Notas iniciais
Esse ‘crazy’ me lembra muito uma música que os jurados do The Voice cantaram “Crazy”, já ouviram? http://www.popsugar.com/Christina-Aguilera-Cee-Lo-Green-More-Perform-Crazy-Voice-16059144 Eu adoro a voz da Christina Aguilera! Mas voltando ao capítulo... Fiquei triste ao notar que os comentários caíram um pouquinho...

CAPÍTULO 36 – YOU’RE CRAZY!

“Você é louca!”

– NARRAÇÃO –

Ninguém impediu quando Jackelinne despediu-se e deixou a casa, assim como ninguém pediu que ficasse. Jullie iria sentir falta da irmã, é claro, mas ainda não estava preparada para perdoá-la. Alessa, por sua vez, ficou apenas com o sentimento de etapa cumprida. Nunca teve contato com Jackelinne e, a partir daquele momento, percebeu que jamais teria.

Fora isso, os preparativos para o casamento seguiram normalmente. Tonks, Violet e Alessa corriam como loucas para planejar tudo sem que Jullie soubesse e Sirius já havia mandado convites para as pessoas mais importantes na vida dos noivos. Quem celebraria já havia aceitado, mesmo após a rejeição inicial, e os padrinhos foram reajeitados.

Alastor já havia se recuperado e, após noites em claro, Violet finalmente dormiu em paz. Saber de tudo que aconteceu e das falhas do plano elaborado pela Ordem fez com que Violet ficasse ainda mais preocupada com seu irmão. Duas pessoas haviam morrido, Jorge havia perdido a orelha graças à Snape e Sophie e Moody quase não voltaram. Violet se sentiu culpada por Sophie, afinal, fora por sua causa que a loira e Mary foram para a Toca e participaram da Guarda Avançada.

Não que as meninas também pensaram nisso, afinal, Mary e Sophie, junto à Hermione, planejaram toda a fuga e já tinham em mente o que seria necessário. Hermione, porém, conseguira a resposta perfeita para o dilema de onde encontrar as Horcruxes em um livro e já preparara a poção que as ajudaria.

Tudo estava encaminhado e, faltando apenas horas para o casamento, Jullie começou a ficar ainda mais nervosa e até mesmo neurótica. Nada que uma boa dose de Sirius Black não curasse.

Meryl, por sua vez, estava perdendo dia a dia sua preciosa paciência e ficava cada vez mais preocupada com a fatídica hora em que os Comensais a atacariam. Ela não podia deixar que isso acontecesse e precisava de ajuda, mas não queria envolver a Ordem toda... Pierce, é claro, a convenceu do contrário e, juntos, decidiram que convocariam uma reunião no dia seguinte ao casamento de Julianne e Sirius. Era época de festa e eles mereciam isso.

– 22 DE JULHO DE 1997 —

– Por que as mulheres demoram tanto? – reclamou Remo, sentado na sala ao lado de Moody e George.

– Para mim isso tudo é uma grande besteira... Eles já estão juntos e ela está grávida! Faz uma festa aqui mesmo e pronto!

– Tente não falar isso perto das mulheres Moody, se não elas te trucidam. – debochou George – Aliás, estão até dentro do prazo... Catherine atrasou duas horas quando nos casamos e eu até pensei que ela tinha desistido!

– Não sei como elas aguentam horas se arrumando... – reclamou Remo olhando novamente o relógio. – Isso é um castigo! Aposto que Sirius já está quase tendo um infarto...

– A noiva atrasar é normal Remo, assim com as mulheres em geral, mas assim que vermos o resultado, valerá à pena. – piscou George, certo do que falava.

Cerca de meia hora depois, Violet, Alessa, Andrômeda, Catherine, Tonks e Jullie desceram as escadas da casa dos Black, provando à Remo e Moody que George estava certo.

A espera valeu à pena.

Assim como o planejado, George aparatou com Violet e Catherine, Lupin com Andrômeda e Tonks e, por fim, Moody com Jullie e Alessa. O casamento seria realizado no jardim da casa de Remo, logo abaixo de uma enorme árvore frutífera, em pleno por do sol.

As flores estavam se abrindo e, com uma ajudinha de magia, coloriam o chão até onde se podia ver, avivando o lugar e dando-lhe um aspecto primaveril em pleno verão. O caminho era delimitado por finos tecidos brancos e pequenos arranjos prateados até chegar ao altar improvisado e adornado por inúmeras flores vermelhas, onde Sirius aguardava ansiosamente, e quase desesperadamente, a gravata subitamente mais apertada.

