Segunda-Feira
14 Fim de semana
Notas iniciais
O chão nunca esteve tão macio e repetitivo como se encontrava naquele momento, onde Edward e eu estávamos embrenhados, usando o carpete manchado de tinta, como colchão.
Suas mãos desceram por meu corpo, se firmaram em minha cintura e com um leve puxão, ele nos girou. Edward estava contra o chão agora, e eu estava no controle!
Afastei suas pernas com o joelho para poder me encaixar melhor em seu corpo, eu o pressionei e pude sentir seu pau contra mim. Um arrepio passou por meu corpo, deixando-me ainda mais excitada.
Edward gemeu quando meu quadril se encontrou com aquela protuberância gostosa. Infiltrou a mão no meu cabelo o puxando de um jeito selvagem para me beijar.
Eu gemi contra sua língua, deliciada com a ideia que rondava minha mente. Eu queria correr minha boca por todo seu corpo, até chegar naquele membro grande apetitoso.
Eu queria chupá-lo e iria, bem no chão, sobre aquele carpete manchado e velho.
Segurei seu rosto com as ambas as mãos, deixei beijos estalados em sua boca macia antes de seguir uma trilha por seu pescoço.
Edward respirava com força.
Abri os botões da sua camisa, meus dedos traçaram linhas imaginárias por seu peito forte e logo, minha língua correu cada uma delas.
Sorri contra sua pele quando o senti estremecer. Era bom causar aquilo nele, saber que eu tinha o mesmo poder sobre seu corpo, quanto ele tinha sobre o meu.
Voltei meus olhos para o seus, os orbes azulados brilharam com intensidade e excitação. Fui me abaixando aos poucos, quando mais descia, mais beijos, lambidas e chupões eu deixava contra sua pele.
Edward estava a cada vez mais ofegante, eu sorri abrindo o botão e o zíper de sua calça. Estava tão entregue a mim.
Meus dedos seguraram no cós, com um puxão, a desci até a altura de suas coxas torneadas. Subi as mãos arranhando todo o tórax de Edward enquanto meus olhos se deleitavam com a ereção coberta pela boxer —que eu não soube identificar a cor pela falta de luz.
Eu deixei minhas duas mãos passarem por cima do pano, pude sentir todo o calor que aquele membro delicioso emanava.
Edward praguejou quando eu o apertei levemente. Sua mão mergulhou novamente em minhas madeixas.
Não contive o sorriso e o suspiro, quando abaixei a boxer e seu pau saltou para fora parando a milímetros do meu rosto.
Sem pestanejar, ergui a mão e o segurei mantendo a força necessária para levar Edward a loucura. Seu gemido mais alto me informou que eu estava próxima a isso.
Seus dedos se enrolaram ainda mais em meu cabelo, inclinei a cabeça passando minha língua sobre sua cabeça inchada.
—Caralho, Bella... – Edward soltou entredentes. Sua voz estava deliciosamente perigosa.
—Quietinho amor. – sussurrei de volta. Era hora de dar atenção que aquele cacete duro precisava.
Entreabrindo meus lábios eu deixei alguns beijos molhados por sua extensão, ele estava tão quente! Podia até sentir as veias estufadas tamanho sua rigidez.
Eu o bombeei três vezes com a mão, antes de cuspir um pouco de saliva sobre sua glande. Com a ponta da língua, eu a espalhei lentamente.
Estava gostando de provoca-lo, no entanto, eu também já não aguentava mais esperar para chupá-lo então, o engoli de uma vez.
Edward gemeu alto quando eu o suguei com força tendo todo seu pau dentro da minha boca. Ele tocava minha garganta.
Com a mão no meu cabelo, Edward estocou dentro da minha boca. Seu gosto agridoce, logo se misturou com sua porra cremosa.
Eu a engoli toda antes de retirar seu pau de dentro da minha boca. Mordi o lábio inferior vendo com louvor, como ele ainda estava duro.
—Droga, você me deixa maluco. – Edward murmurou com o timbre falho, suas mãos seguraram meus braços e com um puxão, me colocou puxo para deitar sobre seu peito. —Eu preciso estar dentro de você, gozar dentro de você...
Eu respirei com força diante suas palavras quentes. Nossos corpos voltaram a girar no chão, Edward ergueu o tronco e foi rápido em desabotoar meu short e o puxá-lo junto da minha calcinha. Ele terminou de tirar a calça e a boxer, os dedos ágeis encontraram com facilidade o preservativo dentro da carteira. Aproveitei para me livrar da minha blusa, enquanto Edward vestia a camisinha no pau ereto.
