Notas iniciais
Tcharâaan! Aqui estou eu mais uma vez! Espero que vocês gostem desse capítulo porque eu amei escrevê-lo. Como foi o final de semana de vocês? Espero uma resposta nos reviews *-* Obrigado Perugia, por mais uma vez comentar aqui, agradeço de coração ♥ Espero que gostem, boa leitura. Bjs ♥

~POV Estefani~

Sempre eu me colocava como a vilã de todas as situações. Deixava a pior culpa sobre os meus ombros e a pessoa culpada, saía ilesa.

Dessa vez não iria ser diferente, porque de fato acho que eu era a culpada.

Culpada por brincar com os sentimentos dos outros, brincar de ser egoísta, do mesmo jeito que o Fredi falou que eu era.

E eu acho que eu estava sendo.

Chorei até anoitecer, chorei até meus pulmões quase explodirem, chorei até sentir minha cabeça latejar e, por fim, chorei até dormir.

Quando acordei na terça-feira, me dei conta de que eu tinha que ir para um lugar que não era meu: O Hexágono.

Teria que encontrar lá pessoas desconhecidas e que me encaram e me julgam pela cor de cabelo que eu uso.

Fiz minha higiene matinal com pressa e saí para fazer as entregas de jornal.

Peguei minha bicicleta e ia pedalando, sentindo a brisa do início de inverno se aproximando, congelando cada poro de minha pele, lentamente fazendo-me ficar arrepiada.

Enquanto ia entregando os jornais, pensava mais em Fredi e na nossa briga. Até que um latido me fez parar.

Parei no portão que o cachorro latia e observei os seus pelos cor de terra.

Era um Golden Retriever lindo e abanava o rabo para mim.

–Oi cãozinho, está com fome? –Eu disse enquanto me abaixava para fazê-lo carinho. Enquanto os meus dedos afagavam a cabeça do animal, retirei com a outra mão da minha mochila um pedaço de alfajor de chocolate.

Assim que o cão viu o pedaço generoso que eu havia separado para ele, pude sentir sua língua salivando. Então, para evitar o maior sofrimento dele, dei o pedaço do doce.

Afaguei mais um pouco a sua cabeça antes de verificar que eu estava quase atrasada para a escola. Pedalei em casa muito rápido, desviando dos pensamentos que continuavam a me culpar e me atormentar profundamente em minha consciência.

Terminei de me arrumar rapidamente, colocando o usual uniforme e deixando as minhas madeixas soltas sobre toda a extensão de minhas costas, de forma desleixada. Olhei-me no espelho e meu olhar encontrou um par de olhos verdes encarando-me a mim mesma. Esses olhos verdes que agora estavam sem vida, pareciam uma joia sem brilho, sem valor.

Caminhei nenhum ânimo até a parada de ônibus e continuei assim até que cheguei à escola.

Na segunda-feira não reparei em como a minha escola era bonita.

Tinha um vasto pátio com pedras cor de cimento e o lugar parecia bem limpo. Tinha uma cancha para esportes logo na entrada principal, por onde eu entrei. Havia também mais à frente alguns canteiros com flores e alguns bancos verdes onde muitos alunos estavam espalhados conversando antes do sinal tocar, dando inicio às aulas torturantes.

Mais adiante, tinha o prédio enorme e quadrado, onde tinha as salas de aula... Embaixo do prédio, tinha um saguão coberto, onde também tinha alunos conversando.

Decidi que não estava com paciência pra ficar sozinha com aqueles adolescentes e fui direto para a minha sala, passando pelo saguão e entrando numa porta grande, onde tinha a escadaria que dava acesso às salas de aula.

Enquanto subia as escadas, fui passando a mãos lentamente pelo corrimão cinza e parei em frente à porta da minha sala de aula.

Senti um arrepio percorrer a minha espinha.

Abri a porta e um par de olhos negros me encararam arregalados.

