Notas iniciais
MINNA-SAN! DESCULPEM! Era para eu ter postado há umas três horas, mas minha net e meu pc resolveram fazer um acordor e bugaram juntos! Sem mais demoras, ai está o cap! [Re-editado 13/02/14]

On. Pov Jean

– JEAN KIRSCHTEIN PRESTE ATENÇÃO NA AULA! — gritou o sensei de física, Erwin, acertando-me com o apagador.

Grunhi e esfreguei o braço aonde ele havia me acertado, tsk, esse sensei se acha.

Eren riu baixinho ao meu lado enquanto Armin me olhava de maneira perturbada.

– Agora, juntem-se em duplas. Vou passar uma lista de exercícios para ser entregue no final da aula, ela valerá dois pontos na nota livre! Agora, se organizem.

Virei meu rosto em direção a Armin, quando vi Eren afagar lhe o cabelo e puxar a cadeira para perto dele.

– Filho da mãe... – murmurei.

– Jean. – chamou-me Marcoh. – posso fazer dupla com você?

– Hm? Ah, claro. – respondi ainda com os olhos fixos no loiro.

Ele juntou nossas cadeiras e sentou-se ao meu lado, ao mesmo tempo em que meus olhos cruzaram com os de Armin e ele corou, desviando logo em seguida.

Que porra...”?

– Jean, pare de olhar para trás. – Marcoh puxou meu braço. – o sensei está te encarando.

Ajeitei-me na cadeira e revirei os olhos. Aquele pedófilo do Erwin estava era babando por seu aluno favorito: Levi.

Off. Pov Jean

On. Pov Erwin

Aquele garoto estava tentado me seduzir, só pode.

O modo como ele se inclinava em minha mesa, exibindo aquela cintura fina e silhueta delgada, as coxas grossas. A maneira como umedecia os lábios antes de falar “sensei” encarando-me com aquelas orbes claros ao colocar o cabelo atrás da orelha, exibindo aquele pescoço que eu tanto queria marcar. Ah... Como seria bom ter aquele pedaço de mau caminho submisso a mim e...

Sensei, está me ouvindo? – disse Levi.

Pisquei. MAS QUE PORRA EU ESTAVA PENSANDO?

– Está tudo bem? – ele tocou minha testa. – está um pouco quente.

Ah, como era linda aquela maneira como ele mordia o lábio inferior quando estava preocupado. Por Kami-sama, como eu é quem queria estar mordendo aqueles lábios e... SE CONCENTRA ERWIN!

– Estou bem. – consegui responder. – o que houve?

– Estou com duvida aqui, os números estão saindo quebrados, sendo que nenhuma das opções é decimal...

– Hm... – observei seus cálculos.

Eram erros bobos, fáceis de resolver, mas...

– Acho que você não está entendendo muito bem a matéria.

– Serio? – ele franziu a testa.

– Sim, mas posso te dar aulas particulares sem cobrar nada, o que acha?

Off. Pov Erwin.

On. Pov Armin.

Por que meu peito estava tão apertado?

Eren estava comigo, ao meu lado, tocando-me constantemente enquanto sorria. Então por que eu não estava satisfeito?

Olhei para Jean que fazia dupla com Marcoh.

Ele reclamava, pois não estava entendendo absolutamente nada das questões enquanto Marcoh ria timidamente com suas reações e tentava explicar-lhe como responde-las.

– Por Kami-sama Jean! – riu Marcoh. – não é assim! Olhe aqui. Você só precisa fazer isso... – colocou a mão sobre a de Jean e escreveu junto a ele.

Jean corou um pouco enquanto Marcoh ainda segurava sua mão.

O que é isso?” cerrei meus punhos “por que meu peito dói tanto”?

Off. Pov Armin.

On. Pov Jean

Observei Marcoh, surpreendido com sua paciência ao me explicar a matéria. Nunca havia reparado no quanto ele era gentil e... Bonito.

– Por Kami-sama Jean! – ele riu. – não é assim! Olhe aqui. Você só precisa fazer isso...

Ele colocou a mão sobre a minha e a guiou pelo papel, segurando o lápis ao entrelaçar seus dedos aos meus.

Sua pele era quente e macia, não tanto quanto a de Armin, mas mesmo assim...

Ele inclinou a cabeça para o lado, afastando os cabelos da nuca. Seu cheiro era realmente agradável, antes que eu percebesse, inclinei-me para frente, sentindo o aroma doce que sua pele exalava.

