Segredos

13 Episódio 13 - Promessas na cama


Notas iniciais
Boa tarde, raios de sol. AVIIISOS::: > Eu mudei a classificação da Fic para 18+, porque nesse capítulo há cenas de sexo, então mesmo sem detalhes explícitos, fiquei com receio de que houvesse algum problema. > CAPÍTULO INTEIRAMENTE KALIJAH; > CENAS HOTS. De avisos eram somente esses... Quero agradecer a todos que comentaram no capítulo passado, senti falta de algumas pessoas. Bom, é isso; uma boa leitura pra vocês, espero que batimentos cardíacos acelerem a cada parágrafo. Também tem humor, cenas de ciúmes vindo ai! kkkk Beijos :*

POV Elijah

Ver meu irmão segurando o braço de Katherina daquele jeito me fez sentir uma raiva descontrolada. Não poderia permitir aquilo bem debaixo dos meus olhos. Se há uma coisa que Kol não é e nunca será, é um cavalheiro.

Apesar do murro que levei, na hora não senti nenhuma dor, só conseguia pensar em como ela estava, se ele havia machucado seu braço, ou algo pior. Pouco me importa meu estado, com tanto que ela esteja bem. Ao ver que ele não tinha chegado a machucá-la, meu extinto foi tirar ela de lá... Mesmo relutando, ela veio.

Sem nem cogitar a ideia de levar Katherina para minha casa, fomos para um lugar afastado, uma casa que comprei há pouco tempo. Não é tão longe do centro da cidade, mas afastado o suficiente para ser meu refúgio... E agora o dela também.

A viagem não demorou muito, até porque de carro nada é tão demorado. Assim que chegamos, uma expressão de encanto surgiu em seu rosto.

— Essa casa é sua? – Katherina me perguntou ao entrar no recinto.

— Faz alguns meses. – Disse colocando as chaves em cima da mesinha da sala.

— Dar pra perceber. – Ela disse por sobre os ombros e sorriu. Primeiro sorriso que ela me deu desde que voltei.

— Não terminei de mobiliar, só tem alguns móveis aqui embaixo. Lá em cima já consegui mobiliar os dois quartos. – Apontei para a escada. Katherina só assentiu e se sentou no sofá que tinha perto da lareira. – Está tudo bem? – Perguntei indo até onde ela estava.

— Estou, se você tirar o fato de que o seu irmão é um idiota agressivo, que você me beijou e foi embora, depois sem explicações nenhuma viajou. E agora... Você volta e me defende. – Uma mistura de surpresa e dúvida transparecia em seus olhos, sempre indecifráveis.

— Katherina você não entende... – Comecei a me explicar, mas ela me interrompeu.

— Não Elijah! – A voz dela saiu exaltada. – Você que não entende! Você pensa que eu não dou conta... Mas olha que surpresa! Eu dou conta sim. – Katherina estava descontrolada.

— Você precisa se acalmar. – Me sentei ao seu lado e peguei em sua mão, mas ela recuou, como se eu fosse transmitir algumas doença. Definitivamente seu ódio por mim era evidente. – Eu sei que você pode dar conta, perdi todas as minhas dúvidas no momento em que te beijei.

— Então por que foi embora? – Sua face agora virada pra mim me encarava séria.

— Nunca fui embora, só precisei de uns dias para pensar, mas já estou aqui. – Insisti em pegar sua mão, dessa vez ela não recuou.

— Não sei se posso confiar nisso, você já foi embora uma vez. Não custará para ir de novo. – Katherina se levantou e foi até a lareira.

Vai ser difícil conversarmos se continuar fugindo. Não me dar chance de me explicar, de dizer que me arrependo de ter fugido, que agora eu sei que não posso mais lutar contra o que estou sentindo... Rebekah tem razão, só é impossível porque não quero tentar.

