Sem Resquícios.

2 Segunda Morte, O Albino.


Notas iniciais
Olá, como estão? Eu gostei muito da repercussão do primeiro capítulo. Estou orgulhosa. Em um dois dias já teve cinco comentários, por causa disso, rapidamente fiz esse capítulo. Prestem bem atenção, Uncontrollable aparece no capítulo! Cole dá de cara com ele (a) e vocês tentem descobrir! A música que me inspirou, podem ouvir enquanto leem (Symphony No. 9 Beethoven) É uma linda e assustadora música! Obrigada por lerem. Tomem cuidado quando forem sair de casa. Uncontrollable (já disse que esse era um nome provisório? Não, pois agora to dizendo! Eu mudei. Com criatividade!)

A opera reinava sobre o ambiente, quando começara a limpar os matérias. A sombra começara a mexes nos instrumentos a sua frente, seu pequeno corpo se apoiava em um banquinho para que visse o que fazia.

Seus pequenos dedos esfregaram a carne que ficara presa na faca. O barulho da esponja sendo forçada no chão era evidente. A música clássica já havia sido trocada por um rock dos anos 80. A suave voz da cantora antiga reinava as esfregadas, as escondendo.

Os ofegos da sombra também podiam ser escutados. A sujeira da poça de sangue não saia. O que o corpo havia deixado não saia mesmo com esforço da sombra. Para frente e para trás, com força. As pequenas mãos haviam se quebrado. Já estava há tanto tempo esfregando que suas pequenas mãos estavam machucadas. Suas unhas, sua pele branca.

“Ah, acho que não irá sair tão cedo!”, Sussurrou baixinho para si mesmo (a). A voz da sombra era quente e acolhedora. Suave e transparente. Nem parecia... Um (a) serial killer. Quando finalmente o sangue saiu daquele lugar, a sombra suspira aliviada. Levanta-se e coloca uma pequena rosa na mesa perto da caixinha de som. A desligou e subiu pelas escadas, fechando a porta. O cômodo se escureceu novamente. Sem barulho, sem luz.

O som do relógio acordou a grande figura enrolada nas cobertas branca. Cole, era Cole nas cobertas. O maior apertou seus olhos e gemeu baixinho para levantar-se.

Olhou em volta, o relógio o dizia que era 7h40min fazendo-o pular da cama com um berro. Naquela manhã Cole decidiu dispensar o banho. Pegou uma maça, seu distintivo e as chaves do uno.

Cole correu escada à baixo com rapidez, já imaginando a bronca que levaria pelo seu atraso. Finalmente no ultimo andar. Usou um gesto de cabeça para dizer “olá” para o porteiro e a porta de saída do prédio foi rapidamente aberta. Permitindo assim, a saída do mais velho.

Seu carro deu a partida o mais rápido que o moça conseguira. O transito o havia ajudado. Mas, antes do maior chegar a seu destino final quase atropela um casal de gêmeos na faixa amarela;

— Sinto muito – fritou cole da janela do carro.

— Tudo bem! – gritou a menina de volta.

O homem, sentindo-se culpado, aproxima-se dos gêmeos saindo do veiculo.

— Eu posso dar carona a vocês. – Sorriu.

O gêmeo se escondeu atrás de sua irmã e sorriu em troca. Ela assentiu e falou a ele o caminho. Eles entraram no carro e o mais novo ficava colado à sua irmã; O caminho todo fora em silêncio, e quando já estavam próximos da escola de ambos, Cole diminuíra a velocidade e parara na luz vermelha.

Um homem se aproximara do carro. Seu porte era pequeno, no máximo uns 1,59. Seus cabelos eram escuros, parecia ter cerca de 40/45 anos. Usava uma camisa social e aparentemente uma calça jeans escura. Ele os parara no semáforo e pedira a Cole para abaixar o vidro.

— Senhor? Com o que posso lhe ajudar? – Cole mostrara o distintivo para o estranho.

— Quero os meus filhos, lá atrás. Policial – Cole fizera que sim com a cabeça e liberara para os pequenos saírem do carro. E quando já estavam bastante longe, Cole viu um sorriso no corpo do maior.

