Sempre ELE!

4 Extra: Aulas particulares!


Notas iniciais
AVISO: ESTE CAPÍTULO CONTEM CENAS CAPAZES DE CAUSAR FORTES ATAQUES DE HEMORRAGIA NASAL, RECOMENDA-SE AUTO-CONTROLE E DISCRIÇÃO AO LÊ-LO. Ps: Se não gosta de S.M. leve, não leia.

“Respira fundo Erwin” pensei novamente “se controle, não faça nenhuma besteira”.

MAS ERA IMPOSSÍVEL!

Levi estava sentado sobre os joelhos, junto a mim no tapete. Em nossa frente havia uma pequena mesa de madeira repleta de livros, folhas e cadernos. Já era o final da tarde, os últimos raios solares que viam da janela batiam em Levi, destacando-o ainda mais. Ele vestia uma regata verde-musgo que deixava a mostra os braços finos, o ombro reto e parte do peitoral. Uma calça jeans escura que marcava muito bem suas pernas (e que pernas!), os tênis All Star ficaram guardados perto da porta de entrada do meu apartamento.

– Consegui! – disse ele sorrindo de lado. – está correta? – mostrou-me os cálculos.

Peguei o papel e comecei a corrigi-lo.

Se eu não estivesse tão concentrado no que estava fazendo, teria reparado em dois orbes claros que me encaravam.

On. Pov especial Levi.

Não iria passar de hoje, ou eu não me chamava Levi!

Não me importava se fosse errado, se ele fosse acusado de pedofilia ou não, iria tê-lo dentro de mim o mais rápido possível.

– Sensei... – sussurrei com a voz intencionalmente rouca. – estou com sede.

Vi ele corar por um breve segundo antes de se levantar e falar com a voz tremula.

– P-Prefere água ou café?

– Café.

Ele se dirigiu a cozinha, sem reparar que eu o devorava com os olhos.

Erwin vestia uma simples calça jeans clara folgada, fazendo contraste com a blusa preta de gola V. Os cabelos normalmente repletos de gel e arrumados estavam desorganizados e secos, junto aos olhos claros o deixavam extremamente sexy.

Ai, ai Erwin... Você não tem ideia do que eu vou fazer com você...

Off. Pov especial Levi.

Preparei o café e entreguei-o a Levi, era engraçada a maneira como ele segurava a xicara pela borda, entortando a mão em direção ao rosto e levando a boca.

– Arg! Quente! – reclamou ele colocando a xicara na mesa, mas foi num gesto desastrado que o fez derramar café na própria blusa. – droga!

Retirou a blusa rapidamente para não se queimar, mas ainda assim parte do liquido escuro sujou seu peito.

– Você está bem? – perguntei preocupado.

– Estou, onde fica o banheiro?

– Primeira porta à direita.

Ele se dirigiu até lá enquanto eu pegava sua blusa e ia em direção à área de serviço.

Abri a tampa da maquina de lavar e observei sua camisa. Não resisti e a levei até meu rosto, inspirando o cheiro cítrico de Levi misturado com café que aquele pedaço de tecido exalava.

“Controle-se Erwin!” repreendi-me pela milésima vez “ele é seu aluno! Você não pode pensar besteira”!

“Então por que o trouxe até seu apartamento?”, disse uma vozinha do outro lado de minha cabeça.

“Só estou o ajudando a estudar!”, gritei mentalmente para aquela vozinha que apenas riu e começou a me mandar varias imagens nada castas do que eu poderia fazer com Levi naquele instante.

– PARE COM ISSO! – gritei comigo mesmo.

– Sensei, está tudo bem? – perguntou Levi do banheiro.

– T-Tudo bem! – respondi tentando expulsar aqueles pensamentos libidinosos de minha cabeça. – é que tinha uma... Uma... Uma mosca me incomodando! – mas que merda de desculpa é essa?

– Ah, por favor, me traz uma toalha!

– Só um segundo!

Peguei uma toalha branca de rosto que estava pendurada no varal e fui em direção ao banheiro, bati na porta algumas vezes até ouvir uma voz abafada lá dentro.

– Tá aberta!

Abri a porta... Naquele momento mandei minha sanidade para o quinto dos infernos.

Levi estava com o rosto e o peito molhados com água, o cabelo embaraçado e a calça desabotoada.

Observei uma pequena gota que escorria por seu pescoço, seguindo pelo ombro, roçando por um mamilo e terminando o caminho nas linhas que dividiam sua barriga até sumirem na linha da cintura que estava descoberta pela calça. Por Kami-sama, como eu queria ser aquela gotinha...

