Seeking Vengeance
7 Conjectures
Notas iniciais
So... Vou logo pedindo desculpas pelo capítulo ruim, e pedir mais algo: não leiam apenas, esse é mais pra se sentir (por mais gay que isso soe. eowieow). Eu gosto de escrever de forma que me coloque como algum personagem, - sendo ele vilão ou mocinho - então vejam assim também, sintam.
Ah, o hentai está péssimo, mas meu propósito não era algo excitante e sim algo... diferente. Apesar de não conseguir escrever bem, tá aí. eowiew
Tá péssimo, horrível mesmo, então me desculpem, mas eu não suporto ficar tanto tempo sem postar :/
Leiam as notas finais.
*LEIAM AS NOTINHAS, PRINCIPALMENTE AS FINAIS*
A mulher franziu o cenho. Não estava sentindo nada do que ela esperava. Seus outros casos sempre foram inteiramente falsos, ao beijar os homens ela sentia repugno e não um formigamento em seu baixo ventre.
Quebrou o beijo lentamente, apertou os olhos, suspirou e encostou a testa no ombro do rapaz.
É normal. Apenas uma reação do meu corpo, afinal, ele não é feio, muito pelo contrário...– Pensou em exaspero.
Uma das mãos pequenas e pálidas tatearam os ombros de Brian e pararam em seu rosto, afagando a face delicadamente.
Soltou mais um suspiro inconsciente.
– Vamos voltar? — Perguntou, a voz abafada pelo corpo do maior, que suspirou pesadamente e fez que sim com a cabeça, sem confiar na própria voz.
Julie levantou devagar, com a sensação de que suas pernas podiam falhar a qualquer momento. Brian aproveitou para olha-la melhor, por inteiro. O pequeno corpo estava com a roupa molhada grudada em si, contornando as linhas finas, delicadas e femininas.
Ele se levantou temendo que o volume na parte da frente de sua calça ficasse mais evidente com o caminhar dos pensamentos. Julie olhou naquela direção e soltou um risinho. Mesmo constrangido, Brian não pôde evitar um meio sorriso pelo divertimento dela.
Agarrou a mão pequena como se temesse algo e a guiou silenciosamente até sua rua, onde não a deixou atravessar e seguir para a própria casa. Ao invés disso, a levou ao outro lado da rua, e ela não contestara. Ele não se importava que nada demais acontecesse, apenas queria tê-la por perto.
Manuseou o molho de chaves com apenas uma mão e abriu sem presa.
Paralisou ao meio de um passo ao ver a sala, que deveria estar vazia, com a companhia de sua família.
– Eu perdi algo...? — Perguntou.Todos paralisaram por um momento, encarando a jovem encolhida atrás do rapaz.
– É... — Papa Gates pigarreou — A McKenna tava com saudades — Falou e recebeu um olhar de censura da filha.
– Mentira, a verdade é que eles estavam com saudades — Disse. — E só estão me usando como desculpa pra não bancar os corujas.
Brian riu um pouquinho pensando seriamente em tomar as cópias da chave de seu pai.
– Não queríamos atrapalhar... — Murmurou Suzy, os olhos vidrados em Julie.
– Não, tá tudo bem. — Brian respondeu entredentes. — Já que estão aqui... Essa a Julie, minha vizinha — Queria poder dizer que ela era algo a mais, mas não sentia ter esse direito. Ainda.
Julie saiu detrás dele e se pôs a cumprimentar Papa Gates, que tentou fazer alguma piadinha para quebrar o clima que se instalara ali; passou para McKenna e depois para Suzy, que lhe apertou a mão e a encarou, estática, como se visse algo.
Julie franziu o cenho, sentindo algo estranho e repentino dentro de si, como se aquela mulher visse tudo.
– Ah, desculpe — Suzy piscou com força e desfez a expressão séria com um sorriso terno em lábios — É um prazer conhecê-la, o Brian andava falando muito de você, estava curiosa.
– Eu pensei que você fosse imaginária, pra falar a verdade — Papa Gates deixou escapar, levando mais um rodada de olhares censuradores, soltou um risinho.
– Er... Então, acho que já vamos indo, não é? — McKenna disse enquanto trocava um olhar cúmplice com o irmão mais velho.
– É? — Indagou Papa Gates.
– É, nós vamos. — Suzy decretou, já empurrando-os para fora.
