Secret love
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Notas iniciais
Por Anastásia...
Que... ..............final ..................de ...............semana .............foi.......... esse.............????
Suspirando estou em minha mesa, e nem a cara azeda de meu assistente Alex vai tirar o sorriso dos meus lábios, faço uma nota mental para perguntar depois o que lhe deixou nesse estado critico, mas por agora só quero me lembrar da perfeição que foram esses dois dias.
O jantar, a noite de amor que Christian e eu vivemos nosso dia no Shopping depois a visita à faculdade, só não transamos ali onde demos nosso primeiro beijo, pois o vigia nos atrapalhou entrando no local dizendo que precisavam fazer uma manutenção na bomba da piscina, claro que Christian ficou frustrado, mas eu disse a ele que depois o recompensaria, e como eu não sou de falar ao vento, cumpri cada palavra que disse. Fomos para minha casa e no elevador já começamos com nossas caricias, aproveitamos que estávamos sozinho Christian me prensou na parede do elevador como se fosse um dominador, me veio uma pequena lembrança do que eu fazia, mas me distanciei dos pensamentos, o que eu e meu namorado tínhamos não tinha nada haver com aquilo. Saímos do elevador e eu me coloquei a frente de Christian soltei meu cabelo tentado balança-lo de um modo sedutor, e acho que funcionou muito bem pois Christian deu um suspiro, olhei para traz e mordi os lábios Christian fez que ia apressar os passos, mas se conteve e apenas entrou na brincadeira.
—Você quer me deixar louco Anastásia? Para que balançar esse cabelo assim, e remexer esse traseiro enquanto desfila na minha frente com essas belas pernas.
—Imagina senhor Grey, só estou um pouco com pressa de chegar em meu apartamento.
—Sim. sei! adoro quando você me chama de senhor minha garota safada, vou entrar no seu jogo minha cara, parece ser bem interessante.
—Muito e o senhor só tem a ganhar.
—Então vamos jogar.
E sim. Ele jogou! No momento que já estávamos dentro do meu apartamento Christian me pegou no colo, e eu enlacei as minhas pernas em torno de sua cintura, ficamos loucos passeando pela sala grudados como dois animais nos arranhando nas paredes, a paixão nos queimava, nos beijamos com urgência, ali sentia que por mais que o tivesse nunca seria o bastante, sentir sua língua na minha era magico, um gosto absurdamente delicioso e excitante, enlouquecedor era tudo! Meu aparador de madeira sofreu as consequências, as duas fotos que haviam de meus pais foram para o chão "Que Deus me perdoe", eu juro que arrumo colo, troco a moldura até por ouro", mas naquela hora era difícil conter a excitação.
—Quero você sentadinha aqui minha delicia, mas antes que eu faça qualquer coisa, onde fica sua cozinha? — mas..... que isso gente! Pra que cozinha agora? como ele pode cortar o clima.
—É logo ali, só seguir reto por este corredor e depois virar a direita, quer que eu pegue algo para você amor. – falo com desanimo.
—Não minha linda. vou encontrar sozinho o que eu preciso, você me espera aqui sentadinha de perninhas abertas e, por favor, sem calcinha.
Senti um arrepio por toda minha espinha, o que será que meu amado namorado esta tramando? pela cara safada que ele me deu quando saiu com certeza se trata de algo totalmente pervertido. Faço o que ele me pediu bem certinho, agora não é hora para neuras e muito menos vergonhas, quero fazer o papel de namorada sem vergonha e deixar meu lindo louquinho vamos ver o que ele vai achar quando ficar novamente de frente comigo.
—Amorrrrrrrrrrrr........nossa linda que delicia era bem assim que eu te queria.
—Era assim é – falo manhosa com o vestido erguido na cintura, totalmente sem calcinha mexendo com meus dedos nos lábios da minha vagina.
—Maravilhosa. Você esta perfeita, deliciosamente perfeita meu amor.
—O que você trouxe nesse potinho amor?
—Gelo minha linda, estamos muito quentes, então pensei em passar essas pedrinhas geladas nessa sua bucetinha quente.
—Hum que delicia, só de ouvir você falando assim ela já est toda molhadinha.
—Eu estou vendo, posso passar o dedo querida?
—Claro senhor ela é sua.
—Minha menina safada, você só aumenta o meu tesão me chamado assim, gosta de provocar né.
—Sim gosto – hum que delicia Ana, olhe meu dedo todo encharcado.
—Proveme amor.
—Não precisa nem pedir , é o que eu mais quero delicia.
Senhorita Steele...Senhorita Steele.
