Seu Mordomo, Amor Secreto

7 Seu mordomo, Fora de casa


Notas iniciais
Oiii o/Bom ~|~Alois --' sabe que eu naum gosto muito dele?! '-' pois eh... Naum gosto :p Naum sei o por que, soh naum gosto e acabou ù_úo.o Trancy fez uma proposta absurda pra o Ciel e ele aceitou '0' e o Sebby esta envolvido nela '0' isso vai dar merda? Sim? Certeza? Naum? Talvez?Boa leitura o/

–- "Alois... Trancy. O que ele quer comigo?" -- mordi o lábio inferior.

Sebastian já havia saído do cômodo para preparar a carruagem, portanto só havia eu e meus pensamentos naquele escritório. Meus pensamentos somente me levavam a questionamentos sobre o que o Trancy queria. E o pior talvez tenha sido a quase exigência de que Sebastian também comparecesse. De certo modo soava estranho, mas vindo dele qualquer coisa beira a insanidade e a loucura.

Esqueci meus dentes cravados em minha pele e acabei deixando que um filete de sangue escorresse por meu queixo. Um vento forte se fez, balançando meus cabelos e Sebastian se pôs a meu lado. Segurando meu queixo, arregalei os meus olhos pelo ato completamente inesperado, erguendo um pouco meu rosto deslizou sua língua sobre o sangue. Seus olhos fechado pareciam apreciar cada molécula que há no líquido.

–- Deveria evitar se machucar sem mais, nem menos. -- retrucou enquanto abriu os olhos lentamente e encontrava os meus.

–- E você deveria bater na porta antes de invadir o escritório de alguém. -- estapeei de leve a sua mão a retirando de meu rosto. -- Está tudo pronto?

–- Sim. -- ergueu o corpo. -- Podemos partir agora mesmo. Só precisamos que o senhor troque de roupa.

–- Vamos. -- levantei da cadeira e segui para meu quarto.

Enquanto a roupa era colocada sobre meu corpo meu pensamento trabalhava para tentar ao menos imaginar o que aquele loiro mimado quer, e o que com toda a certeza mais me intrigava era o fato de ter que levar Sebastian comigo.

Acabando de fechar a fivela em minha meia suas mãos deslizaram rente a minha perna fazendo minha pele se levantar em um arrepio e meu corpo tremer timidamente.

–- Está pronto para ir. -- levantou e disse. Pegando a cartola a meu lado na cama colocando-a em minha cabeça, entregando depois em minha mão a bengala.

Levantei da cama e segui para a porta que foi aberta pelo mordomo, que me seguiu assim que passei por ela. Infelizmente ou felizmente a carruagem não pôde ser dirigida por Tanaka. E eu fiquei sozinho dentro da cabine com meus pensamentos aleatórios de curiosidade. Eu estava tão imerso em meus pensamentos que realmente não notei a hora que chegamos à mansão Trancy. Devo dizer que se fosse o Tanaka conduzindo a carruagem ainda estaríamos, provavelmente, na metade do caminho.

A porta foi aberta.

–- Chegamos, Bocchan. -- estendeu a mão para que eu descesse.

Após fixar meus pés no chão mirei toda a altura da mansão, tendo meus olhos um pouco ofuscados pelo sol. Caminhamos para a porta da mansão e antes que à mão de Sebastian fizesse contato com a madeira sólida à porta se abriu e outro demônio inexpressivo nos deu as boas vindas.

–- Conde Phantomhive, o meu mestre estava aguardando a chegada de vocês. Entrem por favor.

Caminhamos por entre os longos corredores da mansão até chegarmos a uma ampla e bem decorada sala vazia.

–- Irei chamar o Mestre. -- fez uma pequena reverência antes de fechar a porta.

Sebastian estava de pé ao lado da poltrona na qual eu estava sentando, envergando um pouco a coluna aproximou-se de meu ouvido e sussurrou.

–- Sente-se confortável, Bocchan?

–- Não! -- suspirei. -- Este lugar me incomoda, assim como o dono dele. Quero que isso acabe o mais rápido possível. -- mau me calei e o loiro bipolar adentrou a sala.

–- Ciel Phantomhive. -- praticamente gritou meu novo.

–- Alois Trancy. -- levantei-me para cumprimentá-lo.

–- Claude vá preparar o chá para nosso convidado. Quero o chá dentro de meia hora, senão serei obrigado a punir você. -- puxou as golas do colete do paletó e praticamente sussurrou a última frase.

