Sempre
16 Capítulo 16
Notas iniciais
como prometido capítulo postado em tempo record, por isso acho que mereço muitos comentários!
- Capítulo grande e bem hot! Casal magia voltou com tudo...
- Capítulo dedicado a minha querida leitora que eu adoro de paixão Let!! Obrigada pela linda e maravilhosa 3ª recomendação. Vc conseguiu me deixar sem palvras, mocinha! Obrigada do fundo do coração, por ser sempre tão amaável e gentil e carinhosa comigo e com a fic. Suas palvras são como mel q adoçam a minha boca. Só tenho que aagradecer! E logo o capítulo hot que será dedicado a vc...hahahah
- Obrigada as todas as leitoras pela paciência e dedicação à fic. Sem vcs eu já teria desistido há muito tempo.
- 85 leitores e eu estou surtando!!
Boa leitura à todos!!
CAPÍTULO 16
- Você acha mesmo que isso é uma boa ideia? – A voz de Eduardo estava com um tom de preocupação quando seus hipnotizantes olhos verdes vasculharam ao redor para ver se havia alguém que poderia aparecer de repente. Ele não queria ser pego em flagrante transando com a delegada. Isso poderia arruinar a carreira de sua melhor amiga e, consequentemente levá-los ao uma situação no mínimo constrangedora. Cecília revirou os olhos quando ela se virou para trancar a porta do seu escritório.
- Eu nem acredito que você está todo preocupado com isso. Logo o senhor, Doutor Guerra? Sempre tão aberto a fazer sexo no seu local de trabalho, que pelo que me consta é um hospital. – ela respondeu com a voz cheia de ironia.
- Nada disso. Aqui é bem diferente, pois estamos em uma repartição federal, ou melhor, em uma delegacia federal. Na pior das hipóteses, eu saio daqui direto para a cadeia, sob acusação de atentado ao pudor. – ele frisou.
- Ninguém vai descobrir. Todos estão em horário de almoço. — Ela passou a mão em seu peito enquanto murmurava em seus lábios — Contanto que você mantenha seus gritos em volume baixo...
Eduardo sorriu, balançando a cabeça.
- Eu não deveria ser o único a dizer isso?
Ela olhou para ver que seu amigo estava sorrindo maliciosamente quando pegou um punhado de sua camisa.
- Vamos ver.
Cecília tirou os sapatos, calça e blusa e se sentou sobre os joelhos, com apenas de lingerie cor de vinho. Eduardo se perguntava o porquê dela usar uma lingerie tão sexy em um lugar como a Superintendência da Policia Federal, mas seria um idiota se perguntasse. Ela estava usando isso para ele e ele precisava parar de ser tão estúpido.
Ele perdeu a sua linha de pensamento quando algo atingiu seu rosto. O perfume de Cecília encheu suas narinas, um cheiro doce misturado ao seu cheiro natural, que fez tudo ficar mais viciante. Retirando a peça de seu rosto, ele viu que era a calcinha dela.
As mãos de Cecília começaram a desabotoar o botão e lentamente abrir o zíper de sua calça. Levantando sua camisa, seus lábios suavemente tocaram o quadril dele assim que ela baixou um pouco a calça jeans. Suas mãos engancharam na cueca box azul, puxando-a para baixo subitamente. Ela sorriu vendo que ele já estava de pé, pronto para começar a brincadeira. Apenas algumas palavras e beijos fizeram muito a ele. Cecília sorriu para si ao ver o poder que ela tinha sobre ele.
Beijando a ponta do seu membro rijo, ela lambia lentamente enquanto brincava com ele em um ritmo muito angustiante. A respiração dele engatou por um instante, quando suas mãos tentaram encontrar algo para agarrar. Ele olhou cegamente para os lados quando suas mãos tocaram a mesa e ele agarrou nela com força.
Por que ela tinha que ser tão provocante? E mesmo assim quando ele lhe fazia essa pergunta, ela incisivamente respondia que ela não gostava de provocá-lo. Ele nunca imaginou que Cecília pudesse ser esse tipo de mulher, no entanto estava adorando descobrir outra faceta de sua melhor amiga.
- Eu estava pensando... – Eduardo parou e um gemido saiu de seus lábios — Que você não deveria... Oh, caralho... — ele fechou os olhos enquanto a boca de Cecília estava ao redor de sua masculinidade. Sentir o calor de sua boca macia era como estar no paraíso para ele.
O homem de olhos verdes tentou formar uma frase inteira, mas a forma como ela estava o estimulando, com aquele brilho perverso nos seus olhos castanhos, era mais do que excitante. Não havia nenhuma maneira de apontar como ela podia fazer tanto para ele com pequenas atitudes, mas estava acontecendo. Podia sentir-se cada vez mais perto do auge quando seus dedos apertavam fortemente a mesa, em uma tentativa inútil de se manter firme.
