Notas iniciais
Oi, caras de boi. ewoiewoei Desculpem a demora, eu acabei indo parar no hospital (minha saúde é péssima, hm) e lá eu só postei na Flame, e pra piorar, peguei uma gripe miserável.
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Enfim, preciso da ajuda de vocês. Vocês acham melhor eu adiantar um pouquinho isso aqui? Tipo, colocar no próximo um tempinho mais a frente. Tô achando muito cansativo e tal...
Ah, mandem sugestões também.
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Desculpem os inconvenientes, espero que gostem. :3

– Vamos andando? — Julie perguntou em tom curioso enquanto se embolava pra tirar o cabelo que insistia em voar na cara.

– Você gosta de andar? — Brian rebateu com outra pergunta e pôs as mãos nos bolsos. Na verdade, queria toca-la. Estava tão linda, parecia ter saído de um filme dos anos 60; e aquilo instigava cada vez mais sua mente.

– Sim. — Respondeu rápido demais e contraiu os lábios andando ao lado do rapaz.

Andaram por longos minutos em silêncio. Apenas os sons das respirações, o vento e alguns pássaros serviam de trilha sonora.

– Eu não sei muita coisa sobre você... — Murmurou ele.

Julie deu um meio sorriso pela falta de sutilidade dele.

– O que quer saber? — Perguntou.

– O que você tem pra mim? — Questionou.

– Você sempre faz isso? Sabe, responder com outra pergunta... — Ela disse.

– Só às vezes. — Deu de ombros. — Fugiu da pergunta inicial? — Arqueou uma das sobrancelhas.

Julie riu pelo nariz.

– 25 anos, solteira, atual secretaria do Larry... Hm, o que mais você iria querer saber? — Brincou.

– Acho que tem muita coisa que eu gostaria de saber. — Deixou a frase no ar, encarando no chão.

"Talvez você não goste saber"– Pensou Julie.

Brian a ouviu ficar ofegante. Ela já estava um pouco irritada.

A verdade é que ela odiava andar, e estava achando a casa do tal amigo longe demais para se ir a pé.

– Está cansada? — Perguntou observando-a.

– Não. — Respondeu rapidamente com uma careta inconsciente que fez Brian rir.

– Pensei que gostasse de caminhar.

– Acho que eu tenho pernas curtas demais pra isso. — Falou mal humorada, estopim para uma gargalhada do maior.

– Vem aqui. — abaixou-se um pouco, flexionando os joelhos. Julie franziu o cenho.

– O que quer dizer? — Perguntou.

– Sobe. — Apontou para suas costas.

– Só pra constar, eu peso um pouco mais que o case da sua guitarra. — Falou enquanto se posicionava para impulsionar-se nas costas dele e o fez em seguida.

– Acho que eu posso aguentar. — Rebateu, aproveitando-se da situação para pegar nas coxas de Julie.

Assim como imaginara, a pele era macia e quente. Ele acomodou-a melhor e se pôs a andar como se ela não pesasse nada.

Passou por uma casa e parou em frente a seguinte, onde a pousou no chão de novo; fazendo-a ficar parada por um momento enquanto ele tomava a frente.

A casa era grande, de uma cor marrom indescritível e clara; parecia ser muito aconchegante

– Sério isso? — Perguntou ela.

Brian gargalhou e fez que sim com a cabeça.

– Parabéns, você aguentou meu peso por difíceis cinco passos. — Julie falou azeda e se pôs ao lado do maior, que andava até a porta marrom escura e grande.

Brian deu um empurrãozinho e Julie deixou um sorriso involuntário escapar. Percebeu o ato e o desfez instantaneamente.

Mantenha o foco. — Ralhou consigo enquanto tentava em vão não sorrir pela brincadeira boba.

– Não se assuste, eles são uns animais mesmo. — Brian alertou com a mão fechada sobre a maçaneta.

– Tudo bem. — Falou baixinho.

Pensou que ficaria surda quando a porta foi aberta.

A casa tinha alguns rostos que ela conheceu como os integrantes da banda. Eles realmente pareciam uns "animais", como fora alertada. Mas ela não se incomodou, apesar de tudo, gostara do que via. Pareciam uma grande família, e eram.

Sentiu o braço quente de Brian lhe rondar a cintura e guia-la até o centro daquele primeiro cômodo.

Ele parou em frente a uma mesa que já estava repleta de restos de comida e bebida que caiam dos recipientes.

O grupo sentado parou com o barulho por um instante, analisando a moça que ficara verdadeiramente sem graça sem nenhum motivo aparente a não ser os olhares.

