Serial Killer. - FACK HIATUS
11 Multiple Personality Disorder?
(...)
― Finnie..?
― Sim.. estou aqui para me redimir com você, Jack Grazer.. ‒ Finn simplesmente se ajoelhou em minha frente enquanto beijava minhas mãos. – E-eu não pude evitar.. ele é mais forte do que eu.
― Como assim, Finn? Ele quem?
— Minha outra personalidade, Jack. – O olhei com uma expressão confusa e preocupada. Teria ele enlouquecido? – Eu sofro de um transtorno.. hã.. dissociativo.. o de múltipla personalidade.
― Ma-mas Finn.. você não foi diagnosticado de Antissocial?
― Na verdade, Dylan é que foi.. ele é a parte violenta, doente e mais dominante de mim.. – Ele abaixou sua cabeça e percebi que não queria que eu o visse chorando. – .. peço perdão pelo que eu.. ele.. te fiz..zemos.
Eu não podia acreditar no que ouvia.
Como um Borderline poderia viver com um Dissociativo?
Isso era loucura.. mas sentia que ele merecia aquela segunda chance..
— Eu te perdôo, Finn. Agora levanta, por favor.
— Jura, baby? Nã-não sei se mereço seu perdão.. eu deveria ter sido sincero com você.
— Não, está tudo bem. Só por favor, não fique ajoelhado desse jeito.
Finn se levantou e me abraçou afetuosamente, me colocando deitado em seu peito, enchendo minha bochecha de beijos e me dizendo palavras tão lindas..
Era quase inacreditável.
— E-eu não me lembro do modo como ele lhe tratava, mas pode ter certeza de que todos os dias você lembrará o quanto é especial pra mim, Jacky.
“Jacky”
Nunca havia sido chamado assim por ninguém.
Não estava totalmente convencido de que eu havia convivido com duas pessoas totalmente diferentes.. mas aquilo explicava muita coisa, não posso negar.
Em seguida, ele me pegou no colo e me levou para uma linda cabana perto de um lago, um lado mais afastado do jardim.
Entramos e ele fez um chocolate quente pra mim no fogão a lenha.
Logo depois, sentamos em uma cama linda, com lençóis de seda e travesseiros de pena de ganso.
Muito conto de fadas pra minha vida.
— Jacky.. baby? – Eu estava distraído encarando a lareira quando ele me chamou, olhando profundamente em meus olhos de uma maneira diferente das outras vezes. – Talvez você esteja estranhando tudo isso, mas quero que saiba que eu amo você.. okay?
“Eu amo você..”
Será que eu havia escutado direito?
Ele havia me dito que.. me amava?
No momento eu paralisei.
Abri a boca e tentei falar algo, mas nada saía.
Porém, após longos minutos, consegui respirar e ser sincero com o Finn que estava recém conhecendo.
― Ele jamais diria isso pra mim..
Como ele estava estava do outro lado da cama, ele veio engatinhando em minha direção, tirou a xícara da minha mão a repousando no criado mudo ao lado e em seguida, colocou suas mãos em meu rosto esboçando um sorriso ingênuo e afetuoso pra mim.
― Mas eu digo.. e com prazer, honey. ‒ Não demorou para ele se aproximar e selar nossos lábios com um carinho que nunca havia sentido em Finn antes. ‒ Te amo, Jack.
Com isso, o puxei aprofundando o beijo com mais paixão e mais liberdade do que geralmente demonstrava.
Suas mãos deslizavam pelas minhas costas e foram delicadamente até minha cintura.
Desloquei as minhas para seu pescoço, o fazendo sentar e abrir as pernas automaticamente. Desse modo, acabei ajoelhado entre elas, enquanto ele distribuía beijos molhados e suaves pelo meu pescoço e peitoral, me fazendo arfar em seu ouvido.
— Posso tirar sua camiseta, baby? – Sussurrou em meu ouvido com um tom totalmente diferente do “normal”.
Logo depois, eu assenti e o ajudei a me despir rapidamente, tirando meus shorts de pijama também.
— Você é tão lindo, baby boy..
No mesmo instante eu devo ter corado muito. Porém, continuei o beijando com mais voracidade, fazendo com que eu sentasse em seu colo de uma vez, com os joelhos sob o colchão.
Com isso, ele começou a passar a mão pelo meu corpo todo, o acariciando lentamente enquanto olhava em meus olhos.
Em seguida, surgiu um sorriso espontâneo em seu rosto, pausando nossos beijos, me deitando na cama e ficando por cima.
Aos poucos ele foi descendo a sua boca pela minha pele sensível, a selando até chegar em minha virilha e entre minhas coxas.
Apertei meus olhos e os revirei quando senti minha cueca sendo retirada e sua língua cobrir a cabeça do meu membro já muito duro.
— Oo-oh Fi-Finnie.. ‒ Arranhava os ombros dele quase sem dó.
— Isso, my love.. somente relaxe e.. goze o momento. ‒ Seu hálito em minha intimidade me fazia arrepiar os pêlos mais escondidos.
