Sempre
37 Capítulo 37
Notas iniciais
Desculpem a demora, viu? Resolvi escrever para dar um aliviada de tanto estudar e, bem ,saiu isso. Espero que gostem. Desconsiderem os possíveis erros, tá? Queria postar logo para não deixar vcs esperando muito tempo. Obriga todos os comentários. Amei cada um e todas a opiniões de vcs. Vou responder assim que tiver uma folguinha. E Hazel, por favor, não faça greve de comentários, tá? Beijos e chocolates pra vc!
Boa leitura!
CAPÍTULO 37
Eduardo olhava para as ruas enquanto observava carros e pessoas transitarem. Ele batia os dedos no colo quando ouviu o suspiro de Cecília.
– Você vai falar comigo? – o homem de cabelos escuros passivamente a ignorou quando seus pensamentos estavam sendo inundados pelo som estranho do apartamento de Cecília quando ele tocou a campainha alguns dias antes. Ele não gostou do que sentiu quando entrou no apartamento para pegar o celular que havia esquecido na sala, e ouviu algo familiar. Ele andou em direção ao quarto e quando abriu a porta viu um Luís Gabriel desorientado juntamente com Cecília e então ele pode perceber que os dois estavam juntos.
Seus olhos quase ficaram vermelho de raiva quando viu o olhar afogueado que estava no rosto de Luís Gabriel, que tentava arrumar seu cabelo rapidamente e em seguida subiu o zíper da bermuda. Eduardo não disse nada, ele estava muito irritado a ponto de explodir e apenas queria ter a certeza que Otávio estava dormindo no outro quarto, se eles estivessem fazendo aquilo que ele achava que estavam.
A partir de então, ele não tinha visto seu filho nos últimos dias. Ele sabia que Otávio não tinha culpa dessa situação, mas toda aquela cena que presenciara estava martelando em sua mente e ele sabia que o melhor a fazer era esperar e tomar uma atitude drástica. Eduardo não se importava se estava ferindo os sentimentos dela agora, ela o machucou uma vez e fazer sexo, com a desculpa patética de ter um namorado enquanto seu filho dormia era algo indesculpável em sua opinião.
– Edu... Edu, escute-me.
– Eu não tenho que ouvir você. – Eduardo cuspiu, sua cabeça girou para encarar Cecília, que estava ao volante — Eu não posso acreditar que você fez uma coisa dessas. Com o nosso filho na mesma casa. — Ele manteve a voz baixa quando ouviu Otávio mordiscar o brinquedo no banco de trás do carro.
– Não foi como se estivéssemos fazendo isso no mesmo quarto. Otávio estava...
– Eu não me importo. Enquanto meu filho estiver na sua casa eu não admito isso. Eu quero o meu filho morando comigo, porque eu não vou admitir que a mãe dele tenha esse tipo de comportamento.
Ele viu quando os lábios de Cecília se transformaram em uma carranca.
– Isto não é uma negociação, Eduardo. Otávio é meu filho e você ditar o que eu devo ou não fazer é completamente estúpido. Sou uma mulher crescida e eu sei o que é apropriado ou não.
Eduardo não perdeu tempo atirando de volta:
– Então fazer sexo com seu namorado é adequado? Isso faz total sentido. Da próxima vez, por que ele não fica fazendo sexo oral em você enquanto você alimenta nosso filho?
A mandíbula de Cecília estava cerrada e suas mãos seguravam firme o volante. Ela estava se esforçando para não explodir na frente de Otávio com medo de assustá-lo, e então ela murmurou sombriamente.
– Se estivéssemos juntos não estaríamos tendo essa conversa, mas já que é outro homem você tenta me transformar na vilã da história, porque eu estou dormindo com ele e não com você.
Cecília não viu o choque que cruzou os olhos dele antes de agarrar seu assento com força, segurando a vontade de socá-lo agora. O resto do caminho foi silencioso e a única coisa que se ouvia era os ruídos que Otávio estava fazendo.