Era uma visão e tanto!
Mordisquei meu lábio inferior, suas mãos voltaram a se firmarem em minha cintura, nós voltamos a deitar no chão e passei minhas pernas por seu quadril de imediato.
Nós dois gememos com o contato que ocorreu entre nossos sexos.
Ele me beijou com desejo me pressionando cada vez mais contra o chão, uma de suas mãos desceu por entre nossos corpos e tocaram minha boceta.
Rebolei em seus dedos que acariciavam meu clitóris.
Eu nem precisei pedir pois, no segundo seguinte, Edward deslizou seu pau para dentro de mim. Estava tão molhada, tão excitada que ele foi bem fundo.
Nossos gemidos se misturaram em meio a casa silenciosa.
Ele entrava e saia de mim com vontade, indo cada vez mais rápido e fundo. O atrito que entre nossas peles, mesmo com a camisinha entre nós dois, era maravilhoso. Edward abaixou a cabeça e como um bebê esfomeado, começou a sugar meu peito. Sua falta de delicadeza ou cuidado só me deixavam mais e mais excitada.
Eu estava amando seu jeito bruto, suas pegadas firmes.... Certamente ficaria toda marcada.
Sua respiração ofegante bateu contra a minha pele, nossos gemidos ficavam cada vez mais altos.
Eu sentia seu pau pulsante deslizar dentro da minha buceta. Minhas unhas se firmaram na pele levemente suada de suas costas largas, levantei ainda mais as pernas para retê-lo no berço de meus quadris e deixar que ele alcançasse meu ponto mais fundo.
Tive a sensação que meu crânio fosse explodir, quando Edward acelerou o ritmo das investidas.
Mal conseguia respirar, tudo ao meu redor girava e as únicas coisas que faziam sentido, era estar provando daquele prazer intenso que somente Edward era capaz de me proporcionar.
O barulho dos nossos corpos se chocando se unia aos nossos gemidos sôfregos, formando assim a sinfonia acústica perfeita.
Em um delicioso frenesi, eu tive a sensação de estar sendo fundida a Edward. Parecia que estávamos virando um só.
Mais um grito escapou por mim, minha vagina piscava enlouquecida se tencionando, cada vez mais, ao redor do pau grosso de Edward.
Ele me montou com dureza, deslizou a mão por minha perna para deixar tapas estalados e fodidamente estimuladores por ali, enquanto me esmagava contra o chão.
Nunca havia sentido alguém tão selvagem, tão absolutamente dominante e primitivo, que reagia feito um animal.
Eu podia sentir o suor começar a escorrer por minha testa, podia sentir aqueles sinais começarem a me dominar, quando arqueei o quadril para encontrar mais uma vez o membro de Edward.
Tinha sido arrastada para o centro de uma poderosa tormenta, e adorei, me deletei nisso, o abracei e me deixei ser sugada de uma vez por aquele intenso orgasmo.
Agarrei seus cabelos, a rítmica quebra de onda girou em mim como um trovão e eu me rendi com um grito.
O prazer explodiu, forte e profundo.
Eu estava flutuando, estava imergida naquele intenso orgasmo e foi o convulsionar do corpo de Edward que começou a me trazer para a realidade do momento.
Uma incrível realidade onde, eu tinha acabado de ter o maior e melhor orgasmo da minha vida e dado o mesmo prazer a Edward.
Eu simplesmente morri e fui para o céu, provando do mais doce e perfeito paraíso.
A consciência chegou aos poucos, ainda tremula e quase incapaz de me mexer aproveitei a maravilha que era ter aquele homem sobre mim.
Edward respirou fundo várias vezes, ainda dentro de mim ergueu a cabeça para me beijar. Sua testa pairou sobre a minha, ainda estava com a vista afetada por conta do orgasmo, contudo consegui encontrar o brilho dos seus olhos.
Erguendo a mão, toquei seu rosto. Edward não disse nada e eu também não quis quebrar aquele delicioso silencio que pairou entre nós, as palavras seriam intrusas ali, afinal, nossos olhos diziam tudo.