Até que sua boca envolveu meu órgão com vontade me fazendo suspirar manhoso e um tanto alto. E nisso, em pouco tempo ele já havia me feito gozar.
Em seguida, me fez ficar de quatro, o quê no fundo me fez ficar nervoso. Mas a princípio sua intenção era acariciar minha entrada com sua língua. Foi a colocando cada vez mais fundo e fazendo movimentos circulares, me causando sensações prazerosas quase inexplicáveis.
Quando já estava bastante molhado com sua saliva, ele inseriu um de seus dedos em meu orifício anal, e isso fez com que eu lembrasse de coisas que não gostaria ter relembrado naquele momento. Por isso, acabei gemendo de insatisfação, mas Finn entendeu como de prazer, fazendo com que ele colocasse mais um dedo.
— E-eu não sei se consigo continuar, Finn..
— Está bem, amor.. não insistirei. – Finn retirou seus dedos com cuidado, me pegou pela cintura, colocando em seu colo novamente, enquanto beijava minhas costas e massageava suavemente minhas nádegas com as pontas dos dedos.
“Amor.”
Aquilo já era demais.
Já estava louco para me entregar pra ele, mas o que me prendia era o sexo brutal que eu havia tido mais cedo.
Acabei cedendo.
Decidido disso, eu tirei o pênis de Finn de dentro da cueca e comecei a masturbá-lo lentamente com minhas duas mãos até que o mesmo ficasse lubrificado com o próprio pré-gozo e mais ereto. Em seguida, segurei nos ombros largos de Finn, ergui meu corpo e aos poucos fui sentando sob seu pau até cobrir toda sua extensão razoavelmente grande. Por causa da dor imediata, gemi alto afundando minha cabeça no pescoço alheio.
— Jack? Está tudo bem? – Finn segurou com uma de suas mãos a minha cintura e com a outra acariciou meus cabelos gentilmente. – Nã-não precisava fazer isso..
Como resposta, gemi mais baixo e agarrei seus ombros, os apertando em seguida enquanto tentava me mover aos poucos, apesar da dor invadir meu corpo como se fosse partir ao meio.
— Po-pode mexer, daddy.. – O tesão tinha tomado conta do meu corpo. Não resisti em chamá-lo assim. Finn me obedeceu enquanto abria um sorriso travesso.
Ele foi movendo os quadris contra os meus de modo lento, me fazendo morder os lábios e abafar meus gemidos.
— Se estiver doendo muito, me fale, okay baby Jackie?
— O-ok.. o-ooh.. – A dor começou a dar lugar ao prazer e em poucos minutos eu estava delirando e gemendo muito ao pé do ouvido alheio, que parecia apreciar aquilo. – Fi-Finni-nnie.. ahh.. i-isso..
— Ohhhh Ja-Jackie.. você é incrível..
Ao mesmo tempo em que estocava vagarosamente quase de modo torturante, do jeito que mais me excitava, Finn começou a beijar meus braços, principalmente em cima dos curativos dos cortes. Logo depois seus lábios vieram de encontro com os meus, de modo sedutor e envolvente.
Gemiamos quase simultaneamente enquanto eu passava minhas mãos pelas suas costas as apertando cada vez mais a cada penetrada. já as dele, uma estava em meio aos meus cabelos e a outra pressionando minha lombar
Em um ato contínuo, eu gozei pela segunda vez em meu e no abdômen alheio, no mesmo momento em que ele gozou dentro de mim.
Sem demora, ele retirou seu pau e juntos tentávamos regular nossas respirações novamente. Até que minha consciência pesa imediatamente;..
— Ah droga! E-eu me odeio.. – Não consegui evitar que lágrimas rolassem pelo meu rosto e molhassem o peito alheio. Aquela agonia pós-transa retornou de modo mais forte e eu estava morrendo de medo da reação de Finn. – Me-me perdoe, Finnie.. sempre sinto como se eu não merecesse você.
— Ei Jacky.. está tudo bem. Não se odeie desse jeito. – Deitou e eu permaneci sentado próximo a sua barriga com as mãos apoiadas em seu peitoral. – Eu que não mereço você, na verdade. Você é um garoto forte, lindo e incrível. Não se culpe tanto, ok?
— Uhum.. sniff-sniff.. – Me abraçou me deitando em seu peito e por fim beijou meus cabelos.
Se passaram alguns minutos em pleno silêncio e uma dúvida surgiu em minha mente.
— Finnie.. Wy e Jae sabem sobre.. seu transtorno.. hã.. dissociativo..?
— Não, e até acho que eles não compreenderiam, Jackie.. somente você sabe.. Podemos manter isso assim?
O porquê eles não compreenderiam?
Foram eles que me fizeram pensar sobre a segunda chance de Finn.
Contudo, achei melhor deixar pra lá.
— Cla-claro, Fih..
— Bom, agora vamos dormir um pouco. Você deve estar exausto.
Fale com o autor