Seduction

8 Festa da Tequila.


Notas iniciais
Oi gente. Tudo bem? Seguindo as atualizações, segue abaixo capítulo de seduction. Uma breve explicação, estou tentando escrever caps de todas, porém, todavia, não vou prometer cap de todas, quero finalizar Wonderwall, quero finalizar essa aqui, provavelmente vai ter só mais um cap dessa, aí vou ver as outras, já iniciei o cap de Invertidos, talvez em breve eu atualize, porém, como já disse, não vou prometer, pois, estou lendo alguns livros para o meu TCC e preciso de tempo. Mas tentarei trazer cap de todas. Agora vou deixar vcs lerem.

Eu acordei ao lado de Felicity, ela está dormindo tranquilamente com a cabeça sobre o meu peito, o corpo nu coberto apenas por uma fina camada de tecido, a perna esquerda enroscada nas minhas, o cabelo perto do meu nariz. Estava linda, radiante, cheirosa e eu não consigo descrever a sensação que invade o meu peito, a única coisa que consigo concluir é que, nunca, jamais me senti da forma que me sinto quando estou com Felicity. Tudo com ela é melhor, os beijos, as carícias, o sexo, céus o sexo é algo inexplicável. Cada vez que ela está em meus braços eu me sinto um cara extremamente sortudo.

Cada vez é melhor que a outra, cada toque, cada beijo, eu sinto que só melhora.

E tudo isso me faz pensar que voltar para casa será uma tormenta, um pesadelo, eu sinto medo de nunca mais acordar ao lado dela, de nunca mais tocá-la, beijá-la. Céus, eu não devia me sentir assim, é um acordo, desde o início dessa viagem, é tudo um acordo, Felicity não quer que passe disso, ela está irredutível. E eu não sei como falar para ela que a quero, não apenas durante essa viagem, mas depois também.

Respiro fundo sentindo o cheiro do seu cabelo.

Apenas sei que não quero que tudo acabe.

E para piorar, hoje é a última sessão de fotos, amanhã voltaremos para nossas vidas normais, e a minha vida normal é um saco. Eu até gostava dela, mas sempre soube que estava faltando algo, e agora eu sei que o que estava faltando era ela, a mulher que está nos meus braços agora.

Se a minha vida voltar a ser como era antes, será um grande saco, nada vai estar bom se Felicity estiver longe de mim. Eu não posso deixar que tudo acabe aqui, não posso ser covarde a ponto de perder uma mulher como Felicity, preciso falar o que sinto, dizer que quero levá-la para um jantar, depois beijá-la na frente do seu apartamento, e no dia seguinte ligar para marcar um segundo encontro. Marcar quantos encontros forem necessários para ela enfim aceitar que eu sou o cara certo para ela.

Eu sei, isso é muito brega, como naqueles filmes de comédia romântica que a minha irmã gosta de assistir, mas só agora vejo o quanto quero que a minha vida vire uma daquelas histórias, é por isso que tomo uma decisão, vou lutar por Felicity.

Felicity levanta a cabeça e olha ao redor, ela esfrega os olhos e escorrega para o lado da cama, está com o cabelo todo bagunçado, ela me encara e dá um sorrisinho todo sem graça.

— Bom dia. — ela diz, com a voz ainda sonolenta. — Que horas são?

— Acho que já são quase 10 horas.

Ela arregala os olhos.

— Meu Deus, Oliver. A gente tem uma sessão de fotos daqui a meia hora! — exclama pulando para fora da cama. — Você devia ter me acordado.

— Relaxa. — seguro o lençol que está enrolado ao redor do corpo dela e puxo, ela cai ao meu lado da cama, eu aproveito sua vulnerabilidade e a cubro com meu corpo. — Estou apenas brincando. — digo, beijando o pescoço dela. — Não são nem 9 horas ainda. — sussurro em seu ouvido. — Temos bastante tempo ainda. — beijo sua clavícula.

Eu não paro de beijá-la, continuo rastejando meus lábios sobre a pele do seu pescoço, ombros e clavícula. Ela não luta, apenas solta gemidos baixos contra minha orelha e coloca as mãos nos meus ombros. Eu estou determinado a mostrar para Felicity que ela precisa de mim da mesma forma que preciso dela. Começo a puxar o lençol que envolve seu corpo, quero que ela sinta o quanto nosso sexo é bom, o quanto nossos corpos funcionam juntos.

— Oliver. — sua voz é um sussurro. — Nós vamos nos atrasar.

