Sempre
35 Capítulo 35
Notas iniciais
Voltei com mais um capítulo! Espero que gostem, viu?
Obrigada pelos lindos comentários. Vocês me enchem de orgulho, sabiam?
Já somos 105 leitores e 599 comentários. Vamos rumo aos 600? Conto com todas vocês, portanto, leitoras fantasmas apareçam1 Isso ´um ordem! hahahah (brinks)!!
Boa leitura!
CAPÍTULO 35
Cecília olhou para os seus seios não muito contento com o que via. Ela odiava o fato de que eles aumentaram do tamanho M para um tamanho G. A delegada poderia lidar com o ligeiro aumento, mas então ela começou a amamentar Otávio e seus seios ficaram ainda maiores. Seu peito cheio de leite estava confinado e desconfortável, mesmo com o ajuste confortável do sutiã que usava.
Um pequeno sorriso apareceu em seu rosto quando ela ouviu Otávio grunhir, como sempre fazia quando acordava. Ela o retirou do berço, levando-o até a cama auxiliar. Dois travesseiros foram colocados em cada lado para que ele não rolasse para fora da cama; os olhos verdes do bebê cintilaram em direção ao teto, como se estivesse à procura de sua mãe. Cecília apareceu para ele com um grande sorriso:
- Bom dia, amor. Como você está? – Ela murmurou. Otávio sorriu antes de começar a criar pequenas bolhas na boca com sua saliva.
Deitando ao lado dele na cama, Cecília sentia Otávio mordiscando sua pele. Inclinando-o para o lado, ela colocou o sutiã de lado e amamentou seu bebê. Depois de alimentado, a mãe o arrumou lindamente.
Vendo o seu bebê pronto, ela fez cócegas em sua barriga quando alguns risos escaparam de seus lábios antes de suas pequenas mãos agarrarem um de seus pés para tentar colocá-lo na boca. Cecília parou de fazer o que estava fazendo e deu-lhe um de seus brinquedos favoritos. Otávio colocou a mãozinha azul na boca, cheio de felicidade, quando ela o tirou da cama para colocá-lo dentro do bebê conforto.
Em seguida, ela ajeitou a sacola de fraldas colocando algumas roupas, fraldas de pano e descartáveis, mamadeiras com água e mingau e potes de papinha. Dobrou o carrinho de bebê para colocá-lo no porta mala. Depois de tudo organizado, ela saiu do apartamento e foi até a garagem. Agora, ela estava dirigindo em direção ao apartamento de Eduardo. Otávio ia passar o dia com seu pai.
(...)
- Você realmente superou a si mesmo. – Cecília murmurou enquanto olhava ao redor do quarto recém pintado. Era um pouco assustador observar que Eduardo tinha comprado um berço. Ele pensou que como Otávio passaria algum tempo na casa do pai, ele precisava de um lugar para dormir. Além disso, tinha alguns brinquedos enfeitando o quarto. Havia um leão, uma girafa e um casal de macacos pendurados em uma árvore.
- É muita coisa, para ser honesta. Você fez isso tudo sozinho?
Cecília se virou para ver Eduardo sorrindo, feliz com o quarto também. — Na verdade, Amanda me ajudou. Ela me deu algumas dicas. – Eduardo viu a carranca formada no rosto da mãe do seu filho com a simples menção de Amanda. Limpando a garganta, ele mudou de assunto. — Eu queria provar que eu estava levando isso a sério, então eu fiz um quarto para Otávio. Eu espero que você saiba que eu nunca vou deixar o nosso filho.
Cecília olhou para o homem e seus olhos lhe dissera tudo, que ele não vai deixá-la. Ele estava aqui para ficar em suas vidas, mesmo se ela quisesse ou não. Eduardo por sua vez, sentiu seu coração acelerar ao sentir o olhar dela sobre ele. Ele odiava esses sentimentos que vêm crescendo dentro dele desde que voltou para São Luís.