Então ele sentiu uma mão apertar sua coxa e olhou para baixo em seguida. Cecília desceu uma de suas mãos e passou a acariciar a si mesma, no mesmo ritmo que ela estava masturbando ele.
- E você disse que eu era escandalosa. — Um sorriso se fez presente nos lábios dela enquanto uma tonalidade rosa claro tomava conta de suas feições.
Eduardo não percebeu que estava gemendo alto e esperava que ninguém descobrisse o que eles estavam fazendo no escritório. Mordendo o lábio para conter os gemidos, ele tentou levantá-la, mas ela se esquivou e se ajoelhou novamente.
- Eu não acabei ainda. Eu quero provar você. — Sua voz estava cheia de malicia quando ela gemeu alto colocando-o em sua boca novamente.
O que você está fazendo comigo, mulher? Esse era o pensamento de Eduardo quando ele sentiu a sensação de formigamento rastejar até sua espinha. Rápido e lento, levando-o para alcançar o auge. O que estava excitando-o era o fato da mão dela deslizar lentamente de sua barriga em direção ao seu sexo. Eduardo não sabia dizer o que era mais provocante, se o fato dela querer prová-lo ou o fato dela estar se tocando sem nenhum pudor.
Nem todas as mulheres se sentiam confortáveis o suficiente para fazer essas coisas em torno de seus parceiros sexuais e até namorados e maridos. No entanto testemunhar Cecília fazer isso sem pensar duas vezes, foi além de excitante, ele pensou. Xingando baixinho, uma de suas grandes e firmes mãos segurou os cabelos macios de Cecília e então ele olhou para baixo com olhos brilhantes para vê-la engolir tudo até a última gota. Ela gemeu quando lambeu os lábios:
- Você tem um gosto delicioso.
Ele podia ver que ela ainda tinha os dedos bombeamento dentro e fora dela. Com a cabeça inclinada para trás, expondo seu pescoço, ela lentamente fechou os olhos para se deliciar com o momento que era só dela. Cecília estava ficando cada vez mais úmida e excitada sabendo que os olhos verdes de Eduardo estavam assistindo cada movimento seu. Logo ela começou a perceber que o orgasmo se aproximava, então ela sentiu a mão dele tirar os dedos de dentro dela. Um gemido saiu de seus lábios, sem aviso prévio, quando ela abriu os olhos para ver Eduardo levantando-a e levando-a para a mesa.
- Eu quero provar você também.
Cecília mordeu o lábio enquanto ela chupava os dedos antes de colocá-los para baixo, segurando-se na borda da mesa para equilibrar-se quando Eduardo deitou-a de costas, espalhando suas pernas. Seu coração começou a acelerar quando ela sentiu uma respiração quente sobre seu sexo. Ele estava saboreando todos os cantos dentro dela.
Passando a língua ao redor de seus lábios, ela gemeu, jogando a cabeça para trás enquanto arqueava as costas em conformidade. Empurrando seus quadris para frente, querendo mais, Eduardo agarrou a cintura, parando a necessidade dela de querer tudo agora, enquanto sua língua estava levemente mergulhada em seu interior antes de retirá-la. Cecília odiava seu jogo de provocação e agora que ele estava no comando, ela tentou manter os gemidos e gritos dentro de sua garganta, para não de expô-los a uma situação muito constrangedora, que poderia lhe custar sua credibilidade e o seu emprego.
Mordendo o lábio, ela tirou sangue e sentiu o gosto metálico em sua boca. Ela sentia com se o gosto fosse irreal. Eduardo tinha um talento natural com a língua e talvez isso fosse um dom. Provavelmente, as mulheres com quem ele tinha domido adoravam sua habilidade, ela pensou. Deve ser por isso que elas sempre queriam algo a mais com ele, na maioria das vezes.
Arqueando as costas ao sentir o prazer cada vez mais forte, ela gritou em voz alta quando atingiu o orgasmo, provavelmente mútiplo, a propósito. Eduardo imediatamente bloqueou qualquer som que saísse de sua boca, substituindo a língua por seus dedos, tentando abafar seus gritos. Uma vez que a sentiu relaxar sob seu domínio, ele se afastou com um olhar divertido.
- Você precisa ser discreta, baby, ou vamos ser descobertos antes mesmo de eu acabar com você.
Cecília sorriu colocando os braços em volta de seu pescoço enquanto brincava com os cabelos na parte de trás de sua cabeça.
- O que você está esperando, então?
Eduardo pressionou seus lábios contra os dela sabendo que ela estava prestes a gritar de prazer e mergulhou dentro dela. Assim como previsto, seus gritos foram abafados enquanto ele deslizava facilmente dentro e fora dela. Cecília envolveu as pernas ao redor da cintura dele, enquanto suas mãos arrastavam-se para baixo de seu pescoço e depois até seus bíceps tonificados. Suas unhas cavando fundo quando ele dava algumas estocadas mais fortes em momentos esporádicos. Seus lábios deixaram os dela quando ele mordeu seu pescoço, sugando e brincando enquanto seu quadril se movia para se encontrar com o dela.