– Ok, vamos fingir que vocês são normais. — Brian começou. — Aquele ali é o Johnny. — Apontou para o baixinho com o rosto melecado de alguma bebida laranja. — Aquele o Matt. — Apontou para o grandalhão, que assentiu com a cabeça e lhe lançou um pequeno sorriso. — Aquele é o Zacky. — Indicou o gordinho que estava mastigando algo. O mesmo murmurou um "e aí?" de boca cheia. Brian virou a cabeça e sussurrou: — Ele é meio rude, mas é uma pessoa maravilhosa. — Julie riu baixinho e balançou a cabeça. — Hm, aqueles ali são os Berry's. Não precisa saber os primeiros nomes, são só os quebra-galhos. — Ele brincou e foi saudado por alguns salgadinhos que foram jogados pelos irmãos. — Ah, e aquele ali atrás é o Jimmy. — Indicou para o grandão que estava mais afastado da mesa, distraído, fazendo algumas brincadeiras com as pessoas ali.

– Quem é essa, Brian? — Perguntou uma mulher loira, que saíra do que parecia ser uma cozinha.

– Gente, essa a Julie. Ela tá trabalhando com o Jacob agora, então, sejam legais, tá? — Ele falou alto, para todo o grupo.

– Nós sempre somos legais. — O baixinho, Johnny, murmurou entre um golada e outra como se estivesse indignado.

– E aquela é a Val, nossa mãezona. — Completou Brian, indicando para a mulher loira.

– Minha não, com certeza. — Matt murmurou antes de uma gargalhada estrondosa.

– Ou esposa do Matt, tanto faz. — Brian esclareceu.

– Brian, tua mãe não te ensinou bons modos não? Vai deixar a garota parada aí? — O grandão gritou. — Venha cá, docinho, pode sentar aqui. — Jogou-se na mesa e deu espaço para ela, que foi com os ombros um pouco encolhidos.

– Oi, Brian. — Ouviu uma mulher idêntica a garota loira falar, ela se pôs na frente deles enquanto esmagava uma mão na outra. Julie reconheceu como ex-mulher de Brian. — Tudo bom com você? — Ela perguntou cautelosa e olhou para Julie rapidamente.

– Sim. E com você, Michelle? — Brian perguntou indiferente, parecia tenso e Julie não deixou isso escapar.

– Estou bem. — Ela murmurou, comprimiu os lábios e ficou um tempo encarando os dois até que sua análise foi interrompida por uma outra mulher que tocara seu ombro. — Ah, essa aqui é a Frolic, minha... Namorada. — Disse cautelosa, provavelmente com medo da reação de Brian.

– Oi. — Ele murmurou baixinho para a loira e desviou o rosto para Julie, que ainda o analisava.

– É... Então eu vou indo... — Riu de forma nervosa e ficou um tempo ali, como se esperasse algo.

Michelle suspirou pesadamente e saiu dali com sua namorada em seu encalço.

Logo ofereçam bebidas a Julie, a mesma aceitou apenas para ter algo em comum com o grupo. Ela não deveria embriagar-se, seria muito arriscado na situação dela, então apenas fingia beber quando, na verdade, despejava o conteúdo do copo numa planta ali perto. Dava uns goles ou outros, apenas para parecer que bebia.

A conversa fluiu sem que ela se esforçasse, e, no final das contas, se divertia.

Ela traçou mentalmente o perfil de cada um.

Johnny era o baixinho, meio rabugento, mas extremamente divertido e zoado pelo resto do grupo.

Matt era o paizão, apesar de parecer bem criança as vezes, ele era o mais responsável dali; e tinha um coração extremamente mole.

Zacky realmente era rude, mas sabia ser gentil quando preciso; e era igualmente brincalhão. Julie cogitou que esse lado mais extrovertido dele era apenas para os mais próximos, já que ele se mostrava tímido.

E Jimmy... Ah, Jimmy foi o que ela mais gostara. De longe, se via que ele era um louco, mas era o melhor dos loucos. Falava coisas sem sentido, brincava, e tinha um olhar que parecia ver a alma de cada um. Aquilo incomodara Julie de início, era como se ele visse sua essência, e não o personagem que ela exibia. Não demorou muito para que se sentisse a vontade na companhia dele. Jimmy até a pegara no colo num de seus momentos de loucura.

Brian observava um pouco afastado. Estava dividido entre sentir ciúmes de Julie e sentir ciúmes de Jimmy, mas gostara de saber que eles se deram bem, e logo depois percebeu que ciúmes não teria fundamento nenhum ali. Acabou entrando para a brincadeira também.

Depois, eles voltaram a se jogar no sofá de couro vermelho e a rir descontroladamente.

– Não aguento mais ficar sentando. — Jimmy declarou e levantou-se ainda risonho. Começou a andar por entre o aglomerado de pessoas e ergueu as mãos que seguravam duas garrafas de bebidas. — BODY SHOT. — Gritou antes de se deitar numa bancada.

