Sempre
27 Capítulo 27
Notas iniciais
Esse capítulo tá enormeee. Talvez seja o maior que já escrevi até agora! Olha, confesso que escrevé-lo foi uma tarefa complicada para mim, um misto de emoções tomou conta do ser... Espero que vcs gostem!
Obrigada por todos os comentários! Vou responder todos assim que puder! Agradeço mais uma vez o carinho de vcs!
Boa Leitura!
CAPÍTULO 27
Eduardo calmamente sentou-se à mesa com sua família e sua melhor amiga. Como eles estavam se comunicando e riam uns com os outros, ele sentiu-se totalmente isolado do grupo, mas isso era sua própria culpa. O médico não teve a decência de adicionar uma frase sequer, não quando a confissão de Cecília estava rodando em torno de sua mente como um tornado. Foi surreal que ela teve a ousadia de enfrentá-lo de frente e derramou tudo o que estava em seu coração.
Não era como se Cecília confessasse algo dessa natureza em uma partida de futebol, gritando. Não, ela foi a uma calma, a racional, a que o manteve sobre controle, mas aquele momento único o fez sentir-se desconfortável no primeiro momento que ela disse aquelas palavras.
Ele sabia que aquelas palavras estavam chegando; Eduardo podia sentir aquelas três palavras tentando lutar contra o seu caminho: fora dos lábios dela. Ela manteve a calma e o controle sobre suas palavras por tanto tempo que o fez sentir-se curioso para saber por que ela resolveu confessar tudo agora. Cecília sempre teve a cabeça no lugar quando Eduardo estava fora de controle, a maior parte do tempo, mas mesmo quando ela explodia rapidamente voltava ao normal.
Não desta vez. Cecília e Eduardo não tem se falado nos últimos dois dias ou mais. Eles passavam um pelo outro no corredor, compartilhavam olhares, mas nada além disso. Helena de repente se desculpou quando o telefone tocou e Eduardo viu sua irmã andar para o quarto quando ela calmamente atendeu ao telefone.
– Tio Edu, você quer um pouco da minha panqueca? — Seus olhos corriam sobre Malu que tinha um sorriso encantador em seu pequeno rosto. Com um sorriso forçado nos lábios, ele respondeu:
– Não, obrigado, minha princesa. Eu estou cheio. — Ele esfregou o estômago com ênfase antes de se levantar e pegar seu prato. Caminhando ao redor da mesa, ele bagunçou o cabelo de sua sobrinha — Obrigado por oferecer, de qualquer maneira.
– E a minha, tio Edu? Minha panqueca tem banana em cima. – Caio sorriu alegremente quando empurrou o pequeno prato em direção ao seu tio. Eduardo balançou a cabeça dizendo que estava cheio e beijou a testa do menino e disse-lhe para terminar de comer. Foi então que Eduardo percebeu que precisava parar de fingir que estava feliz em torno das crianças, que eram mais perspicazes do que ele pensava. Malu era mais, uma vez que Caio estava mais em sintonia com Cecília no momento.
Colocando o prato na pia, ele começou a lavar a louça para não ficar pensando nas coisas e para evitar ficar no mesmo ambiente que Cecília. Ela era difícil de ignorar, especialmente porque estava em toda parte e eles viverem juntos estava tornando-se uma desvantagem em vez de algo que ele pensou que seria ótimo.
Ótimo para o sexo para esclarecer as coisas.
Continuando a lavar a louça, ele sentiu uma pequena presença ao lado dele. De canto do olho, ele viu parte do cabelo escuro de Helena.
– Quem te ligou? – Eduardo perguntou.
Era raro quando alguém ligava para Helena, ainda mais agora que toda a sua família sabia que ela estava morando com Eduardo, por enquanto. Nem todos sabiam a verdade sobre o que realmente havia acontecido entre Helena e Luciano, exceto seus pais, que acobertaram Helena quando Luciano ligou para descobrir onde ela estava.
– Era Luciano. – Helena sussurrou.