Alex rapidamente guardou o que estava fazendo em sua mochila e com aqueles olhos sinistros apenas deu de ombros, ainda podia ler em sua face um rastro de pânico.

Não falei nada, apenas me encaminhei até o fundo da sala, onde deliberadamente me atirei em cima da classe, numa mesa do lado da parede, ao lado esquerdo da sala.

Ele seguiu os meus passos com o seu olhar, e eu fui deixando que ele me observasse. Queria tentar decifrar o que ele pensava.

Ele decidiu largar a sua mochila sobre sua classe e caminhou, dando passos confiantes com seus coturnos pretos até a mim.

–Oi. –Disse ele chegando perto de mim, fazendo com que ele ficasse tão perto que eu mesma pressionasse a minha cabeça contra a parede, tentando distanciar as nossas faces.

Eu não respondi, apenas levantei-me da cadeira e dei um leve empurrão nele, colocando minhas mãos sobre o meu peito.

Ele olhou-me surpreso e falou:

–O que é isso? –Exasperado, tirou as minhas mãos sobre o seu peito. –Ninguém pode tentar ter uma amizade pacífica com você? –Ele perguntou com os olhos negros agitados.

–Como assim, agora você quer ser o meu amigo... Tipo, logo você? –Eu perguntei com cara de nojo pra ele.

–E, se eu quisesse recomeçar? –Ele perguntou dando um leve sorriso.

–Você só pode estar drogado, cara. Fala sério, olhe só... Eu e você sendo amigos, é uma coisa que eu não consigo enxergar e eu também não quero a sua amizade. Se puder, quero ficar o mais longe possível de você. –Eu disse sentando-me novamente, esticando as minhas pernas.

Mas eu sabia que ele não iria revidar não dessa vez, porque parecia que a sua respiração parou no momento em que falei a primeira frase e seu corpo parecia todo trêmulo, além de eu conseguir enxergar por baixo de sua franja levemente cacheada um brilho que significava um fio longo e espesso de suor.

No momento em que ele me deu as costas, o sinal tocou.

...

Os três períodos de aula passaram rapidamente e logo o sinal do recreio tocou.

Desci as escadas e dessa vez decidi não ir à biblioteca. Fui até o refeitório tentar comer uma fruta que eu havia trazido de lanche.

Sentei-me numa mesa afastada de todas, mas que era bem próxima à uma escada que dava acesso à uma saída de emergência.

Terminei o meu lanche e fiquei observando as pessoas rindo com seus amigos e comendo.

Todos estavam felizes, exceto eu.

Foi quando ouvi um estrondo na porta que estava perto de mim. Arregalei os olhos e virei para ver quem ou o que era.

Deparei-me com um Alex furioso, com os olhos mais negros do jeito que nunca havia visto.

Todos viraram a atenção a ele: O capitão do time de futebol.

Ele caminhou em minha direção, dando passos firmes e largos, chegando até mim, segurando forte o meu pulso, quando sussurrou em meus ouvidos:

–Eu avisei pra você que eu não estava brincando, Estefani. –Disse ele agora olhando em meus olhos.

Engoli em seco.

Mas o que eu havia feito agora?

–O que eu fiz? –Perguntei e um leve suor se acumulava em minha testa. O nervosismo chegando de forma traiçoeira, enquanto repetia a mim mesma para ficar calma.

–Faça-me rir, garota! –Disse ele gritando para todos ouvirem, criando um showzinho para aquelas pessoas e rindo ironicamente logo em seguida.

–Olha só pessoal, ela é tão inocente, não é mesmo? –Ele disse gritando, provocando um burburinho alto entre aquelas pessoas.

Mas o que é isso? Eu não fiz nada! Maluco! É isso o que você é: Um maluco, ALEX SPRINGMANN!

–Vamos fazê-la recordar a memória, pessoal! –Gritou ele para os alunos, enquanto os mesmos faziam uma roda envolta de nós dois.