Brian e Julie se entreolharam e riram juntos, as risadas cessaram aos poucos, dando lugar a um silêncio barulhento.

Contraditório? Sim, mas era o que acontecia ali.

– Quer sair daqui? — Brian sussurrou, encarando-a. Ela, por sua vez, olhou a sua volta. No fundo, queria aproveitar um pouco mais daquilo — nunca se divertira tanto — mas então lembrou-se do seu propósito e assentiu positivamente.

– Quero. — Sussurrou de volta.

Julie ainda pode ouvir Jimmy gritar um "Vamos lá, Daniela, cai de boca" antes de sair correndo e acompanhando Brian.

– Aonde estamos indo? — Perguntou ainda correndo.

– Vamos a praia.

Julie parou instantaneamente e fixou os calcanhares no chão.

– P-praia? — Gaguejou. — Eu não acho uma boa ideia. — Falou

– Porque não? — Brian perguntou cauteloso. — Vamos, Julie. — Puxou a garota que tentava não sair do lugar. — O que foi? — Perguntou curioso.

Julie parecia sentir dor. Olhou para os lados, como se fosse achar uma saída por ali; mordeu os lábios e assentiu.

– Tudo bem. — Suspirou derrotada e voltou a o acompanhar, sem correr dessa vez.

Caminharam em silêncio e ao chegar na praia, Brian observou Julie pisar na areia de forma hesitante.

Ele sentou-se no monte de grãos claros e ela o acompanhou.

Olharam o mar por longos instantes, que fez Brian chegar a algumas conclusões.

– Sabe, você me lembra o mar... Ou talvez o mar me lembre você, não sei ao certo. — Ele disse olhando a imensidão azul esverdeada.

Julie franziu o cenho, levemente incomodada pela comparação.

– Como assim? — Perguntou.

– Olhe bem pra ele. — Referiu-se ao mar. — Passa calma, quando na verdade é um turbilhão; ele é revolto, agitado. — Suspirou. — Eu vejo você assim. Você parece calma, serena, mas eu vejo que vive em um eterno confronto com você mesma. Por dentro, você é mais agitada que o mar. — Julie ficara estática com as palavras de Brian. Jamais cogitara que ele fosse tão perceptível.

– Talvez eu seja assim mesmo. — Suspirou pesadamente e desviou os olhos dos do rapaz com um incômodo aparente. — Mas, então... Você ficou tenso quando aquela tal de Michelle foi falar com você. — Mudou de assunto. Julie dobrou os joelhos e apoiou a cabeça no mesmo, sem se importar com o cabelo que atrapalhava sua visão.

– É... — Ele murmurou. — Nós éramos casados. — Falou. Julie fingiu uma expressão surpresa. — Até que eu encontrei ela na nossa cama com a tal de Frolic. — Ele riu pelo nariz.

– Não deve ser bom para o ego. — Julie deixou escapar por entre os lábios rosados.

– Não mesmo.

– Você a ama? — Perguntou.

– Hm... Não. Acho que nunca a amei de verdade. Mas nós tínhamos algo, não sei o que exatamente, mas foi algo que nos manteve juntos por um tempo. Pelo menos até ela descobrir esse... Outro lado. — Julie não conteu uma gargalhada. — Tá rindo de que? -

Brian perguntou, contendo a vontade de rir também. A risada dela lhe parecia extremamente contagiante.

– Desculpe, mas analisando bem, é meio engraçado. — Ele disse. — Será que você não deu conta, Brian Haner? — Sussurrou, acusatória.

– Ei! Não duvide da minha masculinidade. — Entortou a cara e se pôs a rir junto. — "Brian Haner"? Andou me procurando pelo Google? — Ele perguntou com uma sobrancelha erguida. A ideia de que ela procurara sobre ele lhe parecia agradável demais.

– Não, apenas tive que ler seu contrato, senhor Júnior. — Julie riu pela careta do rapaz.

– Vamos entrar? — Ele perguntou quando os ânimos se acalmaram.

– O que? — Julie fez-se de desentendida.

– No mar. Vamos. — Levantou-se e bateu na calça para se livrar de parte da areia.

– Não acho boa ideia. — Julie falou rapidamente. — Está esfriando e... Ei! — Não terminou a frase por ter sido puxada por Brian.

Novamente, ela tentou fixar os calcanhares ao chão, mas a areia não ajudava nisso.

– Brian, não. É sério...

– Porque não? — Ele perguntou, visivelmente divertido pelo nervosismo dela.

– Porque sim? — Ela rebateu. — Aposto que tem mais contras do que prós.

– Contra? Prós? Não vem com esse papo não. Vamos. — Ele pegou-a no colo e a jogou num dos ombros.