Assim que a noiva chegou encontrou Harry, Arthur e Molly esperando com um enorme sorriso. Andrômeda então beijou ternamente a testa de Jullie e foi até seu lugar, avisando aos poucos convidados que a noiva chegara.

– Tenho mesmo que fazer isso? – reclamou Alessa arrumando o buquê de flores em suas mãos. – Isso é vergonhoso! Já viu alguma “dama de honra” com a minha idade?!

– Não reclame Alessa, você foi a única pessoa que encontrei... – debochou Jullie enquanto Molly ajeitava seu cabelo. – Aliás, você está linda...

– É claro que estou linda! E é só por esse elogio que vou engolir meu orgulho e entrar como dama... Mas um dia você me paga Julianne Chambers! – ameaçou fazendo quase todos rirem.

– Podemos acabar logo com isso?

– Sabe, você é um doce às vezes Moody... – disse Tonks rolando os olhos.

Assim que uma melodia doce e calma soou, Sirius ajeitou a gravata e Meryl subiu no altar. Por ser a Ministra, tinha os poderes legais de realizar quantos casamentos quisesse, embora tivesse prometido nunca mais fazer aquilo.

Remo e Tonks foram os primeiros a entrar, ele em seu habitual terno marrom e ela com um vestido de cores claras combinando com o cabelo violeta. Logo depois foram Arthur em um terno cinza e Molly, seguidos por George e Catherine. O último padrinho a entrar foi Harry, acompanhado por uma Violet sorridente em um longo e delicado vestido verde claro.

Com Remo e Tonks, Harry e Violet posicionados ao lado de Sirius e Arthur e Molly, Catherine e George ao lado onde ficaria Jullie, a música tornou-se inaudível para Sirius, que via apenas a noiva entrar em seu campo de visão.

Nada mais importava, nenhum olhar o incomodava e nunca, jamais, teria uma visão tão incrível quanto os cabelos ruivos de Jullie caindo por seu ombro embaixo do delicado véu branco... O tecido fino assentava-se perfeitamente por seu corpo e denotava claramente a pequena saliência em seu ventre, o que a deixava ainda mais bonita. Sirius estava estonteante, finalmente teria aquela mulher por completo, sem nada que os impedisse.

Jullie, por sua vez, realmente tentou observar cada detalhe da decoração ou mesmo os convidados, mas assim que deu o primeiro passo no caminho de flores, esqueceu tudo à sua volta e atentou-se apenas no homem de terno que a esperava no altar...

A cerimônia foi simples e Meryl surpreendeu por finalmente sorrir e ser gentil. Quando saiu do Ministério aquela manhã, levou junto o livro de Registro Geral onde Sirius e Julianne assinaram seus nomes.

Eram oficialmente Sr e Sra Black quando outra melodia tocou e uma Alessa vermelha de vergonha entrou. Seu vestido, ao contrário das madrinhas, era branco bordado na altura dos joelhos, contrastando com o vermelho fogo de seus cabelos. Em suas mãos, uma pequena caixa em veludo vermelho onde carregava duas alianças douradas.

Sirius a olhava debochadamente, uma bela razão para a ruiva se vingar mais tarde.

– Fecha esse sorriso irônico cachorro, ou eu arranco suas orelhas... – sussurrou ela assim que entregou as alianças.

Sirius riu novamente e, ignorando-a totalmente, pegou uma das alianças e deslizou pelo dedo de Jullie, que já não continha as lagrimas de felicidade que escorriam por seu rosto. Assim que a ruiva também pegou sua aliança, Alessa suspirou aliviada e foi para o lado de Violet.

– Está feliz, Sra Black? – sussurrou Sirius.

– Muito, Sr Black... – respondeu sorrindo antes de beijá-lo.

O jardim estava repleto de cores e perfumes quando Meryl fechou o Registro Geral e os convidados pularam em cima dos noivos para felicitá-los. Alessa estava aliviada e Jullie imensamente feliz. A ruiva finalmente pode olhar ao redor e observar os detalhes de cada flor, cada tecido e até mesmo cada arranjo espalhado pelo lugar. A cerimônia fora simples sim, mas não importava, Sirius preparara tudo aquilo e isso a deixava ainda mais satisfeita e radiante.

– Sobreviveu? – debochou Violet ao se aproximar de Alessa.