Naquele momento, Eduardo desejou que Otávio fosse seu filho com Amanda. Tudo seria diferente se tivesse acontecido dessa forma. Amanda nunca iria levar para casa um homem se estivesse cuidando de seu filho, além disso, eles iriam facilmente se dar bem e não haveria brigas constantes.
Ele sabia que a tensão estava ali porque Luís Gabriel era o homem de destaque em sua vida agora. Se ela estivesse solteira, tudo provavelmente teria sido diferente, mas Cecília gosta de passar por rebotes e ele tinha certeza de que Luís Gabriel era um deles. Eduardo não se importava se eles não estavam em um relacionamento, mas Cecília definitivamente sentiu muito quando ele foi embora.
Se Otávio fosse de Amanda...
Fechando os olhos por alguns minutos, ele ouviu o ronco do motor debaixo de seu assento abrandar. Abrindo os olhos, viu que eles finalmente haviam chegado à casa de Mário e Paula. O pai de Cecília... Ele realmente não estava ansioso para ver Mário novamente após quase dois anos de ausência, mas ele tinha que fazer isso. Era melhor lidar com Paula, ela era um pouco mais descontraída.
Cecília pode sentir claramente a tensão que estava ao redor da casa quando ela saiu do carro. Batendo a porta atrás dela, ela retirou Otávio de seu assento de carro, enquanto Eduardo pegou o resto de suas coisas. Dando os primeiros passos até a entrada da garagem, ele estava mais do que feliz que Luís Gabriel não tinha sido convidado porque se Cecília o tivesse chamado ele estaria aqui, não havia dúvida sobre isso.
Tocando a campainha, ele se encontrou com o rosto de um homem mais velho com alguns fios grisalhos que o encarou firmemente, mas que em seguida suavizou o olhar quando seus olhos pousaram sobre o menino que estava nos braços de Cecília.
– Ooo, cadê o Tavinho lindo do vovô? Ele é a coisa mais fofa do vô!
Isso não era o que Eduardo estava esperando. Ele estava esperando as garras e presas para fora quando ele abrisse a porta, dando-lhe o olho do mal através da sala. Em vez disso, ele pegou Otávio dos braços de Cecília e apertou suas bochechas redondas em suas mãos com um sorriso suave.
Seu Mário murmurou algo quando se virou para o lado, abrindo a passagem para os dois entrarem. Eduardo sentiu a tensão, uma vez que ele entrou, e ficou se perguntando se o irmão de Cecília estava aqui também.
– Mário Filho está aqui? – Cecília fez a pergunta que estava cutucando a mente de Eduardo.
– Ele está na cozinha. – Paula respondeu assim que adentrou à sala. Carinhosa, ela abraçou Eduardo e deu um beijo afetuoso em sua filha. Enquanto isso, Seu Mário brincava com Otávio.
– Você é a coisa mais fofa do vô, não é? — Então, ele voltou sua atenção para Eduardo — Talvez esta criança não seja sua.
– Ele é meu filho. – Eduardo respondeu, interrompendo o que Cecília ia dizer. Ele não precisava que Cecília o defendesse de Seu Mário. Ele o conhecia há alguns anos e esse homem não iria assustá-lo
Seu Mário não parecia convencido enquanto fazia Otávio saltar em seu quadril.
– Eu só acreditarei nisso quando ver um teste de DNA. Às vezes pensamos uma coisa e a coisa é outra. Talvez Cecília tenha tido um romance por aí, que talvez nem se lembre, você sabe como os jovens são... Isso é muito comum.
– Não há necessidade de um.
– E por que não, Eduardo? Você tem medo de descobrir que o filho não é seu? De saber que alguém poderia fazer algo que só você seria capaz?
–Mário, por favor. Não começa. – Paula implorava, sentindo o clima ficar cada vez mais tenso.
Eduardo levantou uma sobrancelha em sua sugestão:
– Eu não tenho medo de descobrir nada de ruim, porque sei que Otávio é meu filho e Cecília nunca mentiria sobre isso. E estou aqui justamente para lhe dizer que eu vou assumir meu filho e estou disposto a dividir toda responsabilidade, inclusive a financeira, com Cecília. Apesar do senhor não botar muita fé em mim, eu lhe digo, eu sou muito melhor do que o senhor pensa.