Era uma contradição, de certa forma. Eduardo quase não sentiu nada da primeira vez que ficaram juntos, e depois de tudo ele estava apenas ferido, porque eles eram melhores amigos e eles lentamente se afastaram depois de correr esse risco estúpido de dormir um com o outro. Agora que ele pensava sobre isso, mais ou menos, ele se arrependeu de ter tratado Cecília somente como uma amiga que fazia sexo casual com ele. Eduardo sabia como era sua melhor amiga, Cecília era o tipo sentimental e isso deveria ter sido um sinal de alerta desde o começo.
Mas ele não se importava com isso naquele tempo. Ele só estava viciado no sexo que eles faziam, o qual era incrível a cada momento. Levando seu olhar para longe de Cecília, ele deu alguns passos para dentro do quarto.
- Eu acho que Otávio vai adorar passar mais tempo com você. – ela olhou para o pequeno Otávio que estava em seu colo.
Então, a pergunta que vem martelado em sua mente por algum tempo estava o incomodando. Virando-se, Eduardo cruzou os braços de forma defensiva e perguntou:
- Ele... Luís Gabriel mora com você?
Ele queria saber quanto tempo esse homem ficava em torno de seu bebê e se ele morasse com Cecília, então, poderia ser um problema. Cecília franziu as sobrancelhas quando respondeu:
- Não. Quer dizer, ele passa muito tempo lá, mas não mora oficialmente comigo. Por quê?
Eduardo balançou a cabeça.
- Porque eu não quero um homem estranho morando com meu filho. Eu não conheço esse cara, nem sei se é realmente uma pessoa de bem.
- E por que isso? Do que você tem medo?
Eduardo ficou calado; a tensão entre eles estava aumentando. Ele não queria perder sua amiga, mas o seu filho vinha em primeiro lugar. Ele teve que se lembrar de Luís Gabriel e ter o seu filho criado por ele... não seria uma boa ideia. Vendo o pai de seu filho ficar em silêncio, algo ficou claro para ela:
- Você acha que Otávio vai gostar mais do Gabriel do que de você?
Uma risada saiu de seus lábios quando ele olhou para ela.
- Não é engraçado.
- Não se preocupe, apesar de tudo, Otávio sempre vai saber que você é o pai dele. Eu tenho certeza que ele já sabe disso. Você não percebe como ele fica feliz ao ver você? Ele sabe que você é o pai dele e ele te ama incondicionalmente e você questionar o amor de seu filho por você me surpreende. – Cecília caminhou até Eduardo, agarrou suas mãos e apertou-as, tranquilizando-o. -Você, Otávio e eu somos uma família. Não Gabriel, Otávio e eu. Gabriel não é parte desta família e se ele fizer parte um dia, então, nós vamos dar um jeito de fazer as coisas funcionarem em harmonia.
Isso só fez ele se sentir um pouquinho melhor, mas ele ainda tinha esse pensamento de que um dia viria para pegar seu filho e ele ia se recusa a ir com ele, porque adora ficar com sua mãe e seu namorado. Mordendo o interior de seu lábio, ele concordou.
- Tudo bem. Talvez você tenha razão.
- Bom, eu tenho que ir antes que eu me atrase para o trabalho. – disse dando um beijo nas bochechas rechonchudas de Otávio e o entregando ao seu pai.
- Tudo bem. Vou ligar para você se acontecer alguma coisa. – Eduardo caminhava ao lado Cecília e abriu a porta para ela. Ele tinha um sorriso suave no rosto.
- Ceci?
- Sim?
- Obrigado.
- De nada, Edu.
Depois que Cecília foi embora, Eduardo pensou que seria um ótimo momento para fazer uma visita ao seu primo Arthur. Ele ligou para seu amigo para perguntar se o mesmo estava em casa.
- Estamos em casa sim.
- Então, Marina também está por aí?
- Sim. E eu não contei nada para ela, quero só ver a cara dela quando você chegar aqui com um bebê no colo. Eu posso buscar vocês.
- Não, Arthur. Apenas diga-me o seu endereço novo. –Eduardo olhou para a criança, pois ouviu um choramingo vindo de Otávio. Ele balançou o carrinho para trás e para a frente enquanto escrevia o endereço em um pedaço de papel.
