu Mordomo, Amor Secreto
4 Seu mordomo, Sem regras
Notas iniciais
(~*-*~) ~le eu morrendo de vergonha.... Ai, ai... Esse eh meu primeiro lemon Shota >.<'
Caramba >.<"
'----' me perdoem se tiver um pouco estranho tah?! Eh que eu naum tenho costume nenhum de fazer lemons com crianças >.<'
Mas.... Eh neh?! '-' tipo assim (#'-'#)
Sei lah.... Tah ai meu primeiro Shota u_u'
Boa leitura
–- Sebastian!
–- Sim?! -- continuou a servir o chá sem nem ao menos levantar o olhar para mim.
–- Está noite.
Entregou-me o chá matinal e sorriu.
–- Como desejar. -- o sorriso se desfez enquanto ele se ajoelhava logo começando a colocar as meias em meus pés.
–- "Por que não esboça mais nenhuma reação? Eu quero saber o que você pretende fazer ou ao menos um pouco do que você pensa. Não nego a mim que estou um pouco aflito e inseguro sobre o que pode acontecer."
–- Se não beber o chá logo ele irá esfriar. -- falou baixo terminado de encaixar os sapatos em meus pés.
–- Eu sei. -- levei a xícara aos lábios. -- "E se eu me arrepender?!"
Já me arrependi de ter dito aquilo a ele. Mesmo sabendo que foi totalmente sem querer.
O chá de cor escura dissolveu sua última gota em meus lábios. Tomando de minhas mãos a xícara e o pires saiu do quarto.
A confusão dominava a minha mente, mas eu havia me decidido. E não vou voltar atrás com o meu pensar.
~Almoço~
A mesma coisa. Suas expressões eram sempre as mínimas possíveis. Acho que nem ligando para essa ordem ele está. Mas se realmente for isso é bem contraditório, já que ainda ontem ele me perguntou sobre isso, não creio que suas expectativas estejam tão baixas, mas garanto que não estão tão altas quanto as minhas que se elevam a cada vez que o relógio da suas badaladas.
Que tensão, que ânsia. Essa sensação de agonia e medo misturados. Ah que desespero...
–- "A única certeza que eu tenho é que não irei morrer... Ainda não está noite..."
As horas se arrastam, parece até que estou preso no tempo. Maldito Chronos*.
*Chronos na mitologia Grega é o Deus do tempo, por isso a referência.
Finalmente a noite se aproxima... E a minha apreensão só aumentou com isso.
Já em meu quarto a brisa úmida da noite ultrapassa minha enorme janela bagunçando meus cabelos e me fazendo cerrar os olhos para aproveitar a frieza.
–- Sebastian. -- o chamei. Coração disparado.
E de modo silencioso ele já estava lá.
–- Bocchan?
Virei e o mirei, retirando em seguida meu tapa olho.
–- Sebastian, é uma ordem. Essa noite, somente está, você estará livre para fazer o que bem entender comigo! -- uma brisa mais forte invadiu o quarto movimentando todos os panos e nossos cabelos.
Seu rosto ainda não tinha expressão. Que droga!
–- Yes, my lord. -- ajoelhou-se, abaixou um pouco a cabeça e se manteve lá. Levantando somente os olhos me fintou com um sorriso sacana entranhado nos lábios.
Uma velocidade, invisível a olhos humanos, eu estava sendo imprensado contra parede atrás de mim, próxima a janela.
–- Sebastian! -- me debati e procurei o chão com os pés.
–- Calado!
–- O que pensa que está fazendo?
–- Não tenho regras. Mas se você quiser eu paro agora. -- mordiscou a ponta da minha orelha, bem próximo ao meu brinco.
–- Você sabe que eu não volto atrás das minhas ordens.
–- Eu já esperava isso da alma que quero devorar. -- lambeu os lábios. -- Ah Bocchan, esse pequeno e imaculado corpo virgem. -- começou a desfazer o laço em meu pescoço enquanto cheirava em uma longa aspirada meu pescoço. -- Esse seu perfume...
Carregou meu corpo e me deitou na cama.
Os seus olhos estavam carregados de desejo, chegavam a serem assustadores. Me arrepiavam. Um arrepio incrivelmente bom, vindo do fundo da minha alma percorrendo todo o meu corpo.
Ainda de pé ao lado da cama começou a retirar suas luvas do seu sensual modo habitual.
Sentando a minha frente abriu minhas pernas e se encaixou entre elas.
Sua mão veio aos botões da minha blusa os descasando um a um.
–- O que vai fazer?
–- Não é óbvio? Ou você é tão inocente a ponto de não saber?! -- sorriu. -- Mas já que essa sua cabecinha não imagina coisa impuras eu vou lhe dizer... Vou deixar minha marca mais intima em você. -- correu a língua em minha bochecha. Seus dedos correram sobre meu corpo quase nu indo até a barra da minha cueca.
