Secret love
31 31
Notas iniciais
Por Anastásia...
Tudo correu bem na semana, Christian e eu mantínhamos religiosamente o abito de conversarmos por telefone todas as noites, já que nossos dias foram cheios e movimentados, ele com seu trabalho e eu com o meu, a louca da amiga Katherine foi ao meu escritório me deixar a par de sua mais recente conquista amorosa Elliot Grey meu agora cunhado, mais acho que dessa vez não vai ser só uma conquista pois vejo algo mais no olhar de Kathy quando fala de Elliot. Matei a saudade que estava da minha amiga, e também aproveitei para lhe contar as boas novas, que agora oficialmente eu sou a namorada de Christian, Kathy não se conteve e quase teve um ataque na hora.
—Eu te falei Anastásia, eu te falei, porque demorou tanto porra! Meu Deus quanto drama quanto choro, pra que me fala pra que? se já sabia que era com ele que você iria ficar sua louca.
—Kathy para! não me faça ter dor de barriga de tanto rir. — Digo para louca que esta quase subindo em cima da poltrona.
—Sra. Anastásia tudo bem ai? Senhorita Kathy esta passando mal, esta tendo algo? — Alex entra na sala um pouco afobado, com certeza achou que Kathy estava tendo troço.
—Não estou tendo nada ainda, mas posso ter, ou fazer queridinho, tudo depende de você! – Kathy fala indo em direção a Alex.
—Desculpa senhorita, mas não posso ajuda-la – Alex sai da sala fechando a porta rapidamente.
—Amiga você é fogo. – falo para Kathy que esta aos risos pela reação de Alex.
Contei todos os acontecimentos para Kathy, ela achou meu namoro um pouco precipitado, mas também não julgou, até porque ela esta quase na mesma situação só não teve o pedido porque até para casa de verão ela vai ao fim de semana junto com a gente, fofocamos bastante, combinamos alguns detalhes para a viagem, haaa... disse a ela também que Alex iria, pois pedi a Christian, Alex quase não tem amigos e eu queria que ele interagisse um pouco com as pessoas para se tornar uma pessoa menos fechada, pois eu penei muito com isso e não quero que uma pessoa tão boa como ele se sinta excluído. Christian disse que não haveria problema até porque José iria, menos Ian porque tinha ido viajar na terça feira a noite e só voltaria na próxima segunda, fiquei aliviada, porque sei muito bem que esta rolando um clima entre Ian e meu funcionário, uma coisa que eu acho totalmente estranha porque Ian não tem nada a ver com Alex, mas como dizem “os opostos se atraem”...bem eles falam! Mas claro não entrei em detalhes com Kathy porque se não em meia hora todos estavam sabendo, como ela diz “babado bom tem que ser contado”, pedi somente para ela maneirar nas brincadeiras porque Alex é um pouco serio, Kathy me garantiu que não vai passar da conta, confiei desconfiando em sua promessa, pois sei muito bem que a minha querida amiga não presta. E assim a rotina continuou normalmente exceto pelo fato da visita de Afrodite.
Quarta feira 15:00 escritório de Anastásia Steele.
—Olá Anastásia como vai? — Afrodite entra no escritório tentando forçar um sorriso, mas sua aparência esta longe daquela toda cuidada de sempre, parece estar sofrendo.
—Muito bem e você? — Retribuo o comprimento indo até ela e abraçando à, tentando passar a minha consideração mesmo desconhecendo o fato pelo qual esta se abatendo.
—Infelizmente não me encontro nos meus dias melhores. – ela diz ainda em meu abraço.
—Então querida me conte, farei tudo o que tiver ao meu alcance para ajuda-la.
Arrependi-me amargamente de lhe dizer aquelas palavras, pois não tinha como ajuda-la, o que ela veio me pedir não tinha nenhum fundamento pra mim, fugia de tudo o que eu acreditava. O irmão de Afrodite, Noah estava em um processo, e seu caso era tão complicado que seu antigo advogado abandonou, e eu dei razão ao advogado, porque se fosse eu ,nem teria aceitado estar a frente, como eu fui sincera e disse para Afrodite, foge de tudo o que eu acredito. Noah esta envolvido em um caso de estrupo, o processo já vem se arrastando por anos, e não tinha mesmo como eu aceitar, e isso gerou um grande mal estar e mim e Afrodite, ela disse que como amiga eu tinha que ficar do seu lado, e a ajuda-la no que fosse preciso, seu irmão estava agora perdido e ela não sabia a quem mais recorrer, sua ultima esperança seria eu, mas como eu a expliquei foge dos meus princípios, nunca defenderia um homem ou uma mulher que usasse de violência para ter alguém, que quisesse se apoderar de um corpo sem permissão, sobre ameaças eu repúdio tudo isso, me enoja me embrulha o estomago só de pensar no ato.