- Eu adoro a forma como facilmente deslizo para dentro e fora de você. — Cecília sorriu enquanto uma de suas mãos viajava até seu clitóris esfregando-o em pequenos círculos rápidos.
Cecília mordeu o lábio ainda a tempo de abafar os gemidos, enquanto as unhas cavavam mais fundo rompendo a pele, o que incentivava Eduardo ainda mais. Como seus impulsos desnorteados, seu corpo ficou tenso quando suas paredes internas apertavam em torno da masculinidade dele quando, mais uma vez, ela atingiu o orgasmo. Quando o corpo suado de Cecília repousou na mesa, Eduardo empurrou um pouco mais rápido até que gozou segundos depois. Uma pilha de papeis estava agora espalhada sobre a mesa.
Ofegante, Cecília sentiu os dedos de Eduardo suavemente retirando os fios loiros de seu rosto, grudados devido ao suor. Cecília passou a encarar profundamente aqueles olhos verdes. Foi então que Eduardo começou a se sentir estranho, quando ela deu um sorriso suave e segurou seu rosto com as mãos e beijou-o suavemente. Eduardo correspondeu o beijo, e ela acariciou suavemente seu rosto pálido e sua barba por fazer com o polegar. Ele podia jurar por seus olhos que ela queria dizer alguma coisa. Seu coração começou a acelerar com o pensamento de ela dizer algo que pudesse estragar o momento.
Ele esperava que não fosse nada romântico, porque só iria tornar o momento desconfortável. Eduardo sabia que Cecília era do tipo de mulher que demonstrava afeto pelo homem que estivesse ao seu lado ou por alguém que ela se importasse. Ela é a típica mulher romântica, enquanto ele não é nem um pouco de clichês e gestos românticos. O médico não estava acostumado a esse tipo de afeição, então assim que ela acariciou sua bochecha ele ficou tenso.
Olhando ao redor, para evitar contato com os olhos dela, ele ouviu sua voz suave abaixo dele.
- Eduardo. — Ele engoliu seco quando saiu de cima dela e correu para longe, recolhendo suas roupas no processo.
- Nós temos que ir antes que suspeitem do que estamos fazendo aqui.
Eduardo não olhou para trás quando colocou suas roupas na velocidade da luz antes de caminhar em direção a porta, ajeitando seu cabelo desgrenhado. Com dedos trêmulos, ele tentava ajeitar seu cabelo enquanto sentia o ambiente ficar cada vez mais tenso.
- Eu... eu acho que eu vou ir, então. — Ele sentiu uma presença se aproximando dele, quando ela suavemente beijou sua bochecha.
- Vejo você depois do trabalho?
Respirando fundo, ela fingiu um sorriso:
- É. Vejo você, depois.
Ouvindo a porta fechar-se atrás dele, ele suspirou profundamente quando saiu para o corredor, onde agentes e funcionários andavam de um canto para o outro. Ele caminhou rumo ao estacionamento e dirigiu em direção ao hospital.
(...)
- Guerra! Graças a Deus! Onde diabos você estava?! Eu procurei você por toda parte. — Um de seus colegas cirurgião colocou a mão em seus quadris esperando Eduardo responder.
Eduardo revirou os olhos.
- Eu saí para almoçar e mesmo assim nem o bip nem o celular tocaram e então eu pensei que estivesse tudo certo, que eu não estava sendo requisitado.
- Bem, você está sendo requisitado agora. Um trauma acabou de chegar para você.
Isso era perfeito. Isso com certeza iria levar sua mente para longe de Cecília, que estava agindo estranhamente. Ela não deveria ter agido dessa forma tão cedo. Eles só começaram a ter relações sexuais há algumas semanas e ela já estava tentando mostrar sua afeição. Eduardo não tinha problema com abraços, carinhos e beijos, mas apenas quando isso envolvia sexo. Ele não pensou em nada disso quando colocava seu braço ao redor dela enquanto caminhavam ou estavam fazendo alguma coisa, ele sempre pensou que tudo era por amizade.
O que era isso agora?
Talvez se ele não pensar muito sobre isso, o problema vai embora. Este tipo de coisa não era o seu forte e vendo que Cecília estava indo por esse caminho escuro, ele iria guiá-la na direção certa. Não havia nada acontecendo entre eles. Ele estava apenas fazendo um sexo incrível com sua melhor amiga.
Esse era de longe o melhor tipo de amizade que ele já teve. Ele conseguia o que queria, quando queria, se divertindo com a mesma pessoa, sem qualquer expectativa. Eduardo gostava do seu pequeno mundo e ele não queria que o mesmo fosse destruído tão cedo.
Notas finais
Bjs, Nara
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