Ele teve que fazer um enorme esforço para não quebrar o prato que estava segurando, enxaguando-o, ele colocou o prato no escorredor quando calmamente perguntou:
– E o que esse filho da puta queria? — Eduardo olhou para sua irmã em conflito; ele sabia que algo tinha acontecido devido à sua longa pausa para responder. Se seu palpite estivesse certo, Luciano estava na cidade e tentava convencê-la a voltar para casa.
– Helena? – Eduardo murmurou. Lavando as mãos que estavam cobertas em espuma, ele secou-as antes que de se inclinar sobre o balcão para dar total atenção à sua irmã. — O que ele disse?
Os olhos de Helena começaram a encher de água, a jovem respirou fundo antes de responder:
– Luciano está aqui. Ele está na cidade. – Eduardo franziu os lábios, deixando-a continuar o que estava dizendo — Ele quer conversar comigo.
– Você não tem que fazer isso, Helena.
– Oh, por favor! Eu tenho que fazer isso, Puco. Ele parecia tão... diferente.
– Ele parece diferente porque quer convencê-la a voltar. Helena, você não deve nada a ele, o que ele fez com você...
– Foi um acidente! — Eduardo não podia acreditar no que estava ouvindo — Ele me ama, Puco. Tenho pelo menos que ouvir o que ele tem a dizer e eu quero que você fique com as crianças enquanto eu estiver fora.
Eduardo olhou para sua irmã, que por sua vez estava esperando o cirurgião explodir em raiva. Em vez disso, seu pedido foi prontamente atendido por um homem calmo e sereno.
– Tudo bem, mas me prometa que você vai ficar em um lugar público. Não se atreva a voltar para hotel com ele ou dizer-lhe onde estamos.
– Puco... Obrigada.
Eduardo rejeitou o gesto amável e seguiu Helena, que deu a seus filhos uma desculpa aleatória para sair de casa por um tempo. Depois que ela saiu, Eduardo sentiu-se desconfortável em deixar sua irmã sair para ver o marido. A Helena que ele conhecia não iria engolir toda a baboseira de alguém que bateu nela, ela teria terminado o relacionamento no instante em que ele pôs as mãos nela.
– Tio Edu, eu terminei. – Malu anunciou. Balançando a cabeça, Eduardo disse que ela já podia deixar a mesa e ir jogar vídeo game.
– E eu? – Caio fez beicinho quando Eduardo disse que ele não estava nem perto de terminar.
– Não é minha culpa se a tia Ceci fala muito.
– Eu não sou tagarela! – Cecília respondeu — Eu te desafio para um jogo.
– Que tipo de jogo? – Caio deu à mulher um olhar estranho.
– Um jogo de comer, é claro!
– Sim! O último a terminar é uma salsicha!
Eduardo revirou os olhos de brincadeira para o seu sobrinho quando os dois começaram a encher a boca de comida. Demorou alguns minutos, mas Caio levantou as mãos e gritou que tinha acabado.
– Tudo bem, agora vamos limpar você. — Eduardo levou o menino até a pia, uma vez que Caio tinha restos de banana cobrindo suas mãos e sob suas unhas de tanto cavar a comida. Antes disso, Eduardo olhou para Cecília, que estava na mesma situação — Você também.
Caio sorriu quando ele comentou sobre a aparência de Cecília. Depois que ele limpou o menino de cinco anos, Caio seguiu com Cecília para o quarto, deixando-os sem tempo para ter qualquer tipo tensão entre eles. Eduardo estava grato que Cecília tinha alguém que tinha toda a sua atenção no momento, porque ele não podia lidar com toda a tensão em torno deles.
Para tirar a mulher mediana de olhos castanhos de sua mente, Eduardo focava toda sua atenção à Malu. Ele jogou alguns joguinhos de fase com Malu antes dela começar a ficar inquieta.
– Quer jogar Just Dance 3?
Eduardo levantou uma sobrancelha para sua sobrinha.
– Você sabe dançar?