Era típico de Seu Mário fazer tantas perguntas, mas para ele? Ele podia fazer isso com Luís Gabriel, mas não com ele. O homem de cabelos grisalhos nunca realmente viu Eduardo como o principal suspeito de estar namorando sua filha. O encontro sexual deles estava claro para todo mundo ver, mas Seu Mário não queria enxergar.
– Edu, por que não vamos falar com Mário Filho? — Cecília perguntou calmamente quando sentiu o aumento da tensão; os dois homens estavam encarando um ao outro.
Eduardo assentiu, deixando Cecília levá-lo para longe do homem intrometido e entrou na cozinha, onde o irmão mais velho de Cecília estava. Mário Filho se animou quando viu algumas pessoas entrando pela porta. Cumprimentando cada um, ele parou quando viu seu pai segurando um bebê.
– Cadê o meu sobrinho lindo? — Seus olhos castanhos brilhando de alegria.
Cecília entrou em cena quando pegou Otávio dos braços de seu pai e seu sorriso se alargou:
– Tavinho, olha que tio mais babão você tem!
– Ah, ele é o meu sobrinho mais lindo! – Mário Filho ofegou em alegria quando o tirou dos braços de sua irmã.
Cecília pôde ver que Otávio estava ficando inquieto nos braços de todos. Então ela sugeriu a criação de uma área com brinquedos para que ele possa se mover. Mário Filho não hesitou quando seguiu o resto deles até a sala de estar e colocou o cobertor e brinquedos em uma área para Otávio brincar.
Otávio sorriu quando viu seus brinquedos no chão, ele instantaneamente ficou confortável agarrando seu brinquedo favorito azul. Mário Filho sentou-se no chão brincando com seu sobrinho enquanto Eduardo e Cecília sentaram-se a uma certa distância um do outro de frente para Seu Mário e Paula.
– Diga que resta uma ponta de dúvida sobre a paternidade de Otávio, minha filha?
Seu Mário sabia que Otávio era mesmo filho de Eduardo, bastava olhar para o bebê para que todas as dúvidas desaparecessem. Ele só não queria admitir isso, pois na sua cabeça nenhum homem seria bom o suficiente para a sua filha, muito menos Eduardo, cujo histórico com mulheres, sem compromisso, era gigantesco.
– Pai, quantas vezes eu tenho que lhe dizer que Otávio é filho do Eduardo? Desse jeito o senhor até me ofende, sabia? Fica especulando que eu não tenho certeza de quem é o pai do meu filho.
– Eu não me importo se você vai repetir isso até seu rosto ficar azul. Se eu não ver o resultado eu não acredito nisso. Eu não quero acreditar nisso.
Eduardo franziu os lábios quando facilmente concordou com as condições, ignorando expressão chocada de Cecília, que murmurou que não tinha nada a provar ao seu pai. Ele rapidamente acrescentou:
– Não há nada a esconder dele, então por que não? Eu quero provar para o seu pai que Otávio é meu filho.
– Pai, você sabe que não precisa disso, certo? – Cecília disse.
– Deixa de ser teimoso, Mário. Você sabe que o Tavinho é filho do Edu, mas só não quer admitir isso. Ou você acha que se ele não se importasse estaria aqui conversando com você?
Seu Mário ficou pensativo, mas em seguida disparou.
– Edu, você tem qualquer intenção de estar com a minha filha?
Ele estava falando sério agora? Sentindo o olhar do pai de Cecília fuzilando sua cabeça, ele olhou bem nos olhos dele e disse:
– Não.
Eduardo não podia dizer o que Seu Mário estava pensando quando um lampejo de emoção correu através de seus olhos.
– Se Otávio for realmente seu filho — ele levantou o dedo para cima para interromper refutação de Cecília — Você vai dividir todas as responsabilidades sobre a criação de Otávio com Cecília? Otávio não pode viver o tempo todo com ela, ele precisa estar com seu pai.
