Sempre
26 Capítulo 26
Notas iniciais
Preparem-se que o capítulo grande. Eu me empolguei um pouco!!
Capítulo dedicado `minha querida leitora Sabryna (Sweet Black)! Obrigada pela linda e mravilhosa recomendação!!! Estou sem palavras, só posso agradecer o carinho!
Enfim, tenho alguns avisos a fazer:
Capítulo com conteúdo indicado para maiores de 18 anos. Cenas fortes de sexo explícito e linguagem imprópria. Sugiro que quem não gosta de ler hentai, que leia somente até metadde do capítulo, viu?
Já, quem curte leia até o final e divirtam-se. Acho que peguei pesado dessa vez! hahahahahah
Boa Leitura!
CAPÍTULO 26
– Por que diabos você fez isso, Eduardo? Foi totalmente desnecessário. Eduardo revirou os olhos quando sentiu a tempestade Cecília atrás dele.
– Pare de ser tão dramática, Cecília. Você sempre leva tudo ao extremo. -Seus lábios formando uma linha firme enquanto ele caminhava pelas calçadas de São Luís. O cirurgião podia sentir sua mão pulsar sob a manga da camisa, mesmo sabendo que o que ele fez tinha sido imprudente, se sentiu bem no momento. Nunca em sua vida ele sentiu esses sentimentos percorrendo seu corpo.
Cecília deu-lhe um olhar perplexo, chegando em sua direção ela girou em torno dele segurando firmemente seus ombros.
– Extremo? Eu? Você foi o único que deu um soco naquele homem! O que você achou que estava fazendo?
– Ele estava sendo atirado. Aquele homem estava dando em cima de você, Cecília. E não me fale sobre a forma como ele estava agindo para mim... — Eduardo desabafou.
Ele não se importava se tinha causado uma cena. Ninguém ia falar mal dele e ainda achar que podia esfregar-se em sua melhor amiga. Eduardo não levava desaforo para casa. A mulher suspirou, esfregando os olhos claramente frustrada.
– Você tem sorte que eu consegui convencê-lo a não revidar. Se ele resolve fazer isso, talvez você não estivesse aqui agora e sim em uma cama de hospital. Ele é um policial federal, caramba!
Eduardo zombou, ele não se sentia culpado. No minuto em que nasceu o homem era um lutador não importa se usasse seus punhos ou as suas palavras, ele sempre terminava o que começava.
– Edu. — Seus olhos verdes piscaram para Cecília quando ela, exasperada, esperava uma explicação para suas ações. Ele ficou em silêncio enquanto recordava o que realmente aconteceu que o fez bater naquele homem.
Eduardo e Cecília decidiram parar em um pequeno café perto da casa dele. Comendo um pequeno lanche, Cecília pediu licença para pedir uma xícara de chá. Ele estava sentado sozinho comendo seu pão de queijo e tomando seu habitual café.
Este era o primeiro ambiente calmo que ele frequentava nas últimas semanas. Sua irmã, seus sobrinhos, em conjunto com Cecília, tudo era um caos completo em sua casa. Caio era sempre tão enérgico, saltando e correndo pela casa. Felizmente, Cecília ocupava seu tempo e o acalmava de certa forma.
Sentado no café, seu foco agora era sobre a pessoa que gritava seu nome. Ele piscou uma vez, a boca seca, um grande sorriso rastejou sobre o rosto da pessoa à medida que estendeu os braços para um abraço.
– Você não vai me abraçar, Edu? — Seus lábios rapidamente curvaram-se para baixo, para uma carranca quando ele olhou para o pão de queijo, continuando a comer o que estava em seu prato.
– Você realmente vai jogar este jogo comigo?- Sua visão era bloqueada pela mulher que agora estava sentado na cadeira de Cecília, colocando o queixo em cima de suas mãos entrelaçadas — Eu conheço você, Edu. Você não pode esconder seus sentimentos de mim... por que você não respondeu minhas ligações? Eu deixei-lhe mensagens.
