Notas iniciais
Momentos inesquecíveis de nossos grandes personagens nos aguardam! Vamos explorar suas habilidades, sutilezas e relacionamentos.

A gala era extraordinária! Dentre as mais finas e belas decorações, com excelente iluminação, uma orquestra e sendo recepcionada em um amplo e luxuoso espaço, todos os presentes socializavam em perfeita harmonia aparente e trajados da mais formal forma possível. Não foi fácil para que os shinigamis conseguissem entrar no evento, tendo sido obrigados a acionar alguns contatos ocultos da Ju-ou-cho para sua infiltração.

Konoe e Tatsumi foram os primeiros a entrar e depois Hisoka chegaria. No salão, os dois sabiam exatamente quem estavam procurando e notaram que haviam muitos membros das famílias ali. Localizaram Kiyotsugo, Hamaji, Meiga, Mimori, Heike, Sakurako e Shirona. Deveriam escolher com cuidado de quem se aproximar e, pelas alternativas, o melhor meio seria recorrerem diretamente aos líderes da Fujiwara.

— Com licença. – Konoe aproximava-se de Sakurako e Heike, sendo imediatamente analisado por seus olhares afiados e discretos, junto a Tatsumi – Poderíamos no juntar a vocês aqui? – os dois estavam em uma mesa com alguns lugares vagos.

— Fiquem à vontade. – acompanhada de um gesto fino e gracioso, Sakurako respondeu ao pedido de Konoe.

— Precisaremos continuar nossa busca, chefe. – Tatsumi começou uma conversa, já acomodado com Konoe.

— De fato. – os dois seguiam discretos e sem dar maior atenção aos seus companheiros de mesa.

— Deve haver alguém precisando de nossas habilidades aqui. – o comentário, por mais que discreto, chamou a atenção de Heike – Sugiro que continuemos a busca um pouco mais.

— Estou de acordo. – Konoe preparava-se para levantar – Mas será a última tentativa desta noite.

— Aguarde um momento senhor. – Heike chamou sua atenção – Você trabalha com algum tipo específico de serviço? – ele e Sakurako já haviam notado que os dois abordavam diferentes pessoas pelo salão desde que chegaram, assim como suas sutilezas.

— De fato. – Konoe não perdia a postura – Tenho um padrão de serviços a prestar com minha equipe, mas não está sendo uma tarefa fácil. – a referência chamou sua atenção.

— Nós prestamos um padrão de serviços igualmente. – Sakurako era discreta na conversa – Qual seria seu padrão?

— Creio que a pergunta seja “Quais seriam seus padrões?”, madame. – ele surpreendeu-a com um sorriso satisfeito – Minha equipe é apta a prestar diversos serviços. – ele parou e analisou o casal – E qual seria seu padrão?

— Interessante. – ela sorriu satisfeita com Heike – Nosso padrão é a informação.

— Entendo. – até então em silêncio, Tatsumi interveio na conversa, ajeitando seus óculos – Então as três pessoas que estavam nos observando desde que nos aproximamos desta mesa devem trabalhar para vocês. – o casal surpreendeu-se – Eles se dispersaram quando vocês deram um discreto sinal com as mãos, durante nossa conversa.

— Pare com isso, Leorio. – Konoe chamou Tatsumi pelo nome de disfarce que haviam escolhido para ele, o qual ele complementava com uma peruca preta e lentes verdes para seus olhos – Perdoe meu funcionário, ele expressa suas conclusões de forma muito direta.

— Interessante. – Heike riu com Sakurako – É um bom funcionário pelo visto. O que você acha? – ele direcionou a palavra a esposa.

— Se eles estiverem à altura, deve valer o teste. – ele sorriu – O que sua equipe pode oferecer? – os olhares afiados voltavam-se para eles novamente.

— Do que vocês precisariam? – Konoe sorriu de volta, aprofundando-se no jogo de negociação que começavam

Enquanto os dois realizavam suas partes, Hisoka deveria reunir informações pelo salão e, reparando que estava havendo uma demora no sucesso deles e muitas perguntas delicadas, decidiu que precisaria ajudar com um impulso extra.

“Tsuzuki, eu vou precisar fazer algo que você não vai gostar. – conectados como prometido, ele conversava com o parceiro.”