Antes de Edward, eu não sabia sorrir sem me sentir pequena demais. Eu não sabia que havia em mim um mundo novo a ser descoberto. Antes de Edward, eu não sabia que havia no mundo, um mundo novo a ser descoberto. Mas aí ele surgiu. Me fez sorrir de bobeira, descobrir mundos, pular janelas, atravessar fronteiras. Ele surgiu e deixou tudo bonito demais, intenso demais, verdadeiro demais....
—Olha, aprendeu direitinho. – Edward murmurou parando ao meu lado. O olhei rapidamente para lhe entregar um sorriso orgulhoso, com mais duas pinceladas, terminei de colorir toda a parede do quarto de hospedes. A cor azulada era bonita, elegante e suave.
Com um suspiro satisfeito, me coloquei de pé, girando nos calcanhares para poder olhar naquelas imensidões azuladas.
Os olhos de Edward me lembravam o mar e o céu em dois aspectos: A cor, linda, única e incomparável. As possibilidades, eu podia desbravá-los, estuda-los, explora-los e claro, ficar hipnotizada.
—Sou esperta, bebê. – lhe lancei uma piscadela recebendo uma deliciosa risada em troca. Edward descruzou os braços e liberou seu peito definido para ser contemplado por meus olhos. Ele insistira tanto para que eu vestisse sua camisa e não corresse o risco de manchar minha roupa, que acabei concordando.
Claro que aquilo não era algo ruim, visto que eu amava ficar olhando e admirando seu físico.
—É mesmo. – concordou correndo a mão pelo cabelo. —Você está toda suja de tinta. – analisou dando dois passos em minha direção.
Cerrei a sobrancelha, abaixando a cabeça, procurei por manchas de tinta pela camiseta. Nada. Estiquei os braços e novamente, não encontrei nada, apenas algumas cotículas em meus dedos.
—Ué, onde.... – ergui a cabeça começando a fazer minha pergunta, contudo, Edward fora mais rápido. Esticou a mão e roubou o pincel que eu ainda segurava, as cerdas macias e encharcadas correram por minha bochecha em um traço curto, porém longo. —Edward! – meu ralhar fora enaltecido por sua risada alta.
Rolei os olhos passando a mão por meu rosto, não podia negar, eu amava o som da sua risada e seu jeito brincalhão.
—Você também está todo sujo de tinta. – proferi capturando o rolo abandonado no chão e correndo por todo o peito de Edward. Ele cessou a risada, olhou para o próprio abdômen e encarou por um longo momento a coloração em sua pele.
Foi a minha vez de rir. Edward estava com o tórax todo azulado!
—Se a tinta fosse verde, eu iria te chamar de Hulk.— provoquei em meio à crise de riso. —Espera, espera! – pedi erguendo a mão. —Avatar dá certo, sabe que você até parece com eles, Ed?
—Rá, rá, rá. – soltou se aproximando um passo, por mais que sua expressão estivesse séria, podia ver em seus olhos que ele estava se divertindo. —Você seria o que, hein? – indagou parando a minha frente. —Squirtle? – erguendo a mão, ele pincelou meu rosto mais uma vez. Tentei me afastar, mas seu braço livre logo rodeou minha cintura. —Não, não... Acho que Smurf combina mais, até por conta da altura.
Deixei o rolo cair de minhas mãos, para apoiá-las em seu peito. Edward nos uniu ainda mais e realmente me preocupei com o fato de que mancharia sua camisa, mas ele estava tão perto, sua boca estava tão perto...
—Bobo. – soltei baixinho, mordiscando meu lábio inferior.
—Por você. – completou fazendo um sorriso nascer na minha boca. Meus braços rodearam seu pescoço e suas mãos, já livres do pincel, vieram para minha cintura.
Edward sugou meus lábios e os mordiscou, sua língua se encontrou com a minha em uma carícia envolvente e provocante.
Tive de respirar fundo quando nós nos afastamos. Era incrível o que somente um beijo provocava em mim.
—Que tal um banho? – ofereceu com charme. Sorri concordando com a cabeça, tomar banho com ele, era tudo o que eu mais queria.
Edward descera até a garagem para pegar nossas coisas, por sorte, havíamos trago toalhas e produtos de higiene pessoal. Coloquei a espaçosa banheira da suíte master para encher, ainda me deliciando com a ideia do que estava prestes a acontecer.
Ele voltara minutos depois, deixara tudo arrumado no canto e jogara um pouco de sabonete líquido na água, que logo criara uma cobertura perfumada de espuma.