— Por favor, olhe pra mim. – Puxei seu braço, mas não de uma forma brutal, só para que olhasse em meus olhos. Os seus olhos encontraram os meus, não me olhava mais desafiadora, só confusa. – Eu estou bem aqui, na sua frente. E eu não vou embora da sua vida, a não ser que você me mande embora. – Confesso que por um momento achei que era isso que ela iria fazer: me mandar pra bem longe da sua vida.

Seus olhos devoravam os meus, sem nem piscar.

— Não vou fazer isso. – Katherina quebrou o silêncio que pairava nessa sala.

Aproximei meu rosto do seu, passei as mãos por entre seus cabelos indo até sua nuca. E lhe puxei para um selinho breve, pude sentir um sorriso se formando em seus lábios. Dei outro selinho, só que dessa vez mais demorado. Mas aquilo era muito pouco pra mim, eu precisava de mais, eu precisava sentir a mesma emoção daquele dia, já era quase uma necessidade depois de tantos dias longe.

Sem prévio aviso agarrei sua cintura e puxei seu rosto contra o meu, nossos lábios se tocaram violentamente. Mas não houve susto, creio que ela já esperava por isso. Sabe que não resistiria à tentação. Nosso beijo era urgente, minha língua encontrava a sua com tanta facilidade.

Conduzi-a até o sofá que alguns minutos atrás estávamos sentados... Agora deitados, não conseguia controlar meu extintos, sabia que meu corpo não demoraria a reagir. E é claro que Katherina percebeu os sinais que se evidenciava a cada joguinho que ela fazia com meus lábios – ao morder e sugá-los. Então comecei a sentir suas mãos acariciando minhas costas, dando apertos de leve, enquanto uma fazia isso, a outra subiu até meu cabelo para puxá-los de leve.

Sem responder pelos meus atos, desci as mãos até sua perna e apertei, mas não de uma forma delicada, já havia se tornado um tanto brutal de tanto desejo que percorria minhas veias. Desci meus lábios até seu pescoço e depositei um beijo logo seguido de um chupão, não me reconheci naquele ato, mas ao ver a reação dela, meu extinto foi querer dar outros chupões, só que em outro lugar.

Ocupei minhas mãos em encontrar a barra de sua blusa, para que eu possa tirá-la e arremessar longe. Ali estava por sobre a calça, fui subindo a blusa, mesmo beijando seus lábios. Quando a blusa chegou na extremidade do pescoço, separei nossos lábios para que pudesse tirar a peça de roupa. Só que para minha surpresa, havia uma camiseta por debaixo.

Katherina soltou uma gargalhada da cara de surpresa que eu fiz.

— Te peguei! – Ela sorriu brincalhona.

— Muito engraçadinha você, Srta.Petrova. – Semicerrei os olhos e dei um leve sorriso.

— Você acha? – Ela me empurrou para o outro lado do sofá, me surpreendi com sua atitude, até fiquei intrigado pelo seu ato, mas não demorei a gostar, foi só perceber que ela queria ficar em cima de mim. Sentada em meu colo com as pernas dobradas no sofá, Katherina se inclinou para cima e tirou a camiseta ficando somente de sutiã, bem diante dos meus olhos.

Já havia lhe visto de sutiã, mas não de uma forma tão quente quanto agora. Sem dizer uma palavra ela começou a desabotoar minhas camisa social, e cada botão desabotoado era um selinho que ela depositava em meu abdômen. O que me fazia estremecer, levei as mãos até seus cabelos e dei um puxão, levando até meu rosto para que olhasse em meus olhos.

— Você quer me enlouquecer? – Sussurrei em sua boca e em sua barriga deslizei a mão até o botão da sua calça.

— Só um pouquinho. – Um sorriso safado surgiu em seus lábios.

— Acho melhor subirmos. – Apertei seu corpo contra o meu, envolvendo suas pernas em minha cintura ao ficar de pé.