Malu deu-lhe um pouco de atitude.
– Sim. Você sabe?
Eduardo sorriu com a coragem da garotinha quando aceitou o desafio de sua sobrinha e ela colocou o disco para começarem a diversão. Eduardo não jogava há mais de um ano e, por isso, estava desengonçado, sendo superado por sua sobrinha logo na primeira rodada.
Eles continuaram a jogar e Eduardo rapidamente se acostumou aos movimentos e coreografias que o jogo fornecia. Ele olhava para sua sobrinha quase toda vez que uma música acabava e ficava feliz ao ver que ela tinha um sorriso no rosto. Todos sabiam que Caio tinha os holofotes sobre ele por causa de sua natureza extrovertida e senso de si mesmo, o que fazia com que Malu ficasse invisível, às vezes. Ele estava feliz que tinha conseguido passar um tempo de qualidade com ela.
Depois de algumas horas de jogo e de suar a camisa, Eduardo disse que iria providenciar um lanche.
– Eu vou perguntar se Caio e Cecília não querem alguma coisa para comer, tudo bem?
– Sim. – Malu deitou-se no chão e deu um gole na água que estava ao seu lado.
O médico temia entrar no quarto para ver Cecília, mas ele engoliu sua estupidez e adentrou o cômodo. Eduardo franziu as sobrancelhas quando ele entrou no quarto para ver Cecília e Caio brincando com um exército de bonecos de guerra em miniaturas.
– Estão se divertindo?
– Sim! Tia Ceci está me ensinando a conquistar o país vizinho!
– Isso é ótimo! Vocês querem algo para comer?
– Sim, por favor! — Olhos de Eduardo o traíram e ele desviou o olhar para a mulher quieta que estava ignorando-o completamente. Uma dor aguda e rápida em seu peito o fez morder o lábio e então ele assentiu em conformidade. Virando-se, ele saiu do quarto e caminhou até a cozinha para providenciar o lanche de todos.
O dia continuou com Eduardo passando mais tempo com Malu e Cecília com Caio. Então, o menino decidiu que era hora de jogar Just Dance. Eduardo sentiu a tensão se aproximando quando Cecília entrou na sala com um sorriso no rosto perguntando qual a música que eles iriam dançar.
Configurando modo 'Dance Crew', Eduardo acidentalmente esbarrou em Cecília e seu corpo instintivamente se afastou dela. Seu olhar evitando os seus olhos ardentes enquanto tentava passar o dia sem qualquer constrangimento.
Eduardo quase gritou de alegria quando Helena chegou em casa, sozinha.
– Edu... posso falar com você?
Levantando-se de sua cadeira enquanto observava Caio e Malu dançarem, ele estava parcialmente feliz por não ter que compartilhar mais o mesmo sofá com Cecília. Praticamente correndo da sala, ele acompanhou sua irmã até o quarto. Assim que a porta se fechou atrás deles, Helena começou a contar tudo o que aconteceu para Eduardo.
Eduardo ouvia atentamente enquanto as expressões de Helena mudavam ao longo de sua explicação. Ela compartilhou toda sua preocupação em se encontrar com o marido e como ela ficou nervosa ao vê-lo, depois de semanas de separação e sem nenhum contato. Ao final, Helena estava sorrindo e feliz. Helena comunicou que Luciano queria fazer seu casamento funcionar. Ele não queria perdê-la ou as crianças, queria sua vida de volta e ele estava disposto a mudar por ela.
– Helena, qualquer um diria qualquer coisa para manter a pessoa em sua vida. Ele está mentindo você.
– Você não o conhece como eu, Edu. Você não tem que opinar sobre isso, eu estou apenas comunicando a você minha decisão.
O médico balançava a cabeça enquanto esfregava as têmporas em frustração, antes de jogar as mãos para o ar.
– Você está falando sério? Você não aprendeu com o que eu passei? Com o que Cecília passou?
A expressão de Helena suavizou quando ela percebeu que os olhos do seu irmão começaram a encher de água.
