Notas iniciais
olaaaaaaaa mais um capitulo para vocês.me desculpem pelos erros, quero agradecer a todos que estão lendo, vocês são maravilhosos mil bjsss e obrigada por dedicar um pouquinho de seu tempo a essa historia

Por Jack...

Fazia alguns dias que eu não ia a Domina Black, tive que viajar para resolver alguns problemas, o que era normal agora em vida que se encontrava a beira de um caos, mas em meio a tudo isso estava com saudade de minha madame cinza, com certeza se ela me escutasse a chamando de minha me castigaria sem dó alguma, um arrepio se passa por meu corpo só de me lembrar do barulho que seu chicote fazia em minha pele quando a encontrava. Quando entrei nessa de fetiches, o meu foco era realmente em me tornar um dominador ou coisa do tipo , mas sinceramente eu sempre gostei mais de ser dominado, nas minhas experiências sexuais sempre gostava que a mulher me guiasse, lembro-me de uma transa casual ainda na faculdade, bem uma tal de Giselle acho que esse era o nome a garota era totalmente louca a algum tempo estávamos nos pegando mas nunca íamos até o fim, logicamente por ela, a bandida sempre me deixava na mão e aquilo me frustrava, eu ainda mantinha aquela pose de macho dominante mas enfim naquela noite eu percebi que meu gostos eram diferentes. Giselle praticamente me atacou em meu dormitório tirou toda a sua roupa e a deixou perto da porta, se notava em seu olhar que estava sedenta por sexo louco forte, e dessa vez sim não ficaríamos só nas preliminares iriamos fundo, eu estava em minha cama e ela veio lentamente como uma gata, a cada passo que dava se mostrava ora apertando os bicos de seus seios fartos ora passando a mão sobre a sua buceta depilada ,quando chegou perto de mim se colocou de quatro em minha cama e se posicionou no meio de minhas pernas, colocou suas mãos no elástico de minha calça de moletom e a desceu junto com as cuecas, em um movimento brusco pegou meu pau com força soltei um gemido, que saiu um pouco rouco devido a minha excitação, lentamente ela foi bombeando meu mastro com sua pequena mão, ela continuou nesse movimento lento e torturante me deixando Louco, sua expressão era de alegria, mas ao mesmo tempo se concentrava em me olhar de um modo sacana, decidi então ajuda-la um pouco, acabei de tirar as minhas calças que estavam um pouco abaixo do meu joelho, Giselle que no momento estava um pouco afastada, se encontrava quase salivando me olhando com olhos grandes como uma predadora que estava prestes a atacar sua presa, ela veio novamente e tomou meu pau em sua boca, ela sugava a cabeça com maestria, parecia perita na arte de chupar bolas, a enfiava uma por uma dentro de sua boca, e depois levava sua língua quente passando por toda extensão de meu pau que estava dura já não aguentando toda a pressão que aquela boca maravilhosa estava me provocando, tirei sua boca de meu pau, confesso que com muita dificuldade pois eu estava adorando a sensação maravilhosa que ela me causava, mas eu precisava parar com aquilo pois estava preste a gozar em toda a sua cara, e assim a tirei de perto a levantando mais eis que sou surpreendido, pois a garota louca me joga bruscamente em cima da minha cama, tira o lenço que estava em forma de uma faixa em seus cabelos, subiu em cima de mim me montando como uma amazona, alcançou meus punhos e os amarrou na cabeceira de ferro de minha cama me dando a visão de seus belos seios que fiz questão de chupar bem gostoso enquanto a sacana se assegurava que eu estava totalmente preso. Giselle me lambia todo despudoradamente, o passar de sua mão já não era delicado, agora ela pegava firmemente parecia que seus toques vinham em forma de beliscados.
—Jack. Posso experimentar coisas novas com você. – Gise me disse descendo sua língua em meu tórax.
—Bom se for prazeroso pode Gise. – falei roucamente, porque a louca estava puxando com os dentes os ralos pelos que havia em meu peito.