Eduardo passou a língua sobre os dentes, resmungando:
– Eu não tenho tempo para o seu lixo, Vanessa. Por que você não dar o fora daqui?
Sua ex fingiu uma expressão feriada, ela chegou mais perto da mesa.
– Você realmente não quer que eu faça isso, não é?- Sua mão envolveu a dele — Eu sei que você ainda me ama. — Esse aperto de confiança e força era um pouco intimidante, mas ele rapidamente se lembrou do que ela tinha feito com ele. Não havia nada que ela fizesse que fosse o fazer voltar rastejando de volta para ela, mesmo que ela fosse a última pessoa na Terra.
Um olhar de nojo cruzou seu rosto, arrancando sua mão de suas garras, ele zombou:
– Eu preferia foder um homem do que estar com você de novo.
Vanessa riu, balançando a cabeça:
– Você realmente não muda. Será sempre o homem que está disposto a foder qualquer coisa que apareça na sua frente. Diga, você já fodeu Cecília? – A mulher observava os olhos de Eduardo piscaram atrás de seu ombro, fazendo seu sorriso aumentar — Eu sabia que isso iria acontecer, eventualmente. Você nunca pode ser apenas amigo de uma mulher sem querer foder com ela. Quando você vai crescer?
– Cala a boca, Vanessa!
Outra razão pela qual eles se separaram: Vanessa sempre o colocou para baixo. Ela era a mulher que lhe dava um lembrete constante de que ele era apenas um cara promiscuo que só servia para dar uma boa trepada ou para fazer um belo sexo oral, no mais, era um imprestável. A amargura nunca foi embora e vê-la de novo trouxe de volta as memórias horríveis que ele queria esquecer. Eduardo estava fervendo em sua cadeira quando Vanessa continuava a insultá-lo.
Na raiva cega, seus olhos estavam reorientados para Cecília quando Vanessa redirecionou sua atenção para a sua melhor amiga também.
– Eu vejo que Cecília é rápida, hein?
Em poucos segundos, Eduardo levantou-se de sua cadeira e seu punho colidiu com o rosto do homem.
– Eu não gostei do jeito que ele estava falando com você. – ele respondeu desvencilhando-se de suas lembranças.
Cecília compartilhou sua total confusão com ele.
– Como você sabe o que ele estava falando? Você estava a quase cinquenta metros de distância de nós, Edu. Você veio do nada e nocauteou meu colega.
– Ele mereceu. – Eduardo enfatizou.
Ele ia confessar que correu da sua ex, enquanto eles estavam presos nesse café estúpido que ele nunca mais irá pisar de novo? Não. Por que trazer de volta velhas memórias e emoções que ele queria manter oculto em alguma parte desconhecida da mente?
Eduardo assistiu a mandíbula de Cecília enrijecer. Frustrada, ela invadiu a casa de Eduardo, deixando-o para trás. O médico seguiu atrás em seu próprio ritmo sem se importar se Cecília estava a dez metros dele. Se ela iria ficar zangada por um tempo, o problema era dela. Ver Cecília zangada dessa maneira era raro, Eduardo era o único que tinha a habilidade de fazê-la ferver em sua ira antes que ela explodisse.
Ele estava esperando ela queimar. Cecília era sábia, porém, ela só o faria por trás da porta fechada e quando Eduardo fechou a porta atrás de si, a tempestade começou.
– Diga-me o que aconteceu. Eu não me importo com o porquê de você ter feito isso, apenas diga-me. Compartilhe cada mísero detalhe sobre o que passou pela sua mente quando você atacou e socou meu colega. Não me diga que ele mereceu. Não me diga que você não sabia o que estava acontecendo, porque claramente algo o incomodou tanto que quase custou sua vida.
