Notas iniciais
oi meninas,nossa tenho uma coisa para contar. ok,vcs leitoras tem o direito de expressar seus sentimentos sobres a fic,eu entendo. Mas tem gente criticando a fic,gente,isso é uma fic,uma historia fictícia de the vampires diares então é por isso que a Car é tao diferente da vampira Caroline. Ok ta tudo bem tá.

— Acho que a roupa está muito justa — Caroline comentou. — Vou soltar um pouco dos lados.

— Está querendo dizer que estou gorda?

Quando estava sozinha com Caroline, Camille não se incomodava em manter a doçura que usava com Klaus e Stefan. O veneno de sua voz incomodou Caroline, que respondeu com calma:

— Não estava sugerindo nada. Só não quero que se sinta desconfortável no palco.

— Ah, você preferiria que eu me vestisse com um saco. Daí o seu querido Klaus não poderia pregar os olhos em mim, como sempre faz.

Contando mentalmente até dez, Caroline pegou o zíper com firmeza e o levantou. Procurando manter a calma, disse:

— Pronto. Como está agora?

— Perfeito — Camille disse, admirando seu corpo perfeito delineado pelo tecido brilhante. — Acho que Klaus vai gostar de me abraçar neste traje, não acha?

Caroline conseguiu sorrir, recusando-se a aceitar a provocação da outra.

— Qualquer homem adoraria — comentou.

— Mas Klaus não é um homem qualquer. — Camille desafiou. — Eu sei melhor do que ninguém. Depois de tudo o que já fomos um para o outro...

Ela não terminou a frase, mas Caroline sentiu o ciúme arder. Mordendo os lábios, Car virou-se, fingindo se ocupar de outros trajes.

— Diga, Caroline. O que exatamente há entre você e Klaus?

Ainda de costas para Camille, Car ficou intrigada. Para que ela queria saber? Não era o suficiente ter Klaus, enquanto Caroline dormia só, todas as noites?

— Se você é tão íntima de Klaus, deveria saber — respondeu, feliz por manter-se fria.

— É que não perdemos tempo com trivialidades — Camille respondeu, arrumando os cabelos.

Car não estava acostumada com aquele tipo de combate e não se sentia à altura do veneno da bela atriz.

— Se é tão trivial, nem preciso lhe responder, Camille.

— Claro que não. É que eu queria lhe dar um conselho de amiga. Vi como olha para ele e, francamente, todos nos sentimos sem jeito de ver o ar apaixonado em seu rosto sempre que ele está por perto. Pelo menos tenha a dignidade de guardar seus sentimentos para você.

Pegando uma escova da penteadeira, Camille passou a escovar Os cabelos sedosos, depois continuou:

— Jamais diria isto a você, é claro. Desde que o conheço ele tem esta mania de ter pena das pessoas. Só que deve ser cansativo ter você rondando todo o tempo — disse, olhando diretamente para Car. — Por que não dá um tempo a ele? Acho que prefere ficar com gente mais madura a ter de cuidar de você.

As palavras de Camille queimavam como fogo, mas Caroline reuniu todas as suas forças para parecer calma, ao enfrentá-la. Ia começar a falar, quando Stefan apareceu.

— O diretor quer vê-la agora mesmo Camille. Klaus pediu para eu avisar que desce daqui a pouco, para experimentar o traje Caroline. Na minha opinião, o que ele quer são alguns momentos de companhia agradável, longe daquela loucura toda. Sua roupa está justa demais Camille. Mostra todos os seus pneuzinhos.

Stefan deu uma piscadela para Caroline depois se foi, enquanto Camille se afastava do espelho, furiosa, dizendo:

— Não se deixe enganar. Klaus pode ter algum tipo de interesse por você no momento, garotinha, mais saiba que isto não vai durar. Sua cara de bebê pode atraí-lo por enquanto, mas é preciso uma mulher de verdade para segurá-lo.

— Será? — Caroline contra-atacou, fingindo não se alterar.

Só quando Camille saiu dali é que Caroline deixou-se cair sobre uma cadeira, fechando os olhos e esfregando a ponta dos dedos na testa.

Tinha se esforçado demais para manter uma aparência tranqüila e agora começava a ter dor de cabeça. O pior era saber que Camille tinha razão. Sempre tinha se perguntado por que alguém como Klaus sentia alguma atração por ela.

Um homem bonito e famoso como ele podia escolher as mulheres mais bonitas do mundo, mulheres como Camille, com suas curvas perfeitas e olhos sedutores.

Talvez tivesse trazido Caroline ali para servir de peão em algum tipo de jogo que estava fazendo com Camille. Ele tinha se recusado a dar uma resposta direta quando Car perguntou sobre seu relacionamento com a atriz, mas era parecia evidente que havia algo entre eles. As cenas de amor no palco eram reais demais, convenciam muito bem para serem apenas faz-de-conta.

— Pausa para respirar?

Surpresa, ela fitou os belos olhos Verdes, controlando-se para afogar o que sentia por ele. Mais uma vez constatou como Klaus sempre conseguia deixá-la de pernas bambas.

— Sim. Hoje foi um dia muito agitado.

— E a primeira oportunidade que tenho de escapar de Stefan . Agora estão discutindo mudanças no texto e eu aproveitei para fugir.

— Está precisando de alguma coisa? — ela perguntou, pondo-se em pé.

— Sempre recebe bem assim quem vem aqui? Mas não faz mal. Só quero provar meu traje. Está pronto?

— Já levo ao seu camarim.

— Não precisa. Posso provar aqui mesmo.

— Então espero lá fora.

— O que há de errado, Car?. Está com medo de me ver sem roupa?

Ele foi se aproximando dela, desabotoando a camisa e Caroline resolveu não lhe dar o prazer de fugir. A voz de Klaus, apesar de doce, soava como uma ameaça:

— Já me viu nu. Já esteve na cama comigo, em meus braços, sua pele na minha pele.

— Pare! — ela disse, encarando-o. — Por que está fazendo isto? Por que não me deixa em paz?

— Você não agüenta? — ele perguntou, pondo a camisa sobre uma cadeira. — Não suporta o fato de que eu saiba como você é, por trás desta máscara de gelo?

— Você não sabe nada de mim! — ela reagiu.

Ele sorriu e pôs a mão dela contra seu peito nu. Este contato mínimo a deixou arrepiada, mas não queria que ele soubesse o efeito que lhe causava.

— Acho que sei Caroline Forbes, Sei que, por mais que queira fazer-se de virgem assustada, há uma mulher cheia de paixão em você, louca para se revelar — ele disse e a puxou para si. — Também sei que sou o único capaz de libertar esta borboleta de seu casulo.

— Como se atreve Klaus?

Ela tentou escapar, mas ele a segurava sem esforço, com um sorriso frio nos lábios, enquanto esfregava a mão dela em seu peito. Furiosa com a ar de superioridade dele Caroline cravou as unhas na pele macia.

— Ah, a gata tem garras! — ele murmurou. — Gosto de mulheres com verve.

— Então vá procurar Camille — Car atacou. — Ela tem o que você precisa para satisfazê-lo. Ou será que já não serve mais para você?

— Está com ciúme dela Amor?

— Não me chame assim e não,não estou — disse ela mentindo um pouquinho. — Se ela é boba o bastante para querer você, pode pegar e levar. Eu ficaria feliz se não precisasse olhar para você nunca mais!

— Mentirosa — ele riu. — A verdade é que você morre ao pensar que eu passo noite após noite com Camille, fazendo amor com ela, tendo-a nos braços como já tive você.

Notas finais
quero agradecer a leitora Raven Volturi que recomendou a fic.