— Você quer que eu pare? — questiono, apertando meus dedos na sua coxa.

— Não. — ela diz, com a voz entrecortada, gemendo meu nome em seguida. — Mas a gente precisa parar.

— Tudo bem. — digo, tombando para o lado da cama.

Ela se vira de lado na cama e segura meu queixo, puxa meu rosto para que eu a encare.

— Nós podemos ficar a tarde juntos, esse é nosso último dia aqui, e não consigo pensar em uma companhia melhor.

Encaro os olhos de Felicity.

— Você sabe que não precisa ser o nosso último dia juntos.

— Oliver, eu já te falei que...

— Que é só um acordo? — a interrompo. — E que vai durar somente nessa viagem? Eu sei. — digo. — Mas o que eu estou dizendo é que pode ir além desse lugar, Felicity! O que nos impede? — questiono. — Nada! — exclamo. — Podemos continuar. Isso é tão bom. Não é possível que você queira que nunca mais aconteça.

— Oliver, eu já disse, é só um acordo. — ela levanta-se e começa a se vestir. — E esse acordo só vai durar nessa viagem. A partir de amanhã a gente volta para a nossa vida normal.

— Então você está me dizendo que tudo vai acabar?

Ela suspira e passa a mão pelos cabelos.

— Sim, Oliver.

— Você não quer nem tentar?

— Para que? — indaga. — Para a gente ver que nunca vai dar certo?

— A gente nunca vai saber se não tentar.

— Oliver. — ela balança a cabeça, como se não tivesse mais argumentos plausíveis para continuar relutando.

Eu me levanto, vou até ela, seguro seu rosto e o levanto, ela me encara.

— Você me faz sentir algo, Felicity. Algo que eu não gosto de sentir por ninguém, só por você.

— Por favor, Oliver. Não insiste.

Ela se desvencilha das minhas mãos, junta os calçados do chão e segue rumo a saída do meu quarto.

— Felicity. — ela me encara novamente. — Tenta pensar em como seria se a gente ao menos tentasse.

Ela fica calada, apenas abaixa a cabeça e sai do meu quarto. Jogo-me na cama novamente, respiro fundo. Não é possível que ela não queira tentar, nenhum pouquinho.

Após Felicity sair do meu quarto tomei um banho gelado, arrumei meus equipamentos e desci. Encontrei Helena e Yasmim no saguão do hotel, elas me convidaram para tomar café com elas, mas neguei o convite, não estava sentindo fome. Segui direto para o lugar onde seriam feitas as fotos hoje.

A última sessão de fotos será feita na piscina, é um lugar incrível, com uma luz ótima e um plano de fundo perfeito. Felicity não demorou muito para chegar também, estava radiante, esse lugar só a deixa ainda mais incrível. Mas não deixei de notar o quanto a minha presença a deixava transtornada, tenho certeza que o que falei mexeu com ela, ao menos um pouquinho.

Sei que o profissionalismo dela é excelente, durante as fotos ela se mostrou impecável, com sorrisinhos e trejeitos que escondiam bem o quanto minhas palavras mexeram com ela.

Quando a sessão de fotos acabou, Felicity foi direto para a tenda. Guardei meus equipamentos e a segui. Mas não pude falar com ela. Yasmim já estava lá dentro, conversando com Felicity. Eu estava me retirando quando escutei Yasmim falar sobre mim.

— Você e o Oliver estão juntos? — ela questionou. — Desculpe me intrometer, mas é que essa é a minha grande curiosidade.

— Sem problemas. — Felicity disse. — Oliver e eu temos um acordo. É um lance que vai durar até o fim da viagem.

— Olha, eu sei que esses lances não dão certo. Já senti na própria pele. E foi uma aventura muito louca.

— O que aconteceu? — Felicity questionou.

— Quando eu estava no último ano da faculdade, uma amiga e eu resolvemos fazer um acordo já que era o último ano e depois de nos formarmos nunca mais nos veríamos. Começamos a ter uma amizade colorida, foi assim que começou, apenas sexo para aliviar o estresse da faculdade. — Yasmim fez uma pausa. — Mas quando a gente percebeu, estávamos apaixonadas e não sabíamos o que fazer porque nossos destinos não seguiriam o mesmo caminho. Aí terminamos. Minha nossa, eu sofri tanto

— Mas e aí o que aconteceu?

— Dois anos depois a gente se encontrou e hoje a gente está juntas. — Yasmim disse toda feliz. — E a sensação de estar com ela me torna cada vez melhor. — continuou. — Você não pensa em viver isso com Oliver? Ou, e se vocês se apaixonarem?