Os alunos nos rodearam e um grupo de garotas nojentas me pegaram pelos cabelos e me jogaram no chão, no centro da roda, sem nenhuma piedade com os meus joelhos.

–Hora do show, Hexágono! –Gritou ele batendo palmas e se afastando para ver o espetáculo ao longe, junto com o seu time que ria descaradamente, junto com ele.

Aqueles alunos estavam me preparando uma bela vingança.

Mas era uma vingança injusta, porque eu não havia feito absolutamente nada.

Levantei-me do chão encarando aquelas pessoas... À troco de que estavam fazendo tudo aquilo? Por dinheiro? Não... Eu não iria baixar a minha cabeça... O meu orgulho não deixaria tão facilmente.

Mas quando me deparei de pé entre aqueles animais, eles trataram de rapidinho me levar para o chão de novo com pontapés, farinha, água e ovo.

Pois é... Eu estava sendo a chacota do segundo ano, ou melhor, da escola.

Sentia as minhas pernas latejarem de dor, minhas roupas e cabelo estavam fedendo a ovo e farinha.

As risadas eram constantes e eu senti o choro que estava preso, aqui, na minha garganta, desabar, e eu olhei pra ele. Aquele desgraçado no topo da escada que estava rindo de mim: Alex.

Mas ele pagaria muito caro pelas lágrimas que ele estava me fazendo derramar.

De repente quando achei que ainda iria sofrer muito, todos se dispersaram saindo por todos os lados e eu percebi que o sinal havia tocado.

Mas, ainda que houvesse tocado, não fui capaz de levantar e fiquei ainda lá chorando com os joelhos machucados e sujos por uns bons quinze minutos, até que uma senhora e um senhor da cantina me ajudaram a levantar.

–O que aconteceu com você, minha querida? –Disse aquela senhora me ajudando a levantar, segurando-me pelo braço esquerdo.

O senhor, que supostamente era o marido dela, ajudava a me levantar pelo braço direito.

Recompus-me, mas não fui capaz de responder o que havia acontecido, apenas falei:

–Muito obrigado, mas creio que esse não seja o momento para contar o que aconteceu. –Falei me livrando dos braços alheios e fui mancando até a porta de saída da cantina.

–Você deveria contar isso a alguém, garota. –Disse o senhor, olhando minhas lágrimas no rosto sujo.

–Tome cuidado. –Disse a mulher me dando um leve aceno de longe.

Virei às costas e fui caminhando até a parada de ônibus. Eu estava muito machucada, muito mais por dentro do que por fora.

Meu orgulho estava ferido, além de meu corpo também estar.

Caminhei até a parada de ônibus e peguei um ônibus para casa... Nada que um bom banho não resolva e uma tarde com a cabeça cheia do trabalho.

Ignorei os diversos olhares: Pavor, risadinhas maliciosas, referindo-se ao meu estado.

Chegando em casa e notei que a mesma estava vazia e agradeci mentalmente por isso.

Entrei no banheiro, liguei o chuveiro e deixei a água morna aliviar a dor das minhas feridas.

Tirei toda a farinha e os ovos dos fios de cabelo e assim que saí do banho fiz um curativo nas minhas feridas, mas as únicas que não tinham cura eram as feridas que haviam se instalado em meu coração...

Alex havia pedido pra ser meu amigo e depois faz tudo aquilo... Simplesmente não consigo entender ele... Finalmente acho que entendi o perigo e o medo que exalavam em seus olhos desde o dia em que eu vi pela primeira vez.

Ele me pareceu tão elegante e tão legal na loja de uniformes, principalmente quando me deu uma carona em seu guarda-chuva, mas agora tudo o que eu sentia por ele de bom, se foi.

Coloquei uma meia calça preta fininha, uma saia preta, um tênis all star branco e uma camisa social branca que eu coloquei dentro da saia.

Meu rosto estava um pouco marcado pelos pontapés e tapas que levei, então passei levemente um pouco de base e pó compacto.