— Jura? – Katherina fez uma cara de surpresa. – Achei que fossemos transar aqui no sofá.

— Primeiro no quarto, ainda temos o dia todo e a casa inteira para nós. – Dei um selinho em seus lábios e ela só sorriu assentindo, cruzou os braços em volta do meu pescoço.

Ah essa garota vai me enlouquecer, mas com tanto que ela me enlouqueça em quatro paredes, por mim não tem problema nenhum.

POV Katherine

O que eu estava fazendo na casa do meu diretor? Você vai pra cama com ele! Meu subconsciente gritou pra mim em resposta. Oh meu Deus, mas eu quero tanto, e já estou tão envolvida. Estou de sutiã sendo conduzida para seu quarto.

Isso é tão impróprio, mas me atrai tanto. É pecado você desejar seu diretor? Porque se for, vou queimar no inferno por isso. Mas antes disso, deixo que ele possua meu corpo aqui nesse quarto para o qual ele me trouxe.

Mas eu gosto dele, fugi tempo demais para admitir isso, agora só quero aproveitar cada momento. Ele prometeu que só irá embora se eu o mandar fazer isso, o que Elijah não sabe é que jamais farei isto.

Entramos em seu quarto, era um compartimento grande. As paredes eram brancas, havia vários quadros nas paredes, alguns eram obras de artes, outro só paisagens. As cortinas nas janelas eram grossas, as janelas iam do teto até o chão, o que dava um ar de antiguidade. Mas longe de parecer uma velharia, o quarto era lindo. Bem a cara de Elijah.

Ele me conduziu até a cama, me deitando lentamente já que estava por debaixo dele. De uma forma protetora, Elijah me mantinha embaixo dele enquanto depositava beijos em toda extremidade do meu pescoço, aquilo estava me deixando louca!

— Por que está me torturando? – Perguntei em um fio de voz, já que não conseguia me concentrar, pois na mesma hora Elijah encontrou sua boca em meus seios. Enquanto sua boca trabalhava em meus seios, suas mãos trataram de abrir minha calça.

— Para descontar todas as vezes que você me torturou na escola, todas as vezes que te vi com um daqueles moleques, por cada vez que você me respondeu. – Elijah respondeu conduzindo minha calça até meus pés.

— Está me castigando, senhor diretor? – Perguntei me sentando e desabotoando sua calça, mas ele foi mais rápido, tirou antes que eu pudesse levá-la ao chão.

— Considere um acerto de contas. – Elijah subiu em cima de mim e me beijou vorazmente, fazendo pressão em meu corpo por debaixo, tão finos panos separavam nossas intimidades, aquilo me deixava mais excitada. Estava para implorar que ele arrancasse minha calcinha.

Ele quer me provocar até que eu implore, já entendi esse joguinho de gato e rato. Vamos inverter as posições, quero ser a caçadora. Comecei a rebolar por debaixo do seu corpo.

— Não faz isso, Katherina. – Elijah sussurrou em meu ouvido, mas saiu misturado com um gemido.

— Você que começou... – Sussurrei em seu ouvido. Mas antes de terminar a frase senti uma mão entrar pode dentro da minha calcinha. Ofeguei alto.

— O que você dizia mesmo, Katherina? – Elijah sorriu ao introduzir um dedo em minha intimidade. Eu soltei um gemido alto, meu corpo estava em brasa.

— Elijah, por favor... – Sussurrei em seu ouvido e ele sorriu maldoso. Era isso que Elijah queria, então não perdeu tempo. Tirou minha calcinha me deixando completamente nua a sua mercê.

Elijah se posicionou pronto para me penetrar e não demorou para que eu sentisse-o me preenchendo por dentro, soltei um gemido quase inaudível. Ele voltou a sair e entrar bem devagar, apertei a colcha da cama. Os movimentos começaram a se acelerar.

— Elijah. – Disse em seu ouvido ao cravar as unhas em suas costas.