— Isso não vai acontecer. — respondeu Felicity, ela parecia não estar dando a mínima importância. — Eu jamais ficaria com Oliver. Acho que ele e eu jamais daríamos certo.

Uau. Então ela jamais ficaria comigo? Caramba, acho que acabei de levar um baita chute no estomago. Eu acabei de dizer o que sinto por Felicity e é isso que ela pensa? Que a gente nunca vai dar certo? Após escutar aquilo a única coisa que eu queria era beber algo bem forte e tentar esquecer o quanto Felicity foi fria ao falar que nós jamais daríamos certo. Como ela pode ter tanta certeza disso? Se a gente nem ao menos tentar?

POV FELICITY.

Após a sessão de fotos, a última, diga-se de passagem, subi novamente para o meu quarto. Preciso tomar um banho e depois procurar Oliver. Esse é o nosso último dia no paraíso, não podemos ficar brigados, ao contrário, temos que aproveitar cada segundo.

Eu sei que fui muito fria com ele, podia ter agido diferente, tentado falar que não fomos feitos um para o outro. Que a gente até pode tentar, mas uma hora o outra ele irá se encher de um relacionamento, e quem vai acabar sofrendo irá ser eu. Em uma coisa, Helena tem razão, eu sou só mais uma das modelos que Oliver se diverte, e logo ele irá perceber isso. No final, a única que vai sofrer será eu.

Antes mesmo de eu pensar em atravessar o corredor e bater na porta do quarto de Oliver, alguém bateu na minha. Fiquei feliz, porque existia a possibilidade de ser ele. Eu havia acabado de sair do banho, estava com apenas uma toalha enrolada no corpo, é claro que estava feliz com a possibilidade de ser o Oliver.

Corri até a porta e lá estava ele, mas estava com uma postura estranha, parecia magoado com algo e cheirava a whisky. Ele me encarou da cabeça aos pés e suspirou, mas manteve distância.

— Oi. — falei. — Você quer entrar?

Coloquei meu corpo para o lado, dando espaço para ele passar. Mas Oliver apenas negou com a cabeça e ficou parado me encarando.

— Aconteceu alguma coisa?

— Eu bebi um pouco. — ele sorriu. — Mas estou aqui para te fazer um convite.

— Okay. — falei, decepcionada por ele não querer entrar. — Que convite seria?

— Fiquei sabendo sobre uma festa que tem em um dos salões do hotel. Tem um nome bem clichê, festa da tequila. — explicou. — Você quer ir comigo? — questionou. — Já que é nosso último dia aqui, podemos aproveitar para tomar tequila.

— Tudo bem. — respondi, fazendo-o sorrir. — E que horas começa?

— Eu passo te pegar as oito e meia.

— Certo. — ele ficou me encarando e eu fiquei encarando ele, por alguns longos segundos, chegou até ser desconfortável. Eu queria mesmo que ele agarrasse minha cintura e me empurrasse para cima da cama. Mas não foi isso que aconteceu.

— Então até mais tarde. — ele disse, virou-se de costas e deu dois passos até a porta do seu quarto.

Eu não consegui me segurar, meu coração estava agitado e não era só ele que estava querendo Oliver perto.

— Você não quer entrar mesmo?

Ele apenas virou-se e falou “até mais tarde, Felicity” e então entrou no seu quarto e fechou a porta. Céus, ele só pode estar fazendo birra por causa do que aconteceu de manhã.

Tudo bem, eu posso me divertir sem ele, isso aqui é o paraíso e não é sempre que vou ter a oportunidade de estar aqui, então aproveito para ir ao mar.

[...]

Volto para o meu quarto, não antes de ver o pôr do sol, e que sensação linda, que lugar incrível. Mas por mais que seja maravilhoso estar aqui sozinha, quando estou com Oliver é tudo ainda mais incrível e por mais que estivesse feliz com esse momento solitário, não conseguia parar de pensar na noite e em Oliver.

Antes de começar a me arrumar, peço algo para comer. Já que é uma festa da tequila, e eu sei muito bem os efeitos que a tequila tem sobre mim, me alimento, para não ficar com o estomago vazio. Então tomo um banho e depois começo a me arrumar. Coloco um vestido ciganinha, preto, com estampa de pequenas gotas brancas, ele é curto e perfeito para uma noite da tequila, me encaro no espelho, céus, esses dias nesse lugar me deixaram incrível, mal posso esperar para ver a reação de Oliver. Deixo meus cabelos soltos e passo apenas um batom nos lábios.