Com um suspiro satisfeito, me acomodei em seus abraços, sendo embrenhada pelo calor da água e da pele de Edward.
—Minha mãe te disse alguma coisa hoje? – a pergunta saiu por meus lábios, no momento em que a dúvida piscou dentro da minha cabeça.
A respiração de Edward bateu contra meu pescoço molhado, arrepiando minha pele.
—Só que estava muito feliz e contente. – respondeu, o timbre levemente mais rouco. —E que eu te faço muito bem. – completou com um risinho.
Rolei os olhos. Renée dera para ser sincera agora!
—Minha mãe e sua língua que não cabe dentro da boca. – Edward voltou a rir, diante das minhas palavras. —Achei que ela estivesse passando mal, quando lhe disse que ia terminar com Jacob.
Os braços de Edward se estreitaram ao redor da minha cintura e me puxaram para mais perto, com um suspiro satisfeito, me acomodei ainda mais em seus braços.
—Porque? O que ela disse?
—Não foi o que ela disse... – disse com calma. —E sim como ela reagiu. – meus dedos correram pela pele de sua mão, submergida na água. —Ficou meio espantada, mas muito feliz, é claro.
Os lábios de Edward pressionaram meu ombro por um longo momento. Momento esse onde o silencio reinou entre nós dois.
—Estou preocupado. – sua voz saiu baixa e tensa. —Tenho medo do que ele possa fazer com você. – inclinado a cabeça, Edward me olhou. —Bella, me prometa que só vai falar com Jacob se tiver alguém por perto.
Ergui os olhos até os seus e pude ver como aquilo o afligia. Não precisei perguntar o porquê. Estava claro.
—Prometo. – confirmei ignorando o gosto amargo que correu por minha língua. Edward soltou o ar pela boca, antes de beijar minha bochecha.
Nós voltamos a ficar em silencio, a tensão no ar foi se dissipando aos poucos. Meus dedos se entrelaçam aos de Edward por debaixo da água, abri um sorriso quando ergui nossos braços e pude ver como o encaixe era perfeito.
—Alice e você são amigas a muito tempo? – sua pergunta surgiu do nada.
—Sim, já tem um tempo. – concordei. —Porque?
—Ah, vocês parecem muito próximas. – senti quando ele deu de ombros. —A mãe dela faleceu tem pouco tempo, não é?
—Sim. – soltei um suspiro pesaroso. —Tem quase um mês. – foi impossível não me penalizar com a lembrança. —Ela ficou muito mal, sabe. – me ajeitei em seu colo. —Mary tinha um passado duvidoso, mas Alice era completamente apaixonada pela mãe e o fato de serem só as duas, deixou as coisas piores.
—Ela não tem mais ninguém? Nem um irmão?
—Não. – neguei. —Não que eu saiba, pelo menos. – Edward soltou um risinho. —Só tem uma tia, em Long Island, mas elas não são muito próximas.
—Entendo. – Edward soou pensativo. —A mãe dela faleceu de que?
—Cirrose. Mary era alcoólatra, viciada em drogas.... Fora internada várias vezes. – a respiração de Edward ficara um pouco mais pesada. Eu o entendia, aquilo era realmente triste. —Mas me diga, porque todo esse interesse em Alice?
Esperei sua risada, mas ela não veio. Estreitei os olhos, ergui o corpo e me virei para olhá-lo. Edward estava mais sério e sem jeito.
Ele respirou fundo após manear a cabeça, o sorriso que surgiu em sua boca não me convenceu nem um pouco.
—Não é interesse, é só curiosidade. – deu de ombros e logo desconversou. Eu pretendia contestá-lo, contudo, desisti no momento em que sua boca buscou a minha.
Nós voltamos para o hotel de Edward por volta das três da manhã, após vários e vários momentos de prazer. Na banheira, contra a parede, no chão....
Assim que me acomodei na cama, ao lado de Edward, apaguei. Edward me deixara viciada e ao mesmo tempo, exausta.
Domingo amanheceu ensolarado, bonito e com um clima super agradável. Edward novamente me presenteara com um delicioso e fofo café da manhã, daquela vez, uma pequena rosa branca enfeitava o canto da bandeja.
—Você vai me deixar mal acostumada. – murmurei antes de tomar um grande gole do suco de uva. Estava tão fresco e saboroso.
Edward abriu um sorriso lindo antes de morder mais uma vez a maça vermelha e apetitosa.