– Eu passei por tanta merda na minha vida e eu não quero que você cometa os mesmos erros que eu cometi. Você tem uma responsabilidade muito maior do que eu; você tem seus filhos, Helena. A segurança dos seus filhos vem em primeiro lugar e você, honestamente, acha que pode confortavelmente ir para casa sem pensar que ele nunca mais vai bater em você de novo?
As palavras seguintes que Helena proferiu realmente tiveram a força de um tapa para Eduardo.
– Luciano não é como Vanessa, Edu... Luciano realmente me ama e não vai me machucar novamente.
Eduardo estremeceu com as palavras que o cortaram mais profundo do que uma faca. Ele quase se sentiu como um idiota por está exposto. Ele cobriu os olhos quando Helena continuou:
- Eu não sei o que está acontecendo entre você e Cecília, mas seja o que for... você realmente precisa consertar isso, porque isso é exatamente o que eu estava falando. Não deixe sua teimosia ficar no caminho da sua felicidade.
Sufocando os soluços que queriam entrar em erupção em seus lábios, ele contraiu sua garganta quando ouviu Helena sair do quarto para dar-lhe algum espaço. Eduardo nunca foi o de derramar o que estava sentindo para ninguém, ele achava que era melhor lidar com suas emoções consigo mesmo e foi exatamente isso que ele fez. Algumas lágrimas caíram, rolando pelo seu rosto enquanto ele calmamente sentou-se em sua cama. As lágrimas começaram a cair de forma mais livre e descontrolada. Eduardo sempre teve dificuldade em deixar suas emoções fluírem e em poucos minutos, seu corpo estava destroçado com todas as emoções do passado e do presente, que ele vem mantendo escondido. Tudo estava vindo à tona de uma só vez e ele não sabia como lidar com isso.
Suas mãos cobriram seu rosto enquanto ele tentava minimizar os soluços o mais silenciosamente possível, pois não queria que seus sobrinhos o vissem nesse estado. Eduardo estava tão preso em sua própria bolha que não ouviu a porta abrir e fechar e, de repente, seu rosto estava enterrado em um cheiro doce familiar.
Ele imediatamente olhou para cima para ver reconfortantes olhos castanhos de Cecília. Pressionando o rosto na curva do pescoço dela, as lágrimas continuaram a rolar pelo seu rosto enquanto ele deixou Cecília abraçá-lo. Nenhuma palavra foi dita e um dos braços dela estava em volta da cintura dele, esfregando abaixo de suas costas e pressionando os lábios em seu cabelo. Eduardo naturalmente enroscado em Cecília; seu coração começou a bater mais forte quando uma série de outras emoções foi adicionada às atuais.
Eduardo lambeu seus lábios quando começou a se acalmar. Enxugando as lágrimas, ele se afastou de Cecília e apertou seus lábios contra os dela. Segurando o rosto dela com as mãos, ele teceu seus dedos em seu cabelo liso. Cecília automaticamente afastou-se dele.
– O que você está fazendo?
– O que você acha que eu estou fazendo?- Eduardo franziu os lábios quando viu a decepção estampada no rosto de Cecília.
– Olha, eu só vim aqui porque Helena disse-me o estado em que você estava, mas você está se jogando para mim...
– Que diferença isso faz? -Eduardo zombou quando ele se levantou da cama — Você nunca me viu desse jeito antes e agora que eu preciso de você...
Cecília murmurou algo sob sua respiração. Eduardo franziu as sobrancelhas perguntando o que ela tinha acabado de dizer. Ela queria manter as coisas como estavam. Cecília não queria ferir os sentimentos de Eduardo, mas estava começando a ficar mais difícil depois dela confessar o que sentia por ele.
– Eu disse que você nunca precisou de mim. Eu sinto que você só precisava de mim quando era conveniente para você e quando você está com medo você vai para outra pessoa.
– Do que você está falando?
Cecília colocou as mãos em seus quadris e sussurrou em um tom escuro.