“Eu sei, Hisoka. – ele já sabia o que ele iria fazer para ajudar – Tenha cuidado!”

Hisoka suspirou e foi em direção a um grupo de jovens moças conversando no canto do salão.

— Perdoem minha intromissão, damas. – ele as abordava com um cumprimento formal.

— Pois não. – por mais educada que a resposta de uma delas tenha sido, ele via suas insatisfações por mais alguém aborda-las na festa.

— Gostaria de perguntar se esta bela lady não me daria a honra de uma dança? – inclinando-se de leve e estendo uma de suas mãos a Shirona, ele aguardava sua resposta.

— Um cavalheiro. – ela parecia ter gostado muito da abordagem – Poucos em nossa faixa etária tem tamanha educação ao referir-se a mim. – ela ainda o analisava – Meu nome é Shishiou Shirona. E o seu?

— Meu nome é Saijou Rikuo, lady Shirona. – apresentando-se com seu disfarce, completado por um peruca castanha e lentes iguais para os olhos, a ela e novamente chamando-a de lady, ele via que estava tendo sucesso.

— Bem, podemos dançar uma música. – ela sorria, completando – Se puder me acompanhar, é claro. – ele reparou que as outras damas riam discretas, como se ele fosse passar vexame com ela.

— Então eu poderia ter o prazer de surpreende-la? – ele sorriu e ela fez o mesmo de volta.

— Sinta-se à vontade. – Shirona tinha padrões bem altos e requeria o máximo de cuidado ao ser abordada, tudo o que Hisoka já sabia.

Ele pediu uma música a orquestra e seguiu ao passo com Shirona. Ela estava surpresa de fato e aceitou que Hisoka a acompanha-se pela noite. Dirigindo-se para mesa onde Heike e Sakurako estavam, Hisoka, Konoe e Tatsumi deram o próximo passo em seus planos.

— Chefe Izana! – Konoe também estava disfarçado, com cabelos mais para o cinza escuro e lentes para os olhos de cor castanha – O senhor veio buscar trabalho para nós aqui também? – ele fingiu surpresa.

— Rikuo, eu já avisei que encontrarei o serviço ideal para esta equipe. – ele era firme.

— Sim, senhor. – tratando-se educadamente, os presentes estavam atentos a eles.

— Seu chefe veio ao lugar certo então. – Shirona chamou a atenção de Hisoka, trocando rápidos olhares com Heike e Sakurako.

— Nos encontre amanhã, neste endereço, com sua equipe. – Heike deu um cartão branco com apenas um endereço e um horário para Konoe – Se passarem em nosso teste, sua equipe poderá ter um verdadeiro trabalho para vida toda.

— Terei certeza de comparecer. – Konoe pegava o cartão – Agradeço por sua oportunidade. – sendo educado, recebeu um cumprimento de volta do casal.

A noite transcorreu tranquila, com mais perguntas discretas e respostas claras sobre os padrões de habilidades que Konoe estava prometendo e com Hisoka interagindo com Shirona, Kiyotsugo e Hamaji. Ele ter recorrido aos membros mais jovens, inicialmente atraindo a atenção de Shirona, foi muito mais efetivo do que esperavam.

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De volta a Enma-cho, todos se preparavam para o dia seguinte e Tsuzuki se certificava que Hisoka fosse repousar. No apartamento, ele tentava se reorganizar.

— Eu não devia ter feito aquilo! – o mais jovem suspirava, realmente atormentado por ter abordado Shirona daquela forma. Tinha um sentimento inquietante de culpa e repulsa própria por ter feito aquilo, embora soubesse que ela o mataria sem nem pensar, se soubesse quem verdadeiramente era. Shirona nunca foi muito a favor de ter sido colocada como sua comprometida, tendo como consolo que ela lideraria a Kurosaki eventualmente.

— Calma. – Tsuzuki sabia que sua consciência ia dar o troco por seu comportamento – Eu sei que você não gostou do que fez, mas quanto mais rápido terminarmos esse trabalho, mais rápido você poderá descansar. – Tsuzuki estava preparando um banho para o parceiro – Além do mais, vejo que você passou em sua prática de concentração do dia. – Hisoka tinha um talismã, que deveria se queimar se perdesse o controle de seus poderes, intacto em mãos.