Era nítida a relação deles. Com toda a certeza do mundo eles não são somente Mestre e Mordomo! E Sebastian e eu, nós nos encaixamos nesse perfil?!

Alois seguiu seu mordomo com os olhos até este fechar a porta. Virando-se para mim na mesma hora que isso foi feito.

–- Vejo que cumpriu um dos meus desejos impostos na carta, Ciel. -- disse olhando para Sebastian. -- Isso vai ser tão divertido!

Divertido?! As suas percepções de diversão são totalmente diferentes das minhas. Mas já que ele está a fim de jogar e brincar com o que ele julga divertido, vamos entrar em seu jogo.

–- Então Alois, o que queria com o meu mordomo? -- sentei-me novamente e o loiro seguiu meus movimentos.

–- Vamos deixar isso para mais tarde, Ciel.

–- Tsc. -- Sebastian me olhou com o canto dos olhos, notando a minha impaciência.

Alguns longos e tediantes momentos de silêncio, Alois somente olhava para Sebastian, seus olhos azuis deixavam transpassar um certo tipo de desejo de possessão sobre ele, talvez?! Era estranho de certo modo indagador e peculiar o jeito que ele o olhava. Chega até a assustar por não ter como identificar o que aquelas enormes orbes azuis queriam dizer ao moreno parado ao meu lado.

Aquilo estava me irritando, me deixando irrequieto. Seus olhos em cima do é meu não estava sendo de agrado.

–- O Claude está quase atrasado. -- pareceu um pouco impaciente.

–- Com licença. -- o mordomo do Trancy adentrou a sala com um carrinho.

–- Claude! -- se alvoroçou na poltrona. -- Achei que você iria se atrasar! Como isso não aconteceu terei que te recompensar mais tarde.

Tive a pequena impressão de que o mordomo não estava dando ouvidos ao que o loiro dizia, só o vi continuar a por os chás em cada xícara em cima da bandeja. Se aproximando de mim serviu-me o chá e antes de se afastar olhou em meu olho exposto. Seus olhos por baixo dos óculos se tornaram brevemente escarlates. Sebastian abaixou-se a meu lado como se fosse para falar algo, mas somente fez aquilo para afastar o outro. Que o olhou rapidamente e foi servir o chá de Alois.

–- Sebastian, Claude será que podem deixar Ciel e eu a sós?

Sebastian ainda abaixado olhou para mim. Fiz que sim com a cabeça e ele seguiu para fora do cômodo com o outro demônio.

–- Ciel... Quero lhe fazer uma proposta, mais uma troca do que proposta. -- levantou a xícara acima da cabeça, pôs a língua para fora mostrando o símbolo de seu contrato e deixou a última gota de seu chá pingar sobre ela.

–- O que quer? -- levei o chá levemente adocicado aos lábios.

–- Quero que fique com o meu Claude e eu ficarei com o seu Sebastian. -- falou com naturalidade.

–- O QUÊ? -- arregalei os olhos. Pus a xícara sobre a mesa de centro e me recompus. -- Que proposta absurda!

–- Não se assuste, Ciel. Não será para sempre. É apenas até a meia noite de amanhã. Ao badalar do relógio ele já estará em sua mansão.

–- Com que intuito você quer fazer essa troca? Por pura satisfação própria? Não vejo motivo algum para fazer tal coisa.

–- Não seja tão duro, Ciel. É só um dia... -- colocou as pernas sobre o braço da poltrona. -- E então?

–- Está bem, Alois.

–- Eu vou ter o Sebastian para mim durante um dia?? -- subiu na poltrona.

–- Sim... -- olhei para o lado. -- SEBASTIAN! -- não demorou nada para que ele aparecesse junto com o outro atrás de si. -- Posso ficar a sós com meu mordomo?

–- Fique a vontade. Vamos Claude.

Soltei um suspiro assim que a porta foi fechada.

–- "Como eu direi isso?!" O Conde Trancy me propôs uma troca. E eu aceitei.

–- Troca?

–- Sim.

–- E que troca seria essa?

–- Uma troca de mordomos... -- Sebastian arregalou os olhos, acho que ele nunca imaginaria que fosse algo desse tipo. -- Será só por um dia... Quando eu voltar para a mansão você ficará aqui. E a meia de amanhã poderá voltar para casa. -- levantei da poltrona e fiquei de frente para Sebastian. -- Você realizará todos os desejos de Alois Trancy. Mas não... -- levantei minha mão encontrando a bochecha dele.

–- Não?! -- segurou minha mão pousada em seu rosto e indagou a minha continuação.

