Notas iniciais
Oi gente *-* Tudo bem com vocês? ~me escondendo~ Por favooooor, não me matem! Eu sei que demorei, sei que me atrasei, sei que os fiz esperar! Mas eu precisava terminar de postar uma outra fic minha, tipo, eu estou postando uma fic até finaliza-la, apesar de achar que devo finalizar umas duas antigas enquanto posto essa! E além disso estou atolada com exames e consultas médicas, farei uma cirurgia então devo ficar um tempo indisponivel! Continuarei postando sempre que puder, prometo! Agradeço todos os comentários e se não respondi algum peço perdão, como disse estou meio sem tempo. Bom, esse é um capítulo importante! E foi dificil escreve-lo com a falta de tempo, então espero que gostem! Boa leitura :3

Hinata era mesmo aquela pessoa doce que parecia, mas agora a dúvida estava a lhe consumir, como ela fora parar naquela profissão? Precisava conversar com a Hyuuga, tudo bem que aquilo era um trabalho, estava sendo paga, mas Hinata era sua amiga e esperava que pudesse ser sincera com ela.

A morena entrou sorridente, sempre lhe era um prazer estar ali, sonhava em um dia ter sua vida rodeada de crianças. Oh crianças, era um assunto tão delicado para morena, mas estar junto com aquelas que eram tão boas, simples e simpáticas como as dali, lhe alegrava.

– Boa tarde! – disse Asuma, um homem de meia idade moreno, sempre com um cigarro preso entre os lábios estivessem acessos ou não.

– Boa tarde Asuma-san! – ela respondeu sorrindo. – As crianças estão ocupadas? – ele negou com a cabeça.

– Acabaram de sair da aula, agora estão no pátio. – ele explicou. – Venha comigo! A levarei até eles ficarão feliz com sua visita. – a morena sorriu, tinha certeza que eles não ficariam tão felizes quanto ela.

Seguindo o conhecido homem atravessou as roletas com um cartão de visitantes, era uma medida de segurança, e então deixou de lado a recepção e entrou no enorme prédio, que, na verdade, não era bem só um. Eram muitos prédios, conectados. Com um enorme pátio no meio, com bancos e brinquedos infantis, tirando pelos brinquedos na realidade parecia uma prisão e ali era aonde iam para o banho de sol. Mas ela tentava não ver assim, afinal eles estudavam, comiam e tinham um lugar para dormir.

– Lá estão eles. – disse Asuma apontando para os brinquedos mais distantes. Hinata assentiu e se afastou dele caminhando mais rapidamente, deixando o homem com seus passos lentos para trás.

– Hinata! – a voz alta e familiar gritou por seu nome e a morena sorriu. Andou ainda mais rápido em direção as crianças. – Há! Você veio! Me veja bastante aqui para ver a diferença quando eu me tornar governador. – esse era Konohamaru, um menino de cabelos pretos.

– Assim a Hina vai embora pra não ouvir seus gritos. – disse Moegi, acertando um cascudo no menino.

– Ou. – disse Hinata chegando próximo a eles. – Se continuarem se batendo ficaram sem os brinquedos. – ela viu os olhos deles e de todas as outras crianças brilharem.

– Brinquedos? – ele perguntou contente.

– Bem, espero não ter errado a faixa etária dos brinquedos de novo. – ela sorriu sem graça. A ultima vez que esteve ali levara brinquedos que somente uma criança de 3 anos gostaria. E, bem, aquele não era um orfanato para crianças com essa idade. Apenas acima dos 12, algo sobre a escola do orfanato e os professores. A morena entregou as sacolas pretas para a mão das crianças que agora eram aos montes em sua volta. Ela sorriu ao ver como eles sorriam ao ver tinha desde kit de mágica até patins, skates e jogos de tabuleiro, ela via os sorrisos e até mesmo algumas brigas para ver quem usaria primeiro e gostava daquilo. Aquelas crianças ficavam felizes com tão pouco. Viu uma menina tentar colocar os patins da maneira errada então se sentou no chão para a ajudar.

Uma vez que os patins já estavam colocados Hinata levantou-se e estendeu a mão para a menina, ajudando-a e ensinando-a a andar com ele. Ela lhe olhava sorrindo e a Hyuuga sorria de volta, contente por ajudar. Asuma observava enquanto acendia um cigarro, sabia que eram poucas pessoas que faziam aquelas crianças felizes como a Hyuuga.