Engoli em seco com ela me deu um tapa forte em minha perna, por mais que fosse mulher e delicada, a danada tinha uma força no braço digna de um levantador de peso, tentei sair daquelas amarras mas ela ainda me prendeu com força entre suas pernas.
—Deixe-me tentar Jack, prometo que vai haver prazer.
—Mas como você? Da onde você tirou isso Gise. – falei um pouco surpreso, será que Gise era uma dominadora? a menina era louca mais isso era uma coisa que eu nunca iria imaginar que ela seria.
—Bom meu querido, essas coisas são para estarem ocultas, ninguém precisa saber o que se passa dentro de quatro paredes, e muito menos eu tenho que mostrar para as pessoas realmente como são meus gostos, com surpresa fica mais gostoso.
—E que surpresa eim! Mas a gente se pega a tanto tempo, porque não fez isso antes.
—Eu estava te observando melhor, não queria me frustrar ao ponto de você não querer partilhar isso comigo, mas desde que te conheci percebi que você da pra um bom submisso, percebi até quando nos beijamos que você gosta que eu te guie, mas não se assuste eu não sou nenhuma profissional nessa área, só sou mais uma garota em busca de aventura, deixe-me te mostrar que se pode sentir prazer ao sentir dor. É um sentido extenso pode-se considerar como masoquismo, mas eu prefiro o termo explosão de orgasmos, conhecer melhor os limites do corpo, encontrar prazer em lugares onde você jamais sabia que sentiria. – fala passando a língua nos lábios.
—Então faça querida, me leve na sua aventura.
Meus braços estavam quase dormentes pela forma que estavam amarrados, mas mesmo assim fiquei parado só recebendo o que a mulher em cima de mim estava disposta a me dar, novamente ela recomeçou com sua tortura, passou a língua no bico do meu peito, aquilo pra mim foi diferente, pois eu achava que só mulheres haveriam de sentir prazer com aquilo, mas não eu estava errado o toque da ponta de sua língua no meu mamilo foi como se uma corrente elétrica fosse liberada por todo meu corpo, acabando em meu pau o fazendo ficar mais duro, Gise então desceu a língua por meu tórax sensualmente, dava chupadas doloridas e mordidas, ali ficaria roxo no outro dia, mais eu não ligaria, sim! Ela queria que eu sentisse dor e era claro que se divertia com o que estava fazendo, eu via o misto de alegria e desejo em seus olhos, não satisfeita em só me provocar com sua boca os tapas foram recomeçados, as minhas pernas eram seus alvos prediletos, mas o que fez meu corpo convulsionar foi o tapa que ela deu em meu rosto, se eu estivesse solto até revidaria com um soco, nenhuma mulher ousou se quer me encostar um dedo, a olhei com os olhos surpresos, ela prendeu as mãos sobre os meus rosto.
—Calma. Querido isso só é o começo.
Deu-me um beijo lento, mas sem nenhum carinho puxando meus lábios os mordendo, depois enfiou sua língua bruscamente, eu a acompanhei e senti o gosto de sangue que saiam de meus lábios, mas ignorei o fato, pois aquilo estava me deixando louco e muito excitado, levantou um pouco seu corpo se sentando melhor em cima de mim, senti sua buceta totalmente labuzada passando por minha perna quando ela saiu de sua posição, pegou meu membro novamente com suas mãos ,e me punhetava lentamente olhando para mim e me dizendo sacanagens.
—Esta gostando querido, vou fazer uma coisa nova espero que goste.
Gise ficou com uma mão em meu membro e a outra se pôs perto do meu anus, travei meu corpo afinal o que ela estava pensando, em não sou gay e nunca imaginei alguém chegando perto dessa parte do meu corpo.
—Deixe-me fazer prometo que vai gostar.
—Não isso eu não quero, esta louca mulher!
—Sim .você quer! E sou eu que mando aqui, não ouse me impedir.