Uma brisa fria vinda da janela ainda aberta me arrepiou.
Carregando meu corpo me pôs sentado sobre seu colo.
–- Está sentindo, Bocchan? -- me remexi suavemente em seu colo tentando me acomodar e com isso senti algo cutucar minha bunda de leve. -- Tenho que ter um controle enorme para não fica assim toda vez que te dou banho. Que ridículo isso vindo de um demônio. Mas a sua manipulação corporal silenciosa sobre mim, me excita! Aflora os meus piores sentidos demoníacos.
Segurando meus cabelos com um pouco de força deixou que minha cabeça tombasse um pouco para trás e sugou a pele alva do meu pescoço.
–- Hum. -- deixei escapar sem querer.
Seus olhos vermelhos encontraram os meus azuis. Que perdição.
Eu estou receoso. Mas se foi eu quem deu a ordem... Parece até que eu gritei:
–- Sebastian me possua!!
Já que esse é o desejo dele e mesmo reprimido é meu também, por que não me entregar?
Seus dedos se afrouxaram em meus cabelos partindo para uma pequena carícia, aproveitei-me disso e me aproximei lentamente entreabrindo os lábios no caminho deixando um pequeno espaço entre um lábio e outro. Espaço que fora preenchido pelos do mais velho que juntaram aos meus.
Doces... Assim como seu hálito.
–- Tire a minha roupa, Ciel. -- sussurrou.
Ele vai me fazer de empregado?
E dizer meu nome?! Que provocação. Só poderia vir de um demônio mesmo.
Tirei a parte de cima de sua vestimenta deixando seu tórax bem trabalhado exposto ao relento que entrava em meu quarto.
–- Isso, continue. -- esse sorriso dançando em seus lábios. Deboche?!
Segurei o zíper da sua calça e comecei a guiá-lo para baixo, colocando em seguida sua calça para fora do corpo. Não pude conter o crescimento de meus olhos quando eles encontraram o volume que se escondia por baixo de sua boxer. Meu rosto ficou corado, eu podia sentir minhas bochechas queimarem.
–- Não precisa ter vergonha. -- levantou meu rosto por meu queixo. -- Não perca tempo e faça, você sabe do que estou falando. -- sua voz saiu doce e autoritária.
Engoli minha saliva que desceu fazendo um nó pela minha garganta.
Tirei sua boxer.
Oh my Zeus.
–- O que tá esperando, Bocchan? Tenho toda a madrugada aqui com você. Não tenho um pingo de pressa. -- notei que o tom de sua voz se elevará um pouco.
Será que ele pode ter um pouco de calma? Eu não faço ideia direito do que devo fazer, do que estou fazendo... Mas não lógico que ele quer saciar logo seus desejos.
–- "Vai, Ciel. Você é um Phantomhive, o que será de você se não puder fazer ao menos isso?" -- Maldita consciência.
Fechei os olhos e aproximei "daquilo".
Abri minha boca lentamente encaixando somente em cima. Deslizei minha língua em um movimento circular, sugei como se fosse um pirulito. Talvez assim ficasse mais fácil para mim. Apesar da minha nula experiência até que estava sendo causados melhores do que os esperados por mim.
–- Ah Bocchan... -- passou a mão em meus cabelos.
Sua cabeça estava jogada para trás e sua boca arfava baixinho. Eu nunca havia visto "Esse" Sebastian.
Deixei minha cabeça ir cada vez mais fundo, eu o sentia tocar quase a metade de minha garganta, me fazendo até ter um pouco de ânsia de vômito.
–- Não seja guloso, Bocchan. -- retirei minha boca, um pouco de saliva escorreu dela melando meu queixo, passei o dorso da minha mão para limpar. -- Você já se esforçou demais, deixe-me fazer algo também.
Me empurrou na cama e já foi logo retirando minha cueca.
–- SEBASTIAN! -- pôs meu membro que pulsava intensamente na boca.
Ele sorriu. Já não bastava ele ser bom nas atividades domesticas?!
Sua mão veio em minha boca dois dedos dele deslizaram para dentro dela abafando mais os sons de meus gemidos.
Retirando os dedos e os deslizou sobre meu corpo indo de encontro a meu bumbum. Os lugares onde os dedos dele correram brilhavam levemente em saliva. Chegando ao destino senti um dedo se forçar para dentro. Se só um dedo de tamanho mediano já doía imagina quando não fossem seus dedos.
–- Podemos parar por aqui. Bastar ordenar. -- deitou sobre meu corpo e sussurrou em meu ouvido.
–- Eu já disse... Eu não volto atrás do que eu digo! -- tentei ser o mais firme possível com a voz, afinal meu corpo todo tremia.
–- É incrível como ainda consegue ser firme desse jeito depois de uns minutos disso. -- deslizou a língua sobre os lábios e os dedos.
Virou meu corpo de costas e empinou meu quadril.