— Estou feliz que esteja conseguindo. – ele realmente sentia-se muito bem por estar conseguindo seguir.

— Eu disse que você conseguia! – Tsuzuki sorria para ele, apoiando uma mão em seu ombro – Agora vai se refrescar primeiro, que eu vou depois. Amanhã será um grande dia.

— Tsuzuki... – Hisoka ia entrar já no banho, mas deteve-se com o comentário do parceiro sobre o dia seguinte – O endereço que o chefe Konoe recebeu é...

— Da sua casa, certo? – os olhos sérios do shinigami encontraram os preocupados do mais jovem – Você vai ficar bem? – ele tinha que saber.

— Eu já decidi enfrentar isso! – Hisoka ainda tremeu um pouco – Só não me deixe sozinho amanhã. – ele precisaria do parceiro lá para ajudá-lo a se acalmar.

— Nunca, Hisoka. – ele sorriu meigo e o mais jovem ficou vermelho.

— Idiota! – ele foi rápido para o banho.

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Chegando a pé ao portão da casa de Hisoka, os companheiros estavam surpresos! Era uma grande mansão, preservada e bem cuidada e com vista para uma área familiar – lembravam-se de ter ido para um lugar próximo salvar Hisoka durante uma das empreitadas de Muraki. Uma empregada veio recebe-los no portão e guiou todos a uma área ampla do jardim aos fundos da casa.

Hisoka não parecia muito bem em caminhar pela residência, mas estava conseguindo se controlar adequadamente até ali. Ao chegarem, Konoe veio a frente cumprimentar os líderes presentes.

— Sejam bem vindos. – Heike cumprimentou-os – Este é Izana e sua equipe da qual falamos mais cedo. – ele direcionava as atenções aos presentes – O que acham?

— Parece promissor. – Meiga os analisava.

— Estamos de acordo em testa-los, então. – Silva dava o veredicto, levantando-se – Liberem o jardim! – havia um treino em andamento, que ele interrompeu. Os alunos cumpriram suas ordens imediatamente, retirando-se para a periferia da área.

Com o espaço preparado e os líderes presentes tendo se apresentado – mesmo que houvesse a falta daquela que deveria ser a mãe de Hisoka – os testes já começariam e eles já sabiam que seriam revelados apenas na hora.

— O padrão da família Fujiwara é informações, como vocês já sabem. – Heike começava – Quem de sua equipe seria designado para nosso teste?

— Souske e Yasha. – ele chamava Teruzuma e Wakaba por seus disfarces (ele com cabelos e olhos azuis escuros e ela loira com olhos cor de mel) – Eles são quem procura. – Konoe os apresentava com um sorriso.

— Assim veremos. – Heike parecia satisfeito – Acompanham-me. – ele foi em direção a uma sala e os dois foram atrás.

— A Michinaga tem como padrão a medicina e pesquisas. – Hatori veio a frente – Quem fará meu teste?

— Megumi Shion. – ele chamou Watari, disfarçado com cabelos brancos e olhos avermelhados – Suas habilidades não decepcionarão.

— Interessante. – sua esposa Kora veio a frente e seguiu com ele para outro cômodo.

— Na família Toyotome, nós cuidamos da tesouraria. – Sanmoto analisava duvidoso a equipe – Alguém estaria apto ao teste?

— Leorio. – ele chamou Tatsumi – Garanto que ele irá surpreende-lo.

— Isso eu definitivamente devo ver. – o encarar de Tatsumi atiçou sua curiosidade.

— Agora aguardamos o retorno dos outros para os últimos dois testes. – Mimori explicava – A Shishiou lida com poderes e o sobrenatural. – ela estava desconfiada que algum dos dois membros restantes pudesse fazer seu teste – Um deles tem estas capacidades?

— Kekain Hidemoto. – ele chamou Tsuzuki por seu disfarce, completado por cabelos e olhos negros – Ele irá surpreende-la, sem dúvidas.

— Estou ansiosa para ver. – ela sorria entusiasmada.

— Minha família, a Kurosaki, lida com formação de guardas e lutadores da melhor capacitação. – Silva encarava o último restante da equipe, Hisoka – Ele é capaz de fazer meu teste? – as palavras de Silva eram perfurantes para o jovem.