E só deu o tempo de meu rosto se virar bruscamente quando ela me acertou um tapa novamente em minha face, não tive nenhuma reação apenas a fiquei olhando, aquele tipo de coisa por mais que fosse totalmente humilhante era realmente excitante.
—Estamos entendidos? — me pergunta arqueando sua sobrancelha.
—Sim senhora. – concordo entrando na brincadeira.
—Hum gostei disso, percebo que compreendeu muito bem, bom garoto.
Como? Era só isso que passava em minha cabeça, como uma garota como aquela poderia ser uma mulher totalmente dominadora, realmente as aparências enganam. Sua mão ágil voltou a me masturbar, enquanto ela colocava um dedo da outra em sua boca, depois de sugá-lo ela o deslizou em meu anus, quis parar mas a sensação por mais dolorida que fosse era despudoradamente agradável, no mesmo ritmo ela bombeava meu pau e introduzia seu dedo no meu orifício.
—Você gosta não é? Diga pra mim se você gosta. – ela dizia enquanto me torturava.
—Sim eu gosto, por favor, não pare. – eu mal acreditava no que estava saindo dos meus lábios.
Eu não esta raciocinando direito estava sob o efeito de uma onda de prazer que parecia ter milhares de metros , um tesão louco, que eu nunca tinha sentido antes. Não entendi direito o que estava acontecendo comigo. Era uma sensação muito boa que vinha da bunda, das bolas, não sabia identificar, eu não conseguia me mover. Agora pensando melhor, sim, eu poderia ter empurrado ela com força, e ter falado duramente com ela, e fizesse com que ela parece, afinal aquilo não era coisa de macho, ou era? masss eu não fiz nada. Na verdade, era gostoso demais para recusar. Relaxei e deixei rolar. Essa é a verdade. Eu gostei. Gostei tanto que gemi muito cada vez que ela fazia movimentos giratórios com o dedo dentro do meu cú. Eu gozei muito, gritando e com muita violência dentro da boca dela. Naquele dia depois daquilo ainda transamos mais algumas vezes Giselle era incrível e me mostrou o que jamais em toda minha vida eu poderia se quer sonhar que eu sentiria tão bem em ser dominado e sentir aquele tipo de prazer, percebi que aquele tipo de transa era oque eu realmente gostava ter uma mulher dessa maneira me completava, me excitava, quando ficávamos sempre deixava que ela fizesse o que queria comigo. Depois que a faculdade acabou cada um foi para o seu lado, e como é difícil encontrar alguém disposta a isso, procurei por clubes de fetiches na cidade e encontrei para a minha satisfação o clube Dominna Black e lá alguém que realmente me realizaria, a pequena mas totalmente enlouquecedora madame Cinza, por mais que não tivéssemos contato com sexo, ela me satisfazia, o seu jeito, a sua vontade de dominar me leva-la até o extremo sem previsão para voltar, eu ficava imaginando como era tela inteiramente, ver quem ela era realmente, mas isso foi imposto rigorosamente quando começamos, ela não queria nenhum tipo de contato ou ser vista, presava sua imagem, mas eu não ligava por mais que a vontade era muita, me contentava em ver somente o azul de seus olhos por traz da sua mascara e sentir o queimar que seu chicote me provocava.

Por Anastásia...

—Oi Afrodite o que precisa? – falo um pouco aflita.
—Oi Anastásia, nem sei como começar, preciso de sua ajuda.
—Ok só um momento.
Tiro o celular de meus ouvidos e chego mais próxima de Christian, Jack fixa sem olhos em mim, e um arrepio percorre por toda a minha, mas não em uma sensação boa, e sim vem em forma de medo, Elena esta me olhando com ódio, já posso prever que meu relacionamento com Christian vai ser bem turbulento.
—Christian amor. Preciso atender esse telefonema.
—Tudo bem querida, pode atender, não demorarei aqui. – fala me dando um beijo carinhoso na bochecha.