—Mal acostumada nada.... É assim que tem que ser. – sua mão tocou meu rosto e o afagou com carinho. Fechei os olhos recebendo seu beijo em minha testa.
Erguendo a cabeça, beijei seus lábios rapidamente, antes de roubar uma mordida da sua maça.
—Hmmm.... – soltei mastigando a fruta que estava super suculenta. —Que delícia. – sorri sapeca diante o olhar cerrado de Edward.
—Quem te deixou morder minha maça?
—Ninguém. – dei de ombros. —Roubei um pedaço. – arqueei o queixo.
—Que atrevida. – observou me fazendo rir. —Acho que eu vou poder roubar um beijo seu então, não é? – proferiu deixando a fruta sobre a bandeja. —Ou dois, quem sabe.... – sua boca pressionou meu pescoço, minha garganta e queixo, até se unir a minha. —Melhor, acho que eu vou te roubar inteirinha. – completou assim que me beijou.
—Não me oponho a isso.
—Não? – indagou com os olhos nos meus. Soltei um suspiro maneando a cabeça em negação. Edward afagou meu rosto e me beijou mais uma vez. Nós ficamos em silêncio. E no silêncio eu pude ouvir o barulho que nossos corações faziam. Observei seus lindos olhos, sua boca, sua serenidade. E parada ali o observando, eu fui descobrindo coisas em Edward que eu nunca havia visto antes. E fui descobrindo em mim, sentimentos, que eu nunca havia explorado antes.
Eu o observava e o achava cada vez mais lindo, mais perfeito.... Então, me veio uma onda de tristeza por querer ser muito mais do que eu era para fazer merecer toda aquela beleza.
—Hmm... – rodeei os braços em seu pescoço, apoiando minha testa na sua. —Linda. – soltou me deixando abobalhada por seu jeito fofo.
—Lindo. – lhe lancei uma piscadela e recebi rápido sorriso torto antes de Edward me beijar.
O ar ficou preso em meus pulmões por poucos segundos, quando Edward me prensou ainda mais contra o colchão. Ele foi rápido em afastar a bandeja e desenrolar o lençol que cobria meu corpo.
Suas mãos escorregaram da minha cintura se alojando em minha bunda, com uma pegada firme, ele me encaixou em seu corpo. Sua boca procurou a minha em um beijo urgente, ele mordia e sugava meus lábios de uma maneira tórrida.
Corri as unhas por seu ombro largo, ofegando em meio ao beijo ao sentir o roçar de seu pau duro em minha buceta.
Puxei seu lábio inferior com os dentes fechando os olhos com força, quando Edward penetrou apenas a cabeça do seu membro em mim, ele parecia pronto para se afundar de uma vez, contudo algo o fez parar.
—O que foi? – minha pergunta saiu ofegante, falha.
—A camisinha. – seu semblante se contorceu e eu quis gritar de frustração quando ele se afastou.
Meu peito subia e descia em uma velocidade incrível, passei a mão por meu cabelo, tirando os fios do meu rosto.
Edward ficou de pé e caminhou até a pequena bancada ao lado. Eu ofeguei, ainda mais alto, quando vi sua bunda.
Sua bunda deveria virar uma escultura, ou uma pintura... Era algo divino demais para não ser imortalizada.
Permaneci deitada na cama apenas observando-o se virar e abrir a embalagem do preservativo com os dentes.
Caralho, era incrível como ele deixava tudo sexy.
Edward segurou seu pau e tive de relance a imagem dele batendo uma punheta, deveria ser a visão do pecado, a cena mais quente e provocante do mundo!
O preservativo rolou e cobriu todo seu pênis, um arrepio correu por meu corpo quando ele me olhou. Seus olhos azulados estava perigosamente excitados.
Suas mãos se firmaram em minha cintura e como se eu pesasse cem gramas, ele me girou na cama, deixando-me de bruços.
Encostei a bochecha no colchão, olhando-o por cima do ombro. Edward sorriu, afastou minhas pernas com os joelhos, alojando as mãos em minha cintura.
Ele se inclinou, beijou minhas costas e meu rosto, soltei um ofego baixo quando ele começou a entrar em mim.
Foi devagar, eu podia sentir seu pau me preenchendo aos poucos, foi diferente e muito excitante.
O prazer febril e consumidor, começou a subir por meu corpo a cada estocada de Edward. Suas mãos seguravam as minhas na cama, seu peito estava colado as minhas costas e o rosto infiltrado na volta do meu pescoço.