– Sensei, a toalha. – pediu Levi acordando-me de meus devaneios.

– Ahn? Ah, tá, a toalha. – entreguei-a.

Levi enxugou o rosto e o tórax, numa lentidão enlouquecedora que me fazia querer toma-lo ali mesmo.

Um lado de minha cabeça gritava: “ESTUPRE-O!”. Enquanto a outra tentava inutilmente dizer: “ELE É SEU ALUNO”!

– Ah... Erwin-sensei...

– O que? – falei sentindo a hipnose por ele voltar.

– É... Na... Na sua calça... – ele desviou os olhos para qualquer lugar.

Franzi a testa sem entender, então olhei par baixo.

P*** QUE PARIU!

Eu estava excitado! Virei de costas tentando esconder o enorme volume que teimava em crescer dentro de minha calça.

– T-Têm camisetas limpas no meu armário! – falei. – segunda porta a direita! – expulsei-o do banheiro e me tranquei ali dentro.

Encostei-me a porta e escorreguei até o piso branco.

P*** merda...

Enquanto isso meu cérebro discutia novamente:

Erwin diabinho: HÁ-HÁ! NÃO FALEI QUE IA ESTUPRA-LO!

Erwin anjinho: Mantenha a calma jovem, está conseguindo se contiver muito bem.

Erwin diabinho: MAS VOCÊ É UM PÉ NO SACO! DEIXE-O TRANSAR EM PAZ!

Erwin anjinho: Calado! Que falta de vergonha!

– CALEM A BOCA! – gritei comigo mesmo novamente.

Respirei fundo e imaginei Hanji-sensei cuidando de sua coleção de lagartos enquanto cantava “macho-man!” e dançava “ragatanga”, automaticamente o volume em minha calça sumiu.

Levantei-me e lavei o rosto. Levei alguns minutos para me recuperar e sair do banheiro. Olhei a sala e a cozinha, Levi não estava em nenhum dos cômodos. Fui para o quarto e o encontrei em minha cama.

Ele usava uma de minhas camisetas. Ela era azul-marinho com mangas, ficava extremamente folgada nele. Os ombros ficavam a mostra e as mangas escondiam suas mãos. Estava sentando com as pernas abertas e as mãos apoiadas no colchão entre elas.

OK. AGORA O RESTO DE MINHA SANIDADE PODE ARDER NO LAGO DE FOGO. ERWIN ELE É SEU ALUNO, ELE É SEU ALUNO, ELE É SEU ALUNO, ELE É SEU... AH, FODA-SE!

– Sensei. – disse ele com a voz manhosa. – suas roupas são muito grandes. – ergueu o braço mostrando os punhos cobertos pelas mangas. – não tem nenhuma menor? – colocou-se sobre os joelhos e inclinou-se para frente, consequentemente ficando de quatro e exibindo seu peitoral pela gola da camisa.

– L-Le-e-vi... – gaguejei congelando onde estava.

– Nhaaa, sensei, achei que tivesse resolvido esse problema. – ele apontou para minha calça. – quer que eu resolva? – engatinhou pela cama em minha direção. – eu sou bom nisso.

Desabotoou minha calça e a abaixou um pouco, revelando a nova ereção que se formava por dentro de minha box cinza.

– É maior do que eu pensava. – disse ele puxando minha box para baixo.

(N/A DA AUTORA: AS "PUTARIA" VAI COMEÇAR. SE NÃO GOSTA DE S.M. NÃO LEIA!).

– Acho que não vai caber tudo na minha boca. – ele tocou a glande com a ponta dos dedos. – sensei, eu sou um bom aluno? – abocanhou.

Um gemido alto escapou de meus lábios. Kami-sama!

A boca dele era pequena e quente, sua língua fazia movimentos circulares pela glande e depois abocanhavam todo o membro.

– Realmente, não cabe tudo. – disse ele segurando-o com ambas as mãos e lambendo a ponta. – gosta assim? – chupou e me olhou diretamente nos olhos enquanto continuava com movimentos nada castos em meu membro.

Já estava perdendo o controle de minhas pernas quando senti Levi me puxar para a cama e ficar entre elas.

Ele terminou de tirar minha calça e box, jogando-as no chão e retornando com os movimentos de sua língua em meu membro.

– Ah... Sensei... Seu gosto é tão bom! – seus movimentos aceleraram e ele mordeu a ponta com um pouco de força.