– Não vem brincar para o meu lado que eu não estou com humor... – rebateu mexendo no cabelo – Isso foi realmente vergonhoso, onde já se viu? Uma dama de honra de dezessete anos! Eu ainda não acredito que fiz isso...

– Pois eu acredito. – interrompeu Jullie sorrindo – E não sabe o quão feliz estou... Vamos Ally, é o meu casamento! Sorria!

– Sabe que só fiz isso porque justamente é o seu casamento! – acusou emburrada, mas logo sorrindo – E mande seu marido tirar aquele sorriso zombeteiro das fuças, se não eu mesma tiro!

– Já me ameaçando cunhadinha? – brincou Sirius abraçando Jullie por trás. – Sabe, você ficou uma gracinha como dama de honra...

– Violet me segura, se não minha irmã já ficará viúva! – exclamou dando um passo para frente, porém, Violet a segurou. – Me solta!

– Mas você mandou eu te segurar... – respondeu a garota soltando-a.

– Era apenas frase de efeito Violet, é assim que funciona... – explicou virando-se para a morena – Eu fico brava e tento matá-lo, mas então você me segura e, para dar mais dramaticidade, eu grito para me soltar! Só que você não solta... Entendeu?

– Ah sim, desculpe... – riu Violet.

– Já que a mocinha aqui não me ajudou, vamos à festa! – exclamou Alessa repentinamente animada. – Jullie, você vai adorar! Tem músicas agitadas, todos os tipos de bebidas que possa imaginar e...

Como é?

– O quê? – perguntou inocentemente – Foi uma brincadeira! Eu sei que você me mataria se essas músicas tocassem... Embora o Sirius tenha tentado contrabandear algumas bebidas alcoólicas...

– Dedo-duro!

– Cachorro! – rebateu Alessa mostrando a língua infantilmente.

– Sem brigas por hoje crianças... – interrompeu uma Tonks sorridente — Vamos sentar? Tenho uma surpresa para os noivos!

Julianne não teve alternativa a não ser se deixar ser arrastada por uma Tonks saltitante até uma das mesas brancas arrumadas ao redor de um tablado improvisado com um microfone. Todos os convidados já estavam se acomodando nas mesas redondas quando Jullie e Sirius sentaram-se em uma com toalha vermelha e um delicado arranjo floral e Tonks subiu no tablado.

– Atenção, por favor... – pediu ela no microfone – Está na hora de uma pequena surpresa para os noivos... Discurso! Quem começa?

– O quê? – sussurrou Sirius surpreso.

– Ninguém? Ok, eu começo, mas já aviso que não sou muito boa com palavras... – continuou Tonks sorrindo – Certo, o Sirius eu conheço há pouco tempo, mas já foi o suficiente para saber que é um cachorro sem vergonha, sem ofensas. – disse fazendo todos rirem – MAS, eu conheço essa ruiva incrível de branco e... Não, Alessa, não é você! Sente-se! Enfim... Eu conheço Julianne Black muito bem e sei que hoje é provavelmente o dia mais incrível de sua vida, o mais especial... Mas é apenas o primeiro de muitos outros, tenho certeza. – acrescentou — Então gostaria de parabenizá-la pelo casamento, o filho, a família que está formando... Desejo tudo, tudo de bom para vocês dois! E Jullie, se o cachorro aí fizer algo, pode falar comigo que eu dou um jeito... – piscou.

– Obrigado pela confiança! – exclamou Sirius.

– De nada. Remo, sua vez. – sorriu descendo do tablado enquanto Lupin subia.

– Uau... Isso realmente aconteceu! Sabe, eu ainda não acredito que você se casou Almofadinhas... – começou ele com uma taça na mão. – Na época dos marotos eu lembro que você era o pior de nós, louco por um rabo de saia...

– Isso não é coisa que se diga no meu casamento Aluado!

– É apenas a constatação da verdade. – respondeu sorrindo – Você foi realmente o maior mulherengo que Hogwarts já viu, não negue, mas é incrível como as coisas mudam... Eu presenciei essas aventuras adolescentes e os métodos de conquista mais ruins que se possa imaginar... Mas também presenciei a mudança dentro de você assim que conheceu Julianne Chambers. – garantiu. – Eu vi quando seus olhos brilhavam perto dela e vi o idiota que se tornou... Mas quem sou eu para dizer isso não é? Todos nos tornamos bobos quando nos apaixonamos... – acrescentou olhando Tonks rapidamente – Jullie, esse cara realmente te ama, e tenho certeza que fará tudo que estiver ao seu alcance para te fazer feliz... Então, só peço que faça o mesmo com o meu amigo. Um brinde aos noivos! – pediu levantando a taça – Só mais uma coisa e você já pode chorar Sirius... Jullie, abuse bastante nos desejos de grávida, faça esse cachorro sofrer!

