Sempre ao Seu Lado
31 "Senhor Tomás Heredia está expulso e a policia está a caminho."
Notas iniciais
POV León.
Vesti meu pijama e sai em direção ao quarto da Ludmi. Passo pelo o do Federico e escuto umas batidas na porta e uns gritos dele.
— Federico? O que está acontecendo? -grito em frente a porta.-
— León? Me ajuda a Ludmila está em perigo e eu estou trancado aqui. -grita ele.-
Começo a chutar a porta para arromba-la, até escutar uma risada.
— Dando uma de herói? -escuto a Marina e olho para trás e vejo ela sorrindo sínica.-
— Você está com chave não é? -pergunto sínico.-
— O seu irmãozinho é muito teimoso, eu e o Felipe tivemos que apaga-lo e depois trancar o quarto. -diz ela como se fosse a coisa mais normal do mundo. Que raiva deu agora.-
— Você é uma cobra, você e o Felipe. -digo com raiva. -Só não te bato por que você é menina.
— Essa é uma das vantagens de ser garota. -diz ela sorrindo.-
— Me dá logo essa chave cobra. -mando.-
— Foi com essa cobra que você foi para a cama muitas vezes. -ela provoca.-
— E isso te transforma é uma cobra puta. -digo e ela se irrita, me dando um tapa. -Já está soutando o veneno?
— Você é um idiota. -diz com raiva. -Quer saber? O Tomás já deve ter dado um jeito na Ferro. Pega a chave.
Ela joga a chave no chão e sai. Abri a porta do quarto do Federico bem rápido e saímos correndo com ele me explicando toda a história. Chegamos no quarto da Ludmi e encontramos o Diego abatido abraçando a Fran chorando, a Vilu sendo consolada pela Cami se fazendo de forte.
— Cadê a Ludmila? -se desespera Fêde.-
— León. -Vilu me abraça.-
— Federico se acalma, o Tomás está com a Ludmila e se fizermos alguma coisa, ele vai fazer alguma coisa com ela. -diz o Diego triste.-
— Isso não pode está acontecendo. -o Fêde começa a chorar.-
— Calma maninho. -a Fran o abraça e a Cami vai para perto do Diego.-
— Gente o que aconteceu aqui? -chega Naty e o Maxi. -Quem morreu? -ela brinca.-
— A Ludmila está em perigo, o Tomás está lá dentro com ela. -digo bem devagar e a Naty cai de joelhos no chão chorando.-
— Meu amor. -o Maxi a abraça.-
— Chama a policia, chama a minha mãe, chama meu pai, chama qualquer pessoa que resolva isso. -ela fica aos prantos.-
— O Tomás é perigoso, temos que pedir ajudar, não sabemos o que pode acontecer com a Ludmi. -diz o Maxi.-
— Certo. -digo. -Camila, vai chamar o diretor e manda chamar a dona Priscila. Diego, tenta ligar para a policia. -ordeno.-
A Cami sai correndo para a sala do diretor e o Diego pega o celular e começa ligar para a policia. Fica abraçado com a Vilu, a Fran com o Fêde e o Maxi com a Naty. Cadê o Broadway?
POV Camila.
Bato na porta do diretor e entro de uma vez. Ele me olha assustado.
— Isso são modos senhorita Torres? -ele briga.-
— Diretor, preciso da sua ajuda, é urgente. -digo desesperada.-
— Sente-se. -ele pede e eu me sento. -Pode falar.
Começo a contar toda a história e ele fica surpreso.
— Eu vou ligar para a senhora Ferro agora e para a policia. -diz ele.-
— O senhor não vai comigo lá no quarto? Precisamos tirar a Ludmila de lá. -fico preocupada. -O Diego também está ligando para a policia.
— Claro, vamos lá. Vou mandar chamar o zelador que tem uma chave reserva. -ele diz.-
Saio acompanhada com ele. O diretor manda a secretária ligar para a mãe da Ludmi e pede para mandar o zelador ir para o corredor dez. Chego no pessoal.
— Ordeno que abram essa porta. -fala o diretor batendo na porta.-
— Isso não adiantar. -diz o Fêde com voz de choro.-
— Senhor diretor? Mandou me chamar? -chega o zelador.-
— Quero a chave deste quarto. -pede o diretor.-
— Claro. -o zelador dá uma chave ao diretor.-
— SOCORRO. FEDERICO! VIOLETTA! DIEGO!. -ouvimos a Ludmi gritar e todo mundo se desespera.-
— Ludmila. -o Federico se desespera.-
— O que está acontecendo aqui? -chega a mãe da Luh e da Naty.-
— Mamãe. -a Naty a abraça.-
— Senhora Ferro, sua filha está em perigo. -diz o diretor tentando abrir a porta com a chave.-
— Como assim? Eu não entendi. -diz a Priscila confusa.-
— Me dá essa chave, logo. -o León impaciente toma a chave da mão do diretor e abre a porta.-
POV Ludmila.
NOJO! Essa é a palavra para o que estou sentindo, além disse também tem o medo. Estou só com roupas intimas, chorando e o Tomás me beijando. (N/A: Gente, talvez as cenas estejam um pouco pesadas não sei, mas vou tentar não descrever e nem colocar muita coisa. Talvez não gostem, mas vou avisar lá nas notas iniciais).
— SOCORRO. FEDERICO! VIOLETTA! DIEGO! -grito, talvez alguém escute.-
A porta começa a se abrir e entra o diretor, o Federico, a Francesca, a minha mãe, o zelador, o León, a Violetta, a Camila, a Natalia, o Maxi e o Diego. O Tomás saiu de cima rapidamente e eu corri abraçando minha mãe.
— Que especie de colégio é esse? O que esse monstro estava fazendo com minha filha. -minha mãe se revolta e me abraça.-
— Senhor Tomás Heredia está expulso e a policia está a caminho. -fala o diretor.-
— Você vai morrer desgraçado. -o Fêde vai para cima dele e o León o segura.-
— Calma Federico, ele vai ter a punição que merece. -fala o León segurando ele.-
— Diretor, além do Tomás, Felipe Diaz e Marina Ferraz, estão envolvidos nisso, eles três que planejaram isso tudo. -diz o Fêde.-
— Os três serão expulsos. -diz o diretor.-
— Aqui é a policial, mandou nos chamar Antonio? -chega um policial.-
— Eu quero que prenda esse rapaz por querer estrupa a minha filha. -minha mãe manda.-
— Calma senhora Ferro. -pede o diretor.-
— Vamos leva-lo e peço que as vitimas vão a delegacia. -pede o policial e leva o Tomás.-
— Minha filha, acho melhor você tomar um banho e trocar de roupa para irmos a delegacia. -sugeri minha mãe.-
— Claro. -digo.-
— Ludmila, nós vamos na frente, depois você, a sua mãe, a Naty e o Federico vão. -diz o León.-
— Certo. -digo.-
Todos saiem e só sobra eu, minha mãe, a Naty e o Fêde. Eu abracei o meu namorado e comecei a chorar. Depois de conversar com os três, eu tomei um banho, me vesti e fomos todos para a delegacia.
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