* * *

A música começou. Solo de violino, deixando o menino ali agitado e com medo. Ethan nunca sentira tão medo. Sabia o que aconteceria. Porém, não sabia como. Suas mãos e seus pés atados à mesa estavam a marcá-lo.

A música aumentou repentinamente assustando-o, seu corpo começara novamente a tremer. O barulho da porta se abrindo invadiu os ouvidos do menor. Ethan chorou silenciosamente enquanto observava a figura menor indo a sua direção.

Tentou se soltar, tentou fugir, tentou, porém, não conseguiu. A figura se aproximou. O temor era muito presente. Seus passos lentos eram uma tortura para o Ethan na cadeira. Quando a figura finalmente chegou ao local onde começaria a tortura, olho nos olhos de Ethan e viu-o rezando mentalmente por sua vida.

— Oi, Ethan. Há quanto tempo – Por que a sombra mostrou sua voz ao pequeno Ethan, será que ele não tem mais chance? Quanta intimidade com sua presa. Sua suave voz fluía pelo cômodo, ainda mais alta que a música.

Não havia como sua presa responder, o pano em sua boca a impedia. O pequeno já estava lá há dois dias. Pela falta de água sua saliva doía em sua garganta. A figura tirou da boca de Ethan o pano, para ouvir sua resposta.

Pobre Ethan, mas. Sem força, sem dor.

— Por favor, ****. Somos amigos, né? — Ah, eles se conhecem. Quando o pequeno fala o nome da figura, apenas escutasse um bipe. O semblante pega a garrafa de água em sua mão, coloca encima da caixinha de som, em sua outra mão, uma maça.

— Por sermos amigos, que estou fazendo isso. – Ele (a) sorriu e colocou a garrafa de água na boca da presa, despejando o liquido lá. Quando o liquido acabou, limpou com a manga de sua camiseta o filete que ali restou. – Boa noite, Ethan.

Amizade não é linda? Sem dor, sem sofrimento.

As mãos do pequeno semblante passearam pelo corpo em sua frente. Com carinho o despirão. Primeiro a camisa do Ethan, o garoto adormecido deu um pequeno gemido com as caricias das mãos frias da figura. Mas, logo se acostumou. A mão desceu e foi para debaixo da calça. Pode-se ouvir uma reclamação. A mão do semblante subiu, a mesma pegou um martelo e bateu no braço de Ethan.

Um grito de desespero. O braço de Ethan havia sido quebrado. Ah, coitado de Ethan, creio que nunca na sua vida se arrependera tanto. Ele chorava, chorava muito. Mesmo que para o (a) menor isso não fosse suficiente.

Ah, ele (a) foi em direção aos dedos de Ethan. Será que iria novamente tirar as digitais? Não. Ele tinha em mãos um prego e um martelo. Suas hábeis mãos pegam o prego e colocam um pouco abaixo da unha, pressiona-o lá e martela com toda a sua força. Um grito estrondoso.

Com força, com dor.

As lágrimas escorriam pela face de Ethan. As mesmas caiam sob as mãos da figura escura. Irritando-a. Com seu jeito rebelde de ser, retirou todas as unhas do albino em sua cadeira. E como se não tivesse sido o suficiente ele (a) pega o martelo e se direciona as mãos do rapaz albino.

Esmaga cada dedo, retirando do menino um grande berro cada vez que o fazia. A figura sentiu um prazer com aquilo. Um grande prazer. Em seu rosto, um sorriso. Ethan suplicou e implorou, mas, ele não percebera que aquilo só estava começando. Seus pés, seus pés seriam os próximos alvos de maldade.

O martelo e o prego realisaram o trabalho. O jovem Ethan já não tinha mais unha; Por cima de seus dedos saia muito sangue. E por seus olhos, muitas lágrimas. Seu coração? Morria de medo e desespero pelo o que seu “amigo (a)” estava a fazer. Como pode um ser assim, ser chamado de amigo? E por que um dia ele o (a) chamou assim?

A pele pesada de Ethan foi cortada lentamente, e quando Ethan gritara Uncontrollable foi a sua direção. Seus rostos estavam bem próximos e a figura agarrou os cabelos brancos de Ethan, arrancando-os com força.