Isto foi exatamente o que ele estava falando com Cecília; toda a situação com Luís Gabriel foi demais para ele. Ele tentou segurar isso, mas não podia. Não havia maneira de negar que Eduardo não gostava do jovem de cachinhos. Luís Gabriel era muito ingênuo e jovem para ficar com uma mulher que tem um filho e mesmo assim ele ficou. O safado ficou.
– Eu vim aqui exatamente para falar com o senhor sobre isso. Eu quero fazer parte da vida do meu filho e digo mais... Eu discuti isso com Cecília e ele pode ficar algum tempo com ela, mas eu quero meu filho morando comigo. Quero a guarda total do Otávio.
- Guarda total? O que significa isso? Otávio é filho de Cecília e você está querendo arrancar esse direito dela? É isso mesmo? Você seria capaz de um absurdo desses?
– Eu não estou recusando-lhe qualquer coisa. Eu prefiro ter meu filho nas mãos de alguém que não está preocupado em ficar de sacanagem com o seu namoradinho enquanto seu filho está dormindo.
Foi um golpe barato insinuar que Cecília estava fazendo sexo com Luís Gabriel enquanto Otávio estava dormindo, mas ele preferiu que Cecília também lidasse com a ira de Seu Mário do que apenas ele.
Os olhos de Seu Mário correram para sua filha antes que de se moveram sobre Eduardo:
– Meu caro, eles são namorados. Além disso, eu não estou falando sobre minha filha agora. Eu estou falando sobre a questão de você querer brigar pela guarda total do Otávio, excluindo minha filha do seu direito de mãe por causa de uma bobagem. Você vai ser um daqueles homens amargos que entram na justiça para tirar o direito de uma mãe cuidar do seu filho só porque ela está com outra pessoa? Não que eu aprove Luís Gabriel, mas ainda assim. É isso que você está pensando em fazer? Machucando minha filha da forma mais inimaginável com uma briga absurda na justiça pela guarda do Tavinho?
Eduardo cerrou os punhos com força enquanto olhava para o homem mais velho. Cecília, Paula e Mário Filho olharam para o pai depois do comentário mordaz.
– Bem? Estou certo, não? – ele tentou se justificar.
– Você está bem longe da verdade, Seu Mário. Como posso ser amargo se eu não tenho sentimentos românticos para com sua filha? Eu não me sinto ameaçado, porque tudo o que temos é a amizade, nada mais, nada menos. –Eduardo calmamente disse, esforçando-se para não saltar de seu assento e estrangular o homem na frente dele. O comentário de Seu Mário doeu um pouco mais profundo do que ele esperava, mas não esperava nada menos de Mário Quentel.
Eduardo não viu o olhar aborrecido de Cecília quando ele mencionou que não havia nada acontecendo entre o dois, mas Seu Mário notou. Ele franziu a testa para os sentimentos que Cecília ainda tinha para com o homem teimoso sentado ao lado dela. Era tão óbvio que ela queria estar perto dele, uma vez que seus joelhos estavam voltados para ele, enquanto seu corpo estava enfrentando Seu Mário.
– Muito bem, eu não espero nada mais então. Não quero mais saber de “coisinhas” entre vocês dois. — Ele censurou suas palavras devido à presença do bebê de quase sete meses que estava rolando no cobertor.
– Você deve dizer isso a Luís Gabriel. – Eduardo pensou que aquele safado deveria apenas manter seu pênis dentro de suas calças. Não seria surpresa se Luís Gabriel fosse do tipo que implora.
– Falando em Luís Gabriel, eu preciso falar com ele o mais rápido possível. – Seu Mário lembrou Cecília.
Isso não ia ser bom, seu pai nunca gostou de Luís Gabriel e deu-lhe um tempo difícil na primeira vez que ela o trouxe para casa. Agora que ele pessoalmente queria a presença de Luís Gabriel, ela estava um pouco nervosa. Em vez de diminuir, como ela teria gostado, seu pai acenou com a cabeça.