No momento em que cheguei ao ápice, Levi tirou meu membro da boca e o liquido branco melou seu rosto, escorrendo pelo canto dos lábios e pela bochecha.

– Levi... – gemi inconscientemente. – você... É meu aluno...

– Não gosta de mim sensei? – suas mãos passearam por meu tórax, subindo a camisa. — não sou seu melhor aluno? – roçou a língua pelos gominhos em meu abdômen.

– Mas... Ah... Seus cálculos estavam errados...

– Eu errei de proposito. – mordeu minha pele e depois a marcou com vários chupões. – eu queria ficar perto do sensei. – sentou-se em meu colo e começou a esfregar-se em mim, retirou a blusa lentamente e largou-a sobre o colchão. – não quer ficar perto de mim sensei?

A cada ver que ele falava “Sensei” eu me excitava ainda mais.

Deixei que ele retira-se minha blusa e morde-se meus mamilos. Seus olhos não desviavam dos meus nem por um segundo enquanto chupava os botões com força gemendo despudoramente contra minha pele.

– Não aguento mais! – gemeu ele e retirou a calça escura que usava junto a box vermelha com preto.

Ficou de quatro em minha frente, empinando aquele traseiro lindo em minha direção enquanto chupava os próprios dedos. Ele umedeceu bem os dedos e penetrou um em si mesmo enquanto gemia alto.

– Erwin-sensei... – gemeu ele. – me fode.

Quem era o aluno aqui mesmo?

Claro que atendi a seu pedido e penetrei-o de uma só vez.

Ele mais gritou de dor do que de prazer e pequenas lagrimas escorreram por seu rosto corado.

– AH... Sensei...! – gemeu. – me fode logo... Ah... Me fode com força!

Segurei seu quadril com ambas às mãos e comecei a estoca-lo. Fazendo-o gritar meu nome varias vezes ao acertar sua próstata.

– Erwin! Ah! Arh...! M-Mais...! Q-Quero mais...!

– Eu decido quando você vai receber mais! – acertei uma tapa em sua nádega, fazendo-o gemer.

– Por favor! – implorou com a voz rouca. – onegai sensei!

– O que disse? Não escutei.

– ME FODE LOGO PORRA! – gritou ele, alto o suficiente para o prédio inteiro ouvir.

– Bom aluno. – sussurrei mordendo o lóbulo de sua orelha.

Aumentei a velocidade das estocada, até alcançar o ritmo ideal e em todas às vezes acertar sua próstata. Ele era muito apertado, quente, macio, em poucos segundos nos desmanchamos no ápice da luxuria.

Ele perdeu o controle das pernas e tombou no colchão comigo por cima.

– Sensei... – arfou tentando recuperar o folego. – você pesa.

– Ah, desculpe. – sai de cima dele e sentei-me no colchão, encostando as costas na parede e enterrando rosto nas mãos.

– Algum problema? – perguntou Levi.

Não ousei erguer o olhar, estava morrendo de vergonha e culpa por dentro.

– Sensei, qual o problema? – senti suas mãos quentes segurarem meus pulsos e afastarem minhas mãos do rosto.

– Não devíamos ter feito isso. – sussurrei.

– Por que não?

– Você é... Meu aluno... Não posso, eu...

– Mas eu te amo Erwin.

Nesse momento, as palavras sumiram de minha boca e ergui a cabeça rapidamente, encontrando o olhar sincero se Levi sobre mim.

– Sempre amei o sensei. – disse ele colocando os braços ao redor de meu pescoço e afundando o rosto na curva de meu ombro. – desde a primeira vez que o vi entrar em minha turma.

Envolvi sua cintura com meus braços, aconchegando-o em meu colo.

– Eu... Também te amo Levi.

Senti-o sorrir na curva de meu pescoço, para depois traçar uma trilha de beijos úmidos e estalados até chegar à base de minha orelha e morder o lóbulo.

– Então... Quando vai ser minha próxima aula particular?

Acho que estou educando um monstro.

Notas finais
PODEM ME ESTRANGULAR! *Pega a bazuca da Jinx para se proteger* ESSE LEVI BUHAHAHAHA Cof-cof... Ri demais escrevendo a loucura do Erwin (adoro narrar pelo ponto de vista do Seme) e o objetivo do Levi (KAMI-SAMA EU SOU PERVA DEMAIS... *cora ao pensar no que escreve*), fãns de Levi x Eren não me matem! (LEVI UKE É PERFEITO), *le cantando: "peguem o pombo agora!"*. Gostaram? ^-^ Ps: Tô pensando em criar uma fic de Kuroko no Basket, o que acham?