Notas iniciais
Dumbledore disse a Harry que iria revelar-lhe o que deveria ter lhe revelado há cinco anos, quando da entrada de Harry em Hogwarts e de seu confronto com o professor Quirrell na câmara inferior da Pedra Filosofal. Conciliação, Pacificação e Harmonia

Dumbledore fechou os olhos e passou a esconder o rosto nas mãos de longos dedos. Harry havia acabado de despedaçar diversos de seus pertences da sala do diretor, em revolta pela morte de Sirius. Também gritara muito ao diretor, e o eco da voz de Potter ainda percorria certos cantos da sala.

Harry o observou, mas esse sinal pouco característico de exaustão, de tristeza, ou do que quer que fosse que Dumbledore pudesse estar sentindo, não o amoleceu. Pelo contrário, o rapaz sentiu mais raiva ainda que Dumbledore estivesse dando sinais de fraqueza... Não tinha nada de aparentar estar fraco quando Harry queria mais, mesmo, era se enfurecer e esbravejar com ele.

Dumbledore, por fim, baixou as mãos, estudou Harry através dos seus oclinhos de meia-lua, e falou:

— Está na hora, mais do que na hora, Harry, de lhe dizer o que deveria ter-lhe contado há cinco anos. Senta, por favor. Vou contar-lhe tudo. Não esconderei mais nada. Peço-lhe que tenha um pouco de paciência. Você terá toda a oportunidade de se enfurecer comigo, de fazer o que quiser, quando eu terminar. Não irei te impedir.

Harry encarou-o com ar feroz por um longo momento. Então, atirou-se de volta à cadeira em frente ao diretor e aguardou.

Notas finais
Além disso, Dumbledore iria, porém, revelar muito mais coisas a Harry. Um grupo de amigos desfeito e partido ao meio, devido a uma injustiça, além de outras injustiças que se seguiram a posteriori, que caso não fossem impedidas, teriam prejudicado muitas pessoas de bom coração e boa índole. Escrito por : Mambo Hokage L F Anglo Angola & Phoenix M Marques W MWU 27 Apoio e colaboração: BILSS O DESTRUIDOR