Distanciei-me para ouvir Afrodite melhor como num golpe o destino coloca duas pessoas que tem tanta ligação, meu coração acelerou-se parecia que iria sair pela boca, eu mal sabia como contornar uma situação como essa, eu nunca haveria de imaginar que Christian e Jack estariam tão próximos, ainda mais em minha frente, “merda” deixei escapar um pouco alto de meus lábios e Afrodite falou um pouco mais firme comigo achando que era pra ela.
—Ana pode me atender, se não poder ligo outra hora.
—Me desculpe Afrodite pensei alto não era com você.
—Bem.. estou aflita, preciso de sua ajuda.
—Sobre o que se trata? Fale com calma farei de tudo para ajuda-la.
—É sobre meu irmão, ele está em meio a um processo, seu advogado o abandonou, e eu não sei o que faço, eu só conheço você, e você é a melhor em Seattle.
—Calma Afrodite, vamos fazer assim, esse assunto não tem que ser discutido por telefone, marcaremos essa conversa em meu escritório. na quarta feira esta tudo bem?
—Sim esta bem! Obrigada Anastásia, falar com você já me tranquiliza um pouco.
—Que isso querida. No que precisar estarei aqui. – haaa já ia me esquecendo.
—Fale Ana!
—Não frequentarei mais o clube.
—Mas por quê? -
—Bem depois conversamos, mas por agora diga a quem interessa que não estarei disponível.
—Sem previsão de volta Anastásia?
—Nunca mais amiga, desculpe, mas não pretendo passar nem na porta.
—Tudo bem então, você deve ter um ótimo motivo.
—Tenho sim, um bom e lindo motivo – digo com um sorriso nos lábios — mas até quarta, pedirei a Alex que te ligue para confirmar o horário.
—Até mais então e obrigada Ana.
—Até Afrodite.
Quando me viro Jack e Elena não estão mais com Christian, e agradeço aos céus por não ter que passar por essa, Christian caminha até mim com um sorriso nos lábios e enlaça minha cintura com seus braços.
—Vamos amor – diz me dando um beijo calmo nos lábios.
—Vamos sim, preciso pegar meu carro.
No caminho ao escritório não toquei no assunto e estava com medo que Christian tivesse desconfiado de algo, pois era visível que eu havia ficado muito tensa com a situação, quando ele afirmou que agora com sim iria juntar todas as suas forças para tirar Izabel de Elena, pois não havia ido com cara de seu namorado, quase virei o monte Everest, gelado era pouco para o meu estado o certo era congelante petrificante. Peguei meu carro no estacionamento da empresa de Christian o mesmo me cobriu de beijos não querendo me deixar ir embora, prometi a ele que nos veríamos no outro dia, pois havia alguns processos para eu rever e o trabalho seria estendido pela noite, ele não gostou muito, mas fez-me prometer que pelo menos trocássemos um telefone, prometi de dedos cruzados que assim faria. Já em meu escritório em meio a reuniões atendendo clientes ficava difícil deixar de pensar no que havia visto naquele momento em minha frente Jack, Elena , Jack ...era muito pra mim, o que me aliviava era o fato de já ter deixado bem claro a Afrodite que não frequentaria mais o clube, Jack mesmo próximo de Elena, não teria nenhum tipo de vinculo comigo e muito menos saberia minha verdadeira identidade, esse segredo eu levaria comigo pro tumulo.

Por Jack....


¬

(...)