Desci até a cozinha e esquentei o almoço de ontem... Comi rapidamente e tomei um copo d’água, antes de sair de casa rumo ao meu trabalho no hotel.

Quando estava no ônibus, recebi uma mensagem de Rui.

Finalmente algo bom para o meu dia!

“Oi minha linda, como vai? Estou com saudades...

Beijo” .

Por um momento, minhas pernas amoleceram e decidi responder:

“Oi, Rui... Vou indo e você?

Também sinto saudades suas... Podemos nos falar hoje, pode ser? “

Beijos...

Olhei para a janela para verificar se não estava muito longe. Faltavam apenas duas paradas e chequei o relógio: Faltava apenas quinze minutos para o meu turno.

Fui levantando em direção da porta e esperei a minha vez de descer.

Meu celular vibrou:

“Amor... Podemos nos falar hoje, sim. Pode ser às 20 horas como sempre?”

Respondi:

“Pode, mas eu prefiro falar por telefone, pode ser?”

Chegou minha vez de descer.

Caminhei um pouco até chegar ao hotel Milano.

Assim que cheguei Beatriz, minha colega de trabalho, abriu um enorme sorriso ao me ver, mas ficou curiosa quando viu que eu estava mancando.

Recebi uma mensagem de Rui:

“Pode ser, meu amor. Até mais tarde. Beijos.”

Decidi não responder, até porque quando cheguei, minha chefa me chamou.

–Oi Estefani, sente-se. –Disse Joanna, minha chefa.

–Oi dona Joanna, desculpe-me não aparecer por muitos dias, mas como pode ver estou mancando e tenho alguns atestados. Muitas coisas aconteceram durante esse tempo que não vim. Eu sei que eu errei, mas realmente me perdoe, não pude vir.

–É... Eu entendo sua situação, Estefani, mas o trabalho aqui está saturado e tem muita gente boa que precisa trabalhar também. Eu já fui adolescente e sei que conciliar trabalho e escola não é fácil, mas veja o meu lado também. –Disse ela cruzando as pernas, me fitando.

–É... Eu não tenho muito que dizer, a não ser pedir desculpas. –Eu disse olhando para ela, com um nó na garganta.

Além de ter passado por tudo isso até hoje, inclusive os acontecimentos na escola, ainda serei demitida?

–Eu vou lhe dar uma última chance. Última, entendeu Estefani? –Ela disse pegando os atestados que estavam em minhas mãos.

–Muito obrigado, dona Joanna. –Disse sorrindo e me retirando da sala.

Quando saí da mesma, dei pulinhos de alegria, mas logo parei por que sentia muita dor nas minhas pernas.

Assim que fui para o balcão de recepção que eu e a Beatriz trabalhávamos, ela me atacou:

–Por onde você andou garota? Achei que tinha morrido ou algo do tipo... Já estava até mandando fazer uma missa de sétimo dia pra você. –Ela disse rindo.

–Não... Aconteceram muitas coisas, você nem vai acreditar. –Soltei, deixando-a mais curiosa.

–Fala logo, to curiosa! –Ela disse sorrindo.

...

Quando terminei de contar tudo, inclusive o que havia acontecido hoje de manhã, eu vi uma Beatriz com os olhos arregalados e a boca aberta.

Beatriz era a minha melhor amiga, depois de Fredi. Conhecemos-nos nesse hotel, no dia em que viemos para a entrevista de emprego. Por fim, nós duas ficamos boas amigas, até hoje.

Sinto que, se mesmo que ela saísse hoje, ainda nossa amizade duraria por muitos anos.

Beatriz era uma garota delicada: desde os seus cabelos loiros, olhos azuis até o seu corpo que era fino e magro.

Atendemos alguns clientes e telefonemas, até que Beatriz falou:

–Mas, amiga, você precisa dar um jeito nessa situação na escola nova. –Falou me cutucando e olhando em meus olhos no momento em que parei o meu serviço, encarando-a.