Foi muito triste como Afrodite saiu de meu escritório as palavras que ela me disse não vai sair tão facilmente de minha mente.
—Quem é você para julgar Anastásia? Você não o conhece! Mas eu sim te conheço sei o que você realmente gosta de ser e fazer, mas não vou mais lhe roubar seu tempo, adeus...
Fiquei pensando em tudo o que ela me disse, mesmo não expondo tudo claramente ela quis me jogar na cara o meu agora já terminado envolvimento em sua casa de fetiches, por mais que tivesse certo tipo de amizade com Afrodite não poderia estar com ela nessa, Na minha cabeça se passavam varias coisas, e pus-me a pensar no primeiro caso que defendi no qual meu ex-chefe me colocou a frente, então passei a lembrar também do caso da irmã de José, tão frágil tão inocente perdida na conversa de um homem asqueroso, lembro-me também que José havia me dito que um bilhete tinha sido encontrado com sua irmã e nele estava escrito...
“Eu acho que você gostou de ser estuprada e queria ser estuprada outras vezes. O fato de você negar que gostou de ser estuprada passa pelo fato de que você não se aceita da forma como você é. Você se menospreza e se sente um ser inferior. E talvez você seja mesmo.
É claro que, sendo quem você é, ninguém acreditaria mesmo que fosse consensual. E você, para chamar a atenção e contar a todos, deu pra dizer que foi estupro.
Eu gostaria de estuprar você muitas outras vezes. E só preciso encontrar você para isso. Eu sei que você vai querer ser estuprada por mim, de novo… Eu sei…”
Que tipo de ser humano faz isso? Quem poderia querer mexer com o psicológico de alguém tão friamente? Faze-la acreditar que alguém só queria tela dessa maneira, tão sujo tão malditamente doente, Afrodite ira me desculpar, mas não irei defender Noah, e só agora relembrando que tudo faz sentido Noah. Noah Hills, eu pesquisei depois o caso da irmã de José, esse nome é ele, ela esta envolvido no estrupo da irmã de José, como eu não liguei isso nas minhas conversas com Afrodite, mas também como desconfiar, ela mal falava do irmão, e quando disse não toco no assunto de ele estar sendo processado, ainda mais por isso. Quando ela saiu pela porta vi que ali já não tinha mais uma amiga era visível em seu olhar à raiva, que ela não misture as coisas, não agora! Afrodite que me perdoe, mas se for essa a consequência a ser paga por eu não ajuda-la, que eu a pague, mas ir contra aos meus princípios nunca! Ainda mais por cima da desgraça de uma inocente vitima.
Por Christian...
Sábado... Enfim sábado!
Izabel e Ana cantarolavam dentro do carro, enquanto Alex parecia perdido em seus pensamentos olhando pelo vidro a paisagem afora, tirando o fato de ele não parecer nem estar conosco estava tudo correndo bem, minha filha estava em sua cadeirinha no banco traseiro e Ana ao meu lado, um sonho realizado! É nítido o quanto as duas se gostam, fico imensamente feliz. Olhando elas assim da até vontade de ter mais filhos, os imagino com olhos de Anastásia, com sei jeito meigo, sim! Um dia teremos, e seremos felizes por completo.
—Christian aqui é lindo. – Ana suspira olhando tudo a seu redor batendo a porta do carro.
— Eu sempre gostei de vir aqui quando era criança, mas depois que meu pai saiu do hospital e veio passar um tempo aqui esse lugar se tornou ainda mais especial, ele sempre disse que aqui era seu refugio, que só aqui iria conseguir reunir forças para continuar a viver, então ele fez o tratamento aqui, e eu voltei para a faculdade e minha mãe se mudou pra cá com ele, e como ele disse toda essa beleza e calma o ajudou muito, por isso essa casa pra mim significa tanto. Aqui foi o renascer do meu pai amor, por vários momentos pensamos que ele pudesse morr ...
—Shiiii meu amor, — Anastásia coloca seu dedo parando meus lábios — agora esta tudo bem! e vocês estão todos aqui e juntos.
—E com você também meu amor! nada no mundo me faria mais completo.
—E eu também né papai – Izabel da um pulo do colo de Alex, vem correndo e chega nos abraçando pelas pernas.
—Sim meu amor. E com você também! agora estou realmente completo com minhas duas princesas.