– Brian! — Ela gritou e esmurrou as costas dele. Seu rosto já estava incrivelmente vermelho. — É sério Brian, não faz isso. Eu... — Engoliu em seco. — Eu tenho medo, por favor. — Sussurrou.

Ele parou instintivamente.

– Eu te seguro. — Pousou-a no chão e a puxou pela mão. Ela o seguiu, mesmo que hesitante.

Um arrepio passou por sua espinha ao primeiro passo que tocou a água, que ainda estava morna. Julie mordeu o lábio com força.

– Eu não estava brincando, eu realm..

– Eu te seguro. — Ele repetiu, interrompendo-a. Ela suspirou pesadamente.

– Prometa. — Exigiu infantilmente.

– Eu prometo. — Ele disse firme e ela não pode mais hesitar.

Andou com ele até que a água estive pouco acima da sua cintura, e ainda nas coxas do rapaz. Ele a pegou no colo e ela enlaçou suas pernas no corpo dele, afundando o rosto em seu pescoço.

Sentia seu coração palpitar muito rápido e ela achou melhor pensar que era por causa de seu medo e não por causa do homem que estava lhe segurando.

Brian andou mais para o fundo, até que a água estivesse em seus ombros, que deveria ficar mais ou menos no pescoço da menor.

– Vou te colocar no chão, certo? — Ele perguntou, sua respiração tocando o ombro dela.

– Não. — Choramingou, agarrando-se mais a ele. — Por favor. — Pediu.

– Julie, olhe pra mim. — Pediu. Ela apenas fez que não com a cabeça. — Julie, olhe pra mim. — Pediu novamente.

Ela afastou-se um pouco e olhou pra ele.

– Eu vou estar aqui, ok? — Falou.

– E-eu não consigo. — Ela apertou os olhos com força.

– Você nem tentou ainda, então não diz isso. — Falou como se estive dando sermão numa criança, e foi assim que ela se sentiu.- Vamos lá. — Ele a afastou, ainda segurando seus braços, e a colocou em pé a três passos de onde estavam. — Agora eu vou voltar pra onde eu estava, tá? — Perguntou antes de dar os três passou pra trás.

Julie encarou o mar abaixo de si. A sensação das pequenas ondas quebrando-se em seu corpo lhe parecia desesperadora. Aquilo fazia com que ela se movesse contra sua vontade, a fazia se afastar de Brian. O mar era inconstante, a qualquer momento poderia vir uma onda maior e a levar, e aquilo lhe assustava; ela não sabia nadar.

– Seu idiota. — Ralhou entredentes. Brian gargalhou.

– Não é muito inteligente chamar de idiota o cara que tava te segurando. — Ele falou divertido.

– Vem aqui agora, seu estúpido. — Falou com o maxilar serrado. Sentia um desespero dentro de si, e não se importou em xinga-lo, não se importou com seu propósito, apenas queria ter ele a segurando novamente. — Sério, Brian. Já chega. — Choramingou.

– Certo, certo. — Ele murmurou e se aproximou novamente para pega-la no colo.

Julie agarrou-se a ele firmemente e depositou alguns murros em suas costas.

Brian riu divertido, vendo-a vulnerável pela primeira vez.

– Pronto, você está vivinha, está vendo? — Provocou.

– É, estou. Agora me tira daqui. — Ela falou mal humorada.

Brian hesitou antes de sair, estava gostando de tê-la tão perto de si.

Quando seus pés tocaram a faixa de areia molhada, Julie ainda estava agarrada nele, não que ele se importasse, mas estava ficando cada vez mais difícil se controlar.

Sentou-se na areia novamente e não pode deixar de notar a roupa colada no corpo dela, fazendo jus a cada curva do corpo pequeno.

Mordeu os lábios inconscientemente percebendo que ela estava sentada exatamente onde ele desejava, pena que era com roupas...

– Eu acho que eu vou te beijar. — Ele murmurou com a voz rouca e observou os cantos dos lábios dela se levantarem num sorriso. — Porque é isso que eu quero fazer agora. — Completou, e ainda assim tentou manter-se no lugar que estava e não fazer o que queria.

Julie o olhou um pouco e se aproximou em um pequeno roçar de lábios.

Foi o suficiente pra ele querer mais, trazendo-a para si ao máximo que podia...

Notas finais
Desculpem as "Team Michelle", mas nada me convence... Aposto que ela joga no lado azul da força... eowieoweiowie dsclp.
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Mandem reviews, mesmo que seja pra dizer que tá uma merda, eu preciso saber quem tá lendo e se está gostando ou não...
Sinto falta de muitas carinhas ~caradepeido~
Ok, nem preciso citar users, né? eowieowie Sério, mandem reviews, o maior prazer de uma escritora (mesmo que uma escritora de merda, vulgo eu) é receber e responder reviews, então não esqueçam isso.
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Novamente, desculpem-me os erros.