Temari bocejava no carro, Hinata demorava uma eternidade para sair do orfanato, e a loira começava a pensar em ir para casa, amanha de manhã estaria na casa de Hinata de novo. Mas ao ligar o carro viu um taxi parar na porta e Hinata entrar nele se despedindo de um Senhor que estava na porta. Ela suspirou. Finalmente a Hyuuga sairia, por sorte não fora embora.

Hinata sorria, estava feliz, ficar com as crianças sempre a deixava assim. Entrou no taxi e não sabia bem o que fazer, não sentia vontade de voltar para casa, aquele lugar agora lhe lembrava o Uzumaki, queria continuar na rua, mas a hora não iria lhe permitir isso, já passavam das 19h00m e tinha trabalho. Suspirou ao dizer seu endereço para o motorista que esperava impaciente.

A loira seguiu o carro até a entrada de seu prédio, e soube que seu trabalho no dia estava acabado. Não precisava a vigiar durante a noite, voltaria para casa, na verdade, iria para casa de Shikamaru, tentar decifrar os motivos da Hyuuga o dia todo a havia deixado com dor de cabeça, que sabia que só seu preguiçoso era capaz de curar. Já sabia o que faria no dia seguinte, iria para a casa da amiga já arrumada para o curso, então a seguiria até o curso e lá a vigiaria de perto até que tivesse pronta para conversar com ela.

A Hyuuga entrou no apartamento, alimentou seu cãozinho brincando com seu pelo que estava um pouco maior que o normal, sorria ao vê-lo correndo atrás do próprio rabo. Na cozinha do apartamento serviu um copo com água da geladeira e o bebericou lentamente, ela enrolava, não queria encontrar-se com seu cliente temporariamente exclusivo, temia que fosse Naruto e não queria comprovar isso. Roubou um morango dos cortados que estavam na geladeira e voltou a bebericar a água. Olhou no relógio e eram 20h00m, respirou fundo largando o corpo sobre o balcão da cozinha e seguiu para o banheiro.

Não usaria a banheira, tomaria apenas uma ducha. Se despiu, jogou as roupas dentro do cesto que tinha ali, e entrou no boxer, ligando a água sobre seu corpo. Fechou os olhos e sentiu a água gelada lavar seu cabelo, rosto e corpo. Não sabia que roupa usaria, não havia pensado nisso. Desligou o chuveiro, secou-se e prendeu o cabelo na toalha, o secaria com o secador antes de sair.

Abriu o armário e achou que um vestido preto, até os joelhos com decote quadrado era uma boa escolha, o vestiu juntamente com um sapato azul marinho, uma maquiagem preta nos olhos e um batom cor da pele, apenas para dar um brilho e estava pronta. Sentou-se na ponta da cama e desenrolou o cabelo da toalha. Com o secador e uma escova em mãos, rapidamente ela o secou, deixando-o solto, caído sobre as costas.

Seus olhos arrastaram-se até o relógio e faltavam 20 minutos para as 21h00m, saiu do quarto, passou a mão por sua pequena bolsa preta e trancou a porta, não antes de dixar escapar mais um suspiro pesado.

Já no carro acertou o retrovisor e seguiu seu caminho.

...

Naruto estava nervoso, queria saber qual seria a reação da Hyuuga quando o visse a esperando, e, também, porque ligara e ligara para Temari, mas a mesma não o atendia, bufava irritado, queria noticias de Hinata, mas parecia que teria que esperar até a manhã seguinte. Pegou o blazer jogado sobre sua mesa e saiu do escritório, dispensando o motorista.

Para o horário combinado ele saíra do trabalho relativamente cedo, sabia que chegaria antes dela. E tinha razão, pois quando abriu a porta lá estava o quarto vazio. Caminhou até o outro lado e se serviu do Wisky que tinha no pequeno bar, normalmente, o tomava puro, mas hoje acrescentara duas pedras de gelo ao liquido quente.

Viu a porta se abrir e sorriu começando a olhá-la dos sapatos azuis, pelas pernas delineadas, a cintura fina, os seios grandes e perfeitos até o rosto de anjo que estava invadindo todos os seus pensamentos, de novo. Viu seus olhos arregalados.

No momento que abriu a porta todos os medos da Hyuuga foram confirmados, fora Naruto o louco que a reservara só para ele. Não acreditava que ele tinha mesmo feito aquilo.

– Por que você fez isso? – ela perguntou, sua vontade era fazer a curva e voltar para casa.