O albino nada fez, apenas chorou silenciosamente. Implorando a deus que o salvasse. Nesse momento, ninguém é ateu. Seu sorriso vendo as lágrimas do albino era grandioso, talvez, ele estivesse se sentindo como um deus. Ninguém pode brincar com deus. Pode?

Seus lábios foram em direção dos de Ethan, selando-os com um pequeno beijo. Logo se separaram, e podia-se ver a tristeza no rosto do Uncontrollable, porém, como? Não era ele quem estava a torturar?

Após arrancar todos os cabelos do albino, ele pegou uma pinça, e o mesmo o fez com as sobrancelhas. O albino chorava, e se odiava por ter impedido-o (a) de o tocar.

Após a longa tortura, as sobrancelhas de Ethan estavam depiladas. A figura preta subira as escadas, dando um pequeno descanso a Ethan. Logo voltou, em sua mão, uma panela cheia de cera.

Ele (a) usou a cera para depilar as pernas de Ethan, apenas por prazer. Colocou a cera quente sob as pernas do albino, esperou, ouvindo os gritos de dor do pequeno, a cera secar. Seus lábios se abriram em um sorriso.

Quando a cera secou, arrancou bem devagar deixando o albino sentir bem a dor. E assim, arrancando todos os seus pelos. Ouvindo cada grito desesperado por ajuda do menino deitado com os olhos lacrimejando.

Os gritos, ela (a) nem precisou usar a força. A figura se afastou, indo para detrás da cadeira, num lugar onde o albino não poderia ver o que ele fazia. Assustando-se e sem saber o que fazer;

O barulho do machado sendo arrastado pelo chão, o temor do albino, tudo no momento era tenso. O chão de cimento ecoava com o toque do machado no mesmo e na medida em que a figura se aproximava o som ficava mais forte.

O machado arrastado consistia em uma longa madeira, no final, uma barra de ferro cortante. Como qualquer machado. O que chamara minha atenção nesse machado era o começo da parte da madeira. Lá havia um pequeno desenho escrito “Mr. Frallyn” Uncontrollable, o que planeja?

O machado foi arremessado na mão esquerda de Ethan, arrancando-a. Grito, sangue, dor, sofrimento, sorriso, Uncontrollable. Tantas coisas a serem digeridas no momento. O sangue vazava em uma forte velocidade. Deixando o menino rapidamente mais pálido do que ele já era.

Com um sorriso no rosto, ele (a) começou a se mexer para o outro lado da cadeira, arrastando no chão a Mr. Frallyn. Finalmente do outro lado. Ergue a Mr. Frallyn e lentamente desce, decepando a outra mão do garoto. Mais gritos, mais dor, mais sangue.

A figura o mesmo fizera com os pés dele. Porque a tortura dessa vez envolvia sentimentos. Vendo o sangue o sorriso da figura aumentou. A música que até agora estava muda começara a tocar, a nona sinfonia de bethoveen ordenava os movimentos da pequena figura com o machado.

Levantando e abaixando o machado com um sorriso no rosto. Seus movimentos ficavam mais fortes e por fim. Seu corpo parou, limpando de seu rosto o sangue da vitima.

Ele se afasta e pega com cuidado uma faca menor. Junto ao corpo, suas hábeis mãos começam a moldar um desenho no corpo já morto e ensanguentado de Ethan.

"Uncontrollable é um nome feio, me chamem de Mr. Frallyn."

Ah, por isso o nome do machado; Retira o corpo do menor e o leva lentamente para fora de sua casa. Largando-o em um lugar qualquer. Sem quaisquer sentimentos pelo morto.

Notas finais
Me chamem de Mr. Frallyn. Sabe to me cagando de medo agora! Eu acabei de escrever, meu quarto tá escuro para dar clima.O frio tá grande. E música clássica alta. Vou morrer! Mr. Frallyn vai me matar! Bem, o que acharam do novo nome? Eu particularmente gostei Eu ultimamente to sem up de criatividade para invetar os mortos. Façamos o seguinte... Vocês (leitores) me mandam o nome de quem odeiam, o que a pessoa te fez e quais são as características dela! Eu vou ler, e colocar na fic, ok? Obrigada por ler e cuidado ao sair de casa.