O fim de semana começou agradabilíssimo, depois de mais ou menos uma hora que já estávamos na casa e devidamente instalados meu irmão chegou com Kathy deixando Ana muito feliz e mais à-vontade, logo José chegou e para minha surpresa com Ian, e novamente percebi olhares bem diferentes dele para Alex o assistente de Anastásia, mas que fora do ambiente profissional esta se tornando um grande colega, mesmo com poucas palavras deu para perceber que o cara é muito gente fina, só não sei ao certo se ele vai se dar bem nesse barco que esta entrando pois se minhas suspeitas estiverem certas ele vai acabar se machucando. Meus pais que já estavam lá fizeram as honras da casa junto com meus avós Clarice e Hector, Ana e Kathy os conheceram e posso dizer sinceramente que elas os acharam demais, como eu acho! Desde criança eu tive um grande vinculo afetivo com eles, minha mãe sempre dizia que eles nos estragavam, quando penso até hoje dou risadas. Quando fazíamos artes eles estavam lá para nos defender de qualquer tipo de repreensão, se bem que minha mãe era bem calma, mas nos pedíamos para coitada sair dos eixos, eu e meus irmãos éramos terríveis. Meus avos são as melhores pessoas que conheço, são doces e sempre me trataram muito bem, um poço de humor inigualável, um mar de amor nos olhos, foi isso que sempre vi neles, conforto a palavra seria? Um sim para resposta! Sem duvidas, porque sempre que algo ruim acontecia, eu podia correr para eles porque lá com certeza eu teria alguém me esperando com um grande abraço.
Estavamos todos conversando na grande varanda quando minha vó solta uma das suas.
—Ana querida, Christian já fez o pedido? — minha vó Clarice pergunta e eu arregalo os olhos.
—Pedido? Que pedido? – digo um pouco chocado.
—Casamento meu filho é claro! Mas dessa vez vai dar certo, me simpatizei muito com Ana, essa sim vai te fazer feliz. – fico abismado com o que sai dos lábios da minha vó, e Ana ao meu lado não fala nada apenas fica como um pimentão morrendo de vergonha.
—Christian, não perca essa menina, da pra ver que ela vale muito. – minha vó diz olhando para Anastásia.
—Haaa obrigada senhora – Ana devolve com um sorriso carinhoso — mas ainda esta cedo, para esse tipo de pedido! – Ana fala e eu desmonto, será que ela não quer casar comigo? Fiquei desarmado.
—Se eu fosse Christian minha jovem, não perderia tempo! Assim como fiz com Clarice, fui bem rápido e ligeiro. – meu avo chega e abraça minha avó com carinho.
Dou graças a Deus quando minha mãe se manifesta e entra na conversa, claro que queria fazer um pedido pra Ana meu sonho é tornar ela minha esposa, embora um pouco frustrado com a sua resposta, mas também o que eu queria? Não faz nenhum mês que estamos juntos! Não faz nem uma semana direito meu Deus, como eu posso pedir uma coisa dessas pra ela? Sei que um dia ela vai ser pra sempre minha, mas não desse jeito, atropelado, e tão cedo, assim eu só vou é assusta-la e tirá-la de vez da minha vida, bom pela cara da dona Grace ela vai dar um breque nos velhinhos antes que minha namorada saia correndo arrebentando os portões no peito de tanto medo.
—Ana minha querida, não de bola pra essa velha, ela quer casar todos os netos, assim como fez comigo, parece que quer se ver livre da família, nenhum deles mora com você mamãe, pode ficar tranquila não são responsabilidade da senhora! – minha mãe fala como se fossemos ainda crianças segurando para não rir.
—Grace, Grace, sempre minha Grace... eu quero é que a família cresça, quero mais uns cincos bisnetos com certeza.
Kathy quase engasga com o vinho que estava bebendo, e Elliot ri ao seu lado.
—Viu Kathy cinco, Christian já tem uma então ficara com mais dois, e os outros três é pra gente.
—Que isso Elliot está ficando maluco!
—Pode ficar tranquila Kathy eu pego um seu, quero muito ser mãe. – Mia chega dizendo e pelo olhar de Elliot a briga vai começar e vai ser feia.
—Você não vai ter nada, nem filho nem marido nem namorado nem nada! – Elliot diz com ciúme a irmã.
—Começou! – digo aos risos.
—Mãe esta vendo o que a senhora aprontou! – Grace diz reprendendo minha vó.
—Eu não fiz nada Grace, eles que são esquentadinhos igual você minha filha.
—Eu que sei. – meu pai diz balançando a cabeça.
—Por Deus Carrick você também! – Grace diz parecendo não acreditar no que o meu pai fala.
—Pode passar quantos anos for Grace você ter filhos netos, mas vai ser sempre minha garotinha marrentinha – vovó diz olhando minha mãe.
—Sim mamãe. pra sempre! – e elas se abraçam.
Por Anastásia...
—Amor Aqui não! — Christian me aperta entre os lençóis fofos da cama.
—Só um pouquinho paixão, só um pouquinho. – fala mordendo minha orelha, e sinto uma pontada chegar bem em minha fenda que já esta extremamente molhada.
—Você uer amor, você quer!
—Christian.......E Izabel, ela pode nos procurar a qualquer momento.