— Pronto. — falo, me encarando. Olho para a tela do meu celular, são quase oito e meia já. Então sento na beirada da minha cama e aproveito para ser a minha própria fotografa. Claro, não sou ótima igual o Oliver, mas algumas fotos ficaram boas. Mando uma para Oliver e em seguida digo que já estou pronta.

A resposta vem imediatamente. A expressão ‘uau’ acompanhada de um elogio “vc está linda”. Sorrio como uma adolescente olhando para a mensagem. Pego a minha bolsa e guardo o celular. Saio do meu quarto e bato na porta de Oliver, ele não demora para abrir e eu praticamente me jogo nos seus braços, agarro a gola da sua camisa e puxo seus lábios para os meus, ele reage instantaneamente, enlaça minha cintura com um braço e o outra mão aperta minha nuca, empurrando minha boca ainda mais contra a dele.

Oliver me encosta na parede e continua me beijando, sua língua tocando cada canto da minha boca. Agarro o pescoço dele, fazendo com que seus lábios desçam pelo meu pescoço, ele quase arranca a minha calcinha e me penetra, eu torço por isso, mas ele se afasta, com um enorme sorriso no rosto, ele respira forte. Eu me aproximo dele novamente, mas ele ergue a mão e eu paro de imediato.

— Vamos então. — ele diz, e eu não entendo porque ele está preferindo ir a uma festa ao invés de ficar o resto da noite comigo. Mesmo frustrada, fico quieta e o sigo pelo hotel, até o tal salão aonde irá ser a festa.

Quando chegamos ao lugar a minha frustração até passa, o lugar tem uma decoração bem legal, exatamente do jeito que eu pensei, está tocando músicas latina, e a batida me faz sentir vontade de dançar, então não fico esperando Oliver me convidar, o puxo para o meio da pista, começo a dançar, junto meu corpo ao dele e me balanço, seguindo o ritmo da música.

Acho que dançamos três músicas, então ele fala no meu ouvido que vai pegar algo para a gente beber. Eu apenas assinto com a cabeça e o vejo se afastar. Continuo dançando. Se tem uma coisa que eu gosto é de me sentir livre, e é exatamente assim que me sinto, por isso deixo que a música agite o meu corpo, mesmo que haja a possibilidade de estar dançando totalmente descoordenada.

Observo Oliver andando no meio das pessoas, abrindo passagem entre elas, ele está com duas garrafas de cerveja na mão. Ele se aproxima e me entrega uma garrafa, estou sentindo muita sede, então tomo metade da garrafa em apenas um gole. Oliver está me encarando, seu olhar passeia por todo meu corpo, fazendo minhas pernas instantaneamente ficarem bambas.

— Poxa Oliver, é uma festa da tequila e você me traz cerveja? — Encaro seus olhos arqueando uma sobrancelha.

— Tequila só no balcão. — ele responde.

— Então vamos até o balcão.

Oliver sorri, segura minha mão e me puxa. Abrimos caminho entre a aglomeração de corpos que se chacoalham, alguns de forma muito exagerada. Oliver alcança o balcão antes de mim e pede duas doses de tequila para o garçom. Sentamos cada um em um banco. O garçom coloca dois copos no balcão e enche de tequila.

— Que tal um brinde a esse lugar? — sugiro, erguendo meu copo.

Oliver segura o dele e ergue, brindamos. E tomamos mais algumas doses. Quando nossos corpos começam a dar reação, Oliver segura minha mão e me convida para dançar, é claro que aceitei, o álcool já estava fazendo um efeito danado no meu corpo, a única coisa que eu desejava era ter motivo para grudar meu corpo ao dele.

Não sei em que momento nossa dança ficou beirando a depravação, acredito que foi quando encostei minhas costas no peito de Oliver e rebolei minha bunda, porque após isso os lábios de Oliver estavam na pele do meu pescoço e seus dedos na parte interna da minha coxa, apertando minha carne e subindo, quando ele tocou entre minhas pernas eu soltei um gemido.

— Vamos voltar para o quarto. — ele sussurrou em meu ouvido.

Eu não consegui responder, apenas balancei a cabeça e segurei sua mão que me puxava pela pista de dança.

Fomos direto para o meu quarto. Estávamos bêbados e com o corpo ardendo de desejo. Só eu sei o quanto Oliver mexe comigo, ainda mais depois de várias doses de tequila.