–- Não... -- engoli a seco. -- Transe com ele.

Ajoelhando-se sobre uma só perna em minha frente, retirou minha mão de seu rosto a mantendo entre as dele.

–- Meu corpo é só seu, Bocchan. -- sussurrou enquanto seus lábios viam de encontro aos meus. Os cedi de forma calma, sem pressa ou agressividade. Abraçando sua língua como se fosse uma despedida eterna, mas seriam só vinte e quatro horas.

–- Idiota, por que fez isso?

–- O senhor poderia ter se afastado e me repreendido logo em seguida, mas não o fez... Eu deveria perguntar o porquê, mas está na hora do Bocchan ir embora, logo é a hora da janta, não pode atrasar, não é?!

–- Sim... -- falei quase sussurrando.

Recompondo-se abriu a porta. Caminhamos naquela mansão até a sala, encontrando Claude e Alois lá. Paramos de frente para os dois.

–- Claude. -- Alois mostrou sua língua.

–- Sebastian. -- retirei meu tapa olho.

–- Você será mordomo de Ciel Phantomhive até o badalar da meia noite de amanhã. Realizando todos os seus desejos e o protegendo durante esse tempo.

–- Você será mordomo de Alois Trancy até o badalar da meia noite de amanhã. Realizando todos os seus desejos e o protegendo durante esse tempo.

Ambos os mordomos moveram-se até ficar de frente para seus respectivos mestres.

–- Yes, My Lord! -- curvou-se apoiando somente um joelho ao chão.

–- Yes, Your Highness! -- pronunciou de joelhos para Alois.

–- "Acalme-se, Ciel. É apenas um curto tempo..."

Levantando os olhos um pouco Sebastian me mirou. Eles pareciam me perguntar: Tem certeza do que está fazendo, Bocchan?!, mas quem é ele para questionar minhas ordens?!

Levantando-se deu as costas para mim e seguiu até o loiro, Claude fazia o mesmo movimento que Sebastian, no meio do caminho seus corpos se cruzaram. Claude lançou um olhar de canto para Sebastian que provavelmente retribuiu o movimento.

Não duvido que o olhar de Sebastian tivesse um ar de ameaça.

Caminhamos, os quatro, para fora da mansão. Minha carruagem já se encontrava a postos do lado de fora.

–- Até mais, Alois, Sebastian. -- entrei na carruagem.

–- Até mais, Ciel. -- um sorriso, digamos maníaco, brotou nos finos lábios do pequeno Conde. -- Cuide bem dele, Claude.

Fechando a porta da minha cabine e posicionando-se para guiar a carruagem partimos.

–- "Um dia sem Sebastian...!" -- suspirei enquanto olhava a paisagem que passava do lado de fora.

–- Chegamos, Danna-sama. -- abriu a porta da cabine e me estendeu a mão para que eu descesse.

Meirin, Finny, Bard e Tanaka olhavam com uma cara de indagação ao ver aquele mordomo e não o habitual.

–- Pessoal, lá dentro eu explico. -- todos assentiram com a cabeça e seguimos até a sala. Os empregados formaram uma fileira a minha frente para ouvir a explicação. -- O Claude irá ficar conosco até a meia noite de amanhã. Tratando das mesmas tarefas que o Sebastian.

–- Bocchan, e o Sebastian? -- Meirin se pronunciou com sua rouca voz.

–- O Sebastian está com o Trancy, estará de volta amanhã à noite... Não se preocupem com ele e voltei para seus trabalhos.

–- Sim, Bocchan. -- falaram juntos.

Virei-me de costas e segui para meu escritório. A noite ainda não tomava conta totalmente da cidade, era possível ver, mesmo que pouco, alguns raios de sol fluindo do horizonte.

–- "Vai ser estranho não tê-lo aqui, mesmo que só por um dia...! O que o Trancy está fazendo com você, Sebastian?!"

Notas finais
Agora eh a hora em que vcs me batem em seguida me estupram por eu ter tirado o Sebby do Ciel sem motivo! ò_óT^T Um dia sem Sebby T^T que tormenta!!!!! T^TO proximo ces jah sabem que naum tem Sebby T^T mas tem Claude para alegria ou felicidade! :p mas eh bem capaz do Sebby dar uma palhinha lah no finalzinho do cap.Se bem que eu naum sou fã do Claude naum :p"Aff a Fuyuka naum eh fa de ngm! ¬¬"Mentira! Eu sou apaixonada pelo Grell *-* minha divo! ♥ e pelo Sebby - logico-Mas chega de falar e ateh o proximo o/