– Por que fiz o que? – ele perguntou, se fazia de idiota, pois sabia exatamente ao que se referia sua pergunta. Ela o encarou, estava furiosa. Ele se levantou, deixando o corpo sobre o bar. Tocou lentamente seus braços com a ponta dos dedos enquanto ela olhava para o outro lado. – Vamos, Hina, diga. Por que eu fiz o que? – Sentiu o pelo dos braços dela se arrepiarem, e não resistiu chegar ao zíper o vestido.

– Por que pagou por exclusividade? – ela perguntou. A voz já não estava tão firme como quando entrara no quarto, o simples toque e o cheiro másculo daquele homem a fazia balançar. O loiro puxou o zíper até a cintura do vestido, onde acabava, e o puxou delicadamente dos ombros da morena, ela passou o braço pelas alças e o vestido ficara agora só de sua cintura para baixo. Naruto não queria ter relações com a morena, não queria a forçar já que estava a pagando, só não queria que ninguém mais a tocasse, mas ver seu corpo reagir ao menor toque e vê-la suspirando quando ao descer as mangas do vestido suas mãos passaram levemente sobre o volume dos seios, fez o querer tomá-la para si, precisava dela. – Eu já sei a resposta, quer meus serviços. – ela respondeu decepcionada, por um momento, imaginava que ele fizera aquilo para poder ter a conversa que não tiveram em seu apartamento. Ela queria distancia do Uzumaki, mas seu coração o amava com as forças então criava tolas esperanças. Ele só queria seu corpo. Levou a mão para os botões da camisa do loiro, seria profissional. Ele riu, e segurou suas mãos.

Com um puxão ele tirou a própria camisa e a puxou para seu corpo prendendo-a a si. Levantou seu corpo, fazendo com que ela enrolasse as pernas em sua cintura o olhando, ela conseguia ver que ela estava entregue. E ela estava, não conseguia encontrar em si resistências contra ele. Sentiu suas costas sobre os lençóis macios e sentiu os lábios do loiro em seu pescoço, subindo. Hinata podia jurar que ele rumava sua boca, mas parou ao chegar em seu ouvido.

– Eu reservei exclusividade, porque te amo. – sussurrou no ouvido da morena. Ele precisava ser sincero com ela e consigo, amava aquela mulher. Nunca deixou de amar, nunca. Ela sentiu os olhos se arregalarem e engoliu a seco. Ele lhe mordeu os lábios, puxando-os lentamente. E a beijou.

...

O sol já tinha nascido, tinha certeza pela luz que pedia para entrar nas bordas da cortina escura do quarto. Ela se levantou, olhou o loiro dormindo, parecia um anjo com aquela pele bronzeada e os cabelos loiros, ele a dissera coisas tão bonitas durante a noite, coisas que lembravam o Naruto de sua adolescência e agora dormindo lembrava ainda mais, mas sabia que ao acordar aquele sorriso cínico tomaria conta de seu rosto e ele acabaria a ofendendo, de novo. Respirou fundo. Não podia permitir-se encontrar rastos do Naruto que amava naquele homem, não podia e não iria, não agüentaria ouvir suas ofensas se deixar-se convencer que era mesmo seu Naruto-kun. Estava decidida, deixaria que aquele mês chegasse ao fim, e deixaria aquela profissão, tinha dinheiro suficiente para manter-se e trabalharia com fotografias, tinha mesmo prometido a seu primo e só assim não teria mais que ver o loiro.

Levantou da cama e o viu se remexer, resmungando algo, vestiu a roupa sorrateiramente e saiu. Iria para casa e dormiria com Akamaru ao seu lado.

Quando a Hyuuga chegou ao seu prédio o carro de Temari já estava lá, ela estava com o rosto amassado e um grande café nas mãos. Odiava ter de acordar cedo, Shikamaru estava a contagiando. Conheceu o carro da morena, e sabia que estava chegando do encontro com algum cliente. Tinha quase certeza de que a Hyuuga iria dormir, então se permitiu um cochilo no carro.

...

Hinata acordou ainda mais decidida, ligaria ainda naquele dia para sua chefa, e com pesar se despediria da mesma, apesar de que, com certeza, iria propor que ela continuasse a visitar, adorava aquela mulher que a ajudara na pior fase de sua vida. Serviu Akamaru de ração e sentou a mesa sozinha para comer, o levou para o jardim rapidamente, para suas necessidades, já dariam 16h e tinha aula hoje.