— Ah Katherina. – Elijah apertou meu corpo ao seu e começou a aumentar as investidas dentro de mim.

Não estava mais conseguindo conter os gemidos, eles saiam freneticamente, parece que eram incentivos para Elijah continuar, pois a cada um ele investia com mais força dentro de mim. Por todos os Deuses que existem, eu iria ter um orgasmo em poucos minutos se ele continuasse naqueles movimentos.

Senti meus músculos internos se contrair, meu coração estava cada vez mais acelerado... Sim, é meu orgasmo chegando. Mais estocadas dele e mais gemidos meu ecoando pelo quarto, então Elijah começou a diminuir as estocadas.

— Você não vai gozar agora, Katherina. – Elijah sussurrou no pé do meu ouvido dando uma mordida no lóbulo da minha orelha logo em seguida.

— P-por que? – Perguntei inebriada e ao mesmo tempo confusa. Achei que fosse o objetivo de todo cara ao fazer sexo com uma garota.

— Porque quero ver você em cima de mim. – Então sem aviso senti seu membro sair totalmente de dentro de mim.

Ao perceber minha frustração, ele sorriu e depositou um beijo em minha barriga. E se deitou bem do meu lado, pude ver seu membro ereto, pronto para me penetrar novamente. Não esperei convite, me recompus e soltei meu cabelos, deixando-os cair em cascata por sobre o ombro, e sentei em cima dele. Mas uma vez o seu membro me preencheu por inteira.

— Achei que você gostasse de mandar... – Disse assim que comecei a cavalgar em cima dele.

— E gosto. – Pra que fui fazer esse comentário? Elijah levou suas mãos até meu bumbum e me pressionou com força o que me arrancou um gemido alto.

As investidas frenéticas voltaram dessa vez mais fundo. Eu não iria aguentar por mais tempo, já sentia o orgasmo vindo, me contrai inteira enquanto Elijah investia dentro de mim. E ele veio, soltei um gemido baixo e me derramei em cima dele, fazendo meus cabelos caírem em seu rosto e peitoral. Elijah investiu mais umas três vezes até que chegou ao seu clímax.

Cai para o lado completamente absorta. O que foi isso que acabou de acontecer? Nunca alguém me fez ter um orgasmo tão rápido, outros nem fizeram. Talvez meu corpo só estivesse esperando o dele, quem diria que um dia eu iria pra cama com meu diretor e ele me faria gozar violentamente;

— Katherina, você fica linda quando tem um orgasmo. – Elijah acariciou meu rosto e me deu um beijo na ponta do nariz.

— Elijah Mikaelson, você jamais esquecerá meus gemidos ao gozar. – Fiz um biquinho e pisquei o olho.

— Nem quero, de hoje em diante só quero ouvir os seus gemidos. – Ele pegou um cacho do meu cabelo e enrolou nos dedos.

— Então será nosso segredo? – Me inclinei sobre seu peitoral, apoiando a cabeça em seu peito esquerdo.

— Nosso constante segredo, Srta.Petrova. – Elijah se inclinou me apertando de forma protetora.

Que ninguém me condene por gostar desse homem, ele é meu diretor, estamos arriscado muita coisa, mas ele que seria o mais prejudicado não parece se importar... Então não devo me preocupar, se tem uma coisa que sei guardar, é segredo. E esse é de longe o meu segredo mais valioso. Então vou aproveitá-lo.

...

Envolta da hora do almoço eu e Elijah descemos, infelizmente aqui não tinha cozinha, só um cômodo vazio. O que eu fiz uma pequena observação para ele, se aqui vai ser nosso refúgio, acho melhor ter uma cozinha. Não dar pra ter orgasmos seguidos e não sentir fome, eu sou magrinha, porém como por três.

Passamos pela sala onde deixei minhas blusas, lembranças de horas atrás transpassaram minha mente. Foi inevitável não sorrir.

