Semideuses Em Hogwarts: a Câmara Secreta
26 Os sobreviventes
Notas iniciais
Os sobreviventes
(narradora)
Então, os garotos contaram o que aconteceu. Omitiram apenas a existência da espada de Percy, que contou até mesmo dos seus poderes sobre a água. Toda a linha de racicínio que seguiram até descobrir que Murta fora a vítima do basilísco também foi exposta.
Quando chegou o momento no qual mencionaram Gina e o diário, houve um breve silêncio, rompido por Dumbledore.
– O que me incomoda, é como Lord Voldemort enfeitiçou a Srta. Weasley sendo que minhas fontes me informam que ele está escondido em algum lugar da Albânia.
Os pais da garota ficaram um tanto assustados com a informação.
– Ele usou este diário professor. – Harry alcançou-o ao diretor.
– Genial. – examinou o livro. – De fato, um dos alunos mais brilhantes que já estudou aqui.
Dumbledore contou sobre o tempo de Riddle. Mas não tirou a dúvida dos Weasley do porquê ter sido Gina a ser afetada.
– Eu escrevia nele. – soluçou. – Desde o início do ano.
Mais uma vez, o professor defendeu o fato de que Lord Voldemort era um mestre da manipulação e que já enganara muitas pessoas. Depois encaminhou-a para enfermaria, para se recuperar da traumática experiência.
– Minerva, acho que isso pede uma celebração. Poderia avisar as cozinhas? E no caminho, — olhou para Lockhart atirado em uma cadeira. – mande uma coruja ao Hospital st. Mungus, talvez eles descubram o que aconteceu com ele.
A professora saiu, assim com Gina, o Sr. e a Sra. Weasley.
– Harry, Ronald, acho que recordam de eu ter avisado que caso infringissem mais alguma parte do regulamento seriam expulsos. – ele sorriu. – Essa é uma prova de que todos nós precisamos engolir o que dizemos em algum ponto.
Os garotos deixaram escapar um suspiro de alívio
– Imagino que um prêmio de serviços prestados a escola e duzentos pontos para cada um seja o suficiente. Agora, vão receber seus colegas, creio que a poção de mandrágoras já fez efeito.
– Estão todos bem, professor? – Rony se apressou em perguntar.
– Não houve nenhum dano permanente.
Então eles saíram, deixando Dumbledore sozinho com Fawkes e Lockhart na sala da professora McGonagall.
– Sobre o negócio da doninha... – o filho de Poseidon começou a falar quando a porta fechou.
– Amanhã, Percy. – Frank insistiu.
Os quatro foram até o salão principal, onde os outros alunos encontravam os que tinham tomado a poção de mandrágoras. Vários alunos conversavam e se abraçavam recebendo os amigos.
Frank foi até a mesa da Lufa-Lufa, sentar-se com Hazel e Piper. Quando Percy, Harry e Rony foram sentar-se em sua própria mesa quando Nico apareceu.
– Percy, posso falar com você? – perguntou.
– Claro, galera, eu já volto. – respondeu.
(Percy)
Eu tinha uma ideia sobre o que Nico queria falar comigo, e eu estava certo.
– Escuta cara, — começou. – Você se lembra que depois do primeiro jogo da temporada você me perguntou porque eu não tinha jogado?
– Nossa, faz uma eternidade. – sorri. – Mas eu lembro sim.
– Bem, eu sei que faz muito tempo, mas eu menti para você e isso vem me perseguindo, e como é a última semana...
– Eu sei. – ele pareceu confuso. – Quer dizer, sei que você não falou toda verdade, não que isso estava te incomodando. Conheço vários lufanos e não tem nenhuma Rebecca Solace, nem sei se tem uma Rebecca Solace nessa escola.
– Mas, se sabia que o que tinha falado não era verdade, por que não disse nada? – questionou.
– Se você não queria dizer, quem sou eu para forçar? Mas se quando estiver pronto, pode falar comigo, ok?
Nico assentiu e sorriu. Então eu voltei para minha mesa e Nico fez o caminho contrário.
Hermione já estava na mesa falando com os garotos quando voltei, ela parecia e eu cuprimentei-a.
– Eu ainda não acredito que perdi quase meio ano letivo. – voltou a falar.
– Como se você precisasse assistir as aulas para aprender. Rony debochou.
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No dia seguinte, quando todos se reuniram em um canto do pátio, havia uma história a ser esclarecida.
– Então, vai contar ou não, Frank? – Percy pressionou.
– Contar o que? – Jason questionou. – Vocês nem disseram como sobreviveram a Câmara.
Eles contaram mais uma vez o que aconteceu, mas desta vez toda a história, incluindo a espada do filho de Poseidon. Ao terminarem, voltaram ao ponto inicial.
– Imagino que vocês também queiram saber como me transformei e uma doninha e depois em um condor. – os outros assentiram. – Pelo que Dumbledore me contou, é um dom antigo da família, um tipo diferente de magia. Por isso consigo me transformar em animais.
Os amigos pareceram bem impressionados. Eles ficaram conversando até o relógio da torre bater onze horas, quando Harry devia encontrar o diretor em seu dormitório.
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