À essa altura Jullie já não continha as lágrimas, de tamanha que era a sua felicidade. Sirius levantou-se e abraçou o velho amigo, agradecendo-o por tudo que tiveram e tudo que certamente ainda teriam... Ainda não sabiam, mas sofreriam juntos com os hormônios femininos durante a gravidez.

– Certo, minha vez! – exclamou Alessa no microfone. – Tonks, não foi legal o que você fez comigo, é maldade! – avisou – Mas falando sério... Jullie, você é a irmã que qualquer pessoa gostaria de ter, é centrada, gentil, bonita, inteligente, honesta e... Se eu fosse dizer tudo de bom que você tem, ficaria aqui até amanhã, então vou resumi-la em uma única palavra... Perfeita. – sorriu com uma pequena lágrima caindo por seu rosto – Droga, eu não gosto de chorar... Viu o que fez? – repreendeu-a — Você sempre foi e sempre será o meu modelo de ser humano Jullie, e quando eu crescer... Quero ser como minha irmã mais velha. – disse enxugando as lágrimas que caiam – Sirius, você tem uma joia em suas mãos, cuide bem dela... Eu não aceito devoluções!

– Pode deixar... – garantiu ele abraçando a esposa, que chorava silenciosamente.

– Felicidade as noivos! – exclamou levantando sua taça, logo imitada pelos demais convidados – Eu preciso dizer isso, então não briguem comigo... Jullie você terá um cachorrinho! Já comprou a coleirinha?

– Palhaça! – retribuiu Jullie limpando as lágrimas enquanto Alessa descia para abraçá-la.

Muitos foram os discursos que se seguiram. Harry emocionou-se falando do padrinho, Violet do pouco que conhecia dos noivos e Molly sobre a felicidade conjugal. Catherine foi um pouco mais indiscreta, mas mesmo assim parabenizou os noivos. A festa continuou normalmente e todos dançavam quando Tonks encarou Remo e Sirius conversando com Jullie na mesa ao lado.

– O que foi? – perguntou Violet enquanto Vitor recebia de Sophie as poucas instruções sobre o plano de fuga.

– Eu pensei que ele pediria hoje... – disse desanimada. – Mas como viu, nada.

– Tenha paciência Dora, Remo é tímido, com certeza está esperando um momento em que estejam à sós e...

– Não, tem que ser agora. – disse levantando-se.

– O quê?! O que vai fazer? – perguntou, mas Tonks já se dirigia para o tablado – Dora!

– Atenção, por favor. – disse ela no microfone, chamando a atenção de todos – Desculpem interromper a festa, mas é por um bom motivo. Estou prestes a fazer uma declaração aqui, então tenham paciência...

– Eu não acredito que ela vai fazer isso... – sussurrou Violet surpresa enquanto Vitor a abraçava pelos ombros e Tonks suspirava de olhos fechados.

– Remo, você me conquistou completamente e já é o dono definitivo do meu coração... – continuou ela, surpreendendo Remo que a olhava com carinho – Eu amo seu vício por chocolate, amo o apelido ridículo que te deram e amo até mesmo suas imperfeições... Não me importa o que as pessoas digam ou pensem e não me importa se somos diferentes...

Lupin não entendia o motivo daquela declaração, mas amou cada palavra. Tonks era a mulher da sua vida, sem dúvida, e ouvi-la dizer tudo aquilo aqueceu seu coração e abriu um sorriso em seu rosto.

– E já que você não toma a iniciativa... – disse fazendo uma pausa para respirar fundo e continuar — Remo, casa comigo?

O grande sorriso de Lupin logo transformou-se em uma expressão de surpresa e todos os olhares da festa se voltaram para ele, que ainda não acreditava no que estava acontecendo. Sirius ria abertamente da surpresa que Tonks preparara para seu amigo e percebeu que Lupin estava estático, sem saber o que fazer ou dizer.

– Remo? – disse Tonks nervosa, culpando-se internamente por ser tão impulsiva. Remo diria não e então ela passaria o maior vexame de sua vida.

Sirius percebeu que o amigo não sairia do lugar e resolveu dar um empurrãozinho, literalmente. Lupin só despertou do transe quando viu-se de frente para o tablado, onde Tonks o encarava nervosa como nunca antes. Então uma ideia veio à sua cabeça e ele subiu.