— Saijou Rikuo. – ele o apresentou – Tenho certeza de que não irá se decepcionar.

— Veremos. – ele não parecia ter altas expectativas – Sentem-se enquanto aguardamos os outros. – ele ofereceu que se juntassem a mesa.

Não demorou para que todos retornassem, em um clima calmo e de estranha satisfação presente.

— Como foi? – Meiga queria rápido saber.

— Se estes dois forem tão bons quanto estes foram, temos novos membros para receber e não soltar mais. – as palavras de Heike foram surpreendentes e imediatamente passaram para os testes de Hisoka e Tsuzuki – Eles superaram seus testes com perfeição.

— Quem gostariam de testar primeiro? – Konoe questionou.

— Saijou Rikuo. – Silva realmente estava em dúvida quanto ao rapaz – Nicholas, Kenshin e Kokonoe, é com vocês. – ele direcionou o teste aos seus treinadores.

— Eu começarei. – Nicholas veio a frente – Meu nome é Nicholas e sou o chefe de prática com armas de fogo e artilharias da família. – Hisoka nada o respondia e ele julgou como um consentimento para seguir seu teste – Tem três alvos ali na frente e uma arma com munições aqui. – ele já ia para o lado – Use sabiamente o que tem.

Hisoka nem pensou, destravou a arma, calibrou as munições e deu os três tiros, em três pontos principais, um de cada alvo, e não levou um minuto para isso. Nicholas estava surpreso, querendo saber o que mais ele sabia fazer.

— Você sabe usar mais alguma arma? – ele realmente se surpreendeu.

— Mais dois tipos de armas de fogo e arco e flecha. – isso ele não perderia por nada.

— Coloquem os alvos de arco e flecha no jardim! – na hora, empregados arrumaram um novo estágio de treino e ele tinha um arco com tiros.

Sem dizer nada, mirando nos três alvos, atirou certeiro em cada um, passando a primeira saraivada no centro dos alvos e a segunda quebrando as flechas da primeira vez. Aquilo estava indo muito bem!

“Hisoka... – Tsuzuki sabia de suas habilidades, mas aquilo era outra coisa.”

“Eu te disse que eu tenho praticado mais e você já me viu treinando. – não era mais surpresa que, mesmo a par de certos fatos, Tsuzuki ainda se surpreendia.”

— Minha vez. – Kenshin veio no lugar de Nicholas – Sou o instrutor de Kenjutsu da família, Kenshin. Quem irá testá-lo será o melhor discípulo que temos no momento. – um dos alunos veio a frente e Hisoka recebeu uma espada – Esta é uma partida única, com final assim que um lado for desarmado. – ele ia para trás para dar sinal de começo – Prontos? – Hisoka e seu oponente iriam começar – Já!

Os dois se analisaram por algum tempo, até o adversário avançar sobre Hisoka. Ele era muito bom e ele tinha que se focar em pará-lo. Sendo menor, conseguiu esquivar-se do oponente e, virando a espada para usar o punho, acertou suas mãos para que soltasse a espada. Não demorou para a luta acabar – depois da experiencia com o amigo de Muraki em Kyoto ele treinou muito.

— Chega! – Kenshin deu o veredicto – Rikuo venceu a partida.

— Você está em? – ele ofereceu sua mão para ajudar o oponente a levantar e, com ambos em pé e armados novamente, cumprimentaram-se com respeito.

— Você foi muito bem até aqui jovem. – Kokonoe vinha à frente sorridente – Eu pessoalmente irei testá-lo! – isso não era bom! Kokonoe era um oponente formidável – Se parar um ataque meu e conseguir se manter por dez segundos, você passa. – falar era fácil! O homem em questão era ninguém menos que o líder de treinos de luta da família e intitulado um dos maiores lutadores da história! Hisoka precisaria de um bom plano para segurá-lo.

Kokonoe era rápido, mas Hisoka finalmente conseguiu pegá-lo... Na teoria, ao menos. Ele tentava se soltar, movendo-se para atacar, e Hisoka tinha que segura-lo de todas as formas. Foi como uma queda de braço, até conseguir os dez segundos completos necessários.

