Notas iniciais
Então está ai o 2° capitulo, me falem o que acharão... Gostaram da personalidade dela? Me faaaaaalem lindos ;*

- A aula começou querida – todos da sala me fitavam, senti minhas bochechas ficarem quentes.

- Ah desculpa, eu...hãn, desculpa – sorri sem graça para minha conselheira, era o que dizia o seu crachá.

- Tudo bem turma, vamos nos apresentar – ela sorria para nós como se fossemos grandes idiotas.

- Meu nome é Nádia, e eu sou a conselheira de vocês, e guando eu apontar para cada um de vocês, me digam seus nomes.

Esse papinho estava me dando nojo, mas eu olhava para cada aluno e esperava até descobrir seu nome.

Ela apontou pra mim.

- Hãn, oi meu nome é Glendha.- acenei pra sala, cabisbaixa.

O sino do intervalo bateu, e logo corri pra achar um lugar pra sentar.

Mas quando vi as pessoas cada uma com seu grupinho, resolvi ir lá fora comer meu Doritos e beber minha coca e talvez depois fumar um cigarro escondido.

Estava andando no corredor, quando de repente esbarrei em alguém e cai junto com minha coca em cima de mim.

Levantei furiosa, fitando o suposto menino que me fez vestir minha bebida. Ele tinha o cabelo arrepiado, o rosto bem desenhado, a barba era serrada e era só no queixo, usava a blusa Iron Maiden e uma calça preta. Estava rodeado de amigos supostamente com o mesmo gosto musical e muitas meninas. Ele era até bonito mais eu estava com muita raiva.

- Que merda cara, qual é o seu problema? – o fitei enraivecida.

- ah me desculpa, não fiz por mal, você é nova aqui não é? – ele me olhava de cima há baixo.

- Sim queridinho, mas gostaria de estar bebendo minha coca, não de estar vestindo ela. Quer saber esquece. — disse saindo pisando forte no chão. Quando senti alguém puxar meu braço forte.

- é sério me desculpa, mas eu posso te recompensar de várias formas – ele disse molhando os lábios e se aproximando.

- Que tipo de idiota você é, cara? – disse o olhando indiferente. Você é louco? – o empurrei e sai andando para porta.

- Só não diga que não tentei ajudar gata – ele dizia gritando e acenando de longe.

Fui para fora da escola e ascendi um cigarro tentando esquecer aquela cena idiota, de um insano que eu nem conheço dando em cima de mim.

- Sabia que você era das nossas – dizia um menino do cabelo com corte punk e blusa do Green Day, junto de uma menina baixinha com um sorriso muito contagiante.

- Como? – eu disse apagando o cigarro com o pé.

- Você não é igual aqueles idiotas lá de dentro. – a menina disse se encostando à parede.

- Ah – disse rindo sem graça – Pode apostar que não sou igual mesmo.

O resto do dia foi tranqüilo e o outro também, não vi mais aquele idiota do cabelo arrepiado e estava conhecendo mais aqueles dois punks que vieram falar comigo. Seus nomes eram Roberto e Fernanda eles eram amigos, alguma coisa assim.

Uma semana depois

O sinal da aula bateu e tinha que ir ao aeroporto buscar meu pai que chegava de viagem hoje, para almoçarmos juntos.

Decidi que iria a pé, pois nem era tão longe assim, me despedi do Rox e Feh – pois sé que intimidade já — e fui seguindo ouvindo Sepultura.

Quando senti uma mão grande pousar sobre meu ombro.