– Ceci, você pode me acompanhar por um instante? — era o código para querer ter uma palavra com ela. Eduardo nem olhou para o lado, uma vez que ainda estava chateado com ela, e colocou-se na mesma posição de Mário Filho para poder brincar com Otávio. Cecília seguiu seu pai e ficou sem jeito não sabendo o que esperar da boca de seu pai.
– Você ama Luís Gabriel?
– Amar? – Cecília franziu as sobrancelhas – Nós só começamos a namorar há pouco tempo. É muito cedo para dizer essas palavras.
– E ainda assim vocês estão vivendo juntos? Eu supus que você o amava quando pediu para morar com você.
– Pai, ele não mora comigo. Ele fica muito tempo lá, mas nós não moramos juntos.
– Para mim tudo isso é a mesma coisa.
Seu pai tinha razão, mas ela não queria admitir. Ela tinha sentimentos por Luís Gabriel, que eram bastante forte e ela esperava que isso continuasse a crescer mais forte, porém não sabia quanto tempo isso iria durar.
– Ele é diferente. Gabriel é borbulhante, divertido, gosta de sorrir.
– Infantil, ingênuo, imaturo, falso.
– O que faz dele falso? Gabriel é um dos homens mais genuínos que eu conheci. – Cecília defendeu seu namorado.
Seu Mário balançou a cabeça:
– Luís Gabriel não é um homem. Ele é um jovem rapaz. Cecília, o que você está fazendo com um cara de 22 anos? Ele é mais jovem do que você! Você está com 30 anos, pelo amor de Deus! E aqui está você com uma criança! Porque você não pode estabelecer-se com alguém da sua idade? Alguém maduro e pode lidar com você que é uma mãe solteira?
Cecília balançou a cabeça, recusando-se a acreditar que Luís Gabriel era tudo aquilo que seu pai tinha dito.
– Gabriel pode ser um pouco jovem, mas é maduro para lidar com isso. Ele ama crianças e lida com Otávio muito bem. Você sabe disso.
– Isso não faz dele um pai em potencial. Você tem que ter cuidado com quem você apresenta ao seu filho. Você tem que ser cautelosa antes de expor seu filho. Você não pode estar correndo por aí com homens diferentes tendo um filho! Não é saudável estar fazendo essas coisas quando você tem um filho.
Ela esfregou as têmporas, frustrada por está ouvindo essas coisas de seu pai. Primeiro foi Eduardo e agora era seu pai. Quem seria o próximo? Gabriel? Arthur? Mário Filho? Talvez cada homem em sua vida iria odiá-la por ser uma mãe tão ruim.
– Eu estou tentando o meu melhor para ser a melhor mãe que eu poderia ser, e estou feliz com a maneira como as coisas estão. Gabriel e eu estamos muito bem e eu tenho um filho lindo. O que mais posso pedir? – Cecília tentou ser otimista sobre a sua situação, mas Seu Mário viu através dele.
Cruzando os braços, ele questionou:
– E Eduardo? Ele é o pai do seu filho. Você não pode deixá-lo de fora da equação porque você tem um namorado em sua vida.
– Edu e eu estamos tentando resolver as coisas.
Seu Mário riu.
– Boa sorte com isso. Edu é teimoso como uma mula e eu espero que você saiba que ele será sempre o outro homem em sua vida que você vai ter que apresentar seus namorados. Ele tem uma palavra a dizer sobre com quem você sai por causa do filho que vocês têm juntos.
Cecília não queria admitir, mas seu pai estava certo. Eduardo não ia a lugar nenhum. Ele estava aqui para ficar. Se ela rompesse com Luís Gabriel, todo o processo teria que começar e, conhecendo Eduardo, ele vai assustar todo homem possível que poderia ser a pessoa certa para ela.
Talvez ela tenha que fazer as pazes com Edu antes que as coisas piorem.
O que ela não sabia era que não iria ser tão simples assim.
Notas finais
Até o próximo capítulo!
Bjs, Nara.
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