Eduardo ficou em silêncio enquanto olhava para Cecília, que ficou parada, seus olhos castanhos estavam queimando quando seus lábios se curvaram em raiva. Ele não estava mais chateado, ele estava muito longe disso. Eduardo rapidamente superou sua raiva durante a sua caminhada de volta para casa.
– Esqueça isso. Pare de reviver o passado e focu...
Ele foi interrompido por um grande estrondo, ele saltou de susto quando o punho de Cecília bateu na mesa. A pobre mesa sacudiu sob a força quando seus olhos ardentes olharam para ele.
– O que deu em você ultimamente? Hein? Primeiro você tem estado nervoso porque eu chamei sua casa de minha casa, então você estava me evitando na maioria das vezes, após os encontros íntimos que tivemos quando eu estava tentando confessar essas três palavras que você teme ouvir de qualquer mulher. Mas, quer saber?
Cecília entrou no seu espaço, encurralando-o contra a parede, nem por um segundo os olhos dele deixaram o seu. A raiva, o desejo, a frustração, a mágoa, os quatro sentimentos estavam misturados e transformados em um só sentimento. Com um murmúrio confiante, ela pronunciou as três palavras que fizeram os ouvidos de Eduardo sangrar.
– Eu te amo! Eu sempre fui apaixonada por você. Durante muito tempo, eu queria dizer essas palavras a você, mas eu via a hesitação em seus olhos. Eu não me importo mais e você sabe por quê?
Por uma vez, Eduardo estava sem palavras. Ele não tinha nada a dizer quando seu corpo entrou em modo de defesa, o corpo fechado, e seus olhos estavam encobertos. Ele mordeu o lábio para impedi-los de tremer.
– Porque eu sei que você também me ama! – ela concluiu.
Em poucos segundos os lábios dela encontraram os dele. Um gemido saiu da boca de Eduardo e a única ligação que ele sentia era luxúria. Empurrando a outra palavra ‘amor’ para longe, ele concentrou-se no que sabia fazer de melhor. Eduardo poderia se importar menos sobre o que ela disse, sua raiva rapidamente cresceu quando ele agarrou o corpo dela, rasgando suas roupas. Botões voaram por toda parte como ele olhou para os seus seios, ainda cobertos pelo sutiã, com desejo.
Um gemido escapou dos lábios dele quando a boca deliciosa dela ligou-se ao seu pescoço, chupando sua jugular. Ela sentiu as mãos de Eduardo rasgando a calcinha antes de puxá-la para o chão. Cecília ofegou quando sentiu Eduardo dando beijos de borboleta até o peito, tirando o sutiã e colocando sua língua em um de seus mamilos, fazendo-o instantaneamente endurecer com o simples contato. Uma mão apertava suavemente o outro seio, torcendo e puxando seu mamilo, enquanto ele continuava a chupar o outro.
Ela jogou a cabeça para trás, amando a sensação que ele estava proporcionando ao seu corpo. Cecília não tinha certeza se ele estava fazendo isso por raiva ou por causa das três palavras...
Sua mente ficou em branco quando sentiu os dentes puxarem o mamilo sensível, um gemido voou de seus lábios enquanto ela o amaldiçoou sob sua respiração. Cecília sentiu a outra mão deslocar-se para o entorno do seu sexo, aumentando sua dose de prazer. Ele continuou a estimulá-la quando usou um dos dedos para apertar seu clitóris. Cecília soltou um pequeno grito, arqueando as costas ao choque elétrico que pulsava por todo o seu corpo.
Estimulando-a mais e mais, ela soltou um gemido, e Eduardo sussurrou:
– Não diga uma palavra ou eu poderia perdê-la.
Um arrepio percorreu a sua espinha. Eduardo ficou ao seu lado antes de abrir as pernas dela, deixando uma delas cair sobre seu quadril, posicionando-se, ele entrou nela.
– Oh Deus. – Ela agonizava dizendo essas palavras, após a ausência dele estar dentro dela, Cecília realmente perdeu os sentidos.