— Rindo sozinha? – Elijah apareceu para pegar sua blusa que também fora arremessada longe por mim.

— Lembrando do que aconteceu aqui há horas atrás. – Vesti a camiseta e prendi os cabelos do jeito que estava quando cheguei.

— Falando em horas atrás, te fiz uma promessa que iríamos transar nesse sofá, não foi? – Elijah me abraçou e começou a me beijar, sabia onde aquilo daria.

— Não, preciso comer. – Falei desviando-me dos seus braços.

— Ah, Katherine. – Ele fez uma cara de sério, estilo diretor brigando com a aluna mal criada.

— Eu estou com fome, Elijah. – Ri da sua cara de raiva.

— Eu também, mas é fome de você, do seu corpo, da sua boca. – Ele me puxou para perto de si, não relutei, só deixei ser abraçada. – Só mais uma vez? – Falou enquanto beijava meu pescoço.

— Elijah, se meu ginecologista descobrir que transei mais de duas vezes em uma manhã, ele vai perguntar se sou casada. – Suas mão já estavam por dentro da blusa quando falei isso, quase que imediatamente ele parou o que estava fazendo.

— Ginecologista? – Seu semblante ficou sério novamente.

— É, aquele tipo de médico que cuida da saúde feminina. – A expressão carrancuda voltou, acho que não entendeu ainda. – É o médico que olha a v...

— Eu sei o que é um ginecologista, Katherine. – Elijah se afastou e pegou sua blusa, não entendi o mal humor. Ele que me perguntou.

— Que foi? – Perguntei notando que sua expressão ainda era de quem estava com raiva.

— Você se consulta com um homem? Por que não pode ser uma mulher? – Ele pegou as chaves em cima da mesinha e saímos da casa.

— Elijah Mikaelson, você está com ciúmes do meu ginecologista? – Soltei uma gargalhada alta, não podia ser sério aquilo.

— Não vejo a graça. – Ele parou e ficou me encarando.

— Ciúmes de um médico? – Ri ainda mais, porque a situação merecia.

— Um médico que você... – A frase não foi terminada, mas eu completei do modo que entendi.

— Abro as pernas pra ele? – Arqueei as sobrancelhas, sabia que ele não diria aquilo, então facilitei.

— Só não gosto da ideia. – Elijah veio até mim e me abraçou, mas foi um abraço retraído, era evidente sua tensão.

— Não precisa ter ciúmes de um médico, é só um profissional que cuida da minha saúde. – Dei um selinho em seus lábios e vi toda a tensão ruir. – Relaxa. – Dei outro selinho que dessa vez foi correspondido.

— Vou relaxar, só não comenta mais isso perto de mim. – Soltei outra gargalhada, mas não disse nada.

Essa versão protetora dele é algo que eu não conhecia, gosto da ideia. Se vem no pacote do nosso segredo ter ciúmes, tenho que me cuidar. Minha versão ciumenta, não é a minha melhor aparência.

Elijah me deixou em casa, mas não sem antes comprar algo para que eu comesse. Estremeci toda quando ele sussurrou no meu ouvido que da próxima vez não terá desculpa de que estou com fome e que promessa é dívida, e ele ainda não cumpriu. Se depender de mim, não faço objeção nenhuma. A partir do momento que me deitei em sua cama, eu me entreguei a esse segredo, nosso eterno segredo... Isso também foi uma promessa.

Notas finais
E ai meu povo? Cenas fortíssimas no capítulo de hoje? Me desculpem se há alguém que não curte capítulos hots ;| Então minha gente, mereço ou não reviews pra saber como estão os batimentos dos corações de vocês após um capítulo desse. Beijos amores, vejo vocês já já. Link da Roupa da Kath ::: http://ak1.polyvoreimg.com/cgi/img-set/cid/46886330/id/Thz38DzISW_v_LlvYoJA6w/size/y.jpg