– Ah... – ele pigarreou. – Jean, o que está fazendo?

Como assim o que eu... EITA PORRA!

Afastei-me tão rapidamente que, sem querer, empurrei a cadeira para o lado e tombei no chão junto a ela.

– Cacete! – exclamei ao sentir a pancada.

De repente, toda a turma olhava para mim e a bagunça começou.

– Jean, tudo bem? – perguntou Marcoh ajoelhando-se ao meu lado.

– Sim. – me levantei, mas logo em seguida senti uma dor horrível nas costas. – ai...

– Você está bem? – Armin surgiu ao meu lado, me deixando apoiar o braço em seus ombros.

– Bati as costas quando caí. – bufei.

Marcoh levantou parte de minha camisa, um arrepio percorreu minha coluna ao sentir suas mãos quentes roçarem minhas costas.

– É, está vermelho. – disse ele. – é melhor irmos para a enfermaria...

– Eu levo! – disse Armin, surpreendendo-me, por ele havia praticamente gritado.

– Oye, Armin. Esse idiota pode ir sozinho! – interveio Eren. – fique aqui para terminarmos a lista. – ele segurou o pulso do loiro.

Armin corou violentamente. Suspirei, preparando-me para ir sozinho já que ele nunca negava nada à Eren.

– VOU LEVA-LO! – Armin segurou meu braço ao redor de seus ombros e se virou para Erwin. – SENSEI, VOU LEVA-LO A ENFERMARIA!

Erwin acordou de sua hipnose por Levi e olhou para nós. COM CERTEZA ele não fazia a menor ideia do que havia acontecido.

Levi sussurrou algo em seu ouvido e ele nos deixou ir.

– Jean, você pesa! – queixou-se Armin.

– Você que é frágil demais. – revirei os olhos.

Chegamos a enfermaria e sentei numa das macas.

– Onde está Hanji-sensei? – perguntei procurando a enfermeira.

Armin vasculhou todo o local, mas não a encontrou.

– Droga... – murmurei.

– Pode deixar, eu cuido de você. – disse ele dirigindo-se as prateleiras e armários.

Logo em seguida, voltou trazendo uma bandeja e a depositou na cadeira ao lado da maca. Sentou-se ao meu lado e disse:

– Vire de costas e tire a blusa.

Fiz o que ele disse e senti algo gelado e úmido encostar-se a minha coluna.

– Ai... – gemi.

– D-Desculpa! – disse Armin. – mas está muito vermelho...

– Tudo bem. – menti.

Passamos alguns minutos assim, até ele guardar a bolsa de gelo e enxugar a umidade de minhas costas com uma pequena toalha de rosto. Eu iria me levantar, se não houvesse sentido pequenas mãos escorregarem por minhas costas e moverem-se até meu tórax, envolvendo meu tronco num abraço apertado.

Off. Pov Jean

On. Pov Armin.

– Ei Armin, o que está fazendo? – perguntou Jean.

Aconcheguei-me a suas costas, encostando meu rosto a mesma. Ele era quentinho, sentia-me seguro fazendo isso.

Jean virou-se subitamente e me puxou de maneira brusca para seu colo. Colocando cada uma de minhas pernas ao redor de sua cintura.

– Se continuar fazendo isso, vou te devorar. – sussurrou ele pegando uma de minhas mãos e mordendo a ponta de meu indicador.

Apenas fiquei em silencio, observando enquanto seus lábios exploravam cada canto de meus dedos e sua outra mão desabotoava a blusa de meu uniforme.

– Já sabe o que vai acontecer se não se afastar... – ele segurou ambos os lados de minha blusa, fazendo-a escorregar por meus braços.

– Sim, eu sei. – falei envolvendo seu pescoço. – mas... – mordi o lábio inferior.

Eu quero”, eram as palavras que eu queria dizer, mas, por algum motivo, não conseguia.

Off. Pov Armin

On. Pov Jean

Percebi que ele não iria terminar de falar, então puxei sua cintura, colando nossos corpos e tomando seus lábios num beijo sôfrego.

Deslizei minhas mãos por seu quadril, até chegar às nádegas e aperta-las com força, ouvindo-o gemer em meio ao beijo. Suas mãos agarravam-se desesperadas aos meus cabelos enquanto suas pernas prensavam minha cintura.

Era estranho, nunca Armin havia correspondido daquele jeito.

Suas mãos escorregaram até meu tórax, sem pudor algum.