Já vestida de uma calça jeans e uma camiseta rosa, ela saiu pegando um taxi para ir ao curso. Temari até estranhara sua amiga ainda não ter percebido que a estavam seguindo, normalmente, ela era discreta, mas sabia não estar sendo, de repente, todo dia, o mesmo carro parado na frente de seu prédio e saindo sempre que ela saia. Achava que ajudava o fato da morena andar com taxis, o motorista sempre diferente não reconheceria um carro. A loira parou um pouco distante do curso, e correu para alcançar Hinata na entrada.

– Hina. – chamou, sua respiração pesada pela pequena corrida.

– Oi Tema. – a morena respondeu sorrindo. – Que bom vê-la. – a loira assentiu.

– Pensei que fosse chegar atrasada hoje, tava trabalhando.

– Que nada, chegou bem na hora. – disse Hinata e elas entraram, conversando banalidades até chegarem a sala onde se calaram.

Durante a aula elas não se falaram, apenas Shino falou, para explicar para a morena algumas coisas que ela não estavam entendendo. Mas rapidamente chegou ao fim.

– O que vai fazer agora? – perguntou Temari a Hyuuga.

– Bem. – ela não havia pensado em fazer algo, queria conversar com sua chefe. – Eu não ia fazer nada.

– Ah, vamos Hina. – a loira insistiu. – Deve ter algum lugar onde queira ir.

– Eu queria ver meu primo. – ela confessou. Morria de saudades do primo.

– Por que não liga pra ele e não vamos tomar um café? – sugeriu. – Não tenho nada pra fazer em casa, Shika está trabalhando, e assim veríamos Tenten, também. Há tempos não a vejo. – A Hyuuga sorriu, parecia uma boa idéia. Ligou para Neji e marcou de se encontrarem numa cafeteria no centro, ele levaria Tenten que estava em sua casa e ela iria com Temari, a tarde prometia ser bem divertida. Elas pegaram o carro e rumaram a lanchonete, pelo endereço de Neji sabia que era provável que eles chegassem antes e acertou, quando chegaram lá estava o moreno encostado no balcão ao lado de uma linda mulher de coques na cabeça. – Tenten, que saudade de você. – Temari foi até ela, lhe abraçando.

– Oi Hina. – disse Neji sorrindo quando recebeu um abraço saudoso e apertado da prima.

Eles se sentaram e conversaram, tomaram frappé e riram. Temari tinha cada minuto mais certeza que Hinata era a pessoa mais doce que conhecia, quando Neji desencadeou a falar da sua infância ela ficou vermelha como um pimentão. Todos riam, mas logo se despediram, Temari topou deixar Hinata em casa, afinal ela teria que ir até lá de qualquer forma.

– Tema! – Hinata a chamou.

– O que foi?

– Pode parar, por favor. – ela pediu, parecia perturbada. Temari parou e olhava para a morena, não conseguia entender.

– O que aconteceu Hina? – a morena olhou pra ela. E abriu a porta quando o carro já estava parado. A loira viu a Hyuuga ir até um cachorro não tão grande, e ela o pegou no colo, de maneira desengonçada. Levou até o carro, Temari viu que ela precisava de ajuda então se esticando abriu a porta de trás para ela colocar o cachorro no banco. – O que ele tem? – Ela sentou no banco da frente e olhava para trás, vendo se o maguinho de 4 patas estava acomodado.

– Eu vi que ele tava sangrando, e quando cheguei lá vi esse machucado na pata dele. – foi então que os olhos de Temari se fixaram na enorme ferida que tinha na pata traseira do cão. – Parece infeccionado, mas com os remédios certos e tratamento, ele deve ficar bom. – ela estava a beira das lagrimas, odiava ver animais inocentes nas ruas, ainda mais naquela situação.

– Calma Hina. – Temari disse. – Ele vai ficar bom, sabe um veterinário para levá-lo?

– Tem o abrigo de animais. – respondeu a morena. – É só virar a esquerda aqui e ir direto. Kiba é veterinário, vai ajudá-lo. – Temari acelerou, iria ajudar a amiga a ajudar o cachorro. Ela estava olhando para trás, roendo as unhas e prestes a chorar. Se segurou para não fazer a pergunta que corroia sua mente, mas aquilo podia esperar. – Para ali naquele porta branco de grades. – o carro parou e a morena saiu, pegou o cachorro ainda com dificuldade, a loira saiu do carro e foi atrás da amiga. – Kiba!