–Eu sei Bia, mas é difícil lutar contra alguém poderoso como ele é... Ele é um Springmann... –Eu disse por fim, dando a luta por vencida.

–O QUE? – Ela falou um pouco alto demais arregalando os olhos. Quando viu que falou alto demais pigarreou e sussurrou: — Amiga, não acredito! Os Springmann são os mais ricos do estado! –Ela disse me olhando de cima a baixo.

–É... Pelo jeito só eu que não sabia. –Disse, rolando os olhos pelos papéis que eu estava preenchendo.

–Como assim? –Ela perguntou incrédula.

–É que minha mãe estava com uma dificuldade financeira, por isso que troquei de colégio, como eu te disse... Então, eu fui pedir um segundo emprego numa companhia de jornais... E, advinha? Sim, a companhia de jornais é dos Springmann e eu sou a mais nova entregadora deles...

–Não acredito! Amiga... Que horror... Acho que isso é sina. – Disse ela rindo.

–Pois é... Eu também acho. Mas é exatamente por isso que tenho que tomar cuidado. Preciso fazer minha vingança sem fazer muito barulho... Se ele descobrir que trabalho no jornal da família dele, estou frita, por que em breve irei me vingar dele, aí já viu... –Eu disse recolhendo os papéis da mesa, pronta para ir embora.

Ela foi arrumando também a sua mesa e eu chequei que eram quase seis horas da tarde.

Olhei pela janela de vidro da recepção e pude ver que estava bem escuro já... Ainda mais inicio de inverno...

Até iria pedir uma carona para Beatriz, mas hoje era o aniversário de namoro dela e do Júnior, por isso eu não queria atrapalhá-la.

–Oi, Júnior, tudo bem? –Eu disse inclinada na janela do carro, enquanto Beatriz entrava no carro e eu olhava-os pela calçada.

–Oi, Estefani, tudo ótimo e você? –Perguntou sorrindo.

–Tudo bem, cuide dela, ein. –Eu falei rindo.

–Tudo certo. Pode confiar. –Ele disse dando uma piscadela pra mim e olhando para Bia em seguida.

–Tchau, Téfi, até amanhã. –Disse ela sorrindo para mim.

–Sim, amanhã não irei faltar. –Falei rindo. –Feliz aniversário, pombinhos. –Falei enquanto dava um leve aceno com a mão.

–Tchau, Estefani. –Disse Júnior dando partida no Ford Preto.

...

Para chegar até a parada de ônibus, eu precisava caminhar um bom pedaço.

Mas, tirei esse tempo pra pensar em tudo o que aconteceu hoje, mas senti uma sensação estranha... Talvez porque uma grande tempestade estava se aproximando, não sabia ao certo.

Eu passava por algumas ruas escuras e vazias e senti um arrepio percorrer toda a minha espinha.

Quando tudo o que vi foi um grupo de cinco homens, mais ou menos com dezoito ou dezenove anos, que seguraram os meus braços e pernas, e fizeram-me me deitar no chão, bruscamente, de costas em uma poça d’água gelada.

O pânico tomou conta de todo o meu ser e, num ímpeto, tentei me livrar deles, tentando batê-los com as pernas e mãos, mas nada era páreo com a força masculina.

SOCORRO!!! –Gritei com toda a força que encontrei.

–Cala essa boca, vadia! –Disse um homem que parecia ser o mais velho do grupo. –Cala essa boca antes que eu quebre essa coisa que você chama de cara! –Sussurrou em meu ouvido e pude sentir um arrepio.

Meu Deus, eu estava tão ferrada!

E, dessa vez não tinha ninguém pra me ajudar como da última vez que tinha o Fredi para me amparar de um desmaio que eu não sabia de onde vinha.

Por ser tão egoísta, de fato agora eu estava sozinha.

Notas finais
Espero comentários *-* Beijos e até o próximo, jovens :}