– Hoje realmente é o dia das surpresas... Sabem, eu não esperava por isso... – começou sorrindo e colocando uma das mãos dentro do bolso – Na verdade, tinha planejado outras coisas... Você é louca Dora.

– É, acho que sou... – respondeu cabisbaixa enquanto se afastava, porém, Remo a impediu.

– Onde pensa que vai? Você me faz um pedido desses e agora sai de fininho? Não senhora, vai ficar aqui. – disse abraçando-a pelos ombros e virando-os para a “plateia” – Essa mulher é, desculpe Sirius, a mais incrível que existe... Em uma linguagem poética, é a luz que ilumina meu mundo obscuro, alguns entendem quando digo isso... – falou soltando-a para ficarem frente à frente, a mão que estava no bolso mostrando uma pequena caixa azul royal – Estou com isso há um tempo e... Bom, eu tinha outros planos, mas você foi mais rápida... – sorriu abrindo a caixinha e revelando um delicado anel prateado. – Eu amo você e, com toda a certeza do mundo, ficaria imensamente feliz em aceitar seu pedido, futura Sra Lupin.

Tonks então abriu um sorriso enorme e, antes mesmo que Remo colocasse o anel em seu dedo, jogou-se em seus braços enquanto palmas foram puxadas por Sirius Black.

– Você me assustou... – sussurrou ela em seu ouvido.

– E você me pegou de surpresa. – respondeu sorrindo e afastando-se um pouco para poder olhá-la – Eu amo você Dora, não sabe o quanto...

– Estou tão feliz!! – respondeu saltitando enquanto Lupin colocava o anel em seu dedo, onde ficaria, se dependesse dele, para sempre.

– Só isso? – exclamou Sirius – Não, é inadmissível! Cadê o beijo dos noivos?! – debochou seguido de muitos outros que concordavam com sua frase.

Tonks ficou ligeiramente vermelha, e então Remo surpreendeu-a novamente. Puxou-a pela cintura e beijou-lhe apaixonadamente na frente de todas as palmas que se seguiram, Dora sorria em seus lábios e, quando deu sinais de que aprofundaria o beijo, Lupin separou-os.

– Com licença senhores... – disse Remo para todos enquanto puxava sua agora noiva até um lugar onde pudessem conversar em privacidade.

– Mais alguém quer aproveitar e fazer outro pedido? – brincou Sirius levantando-se. – Harry, meu garoto! Não? Está certo, tem que aproveitar enquanto ainda é livre e... Ai! Não precisava disso. – reclamou quando Jullie deu-lhe um tapa no ombro. – Que tal... Vitor! Não quer aproveitar o momento? Ela está bem ao seu lado... – piscou.

– Por enquanto não, obrigado... – respondeu Vitor sorrindo enquanto Violet escondia o rosto vermelho em seu ombro. — Ela não iria aceitar tão cedo.

– Tem certeza? Tudo bem, se ninguém mais quer... Que continue a festa! – exclamou sentando-se enquanto a música voltava a tocar – Sra Black, o que acha de dançar?

– Por que não aproveita a liberdade? – provocou.

– Porque eu já perdi há muito tempo atrás... – riu – Ah, vamos... É o nosso casamento! Temos que nos divertir! Dança comigo?

Notas finais
Tadinha da Alessa!! Kkkkkk A ruivinha ficou com raiva por ser a dama de honra... Mas eu acho que combinou... e não é tão vergonhoso assim, ela exagerou um pouquinho! Esse capítulo foi dedicado ao casamento de Sirius e Julianne, mas... A surpresa mesmo foi Tonks pedir Lupin em casamento!!!! Poxa, estragou os planos do lobinho kkkkkkkkk Mas o importante é que eles vão se casar! E os discursos? Só eu adorei a disposição do Sirius em casar seus padrinhos? Kkkkkkkk E falando em padrinhos... Violet só acompanhou Harry porque Luna não foi convidada (ela nem conhecia os noivos!). Jullie convidou Catherine e George porque ele trabalha no Ministério, então ele e a Jullie são muito amigos, e Arthur e Molly são quase pais adotivos da Jullie dentro da Ordem ^^ ----------------- Capítulo 37 – Mrs Black?! (...) VIOLET EILEEN: “A ESCOLHIDA” DAS TREVAS Por Rita Skeeter. (...) -------------------- O que a Skeeter aprontou dessa vez? Bjjjss e não deixem de comentar hein!!!