– Hinata? – o moreno parecia surpreso, ele não entendia o porquê dela segurar o cachorro e ele estava sangrando. – O que aconteceu a essa cachorro?

– Eu não sei. – ela disse. — O vi na rua e pensei logo trazer pra cá, acho que está infeccionado. – ele assentiu e chamou uns homens para pegarem o cachorro, o levando para o consultório do abrigo. Elas ficaram lá até que a noite estivesse no auge, Kiba cuidara do ferimento, o havia sedado e suturado, ele ficaria bem. A morena olhou para o relógio e já eram 20h00m, estava atrasada. Mas Naruto que se ferrasse. – Tenho que ir, tenho trabalho. – Kiba assentiu.

– Ele vai ficar bem, Hina. – ele disse e ela assentiu.

– Vamos Hina, vou te deixar em casa. – a morena limpou as lagrimas e foi com Temari, a carona seria ótima, já que teria que se arrumar voando. No caminho ela ainda limpava as lagrimas que insistiam em cair de seus olhos. – Chegamos! E não chore! Ele vai bem.

– H-Hai. – disse. – Obrigada Tema. Até quinta. – Hinata entrou no prédio e Temari foi embora, sabia que não tinha mais necessidade de ficar ali vigiando a Hyuuga, sabia o que iria escrever sobre ela, isso se fosse mesmo entregar algo a ele, só entregaria, se Hinata permitisse, depois da conversa que teriam na quinta.

...

A morena se arrumava correndo já eram 20h52m quando finalmente saiu de casa, não ligava, não queria ficar com Naruto, não queria se entregar a ele de novo, mas sabia que isso aconteceria, sempre e toda vez que estivessem juntos. Respirou fundo, acabara não ligando para Tsunade, revirou os olhos, tinha o mês todo para fazer isso. Parou em frente ao hotel e entregou as chaves ao manobrista, pelo relógio da recepção via que eram 21h23m, pegou a chave e foi ao apartamento.

Respirou fundo antes de abrir a porta, seria profissional e quando isso acabasse nunca mais o veria. Essa era sua motivação!

Naruto ligara para Temari, já eram 21h00m e Hinata não tinha chegado ainda esperava ansioso, será que ela não viria? Mas ela não podia furar com um cliente, não é? Ficar com ele era tão ruim assim pra ela? Queria estar junto com ela, e torcia para que ela fosse, queria que ela quisesse ficar com ele, também.

– E então Temari? – ele perguntou. – O que sabe sobre ela? O que ela gosta de fazer?

– Eu trabalho com relatórios Naruto, depois que termina o trabalho te entrego o que descobri. – ela disse. – Não dou relatórios diários.

– Tudo bem. – ele bufou. – Me entreguei o quanto antes, por favor. Ela estranhou, ele parecia implorar. Desligou o telefone e a porta abriu e ele sorriu, o rosto dela estava era sem emoção, mas ele a deixaria com uma expressão melhor, a de prazer.

...

Quinta-feira...

– Tema. – chamou Hina ao chegar a sala e ver a loira sentada no lugar de sempre. Ela estava calada. A morena se sentou no lugar de sempre, entre a loira e Shino, seu novo amigo. – O que houve?

– Han? – a loira piscou a olhou. – Falou comigo?

– Sim. Perguntei se está tudo bem, você parece tão pensativa. – ela disse.

– Ah, desculpe. – disse a loira sacudindo a cabeça, o primeiro professor chegou. – Depois da aula Hina, eu preciso conversar com você. – a morena estava confusa, não sabia o que Temari poderia ter a dizer. Bom, descobriria depois da aula, assentiu para a amiga e tentava prestar atenção no professor.

Temari estava decidida, não passaria de hoje, conversaria com a Hyuuga, teria toda a verdade. Assistiu a aula toda, mas não ouviu uma só palavra que o professor disse, quando ele liberou os alunos. Ela andou atrás da Hyuuga que perguntava sem parar o que ela queria conversar, quando saíram do curso Hinata senti seu braço ser seguro firmemente.

– O que está faze...- antes que pudesse terminar Temari a interrompeu.

– Hina, por que você é prostituta? E qual sua relação com Naruto Uzumaki? – a morena gelou, como a amiga sabia disso.

Continua...

Notas finais
Então, é isso! Gostaram? Odiaram? Bem, espero que tenham gostado e peço perdão mais uma vez pela demora! Espero comentários :3 Amo receber os comentários de vocês e, também, responde-los! Bem, assim que puder postarei o proximo! Kissus!