Seu Mordomo, Amor Secreto
3 Seu mordomo, Boa memória
Notas iniciais
Volkovesque, Lenka sua linda obrigada pela recomendação *-* pirei muito quando eu vi! o/ o/ brigada mesmo o/
~|~ Bom ~le eu de volta com mais um capitulo, cara aqui nesse tem o Visconde, perdoe-me porque eu sei que naum consegui deixar a personalidade dele like a do anime :c mas eh que ele eh muito... nem sei qual a palavra para descrever aquele ser humando '-' mas bem eu tentei e podem me bater se saiu ruim '-'
Boa leitura
–- "Fiz besteira falando aquilo para o Sebastian." -- eu andava de um lado para o outro. -- "Às vezes eu não sei controlar tudo que sai da minha boca e acabo falando demais.”.
–- Bocchan? -- bateu na porta e entrou.
–- Sim? -- parei meio assustado -sem motivo- e o mirei.
–- O Visconde chegou.
–- Diga que já vou.
–- Entendido. -- fez uma pequena reverência e saiu.
–- "Eu ainda vou ficar louco com esse demônio por perto!" -- colei minha mão em minha testa e balancei a cabeça em negatividade a mim mesmo. -- "Não posso deixar o Visconde esperar mais." -- ergui a cabeça e seguir para fora do quarto.
As minhas palavras que foram deferidas a Sebastian martelam minha cabeça, afinal aquilo era para ser quase um "segredo". Eu não pretendia e não deveria ter dito aquilo. Apertei a caveira de minha bengala.
Mas agora é tarde demais para voltar atrás com minhas palavras. Já disse, não tem volta e garanto que ele deve estar pensando nisso... E eu fico aqui em duvida se devo ou não dar essa ordem. Afinal é um risco que eu corro de perde minha vida mais rapidamente. Ou não. Não saberei até ter a certeza de que estou preparado para deferir as palavras de tal ordem que pode me levar à morte em segundos.
Um suspiro meu cortou o silêncio do enorme corredor.
–- "Estou sem o menor saco para aguentar o Visconde!" -- abri a porta da sala de visitas. -- Com licença.
–- Oh, Ciel Phantomhive, há quanto tempo. -- levantou-se da poltrona.
–- Como vai Visconde?
–- Muito bem, melhor agora que vejo esse pequeno pitar roxo em minha frente.
Arrepiei-me ao ouvir tais palavras, Sebastian ainda teve a coragem de rir diante de minha reação.
Sentando-me na poltrona em frente a do Visconde o convidei para uma partida de xadrez que foi aceita sem hesitação.
–- Xeque. -- apoiei meus cotovelos na mesa, enlacei meus dedos um nos outros e apoiei meu queixo no dorso deles.
Um sorriso vitorioso brotou em meus lábios. O rei do Visconde estava encurralado. Rainha, bispo e cavalo o cercavam. Não tinha para onde ir.
–- Xeque Mate Visconde. -- o movimento do Visconde só ajudou para que eu fizesse o movimento final.
–- Oh pequeno Phantomhive isso me lembra o dia em que eu estava em um baile e uma bela garota de vestido rosa, coberta de pedras preciosas, seus cabelos levemente azulados refletiam a luz dos holofotes. -- seus olhos brilhavam, enquanto eu não tive nada mais do que uma "triste" lembrança.
Ele falava e falava, descrevendo tudo que acontecerá no dia, dia que eu não faço questão de lembrar nem um pouco. Não ouvi metade das outras palavras que ele pronunciou, meus pensamentos haviam se perdido quando o cavalo ficou próximo ao rei.
–- "Sebastian e eu..." Sebastian pode guardar as peças, eu cansei de jogar! -- franzia minhas sobrancelhas em um semblante sério.
–- Bocchan está tudo bem? -- dei um leve salto na cadeira, o sussurro dele próximo a meu ouvido não causou um impacto muito bom sobre meu corpo.
–- Sim, está tudo ótimo, por que não estaria?! -- levantei meu olhar para ele.
–- Por nada. -- abriu um pequeno sorriso terminando de pôr as peças em uma caixinha.