- Ok, entendi. Vejo você em 15 minutos.
- Certo. Até mais tarde!
Desligando o telefone, ele foi para a garagem e pediu que o porteiro chamasse um táxi e instruiu o motorista a levá-lo a um determinado endereço. As mãos de Otávio estavam esticadas como se ele quisesse alguma coisa para segurar depois que ele jogou o brinquedo azul para longe dele, assim Eduardo deu-lhe um chocalho. Ele jogou o objeto para longe novamente, antes de ficar encantado por um cachorro de pelúcia que cantava canções de ninar. Eduardo manteve-se ocupado com seu filho enquanto cantava junto com o cão, para delírio de Otávio. Em seguida, o pequeno adormeceu em seus braços.
Ele estava tão concentrado em seu filho que não percebeu o momento eu chegou à casa nova de Arthur. Ele olhou para a bela casa, e ele considerava ser grande e espaçosa. O motorista do táxi desceu e abriu o porta mala para retirar o carrinho de bebê enquanto Eduardo saia do carro. Ele viu que o motorista tinha dificuldade em abrir o carrinho de criança, então ele colocou Otávio no banco e rapidamente abriu antes de pegar seu filho de volta nos braços.
- Obrigado!
- De nada!
Eduardo deu-lhe o dinheiro da corrida. Colocou Otávio no carrinho e estava em seu caminho para frente da casa. Ele podia ver o rosto sereno de seu filho quando ele olhou para o céu cinzento, uma vez que, lentamente, começou a pingar, e ele teve que acelerar o passo.
Ofegante, ele apoiou-se no portão, e apertou a campainha. Eduardo respirou profundamente esperando não parecer tão exausto; estava sendo puxado cuidar de uma criança e tentar se estabelecer em sua cidade natal ao mesmo tempo.
Quando abriu o portão, Arthur mal olhou para Eduardo. Em vez disso, a atenção do professor foi toda para o bebê de seis meses que estava dormindo.
- Então este é o meu sobrinho?
- Este é Otávio... meu filho.
- Ele é tão bonito. Parece que puxou a mãe. — Um sorriso agora apareceu em seu rosto quando ele olhou para o amigo – Sério, ele se parece com você. Mas, ainda sim é tão bonito quanto a mãe.
- Sim, é verdade.
Arthur então convidou Eduardo para entrar na casa. Empurrando o carrinho, ele foi recebido por Marina, que estava perto do hall de entrada com um olhar curioso. A morena não disse nada enquanto caminhava tranquilamente com uma expressão cética no seu rosto. Aproximando-se de Arthur, ela disse:
- Arthur? Eu espero que você não tenha pedido para Eduardo trazer um bebê aqui como um sinal...
- Não, bobagem. Este é Otávio, o filho do Edu. — Ele sussurrou de volta.
Vendo que o pequeno estava dormindo, Marina sugeriu que Eduardo colocasse seu bebê em um dos quartos para que eles pudessem conversar tranquilamente. Eduardo concordou quando abriu a bolsa de fraldas e tirou a babá eletrônica e, lentamente, empurrou o carrinho até o quarto que Marina havia indicado, enquanto Otávio dormia.
Assistindo a porta fechar, Marina murmurou:
- Eduardo tem um filho? O que mais falta acontecer?
- Marina, qualquer um pode ter um filho.
- Eu sei, é só que... você poderia esperar algo diferente quando um amigo volta. Talvez um amante ou uma 'amiga' nova, mas nunca uma criança. –Marina tinha um ponto de vista, mas Arthur não queria arruinar o momento. Ele estava contente por ter seu amigo de volta e agora com uma nova adição ao seu pequeno grupo. Arthur abraçou Marina.
- Nós deveríamos ter um bebê.
- Arthur. – Marina advertiu — Você não acha que devemos esperar? Nós temos que casar primeiro, esqueceu?
Arthur estava prestes a retrucar quando Eduardo voltou com um pequeno sorriso desconfortável no rosto.