Ele me puxou pela cintura, juntando meu corpo ao dele, suas mãos, céus, suas mãos estavam em todas as partes, ora ele segura meus cabelos, ora ele agarrava o tecido do meu vestido. Aliás, nem sei aonde meu vestido foi parar, mas quando ele me puxou para a cama, já estava somente de calcinha. Oliver me puxou para cima dele, agarrei o tecido da sua camisa e a puxei pela sua cabeça, então me inclinei e comecei a beijá-lo.

— Cacete. — murmurei, rebolando sobre ele, sentindo sua ereção.

Oliver agarrou minha cintura e girou meu corpo junto com o dele, ele beijou minha boca, um beijo ardente, cheio de tesão, quando ele separou nossos lábios eu arfei, e logo sua boca estava descendo por meu pescoço, trilhando um caminho ardente pela minha barriga. Ele agarrou minha calcinha com força e a puxou para baixo. Examinou meu corpo, seus olhos eram tão intensos que me fizeram arfar de tanto prazer.

— Abra as pernas para mim. — seu tom de voz era tão forte e intimidador que não pensei duas vez, apenas as abri sentido um frio na barriga e uma pontada de tesão no meio das minhas pernas.

Oliver levantou-se calmamente da calma, sem tirar os olhos de mim, e eu estava lá, totalmente nua, com a respiração forte e o corpo palpitando de tanto prazer. Ele tirou a calça e a cueca e eu vi seu membro duro e extenso, pronto para estar dentro de mim. Uma aflição gostosa tomou conta do meu corpo, eu o queria, o desejava tanto. Encarei os olhos de Oliver, eles estavam repletos de desejo e volúpia.

Ele voltou para a cama e eu vi seu rosto se afundar entre minhas pernas, senti seus lábios sobre minha intimidade e sua língua macia deslizar pelo clitóris. Deixei meu corpo relaxar sentindo o mais puro prazer me deixar completamente perdida e extasiada. Meus dedos rastejaram para os cabelos de Oliver, ele me chupou vorazmente, fazendo meu corpo quase sair de órbita.

— Oliver. — eu gemi, sentindo uma ardência intensa agitar o meu ventre, eu estava quase lá, comecei a me contorcer ao mesmo passo que Oliver deslizou a língua para dentro de mim e voltou a rodear meu clitóris.

Ele agarrou minha bunda com força, aumentando ainda mais os movimentos circulares da sua língua, eu não conseguia, a aflição no meio das minhas pernas só aumentava, agarrei os cabelos de Oliver com força e soltei um gritinho me entregando totalmente à sensação maravilhosa que envolvia meu corpo. Ele não parou, nem com a forma que minhas coxas apertavam sua cabeça, Oliver continuou, ainda mais forte e dessa vez deslizou dois dedos para dentro de mim, arqueei meu corpo e agarrei o lençol da cama. Me agitei inteira, sentindo as batidas fortes do meu coração, sentindo meu rosto pegar fogo, e pela segunda vez me derreti inteira na boca de Oliver.

Ele se afastou da minha cintura e colocou o corpo sobre o meu, seu rosto ficou perto de mim e ele esboçou um sorrisinho canalha nos lábios. Agarrei seu rosto e puxei seus lábios para os meus, eu não queria apenas gozar duas vezes, e eu sabia que Oliver estava disposto a me dar prazer o resto da noite.

[...]

Quando acordei pela manhã não senti o corpo de Oliver ao meu lado. Sentei-me na cama. Queria que ele estivesse aqui, mas acredito que foi melhor assim. Quando olhei para o lado, vi um papel dobrado sobre a cômoda. Estiquei o braço e peguei o papel.

Desdobrei, tinha algo escrito, era um bilhete de Oliver:

“Obrigado pela semana incrível. É uma pena que você não queira tentar, mas eu entendo. Fique bem. ”

Eu apertei o bilhete contra meu peito, sentindo meu coração acelerado. O que está acontecendo comigo? Por que eu quero que isso não acabe? Que vá muito além desse lugar? Não quero me sentir assim, mas sei que Oliver e eu não daríamos certo.

É melhor cada um seguir o seu caminho. Mas por que eu acho isso uma péssima ideia?

Notas finais
BOM EU ESPERO MUITO QUE ALGUÉM TENHA CHEGADO ATÉ O FINAL. Se você chegou até o final, deixa um comentário para eu saber? Por favorzinho (cara triste aqui) O que vocês acharam do cap? Acham mesmo que a Felicity vai conseguir ficar longe do Oliver? Me digam o se gostaram. Vou estar esperando os feedback de vocês.