Passaram pela porta depois de um breve cumprimento, McKenna voltara o caminho e abraçara o irmão com força, sussurrando algo que Julie não pôde ouvir, mas que o fez rir.
Julie se sentiu um pouco desconfortável após ouvir o barulho da porta, mas não demonstrou.
– Desculpe. — Ela disse sem saber porque, apenas sentiu necessidade de quebrar o silêncio.
Brian riu.
– Porque você tá pedindo desculpas? — Perguntou.
– Não sei — Respondeu baixinho, deixando o corpo encostar no sofá marrom. Suspirou pesadamente.
Sem conseguir pensar numa forma de contornar o clima, voltou a falar
– Olha, sobre o que aconteceu na praia... — Soltou mais um suspiro, fazendo-se de rogada — Acho melhor a gente esquecer. Q-quero dizer, somos amigos, não é?
Brian colocou as mãos nos bolsos, visivelmente decepcionado.
– Claro, se... se você quer assim. — Deu de ombros enquanto umedecia os lábios. Seu ego fora realmente ferido.
Julie mordeu os lábios e olhou para os lados, cogitando se seria realmente útil tanto jogo duro com ele. Alguns homens não gostavam.
Desencostou-se do estofado e parou na frente do maior, pondo-se na ponta dos pés e brincando com a gola da camisa dele.
– Ou talvez não... — Murmurou antes de afundar o rosto no pescoço dele, distribuindo carícias feitas com a boca; não de uma forma vulgar, mas de um jeito curioso, como se descobrisse algo novo.
Brian sorriu, pelo menos a negativa anterior dela não era por falta de atração, pelo visto. Logo suas mãos escorregaram até a cintura fina.
Ela trilhou um caminho com os lábios, do pescoço a bochecha e da bochecha aos lábios, onde pôde desfrutar novamente da sensação estranha no baixo ventre.
– Eu quero você — Ele se permitiu sussurrar, ocasionando num sorriso dela; que deu impulso, agarrando a cintura do maior com as pernas.
– Eu quero você — Repetiu as palavras entre o beijo caloroso.
Brian não hesitou em subir as escadas.
No quarto bege demais, Julie fez menção de descer dos braços do maior para se livrar das suas roupas e tirar as dele.
Definitivamente, não era como ela estava acostumada.
Brian não tinha pressa, fazia tudo com atenção exagerada, dando muita atenção ao pequeno corpo. Parecia mais ocupado em proporcionar prazer do que em senti-lo.
Brian sentou-se a cama e encostou-se, sem nunca parar de acaricia-la, seu corpo foi acompanhado pelo da menor, que não demorou a sentar em seu colo, mas sem permitir a penetração.
Julie rebolou lentamente no membro rígido e gemeu, sendo acompanhada pelo rapaz. Sentiu uma corrente gélida subir em sua barriga.
Não aguentando mais em tamanha excitação, ela guiou o membro até sua intimidade e deixou as pernas cederem e se deixar penetrar.
Jogou a cabeça pra trás enquanto se movia rapidamente devido ao prazer.
Brian agarrou os cabelos alaranjados com uma mão enquanto a outra lhe apertava a cintura, mordeu-lhe o pescoço fortemente e beijou o local.
Julie sentiu seu clímax chegando cada vez mais e intensificou os movimentos, agarrando-se mais ao corpo grande — comparado ao dela — de Brian, que pôde ver que a garota tinha covinhas nas costas.
Achando aquilo extremamente adorável, ele sorriu antes de revirar os olhos, sentindo seu ponto mais alto chegar.
Não demorou muito para que os gemidos se tornassem mais longos e praticamente súplicos. Eles chegavam a um orgasmo juntos.
Ambos respiravam com dificuldade. Brian tirou o cabelo que grudava no rosto da garota e a abraçou, ainda dentro dela.
Julie encostou a cabeça no ombro dele, sentindo uma estranha vontade de chorar e assim o fez.
Não sabia o porque daquilo, mas as lágrimas simplesmente saiam.
– Ei — Brian sussurrou, afastando um pouco o corpo menor de si — Você está chorando? Eu te machuquei? — Perguntou preocupado.
Julie deu um meio sorriso
– Não. Está tudo bem. — Colou rapidamente os lábios em um breve selinho e o abraçou forte, ainda sentindo vestígios de espasmos em seu corpo.
(...)
Uma brisa gélida passou por uma fresta deixada na janela fez com que ela acordasse.