- Desculpe, eu tive que balançar Otávio para que ele voltasse a dormir. -Uma pequena mentira foi dita, uma vez que quando Eduardo colocou seu bebê na cama com almofadas ao seu redor, seu corpo começou a gravitar para a cama, pedindo para ele tirar uma soneca, mas então se lembrou de que não estava em casa. Já sentados na sala, Arthur perguntou se Eduardo não queria nada para comer ou beber.
- Não, obrigado. Eu comi um tempo atrás... Então essa é sua aliança de noivado? Nossa, como ela é chamativa, não? – Os olhos de Eduardo vislumbraram a aliança grossa de ouro quando ele escovou o cabelo para trás.
Arthur assentiu enquanto timidamente disse:
- Já estamos noivos há muito tempo. Já está em tempo da gente se casar.
- Verdade. O casamento está se aproximando. –Marina murmurou quando sentiu Arthur segurar sua mão.
- Fico muito feliz por você dois.
Quando Eduardo felicitou o casal, Arthur sentiu-se realizado. De alguma forma, conseguir a aprovação de seu amigo era algo muito reconfortante, uma vez que Eduardo não conhecia sua futura esposa muito bem. No entanto, Eduardo fez a única coisa que sabia fazer: interrogou-a.
Com várias perguntas, Marina respondeu a todas rapidamente. Ela não estava com medo de Eduardo... Ok, ela estava um pouco intimidado pelo homem. Claramente, Eduardo é um homem forte pela sua postura e olhar crítico, principalmente quando estava tentando conhecer alguém.
O trio passou um tempo conversando quando de repente foram surpreendidos por um choro que ecoava na babá eletrônica. Eduardo pediu licença ao casal e correu para o quarto onde seu filho estava.
Arthur sorriu quando viu Eduardo andar com um bebê acordado no colo e como ele moveu a cabeça com curiosidade. Chegando mais perto, Arthur murmurou o quão bonito eram seus olhos. Eduardo sorriu quando entregou Otávio para seu melhor amigo. Ele podia ver que Arthur queria ter um filho quando ele concentrou toda a sua atenção no bebê borbulhante. Otávio rapidamente ficou agitado quando ele começou a se contorcer nos braços de Arthur.
- Coloque-o para baixo, ele provavelmente só quer a rastejar. – Eduardo aconselhou.
Ele estava certo. Assim que Otávio estava no chão, ele se arrastou até a bolsa de fraldas que estava ao lado Eduardo e puxou a alça. Pegando o a mãozinha azul de borracha, o pai entregou a ele que imediatamente colocou na boca.
- Ele pode ficar um pouco inquieto, às vezes, por isso não ache que ele te odeia ou coisa assim. Ele precisa de um tempo pra se acostumar. Aconteceu isso comigo também. – Eduardo tranquilizou o amigo. Arthur assentiu enquanto seus olhos ainda estavam totalmente focados no bebê.
Marina levantou uma sobrancelha enquanto seus olhos estavam agora em Otávio.
- Otávio se parece um pouco com... Cecília.
Arthur sorriu ao ver a cara de espanto de Marina. Ele sabia que ela era observadora o suficiente para perceber as coisas.
Eduardo ficou em silêncio vendo seu filho rastejar no chão antes de sentar e bater o seu brinquedo no chão.
- Você está certa. Otávio é nosso filho.
Marina ficou em choque. Cecília tivera um filho e não contou nada? As amigas não se falavam há algum tempo e de repente ela começou a vislumbrar que isso tinha sido o motivo do afastamento repentino de Cecília.
Encantada pelo bebê de seis meses, Marina sentou-se no chão da sala e ficou brincando com Otávio enquanto Eduardo compartilhava com seu melhor amigo todo o incomodo que estava sentindo.
- Eu aposto que não foi tão ruim assim. Luís Gabriel é um cara legal. –Arthur defendeu o moreno de cachinhos. Eduardo olhou para o primo.
-Você não viu o que eu vi. Ele agia como se Otávio fosse seu filho. Otávio nunca vai ser seu filho, mesmo que Cecília se case com ele. – O professor franziu ao ver o comportamento inseguro de Eduardo.
- Edu, você sabe que nunca poderá ser substituído, certo?