– Jean... – gemeu ele encarando-me com aqueles olhinhos inocentes. – eu... Quero provar... – seus lábios foram até meu peito e roçaram sugestivamente em meus mamilos.

– Vá em frente. – sorri maliciosamente.

Ver Armin abocanhar meus mamilos enquanto se esfregava em mim daquela maneira libidinosa era enlouquecedor.

Por que ele estava fazendo aquilo? Nunca havia o visto tão... Pervertido.

– Já chega! – joguei-o deitado na maca. – eu sou o Seme aqui!

Armin corou ainda mais e arranquei sua calça, não estava mais aguentando ficar parado. Usei-a para amarrar seus pulsos nas grades acima da maca e me coloquei entre suas pernas.

– Já está assim? – ri tocando sua ereção por cima da box azul que ele usava. – nunca me desaponta loirinho. – abocanhei seu membro por cima do tecido.

Ele mordeu os lábios com força, contendo os gemidos que insistiam em escapar de sua garganta, mas seus olhos transbordavam luxuria, pedindo por mais e mais.

Continuei naquela doce tortura e comecei a tirar sua box usando a boca, de maneira lenta e insana, até ver seu membro completamente exposto e joguei aquele inútil pedaço de tecido em um canto qualquer no chão.

– Olhe só isso. – acariciei-o com a ponta do indicador voltada para cima. – o que quer que eu faça Armin? – comecei a massageá-lo. – hein?

Ele continuou calado, ainda contendo os gemidos.

– O que você quer Armin? – toquei a ponta da língua em seu membro e ele ofegou. – diga, se não disser, não vou saber. – acariciei-o novamente.

– Hm... Me... Me chupe...

– O que disse? Eu não ouvi direito.

– Quero que me chupe! – gemeu envergonhado. – por favor!

– Com prazer. – sorri e abocanhei completamente seu membro.

Ele deixou escapar um gemido mais alto e seus punhos fecharam.

Lambi toda a extensão, seguindo da glande a base, para só depois encosta-lo a garganta e estimula-lo com a mão.

Em questão de segundo, ele se desmanchou em meus lábios.

Engoli tudo e fui até sua boca, beijando-o novamente enquanto soltava seus pulsos.

– Chupe. – coloquei dois de meus dedos em sua boca.

Nem preciso dizer o quão sexy ele estava naquele momento.

– Relaxe. – ordenei colocando um dedo dentro.

Ele pareceu incomodado no inicio, mas logo se acostumou. Não demorei em colocar um segundo e alarga-lo com cuidado. Ele voltou a gemer e empurrou os quadris para cima.

Sentei-me ao ver que ele já estava pronto e o puxei para meu colo.

– É todo seu. – falei e segurei sua cintura.

Ele foi se abaixando de maneira lenta e libidinosa, gemendo cada vez mais alto até estar completamente preenchido por mim.

– Por Kami, com você é apertado... – gemi, quando foi que eu havia tirado a calça?

O loiro começou a subir e descer de maneira selvagem, sem se preocupar mais em conter seus gemidos luxuriosos e excitantes.

Continuamos nesse ritmo insano, suas mãos apertavam meus ombros com força, e suas pernas quase prendiam a circulação de meu sangue com tanta vontade que ele as prendia.

– Armin...! – gemi enquanto abocanhava seu pescoço.

– Jean...! – seus lábios buscaram os meus e colaram-se a eles, como se nunca mais fossem se separar.

Chegamos ao ápice juntos e ele se largou na cama junto a mim. Ambos tentávamos regular nossa respiração, estávamos esgotados.

Armin levantou-se antes de mim, se vestindo de maneira rápida e eficaz.

– Para que a pressa? – perguntei.

– Eu ainda tenho aula para assistir. – respondeu ajeitando os cabelos de maneira que escondesse as marcas de chupões no pescoço. – tenho algumas atividades para fazer após a aula, então chegarei tarde em casa.

– Ah. Ok. – respondi abotoando minha camisa.

– A proposito, Jean...

– Hm?

– Não... – ele abriu a porta. – não fique mais tão próximo ao Marcoh. – e saiu.

Fiquei ali, que nem um débil mental, observando aquela bendita porta.

Armin... ESTAVA COM CIÚMES?

Off. Pov Jean

Notas finais
Gostaram? Olha, não sei quando sai o próximo cap (semana que vem vou ter recuperação e tal), tô pensando como ele vai ser ainda... Comentários? [Imagem adicionada 13/02/14].