Senti seu membro roçar de leve minha entrada, apertei meus olhos e fechei minha boca na fronha do travesseiro.
Começando a se forçar para dentro, gritei um grito mudo.
Doeu e doeu MUITO. Parecia que eu estava sendo arrombado, aberto com toda a brutalidade, dilacerado, multilado, rasgado ao meio com uma faca cega, meus músculos estavam sendo dilatados da maneira mais dolorosa que se podia imaginar, ele entrando em um lugar tão pequeno com aquilo tudo estava sendo... Terrível, mas ao mesmo tempo prazeroso. Digamos que seja até masoquismo meu. Mas os gemidos de prazer que Sebastian soltava só por ter conseguido entrar e se acomodar estava invadindo meus ouvidos e me deixando até satisfeito de certo modo.
Não pude evitar deixar uma marca de mordida em meu travesseiro e umas lágrimas escapar de meus olhos. Minha boca buscava ar incansavelmente. Não tinha maneira de disfarçar aquela dor.
–- Sebastian... Dói... Muito... -- deitou-se sobre minhas costas e acariciou minha bochecha retirando de lá minhas lágrimas.
–- Ai Bocchan sempre me surpreendendo, estou surpreso que tenha aguentado. Você é virgem e muito apertado. Não sabe o trabalho que deu.
–- Cala a boca! -- cerrei os punhos.
Fui virado de frente.
–- Por que fez isso? -- me assustei, seria vergonhoso olhar em seu rosto enquanto fazemos algo tão sujo.
–- Porque eu quero ver esse seu lindo rosto de sofrimento se transformar em puro deleite de prazer.
–- De praz- -- a primeira estocada foi dada. Levei a mão a minha boca me calando.
–- Quero só ver até quando que você conseguirá segurar seus gritos. -- sorriu.
Apoiando as mãos uma de cada lado de meu rosto olhava em meus olhos enquanto investia. Seus cabelos caiam um pouco sobre meu rosto. A boca aberta de Sebastian era uma verdadeira tentação. Mas eu não iria cair nela.
–- Vamos. Grite. -- sua voz saiu melodiosa, como um pedido disfarçado de ordem.
Eu estava mordendo meu lábio, não podia ceder novamente um gemido para ele. Não poderia me rebaixar mais.
Um fina linha de sangue escorreu de meu lábio. Sebastian usou a língua para limpá-lo.
–- Da para sentir o delicioso gosto de sua alma só com isso...
A violência com que a cama balançava e rangia nem se comparava ao grito que se despendeu da minha garganta. Foi alívio.
Sebastian abriu um sorriso vitorioso em sua boca. Ele havia vencido.
Que se dane agora a minha vergonha, o meu orgulho de Phantomhive, a minha dignidade. Abracei o mordomo cravando minhas unhas em suas costas. Os gemidos saiam entrecortados por causa da velocidade em que ele investia, o bater do corpo dele no meu deixava minha voz e meu corpo trêmulos.
–- SEBASTIAAAN! -- não conti um último grito simbolizando meu ápice.
Realmente eu não estava ligando para nada, nem mesmo para os empregados que poderia até ouvir os meus berros.
Sebastian abafou sua voz de alívio em meus lábios que foram tomados, para minha surpresa.
–- Vamos tomar um banho, Bocchan? -- uns poucos raios de sol surgiam no horizonte da minha janela.
–- Sim... -- sussurrei. Meu corpo estava como se estivesse sido pisoteado, pesado, fraco...
Fui carregado e levado para o banheiro. Tomei meu banho formalmente, a não por Sebastian que não havia vestido suas roupas.
–- Tome banho comigo.
–- Tem certeza disso?
–- "Depois de termos feito o que fizemos ainda pergunta isso?" Sim.
Entrou na banheira junto a mim e me acomodou nos braços para terminar de dar-me banho.
Voltamos para o quarto, meu corpo foi secado, minha roupa vestida e fui posto na cama. Minha janela foi fechada.
–- Boa noite, Bocchan. -- sussurrou próximo a minha orelha. Sua voz caminhou sedutora por entre os caminhos de meu ouvido.
Virando-se para ir em direção a porta e me deixar só agarrei a cauda de seu paletó.
–- Durma comigo...
Ele sorriu, colocou o castiçal sobre a banquinha, já com as velas apagadas, retirou as partes pesadas da roupa e se deitou ao meu lado. Virei para dentro de seu corpo e suas mãos vieram a me cercar pelas costas.
Protegido. Foi assim que me senti.
–- Boa noite, Sebastian.
–- Boa noite, meu Bocchan. -- adormeci ouvindo seu doce boa noite.
Notas finais
E agora eh a hora que vcs me batem por ter ficado uma coisa linda -SQN!
u_u' tah eu entendo, mas manerem eh o meu primeiro lemon desse jeito T^T - Ciel ve se cresce logo tah?! u_u'
Muito bem... *3* Kissus e ateh o proximo o/
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