- Eu sei, Arthur.
-Então, você tem que entender que Cecília tem a vida dela e que Luís Gabriel faz parte dessa equação. Você tem que confiar nele para cuidar do Otávio. Você não pode levá-lo onde quer que vá, você não pode ficar com ele o tempo todo. Tem que haver um consenso para que Otávio viva com você e igualmente com Cecília e Luís Gabriel. Além disso, se você começar a namorar vai querer que ela faça parte da vida do seu filho também, certo? – Eduardo não queria admitir que Arthur estava certo, mas ele não poderia continuar agindo como uma criança.
- Eu ainda não gosto dele, Arthur. Ele me deixa louco. — Ele falou enquanto caminhavam em torno do jardim da casa.
- Eu preciso te dizer uma coisa. Marina e eu vamos convidar Cecília para o nosso casamento. Tudo bem para você?
Houve uma longa pausa enquanto Eduardo tentava processar tudo. Ele sabia que Luís Gabriel, sem dúvida, estaria lá acompanhando Cecília. Afinal eles eram namorados. Enquanto ele estaria lá sozinho. Ele levantou uma sobrancelha:
- Por que eu não estaria tudo bem para mim? Eu não me importo com isso.
Observando a nuvem de inquietação pairando sobre a cabeça do médico, Arthur prometeu que seria divertido e disse que com certeza, se Eduardo assim desejasse, arrumaria alguém para acompanha-lo sem grandes dificuldades.
- Eu posso chamar a Amanda.
Arthur ainda tinha um problema com Amanda. Não importava se Eduardo não estava dormindo com ela no momento. Eduardo sempre iria rastejar de volta para Amanda quando estivesse de coração partido ou simplesmente entediado.
- Você pode perguntar convidar Amanda...
- Você ainda tem um problema com ela? – Eduardo colocou as mãos nos quadris.
- Só porque você sempre corre de volta para ela quando você está sozinho? Eu não quero que você faça a mesma coisa que fazia um ano atrás. Dormir com Amanda e depois abandonar o barco e depois dormir com Cecília e de repente, ela tinha um pequeno ser crescendo dentro dela e você deixou o país. Eu não quero que você vá embora novamente e muito menos que engravide qualquer uma das duas acidentalmente.
Eduardo levantou uma sobrancelha:
- Cecília? Dormir? Isso era o que menos a gente fazia... — Uma pequena diversão brilhou em seus olhos enquanto uma risada saia de seus lábios.
- Isso é sério, Edu.
- Eu sei que você está falando sério, só que eu não poderia perder a piada.
- Tanto faz, mas você está proibido de ir embora ou engravidar uma mulher de novo.
- Eu não posso fazer nenhuma promessa. – Eduardo sorriu quando viu o choque escrito no rosto de Arthur. — Eu estou brincando. Não há nenhuma maneira de eu ir embora ou querer outro filho em breve. Desta vez eu vou fazer o certo e esperar até que eu tenha um relacionamento sério para ter outro filho.
- Sério? – Arthur não parecia convencido com a nova revelação. Soou um pouco sombrio em sua opinião e algo que não iria permanecer por muito tempo. A última vez que ele fez uma promessa como essa, naquela mesma noite ele quebrou.
- Estou falando sério. Eu tenho um filho e agora ele tem que ser levado em consideração. Ele é a minha prioridade.
Arthur assentiu:
- Teria sido bom se você estivesse com Cecília. Tornaria tudo mais fácil para todos.
Eduardo franziu os lábios com o comentário. Sim, seria mais fácil, mas ele achava que eles não iriam dar certo. Ele achava que não iriam durar muito tempo, mesmo se houvesse algum nível de compromisso. Eles brigariam demais e não seria saudável para uma criança testemunhar isso todos os dias.
Em vez de expressar sua opinião, Eduardo ficou calado. Isso nunca daria certo. Nunca.
Notas finais
Quero saber tudo!!
Quero logo postar os demais capítulos pq estou com umas ideias muito loucas aqui...
Até o próximo capítulo!
Bjs, Nara.
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