Nosso ritmo era brusco e primitivo e eu chegava a me assustar com aquela luxuria exultante.
Notava a tensão e a selvagem excitação do corpo de Edward que não perdia o ritmo das investidas, eu simplesmente entreabri os lábios e deixei os gemidos saltarem da minha garganta.
Ali, prensada na cama, sentindo o pau de Edward praticamente me esfolar, ouvir seus gemidos se misturarem com os meus, eu me senti viva como nunca tinha sentido antes.
Edward deslizou uma das mãos por meu corpo, infiltrando-a entre minhas pernas e seus dedos mostraram uma experiência fantástica sobre meu clitóris.
Eu gritei, arqueei e levantei o quadril em busca de que ele metesse mais fundo, mais forte até.
A deliciosa loucura do orgasmo começava a chegar, Edward gemia alto enquanto pressionava os dedos no ponto mais sensível da minha buceta, balancei o quadril, ondulando-o, diferenciando a estocada e fazendo Edward tocar um ponto ainda mais fundo dentro de mim.
Urramos juntos, ambos chegando próximos ao clímax. Não queria que isso acabasse. Nunca.
—Edward...
Chamei desconexa. Ele mordeu minha orelha, antes de chupar meu pescoço.
—Não resista, baixinha.... Deixe vir. – respondeu ele com voz rouca, deixando-me ainda mais entregue.
Já estava prestes a gozar, meu ventre já se contorcia e minha vagina piscava enlouquecida, quando Edward segurou meu quadril e o levantou encaixou-se mais firmemente em mim e estocou com mais força.
Minhas unhas se emaranharam no lençol branco, senti a febre e o desejo se elevar a um nível insuportável, e um instante depois meus sentidos estouraram.
Deixei escapar um grito, que se mesclou aos gemidos guturais de Edward.
Gozamos juntos em uma loucura inimaginável, um prazer que não admitia descrição e que se prolongou tanto que acreditei estar morrendo.
Morrendo de prazer.
Ficamos em silêncio, como se as palavras fossem intrusas. Edward saiu de dentro de mim, beijou meu ombro, antes de me virar e me beijar com calma e carinho.
Eu apoiei as mãos em seus braços fortes, nossos corpos estavam encaixados e trêmulos. Foi fodidamente intenso e prazeroso.
Nunca tinha sentido nada do tipo.
Fazia um bom tempo que não passava um domingo tão agradável. Era incrível como a minha felicidade só aumentava e claro, o mérito era todo de Edward.
Mas é claro que tudo tinha hora para acabar e quando a noite chegou, e tive que arrumar minhas coisas para ir embora, me senti como a Cinderela a meia noite.
—Tem certeza que não quer dormir comigo, hoje? – Edward refez a pergunta, descendo com beijos por meu pescoço.
—Não. – choraminguei. —Mas amanhã nós dois trabalhamos e...
—E se você ficasse, nós não iriamos dormir. – me cortou para completar a frase. —Já disse isso um milhão de vezes. – soltou o ar pela boca. —Vai ser tão ruim ficar sem você...
—Vai mesmo. – afaguei seu rosto beijando seu queixo. —Mas amanhã nós vamos nos ver. – tentei sorrir.
—Pelo menos isso, não é? – inclinando a cabeça, ele voltou a me beijar. —Ah, droga.... Que vontade de te raptar.
Ri alto de suas palavras, puxando minhas bolsas do banco de trás. Edward desceu do carro, abriu a porta para mim e me ajudou a levantar.
—Não quer mesmo que eu te ajude?
—Se você subir, não te deixo descer. – me coloquei na ponta dos pés para beijar sua boca. —Até amanhã, bebê. – lhe lancei uma piscadela, correndo para dentro do prédio no minuto seguinte.
O fim de semana mal havia acabado e eu já estava com saudade. Existem momentos que ficam para sempre, aquele fim de semana era um deles. Também existem pessoas que nunca se esquecem, como Edward. Existem corações que foram feitos pra pertencer um ao outro.
Com um suspiro satisfeito, saí do elevador e assim que ergui a cabeça, estanquei no lugar.
Meus olhos não encontraram um corredor vazio, pelo contrário.... Ali parado meio do caminho que ligava até a porta do meu apartamento, estava ele, meu futuro ex namorado, Jacob.
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