—Fica tranquila, esta tudo bem! Ela esta com Mia no quarto estão assistindo um DVD infantil que ela ama, logo que acabar dormira, se isso é que não dormiu. – Christian fala divertido.
—Se alguém escutar alguma coisa amor? Ian esta ai José, Alex meu Deus como vai ser olhar pro rosto do meu assistente todos os dias, sabendo que ele escutou enquanto eu fodia.
—Fodia é, então você fode comigo ?
—Não, nós não fodemos, nos fazemos amor.
—Mas eu quero-te foder, e com força, e ninguém vai escutar nada porque você vai ser uma boa menina.
—Eu vou ser é? – pergunto maliosa.
— Vai sim ! Acha que consegue gemer baixo meu anjo?- me pergunta entre um beijo, apertando com força meus cabelos.
—Acho que sim meu amor, só se você fizer bem devagarzinho.
—Sua safada gostosa!
—Hum Senhor Grey , gostei do vocabulário!
—Então venha cá minha devassa, porque vai ser intenso, gostoso.
Então começamos a nossa pequena aventura no quarto ao lado de seus pais e de o de Izabel e Mia, Christian se deitou por cima de mim e me beijou, um beijo calmo. Logo após que nossa respiração ficou falha, ele pôs sua testa sob a minha apertando me olhou com um sorriso e soltou de seus lábios...Eu...te ...amo... Grudei meus lábios em sua boca começando um beijo mais ardente, passava minha língua na sua desesperadamente, Christian tirou seus lábios dos meus e foi descendo beijos pelo meu pescoço, me arrepiava inteira com seu toque, era como se varias plumas estivessem passando pelo meu corpo me dando uma sensação totalmente extasiante, Christian então desceu mais uma alças da minha pequena camisola deixando meus seios a mostra, passou sua língua por meus bicos que logo que sentiram a textura daquele nervo quase explodiram ficando excitados e quase petrificados de tão duros. Ele me castigou mais por mais alguns minutos passando sua língua sugando e atiçando com os dedos meus montes carnudos, não satisfeito com o que estava me provocando desceu mais minha camisola até que ela saísse por meus pes me deixando quase toda exposta, a única coisa que me tampava era a pequena calcinha branca que eu vestia.
—Gostosa, você faz isso para me provocar não é Anastásia, pra que vestir uma calcinha tão minúscula?
—Só pra você baby só para você!
—Então aguente firme baby, porque vou fazer você gozar na minha boca, e depois te colocarei nessa cama de quatro e te foderei duramente.
Quando Christian já tinha colocado minha calcinha de lado e sua língua já estava agindo me proporcionando tanto tesão fazendo parecer que a qualquer hora meu clitóris iria cair, o barulho de batidas na porta faz com que nosso clima se cortasse, e Christian rapidamente para e sobe sua cabeça.
—Quem é? — Christian fala com raiva resmungando baixo – merda só pode ser Mia.
— É o José cara, por favor, não quero atrapalhar, mas vocês precisam vir comigo.
—Se vista Anastásia – Christian fala – Aconteceu algo grave, pra José ter visto aqui pode ter certeza.
Christian sai de cima de mim e coloca são uma camisa, porque já estava com sua calça de moletom, arrumo minha camisola devidamente no meu corpo e coloco um robe um pouco maior por cima, abrimos então a porta e encontramos um José afegante.
—Cara, por favor, você precisa descer lá comigo. – José fala parecendo estar um pouco nervoso.
—Descer aonde José o que aconteceu. –Christian pergunta ao amigo.
—Vamos, por favor, na casa da piscina.
—Mas o que aconteceu? – Christian insiste, e José tenta explicar um pouco o ocorrido.
—Eu não sei ao certo, eu estava no meu quarto no andar de cima, Ian ficou com o debaixo, escutei algumas vozes discutindo, mas me assustei mais quando ouvi um grande barulho, parecia como se uma porta estivesse sendo arrebentada, não aguentando de curiosidade e temendo por algo desci as escadas, e entrei no quarto que Ian estava, mas agora não da pra explicar vocês precisam ir porque acho que as coisas podem se complicar.
—Vamos então, sem mais demoras, não sei o que é, mas pelo pouco que ouvi sei que vai dar merda. – Christian fala me puxando para fora e encostando a porta do quarto.
Saímos quase correndo até a casa da piscina, José na frente e Christian me puxando pela mão, tinha só uma luz acesa na parte de baixo da casa que com certeza era do quarto de Ian, quando enfim entramos quase não acreditei na cena, Ian sentado com um olho roxo e o nariz sangrando.
—Mas que porra é essa? – Christian pergunta gritando.
—Eu quero ir embora Anastásia eu quero ir embora! – Alex vem em minha direção falando.
É... pelo visto Christian estava certo em suas premunições, porque com certeza deu merda!...
Fale com o autor