Aqueles olhos, aquela imagem ficava martelando, martelando, martelando na minha cabeça eu já tinha visto aquele azul em algum lugar. Eu já estava com Elena no hotel aonde de vez em quando nos encontrávamos, o mesmo que nós havíamos trombado na porta com seu ex-marido e também a sua tão agora atormentadora para mim Anastásia a atual “namorada” do cara... Encontrávamos-nos neste hotel devido o fato de eu não ter um lugar fixo para morar, estava hospedado aqui já fazia alguns dias eu estava quicando como uma bola de basquete de um lugar para o outro, desde que havia perdido meu emprego meus dias estavam sendo assim inconstantes sem rumo, ainda tinha algumas economias guardadas, eu poderia ficar em um lugar mais modesto, mas meu orgulho não deixava, e também tinha Elena para o que eu tramava eu não poderia passar a imagem de ser um simples homem, eu tinha que lhe mostrar ou representar que eu pertencia a sua classe. Eu havia provado do bom durante anos e me acostumado com uma vida de luxo, e não era justamente agora que eu estava com uma mulher da alta sociedade que eu iria me rebaixar e jogar meu corpo em qualquer lugar. Eu estava lotado de contas, sempre fui um cara que gostava de esbanjar o que eu não contava que por um golpe do destino eu iria ficar de calças curtas, o dinheiro que eu tinha guardado dava pra eu me virar e ficar bem hospedado no Dream Palace Seattle, mas um dia esse dinheiro iria acabar e eu precisava arrumar mais em algum lugar, e assim apareceu Elena dando um pouco de luz ao fundo do meu túnel, e veio com tudo, equipada como eu queria bonita gostosa e também rica, muito rica, pelo menos é o que ela ostentava e também dizia, percebendo rápido que ali era uma preciosa mina, investi e não lhe dei espaços e hoje estamos aqui, agora ela esta grudada em mim que nem carrapato.
—Amor vem aqui deitar comigo, estou com saudade lindo sai dessa janela. – Elena diz quase sussurrando já nua em minha cama.
—Já estou indo querida, só um minutinho.
Se um raio tivesse caído na minha cabeça, eu não teria ficado tão atordoado, eu já tinha visto aquela mulher em algum lugar, mas onde?
—Elena faz tempo que seu ex-marido esta com aquela moça? — digo indo e direção à cama.
—Não sei Jack e nem quero saber! Já disse o nome dela pra você e é tudo o que você tem que saber. – Elena diz um pouco irritada – aquela songa veio do inferno só pode, mas se ela pensa que vai se por no meu caminho ela esta muito enganada, pode ficar de namorinhos com Christian, mas no meu relacionamento com a minha filha e a família espero que ela fique bem longe, Izabel é o que rende minha fortuna.
Noto que Elena diz a ultima parte com um pouco de fúria, mas logo veem engatinhando pela cama me lançando uma pergunta.
—Porque o interesse meu amor? Ela lhe agradou?
—Imagina Elena, não faz o meu tipo, venha aqui querida você sim é do tipo que gosto.
Abracei Elena tentando desfazer a situação de constrangimento, sim! Eu esta pensando em Anastásia e da onde eu a conhecia, algo em mim dizia que tinha alguma coisa nela familiar.

Por Christian...

—Bebel já acabou o banho anjo. – pergunta a minha filha do corredor de minha casa, peguei ela na casa de minha mãe pois a desnaturada de sua mãe havia esquecido da hora de buscar a menina.
—Sim papai! — bebel sai do banheiro, e me surpreende pelo o que esta vestindo.
—Uma fantasia de coelho, quem te deu isso linda?
—A vovó e a tia Mia.
— Bem a cara de sua avó e sua tia, você ficou uma fofura meu amor.
—Filha vou te perguntar uma coisa, e quero que me responda sem medos esta bem?
—Uhum – Izabel balança sua cabecinha consentindo.
—A mamãe esta levando o namorado para casa?
—Hum ...de vez em quando – diz um pouco receosa — mas eu não falo com ele, não gostei da cara dele.
—Ele te fez alguma coisa?
—Não papai, só não fui com a cara mesmo.
—sei hum... Se algo diferente acontecer você conta para o papai esta bem?
—Sim!... E a Aninha papai, vovó disse que estão namorando.
—A sua avo é muito fofoqueira filha, mas estamos sim, você aprova meu amor.