Eduardo lentamente entrava e saia de dentro dela, enquanto seus braços serpenteavam em volta do corpo colocando os seios em suas mãos. Como eles estavam adicionando mais velocidade aos seus movimentos, ele começou a apertar, torcer e puxar seus mamilos. Cecília jogou a cabeça para trás e os gemidos e grunhidos ecoavam pelo apartamento. Enquanto isso, Eduardo estava contente que Helena decidiu levar as crianças para um parque temático hoje, deixando a casa livre para os dois.
O som familiar do contato dos sexos e ter Eduardo sussurrando coisas sujas em seu ouvido fez tudo valer a pena. Cecília perdeu a noção do quão rápido ele estava indo quando, de repente, ele pressionou o corpo dela contra o chão frio, levantando seus quadris e entrando nela novamente, deixando-a de quatro.
– Oh Edu! Foda-me. Mais, eu quero mais. — Ela podia sentir suas paredes internas apertando antes dela explodir. Seu corpo estremeceu quando ela colocou as suas mãos na cabeça, gritando o nome de Eduardo.
Cecília cavalgava seu orgasmo. Era estranho que Eduardo ainda continuava a penetrá-la, ficando mais agressivo, deslizando dentro e fora dela. O baixo rosnado e grunhido que escaparam da boca dele, a fizeram gemer quando sentiu seus seios trocarem o chão a cada impulso dele.
Então ele parou de repente, os olhos de Cecília se abriram para olhar para trás.
– Por que você parou? — Seu corpo imediatamente começou a ficar quente e incomodado com o barulho contínuo que ele estava fazendo. Eduardo não disse uma palavra quando ele levantou seus quadris mais alto do que antes e disse:
– Abra!
Cecília instantaneamente abriu as pernas.
– As pernas não.
A mulher nervosa levantou uma sobrancelha com a sua sugestão, ela teria questionado a ele se não estivesse tão excitada no momento. Ela só queria sentir mais e mais prazer. Chegando por trás dela, ela espalhou as bochechas de seu bumbum esperando ele entrar nela.
Quando ela sentiu a ponta entrar, uma série de maldições saiu de seus lábios. Havia se passado muito tempo desde que ela tinha sido fodida por trás. Dor e sensação de queimação se espalharam por seu corpo enquanto suas mãos bateram no chão para recuperar o equilíbrio. Com respiração lenta e profunda, ela fechou os olhos para se concentrar em outra coisa. Como Eduardo deslizou em todo o caminho, ela continuou resmungando palavrões baixinho antes de um suspiro cair fora de seus lábios quando ele deslizou para fora.
A dor continuou em seu corpo quando ele começou em um ritmo lento de novo. O corpo dela agora estava saboreando a nova sensação quando ele pegou velocidade. Um gemido escapava de seus lábios cada vez que ele empurrava nela. O rosto no chão frio, enquanto uma de suas mãos estava torcendo seu mamilo e a outra estava fazendo círculos em seu clitóris.
Quando Tom desviou seus quadris, ela empurrava seu próprio quadril para trás.
– Oh Deus, assim mesmo, Edu. Foda-me mais forte, Edu. Aí! Ah, sim, aí! -Cecília fechou os olhos novamente e gritou:
– Estou prestes a...
Eduardo a abraçou forte enquanto chegavam ao orgasmo juntos. Ela o sentiu enchendo-a por trás, completamente. Um gemido satisfeito saiu dos lábios dele enquanto afundava no chão em pura felicidade.
Eduardo mexeu em seu cabelo molhado de suor quando uma risada seca saiu de seus lábios:
– Eu nunca pensei que fosse fazer isso com você. — Eduardo virou-se para ver Cecília deitada ao lado dele em silêncio. Ele franziu o cenho vendo as características conflitantes estampadas no rosto dela. Eduardo apertou os lábios, colocando lá todas as emoções que tinham sido liberadas antes do sexo.
Notas finais
Bjs, Nara
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