–- Visconde gostaria de tomar um chá?
–- Sim, eu adoraria.
–- Sebastian prepare o melhor que tivermos.
–- Como desejar. -- fez uma reverência com a cabeça e saiu.
O silêncio, felizmente, tomou conta do ambiente. Não demorou a Sebastian trazer os chás.
–- Com licença. -- entrou na sala. -- Eu preparei o tradicional The Five O’clock Tea, com um pouco mais de leite. -- exclamou enquanto nos servia a bebida.
O doce aroma do leite logo tomou conta do cômodo. Um cheiro até um pouco enjoativo se cheirado durante muito tempo. Mas não o que Sebastian prepara. É sempre no ponto certo, nem a mais e nem a menos.
–- I-Isso está... MARAVILHOSO! -- o Visconde dava outro dos seus chiliques. Soltei um suspiro. Como um cara consegue ser assim?
Como posso chamar essa hora do chá? Torturante? Talvez essa seja a palavra que certamente combina com ela. Nunca vi ninguém falar tanto enquanto toma chá quanto o Visconde.
–- Muito obrigado pela excelente tarde de hoje, Ciel Phantomhive. -- estávamos na porta.
–- De nada, venha sempre que quiser. -- dei um sorriso forçado.
–- Pode esperar por mim que sim. -- entrou na carruagem que logo começou a partir.
–- Está cansado, Bocchan? -- Pergunta Sebastian enquanto entramos na mansão.
–- Sim. -- seus olhos indagavam curiosidade, provavelmente por conta do que eu falei.
Me arrependo amargamente de ter dito aquilo. Eu e minha enorme boca!
Voltei meus olhos para o corredor.
–- Irei preparar seu banho para a janta.
–- Faça isso. -- entramos no quarto.
Deitei na cama com os braços abertos enquanto Sebastian preparava meu banho.
Levantei da cama e segui sorrateiramente até a porta do banheiro o observando.
A água caia calma dentro da banheira a enchendo, Sebastian levou à mão a boca retirando sua luva alva com os dentes. Deslizou a mão dentro da banheira medindo a temperatura. Sexy, de uma maneira simples e cotidiana.
–- O banho está pronto, Bocchan. – olhou diretamente para mim. Malditos sentidos demoníacos.
Dei uma pequena tossida, disfarçando -não sei o que- e entrei no cômodo.
Sozinho com ele mais uma vez.
Parando defronte a ele que se levantou e começou a retirar minhas roupas.
A provocação dele é tamanha! Sabe que, tenho certeza que ele sabe, que infelizmente meu coração bate um pouco mais rápido por ele em certos momentos.
–- Algum problema? Parece estar pensativo. -- olhou para mim de baixo para cima.
–- Não, nenhum.
Ele sorriu, sabe que eu menti.
–- Ficarei esperando a hora da sua ordem. -- sentei dentro da banheira e tive a minhas costas banhadas.
–- Que ordem?
–- Já está esquecido? Quer que eu refresque sua memória, Bocchan? -- se aproximou de meu ouvido.
–- Não! -- afastei um pouco o rosto dele do meu, mas não pude evitar que aquele hálito roçasse em meu rosto e invadisse as minhas narinas. -- "Demônio desgraçado, eu sabia que ele não iria esquecer!". Esqueça isso! Aquilo ali não foi nada mais do que uma pergunta, que, aliás, eu não obtive uma resposta concreta. -- o olhei.
–- Eu disse que existem muitas coisas a serem feitas caso seja dada esse ordem. Você sabe que eu não posso matar você, não ainda, afinal a sua vingança ainda não se cumpriu.
–- "Verdade! Como eu pude esquecer isso?! Isso com certeza me deu um pouco de esperança." -- sorri de canto. -- Breve. -- foi à voz de ele sorrir.
–- Esperarei ansioso.
–- "Eu mais ainda!".
Notas finais
Tia Lemca, obrigada pela recomendação sua linda *3*
.... desculpe a demora desse capitulo, vou fazer o possivel para que o proximo naum aconteça isso o/
*3* Kissus e ateh lah :3
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