Ainda lutando contra a preguiça, sentou-se a beira da cama e colocou os braços pra cima, espreguiçando-se. Levantou e ficou na ponta dos pés por um segundo, depois se pôs a vestir as roupas que estavam espalhadas pelo chão do quarto e que estavam com um odor não tão agradável, talvez por terem secado enquanto enroladas.
Parou por um instante em frente a cama, observando Brian que dormia de bruços, em cima dos próprios braços. Fez um gesto negativo com a cabeça e o ajeitou com um pouco de dificuldade, acariciou-lhe a face rapidamente e saiu dali.
Semicerrou os olhos pela claridade que estava fora da casa. Apesar disso, ainda beiravam às cinco da manhã.
Tateou os bolsos, rezando para que as chaves continuassem ali e intactas. Suspirou de alívio quando as achou e entrou em casa rapidamente.
– Puta que pariu, que susto — Colocou a mão sobre o peito, respirando com dificuldade.
Deparava-se com uma Raquel, que parecia inquieta, sentada em uma das poltronas, ao lado de uma das bolsas de Julie.
Dali onde estava ela podia ver Josh mexendo nos armários da cozinha.
– O que fazem aqui? — Questionou, jogando as chaves na mesa
– Vamos às compras, então eu vim ver se você precisava de algo. — Josh disse saindo da cozinha e se colocando na frente de Raquel, quebrando o contato visual que parecia soltar faíscas. — Seja legal — Sussurrou fazendo-a revirar os olhos.
– Nesse caso, bom dia. Como vai, Raquel? — Fingiu um tom de simpatia.
– Muito bem, obrigada. — Raquel respondeu acariciando a própria barriga, mesmo estando ciente de certo cinismo de Julie, agiu com naturalidade. — E você?
– Bem também, hm. — Respondeu monotonamente, sem forçar nenhum tom e visivelmente confusa.
Voltou a olhar para Josh e franziu o cenho para a expressão sorridente demais.
– Temos novidade — Josh praticamente cantarolara.
– Não faça isso, parece muito gay — Julie se jogou numa das poltronas — Desembucha.
– A Raquel tá grávida, não é inacreditável? — Ele disse alegremente.
Instintivamente, Julie levantou-se em súbito.
– Hein?! É, inacreditável mesmo. — Disse roboticamente, ainda processando a informação.
Lembrou-se das antigas conversas com Josh. Apesar de irresponsável, ele sempre teve vontade de ser pai.
Julie suspirou derrotada. Seja legal.
Deu um abraço desajeitado em Raquel, sussurrando um "parabéns".
Desconfortável, passou rapidamente para Josh, abraçando-o fortemente.
– Você sempre quis isso, não é mesmo? — Sussurrou em seu ouvido, precisando ficar na ponta dos pés para isso.
– Você também, Julie — Lhe respondeu, agarrando mais a cintura da amiga.
– Isso não é pra mim, mas estou feliz por você. Vou me trocar para irmos.- Plantou-lhe um beijo na face e subiu rapidamente as escadas, fingindo não ter percebido o olhar de Raquel, que parecia de pena, dor.
Entrou em seu quarto já tirando as peças de roupas e, de trajes íntimos, sentou-se a penteadeira. Abriu uma das quatro gavetas e pegou seu diário.
Não era exatamente um diário, era apenas onde ela escrevia diversas coisas. O tinha desde a adolescência, e gostava de escrever quando lhe era conveniente.
Pôs-se a escrever
"Sua pele repousa contra a minha pele. Uma série de emoções me consomem e queimam em um insulto de paixão. Sussurramos palavras ao ouvido de sinceridade, ardor... A respiração falha em cada outro perfume que enterra uns aos outros nas cavidades e planos de nossa anatomia ... Um ajuste perfeito, porque é isso que eu devo ser para você. Mas talvez não seja real."
*LEIAM AS DUAS NOTINHAS, COISAS IMPORTANTES POR LÁ*
Notas finais
Tá, se alguém se interessar... fala por review (qualquer coisa, minhas outras redes sociais estão visíveis no meu perfil) e daí a gente vê... Mas não se desesperem, eu vou dar um jeito, se não der eu já pensei em um outro futuro pra história, não tão ambicioso, mas para não deixar vocês na mão, e eu juro que não vai ficar sem final; juro juradinho.
Fê, obrigada pela capa nova, você arrasou, pra variar! eowieow
*Não deixem de mandar reviews, de qualquer forma. :c
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