—Sim papai me leva um dia pra sair com vocês? – Izabel fala dando pulinhos de alegria.
—Claro anjo a Ana vai adorar.
—Papai quero dormir. — Izabel boceja e passa a mão nos seus olhinhos.
—estava pulando e agora quer dormir, o que foi que aconteceu eim?
—Estou cansada, difícil! Solto uma rizada um pouco alta pela maneira que minha garotinha depois de falar soltou um suspiro.
—Sim. meu amor vamos! Papai vai contar uma historinha e você vai dormir, porque amanha você tem aula esta bem?
—Sim papai.
Depois de colocar Izabel para dormir vou até meu quarto, tiro minha bermuda e minha camisa ficando só com uma boxer branca, me deito em minha cama e me aconchego entre meus travesseiros pensando em como seria ser bom ter Anastásia neste momento, para a minha alegria meu telefone toca estico minhas mãos até a cômoda para pega-lo e quando olho no visor fico mais feliz ainda, é ela! minha linda.
—Oi meu amor pensei que não ligaria.
—Porque pensou isso, eu te prometi não se lembra.
—Claro que eu me lembro, mas como você é uma mulher muito ocupada pensei que não haveria um tempo na sua agenda lotada pro seu humilde namorado.
—Hum ...humilde eim... sei... Mas então...como você esta homem humilde? Diga-me?
—Com saudades minha linda.
—Pare com isso se não visto apenas uma camisola e vou até ai.
—Porque apenas uma camisola meu amor, no que esta vestida? — a curiosidade me consome, e me passe uma ideia muito prazerosa pela minha cabeça, “ sexo por telefone”.
—Apenas com minha lingerie. – Ana diz um pouco tímida.
¬_E como ela é meu amor? Diga-me para que possa imagina-la em você.
—É vermelha toda em renda.
—A calcinha é bem pequenininha?
—Sim bem pequena. – agora sua voz sai como um suspiro.
—Gostaria que eu tivesse ai minha linda?
—sim amor. Gostaria?
—E fazendo o que?
—Queria que você passa-se a língua em minha bocetinha.
—Amor eu estou duro aqui como uma rocha, e você esta molhada não esta?
—Sim estou amor! – Ana gemeu e depois disse – quero que você imagine minha língua por toda a sua bucetinha amor, e depois eu prendendo meus dentes em seus clitóris. –Ana deixou um gemido maior fazer presença ao telefone.
—Imagine se gozando em minha boca quero que esteja tão molhada ao ponto de escorrer pelas suas coxas.
—Sim amor!!!...
—Chupe seu dedo querida, bem gostoso, e depois o introduza em sua vagina imagine que é meu pau te socando profundamente.
—Hooo Christian isto é insano, e muito...muito gostoso. – a respiração de Ana estava ofegante.
—Pense em mim amor, pense em meu pau raspando em seu clitóris, minhas bolas batendo na sua bundinha enquanto a fodo, pense querida pense, porque neste momento estou quase o massacrando só pensando em como agora deveria estar me afundando nessa sua buceta deliciosa e quente.
—Ohhhhh Christian, eu não aguentar amor – Ana disse em um grito.
E assim nos dois gozamos, mas uma vez eu parecia um adolescente em suas primeiras experiências, se bem que tudo com Ana era novo nunca haveria de pensar que um sexo por telefone seria tão prazeroso.
—Esta ai ainda minha amada? — pergunto com um pouco de humor.
—Sim meu amor estou aqui, adorei...isso foi novo pra mim.
—Cansou querida?
—Sim, mesmo que quisesse ficar a noite inteira tenho que dormir.
—Então não vou mais atrapalhara.
—Boa noite baby, durma com os anjos.
—Christiannnnnn.... – Ana diz um pouco mais alto.
—Sim querida!
—Se for pra me atrapalhar assim, me ligue todos os dias, boa noite minha vida.
Essa mulher vai ser a minha ruína.