Sempre ao Seu Lado
30 "Eu jurei que ia me vingar."
Notas iniciais
POV Violetta.
Entro no meu quarto, vou ao banheiro, tomo um banho e me visto. Arrumo uma pequena mochila com algumas coisas e saio. Ando pelo corredor e bato na porta do quarto da Ludmi.
— Ludmi, é a Vilu. -bato mais. -Ludmila, abre essa porta.
Bato a porta e nada, giro a maçaneta. Trancada. Chuto e bato de novo.
— Ludmila Ferro Vidal, abre essa porta agora. -mando.-
— Violetta, socorro. -ouço a voz dela de choro e logo depois um grito dela.-
— Ludmila. -me desespero e bato mais forte na porta.-
— O que foi Violetta? -escuto o Diego e me viro, vendo ele e a Fran.-
— A Ludmila. -começo a chorar. -Eu ouvi ela pedindo socorro, a porta está trancada.
— Calma. -ele me abraça, logo me solta e começa a bate na porta. -Federico! Ludmila!
— O que está acontecendo? -aparece a Cami.-
— A Ludmi, Cami. -falo aos prantos.-
— Eu vou derrubar essa porta. -diz Dih e chuta a porta.-
— Calma Diego, escândalo não vai adiantar de nada. -diz Cami aflita. -Cadê o Federico? Ele devia ficar com ela.
— Eu não sei. -diz Fran.-
Meu celular apita e vejo que é uma mensagem. Abro-a.
Mensagem on.:
Mande seus amiguinhos ficarem quietos, será melhor para a sua amiguinha. Fiquem em silêncio para o bem dela.
Tomás
Mensagem of.
— Diego! Para Diego! -mando e todos me olham confusos.-
— De quem é a mensagem, Violetta? -pergunta preocupado.-
— É do Tomás. -digo e eles olham curiosos. -Ele mandou ficarmos em silêncio para o bem dela.
POV Federico.
Acordo com uma dor de cabeça. Olho para os lados e vejo tudo escuro, me sento. Ai! Que dor desgraçada. O que aconteceu? Por que eu to com dor de cabeça?
Flashblack on.:
— Como você é burro, acreditou que a mensagem era do León? -pergunta Marina e a é trancada, me viro e vejo o Felipe?-
— Quer dizer que está envolvido nisso? -pergunto com raiva.-
...
— Me deixem sair, agora. -peço indo até o Felipe.-
— Só quando o Tomás permitir. Agora ele deve está falando com a Ludmila. -diz Marina fria.-
...
— Na verdade, estou com raiva mesmo do León. -diz Marina. -Vamos acabar com vocês um por um.
— Vocês são loucos. -digo alto.-
...
Parto para cima do Felipe, a Marina grita e sinto algo acerta minha nuca. Minha visão fica escura e apago.
Flashback of.
— Ludmila. -digo e corro até a porta, giro a maçaneta. -Ótimo, trancado
Coloco a mão no bolso em busca do celular, cadê? Eles devem ter pegado. Bato na porta.
— Socorro. Alguém? -grito batendo na porta.-
POV Ludmila.
— Por favor, me deixa em paz Tomás. -peço me afastando.-
— Calminha, Ludmi. -fala se aproximando.-
— O que você quer? Já não basta o que você fez no passado? -pergunto já sentindo vontade de chorar.-
— Eu jurei que ia me vingar. -responde frio.-
— O que você vai fazer comigo? -pergunto com medo e sinto minhas costas baterem na parede.-
— Não se preocupe, Ludmi. -diz passando a mão pelo meu rosto.-
— Me deixa em paz. -falo com voz de choro e minhas lágrimas já saiam.-
— Fica calma, Ludmila. -pede olhando no fundo dos meus olhos.-
Batem na porta, a pessoa persiste.
— Calada. -sussurra no meu ouvido.-
— Ludmi, é a Vilu. -escuto e outras batidas na porta. -Ludmila, abre essa porta.
— Se você falar algo, eu acabo com você. -sussurra apertando meu braço.-
A maçaneta é girada e chutam a porta.
— Ludmila Ferro Vidal, abre essa porta agora. -ouço.-
— Violetta, socorro. -grito e o Tomás me dá um tapa no rosto, acabo gritando.-
— Ludmila. -ela se desespera.-
— Por que você fez isso? -pergunto passando a mão onde ele bateu.-
— Eu mandei você ficar calada. -ele aperta mais forte meu braço.-
— Me deixa em paz, por favor. -as lágrimas já saiam descontroladamente.-
— Para de drama, garota. -manda apertando mais forte.-
— Federico! Ludmila! -escuto o Diego e mais batidas na porta.-
— Me deixa sair daqui. -peço tentando me soltar. -Você acabou com a minha vida e agora que eu fiz de novo, quer destruí-la outra vez?
— Você começou tudo. -diz com raiva. -Se tivesse cedinho naquela noite, nada disso estaria acontecendo.
— Eu tinha 15 anos e você tirou minha virgindade, contra a minha vontade. -digo aos prantos.-
— Me dá seu celular, essas batidas estão me irritando. -pede irritado.-
— Para quê você quer meu celular? -pergunto assustada.-
— Me dá logo, garota. -ordena impaciente e eu entrego o meu celular.-
Ele manda mensagem para alguém e as batidas na porta param.
— Você é um monstro. -digo com raiva e chorando ainda.-
— Cala a boca. -ele ordena irritado.-
— Quando eu sair daqui eu vou te denunciar. -ameaço.-
— Duvido muito. -diz ele sorrindo.-
— Eu te odeio, Tomás. -digo chorando.-
— E eu te amo, Ludmila. -ele diz sorrindo.-
Ele me joga na cama e começa a tirar a minha roupa. Será que tudo vai começar novamente? Não pode, não pode.
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