– Eu sei que você dormiu com Amanda. — Ela observou seu melhor amigo ficar tenso, e como inábil sua postura estava começando a tornar-se — E pensar que você realmente queria esconder isso de mim... Eu sabia que você tinha transado com ela na hora que eu o vi. Depois de fazer sexo você tem este olhar brilhante e satisfeito em seu rosto. E também é quase impossível não ouvir os burburinhos naquele hospital. — Ela explicou a ele.
Ela sentiu-se tão destruída apenas em estar ao seu redor. Suas palavras começaram a fluir mais e mais e ela apenas ficou lá olhando para ele.
– Quanto mais eu olho para você, mais eu quero que as coisas deem certo entre nós, mas para contradizer esses sentimentos eu sinto raiva, traição e só coisa ruim quando estou perto de você. Eu não sei como reagir a tais sentimentos. Eu te amo, Edu. Eu realmente te amo, mas eu sinto que sempre houve esse muro entre nós e eu tento convencer a mim mesma de que talvez, se eu continuasse com seu joguinho, você iria se abrir para mim. Em vez disso o meu plano deu errado. Você está mais fechado do que antes.
Cecília queria alcançar e tocar o amor de sua vida, ela realmente queria, mas ela se fechou e não sucumbiu aos encantos de Eduardo naquele momento. Em seguida, ela disparou:
– Quando Helena e as crianças forem embora, eu também irei.
Eduardo olhou para a mulher mediana e disse:
– Então você me odeia tanto assim? Você não pode suportar a visão de mim?
– Isso não é o que eu estou dizendo...
– Sim. É exatamente isso que você está dizendo! Bem, se você não sabia você pode sair amanhã, porque Helena vai voltar a morar com Luciano desde que olhar para mim dá-lhe uma sensação de merda. Se você tem esses sentimentos sobre mim, então por que diabos você ficaria?
– Porque eu sou apaixonada por você, Eduardo! Quantas vezes tenho que dizer isso?
– Até eu acreditar em você! — Eduardo confessou.
– O que? — Cecília não podia acreditar no que tinha acabado de ouvir. Ele realmente disse isso? — Depois do que eu disse há alguns dias, você está questionando se eu realmente quis dizer isso?
Eduardo engoliu o grande nó em sua garganta quando ele assentiu. Cecília riu friamente e murmurou:
– Eu não posso acreditar que eu não vi isso acontecer. Depois do que você me fez passar é exatamente o que Raul fez para mim.
Ele ferveu quando ouviu o nome do ex- namorado de Cecília sair de seus lábios.
– Eu não sou igual àquele canalha!
– Sério? Então, você não caberia na mesma categoria pisando meu coração, manipulando-me e dormindo com outra mulher pelas minhas costas?
– Saia.
– Não.
Eduardo irritou-se, seus punhos cerrados muito mais que apertados quando ele a olhou antes de caminhar ao redor dela resmungando:
– Eu espero que você saiba que eu não quero ver a sua cara por aqui nunca mais.
– Não se preocupe. Eu não tenho planos de voltar.
Eduardo em fúria cega, pensamentos do que iria acontecer no dia seguinte invadiram seus pensamentos. O que ele não sabia era o quanto isso iria afetá-lo quando acordasse de manhã e percebesse que, talvez, tivesse ter ido um pouco longe demais desta vez.
Naquela noite, Cecília se recusou a dividir a cama com Eduardo e o fez dormir no chão. Essa pequena ação, naquele momento, o fez sorrir e pensar que a filha da puta não ia fugir do que disse a ele. O que o deixava chateado era que ele estava no mesmo quarto que ela e ele continuava lembrando-se que amanhã seria o dia da sua liberdade.
Pela primeira vez em sua vida, ele estava doente e cansado de ver o rosto de Cecília Prado Quentel.
Notas finais
Pois é, será esse o fim?
Opiniões, criticas, elogios serão bem vindos!!
Até o próximo capítulo!
Bjs, Nara
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