— Eu tenho bons olhos mesmo. – Shirona ria, vindo na direção de Hisoka – Ele passou, certo? – ela recebeu confirmação de Silva – Venha, vou dar um jeito nesses cortes. – claro que Hisoka se machucou contra seus últimos dois oponentes.

— Não é nada sério, lady Shirona. – ele levantava-se, cobrindo os cortes com as mangas, já sabendo que cicatrizariam fácil em seu corpo de shinigami, enquanto retorcendo um pensamento inquietante.

“Se ela soubesse que sou eu, ela já teria me matado umas cem vezes. – ele achava ridículo aquela encenação que estavam armando – Por quanto tempo mais isso vai se alastrar? – ele tinha que acabar logo com aquilo.”

“Aguente firme, Hisoka! – Tsuzuki intervia em seu tormento – Você vai superar este desafio, certo? – ele o lembrava de seus objetivos – Fique firme, que nós acabaremos esse serviço antes que você perceba! – da forma como estavam conseguindo surpreender os presentes, era algo certo.”

— Hidemoto, sua vez. – Meiga queria ver onde ele chegava, considerando-se os exemplos até aqui – Eu lançarei uma magia e você deverá acha-la e destruí-la. – um difícil desafio, que ele queria muito ver o desenrolar.

Sem nada a dizer, Tsuzuki posicionou-se no jardim e esperou. Meiga se concentrou por alguns instantes e pronto. Uma simples sequência de menos de dois minutos, sem que ninguém entendesse nada.

— Revele-se aos meus olhos. – em segundos, as palavras de Tsuzuki tornaram a sombra de um tigre gigante visível, que o atacou imediatamente – Flua! – outro comando fez um chicote de água surgir e sem demora dar fim ao tigre.

A luta acabou ali mesmo. Não levou cinco minutos e Meiga ainda processava o que aconteceu. Hisoka sabia qual ataque foi aquele, lembrando que Tsuzuki podia canalizar o poder dos deuses sem revela-los e usar comando imediatos de kotodama (*poder das palavras*). Foi uma impressionante demonstração de habilidade.

— Como você estava com problemas em achar serviço para sua equipe?! – Sakurako estava impressionada com as habilidades que testemunhou! Uma equipe daquelas deveria ter uma fila de espera enorme de serviços.

— Faço questão de que o trabalho que minha equipe receber seja condizente com eles e esteja preparado para o que irá contratar. – a resposta era clara para os presentes – E posso ver que vocês atendem minhas exigências para a equipe e que eles puderam atender suas expectativas.

— Então vamos nos preparar para recebe-los legitimamente. – os líderes estavam de acordo com as palavras de Yodo.

Assim transcorreu o dia, tendo Konoe sido introduzido aos méritos e padrões das famílias e cada membro direcionado a uma residência, com suas respectivas orientações. Não estavam longe uns dos outros, pois as casas eram próximas na área, e aproveitaram a noite para discutirem seus próximos passos.

{Dentro da conexão de pensamentos de todos}

— Fizeram muito bem! – Konoe parabenizava todos pelo sucesso em entrar e já conseguir enganar bem os membros do grupo.

— Vamos ter certeza de terminar este trabalho logo. – Teruzuma estava cansado – Estes testes foram bem difíceis e eles ficam nos analisando o tempo todo.

— Sim. – Wakaba suspirava – Minha percepção me diz que não são pessoas ruins, mas existe uma escuridão profunda e perigosa em cada um. Algo neles alerta perigo sem precedentes.

— Não estou surpreso. – Hisoka a respondia – Dentro destas famílias acho que é o que você mais vai sentir. – ele tinha um ponto.

— Deixemos este assunto de lado, por enquanto. – Tatsumi interveio – Amanhã todos começarão suas investigações e devem estar atentos a tudo que acontece. Lembrem-se que as informações são de extrema importância e, dependendo do resultado desta investigação, temos ordens para dar um fim a tudo! – ele era sério e concluiu – Não importa de que maneira isso será feito!

Notas finais
Claro que com o evento do qual participarão, uma imagem deslumbrante como essa não podia faltar ;) Mereço comentários? Fiquem ligados nos próximos capitulos o/