Sou tirada de meu lindo sonho encharcado.
—Oi Alex... desculpe. estava distraída.
—É eu percebi mesmo.
—Olha a confiança Alex!
—desculpe senhorita não estou em um bom dia.
—falando nisso o que aconteceu? Quer dizer desculpe agora eu que estou com confiança de mais.
—A considero como uma amiga senhorita, pode perguntar.
—Por favor, se me considera como uma amiga então só me chame de Ana.
—Esta bem Ana, preciso muito desabafar.
Prestei bastante atenção em tudo que Alex estava me confidenciando, e quase não acreditei, Ian pegou de jeito meu assistente, para Alex deve estar sendo muito difícil me dizer seus sentimentos, será que Christian sabe que Ian é gay? Mas tambem se não souber não sou eu que vou contar, isso não é problema meu, e também não é nada de mais. Ou é? masss o pior de tudo não é Alex ser gay ou Ian ser , o pior é que Alex se apaixonou e não sei porque mas sinto que esse relacionamento não vai ter nenhum futuro, Ian não me parece alguém que queira algo serio, massss as vezes quem sabe, Alex é um homem lindo de bom coração não me surpreenderia se Ian se apaixonasse por ele também.
—E o que você vai fazer a respeito Alex?
—Nada senhorita quer dizer Ana.
—Quer um conselho, esta tudo muito recente deixe rolar.
—É o que farei, mas me diga, e esse sorriso Ana, é devido a que? Estou intrigado a senhorita esta radiante.
—Alex estou namorando.
—Meu Deus que bafo, desculpe me empolguei, quem?
—_Christian Grey.
—Finalmente.
Conversei mais um pouco com Alex, foi muito saber que além de um ótimo funcionário tenho agora um grande amigo, pela manha dei uma organizada em alguns arquivos, conversei com alguns clientes e tive uma reunião com o
advogado Davis Wilson que eu abomino, mas tive que engolir ele é o advogado de defesa no caso da patente contra Christian, fiquei estressada o tempo inteiro, más mantive minha classe e mas uma vez mostrei a Davis que sou melhor que ele, e que ele não passa de um verme que só liga para dinheiro e não da valor a profissão, ele dificultou um acordo mesmo com todas as provas que eu tinha juntado contra ele, não chegamos a nada, mas deixei bem claro, ele iria e complicar agora, mas mais pra frente no caso eu iria aniquila-lo. Aproveitando que estávamos na rua eu passaria na empresa de Christian para comunicar a ele e aos outros sobre o caso, Alex ficou meio tenso com a noticia, mas seguiu firme ao meu lado, na posição que ele estava tenho certeza que a ultima coisa que queria ver em sua frente agora era Ian.
Por Christian...
José Ian meu pai e eu estávamos na sala de reuniões discutindo alguns projetos a serem trabalhados na semana, confesso que estava meio aéreo e com uma cara de bobo, agora eu tinha Anastásia pra mim ela era minha, fiz questão de dizer a todos hoje quando cheguei a empresa, meu pai claro já sabia, minha mãe fez a fofoca sobre a sua visita ao meu apartamento, e ele disse que ela e Mia estão pulando de alegria, mal esperam pelo final de semana onde vamos todos nos reunir , disseram também que estou sob essa, elas exigem a presença de Ana. Meus amigos ficaram muito felizes afinal eles sabem o quanto eu sonhei com esse momento que estou vivendo.
—Sr. Grey. – minha secretaria adentra a sala – desculpe interrompe-los, mas a Senhorita Steele e seu assistente estão aqui e desejam velos.
—Peça para eles entrarem, por favor.
—Claro senhor. – minha secretaria deixa a sala com um sorriso nos lábios, Ian arqueia a sobrancelha e esta com uma cara enigmática, o que será que se passa?
—Com licença senhores. – a voz doce de minha amada ecoa na sala, e todos levantam para cumprimenta-la.
—Boa tarde para todos, já se passa do meio dia, se bem que ainda não almocei. — ela pisca seus grandes olhos azuis para mim.
—Boa tarde senhorita Steele vou até ela formal ela me olha com humor e aperta minha mão em comprimento.
Depois disso todos cumprimentam Ana e seu assistente, noto que Alex fica desconfortável ao se sentar em uma cadeira perto de Ian, meu pai me constrange dizendo que agora ainda mais admira Ana ela arregala seu sorriso pra ele, e eu me sinto feliz por tudo estar indo tão bem inclusive o fato de minha família ser fã de carteirinha de Anastásia. Alex e Ana explicaram para nós tudo que foi dito na reunião entre eles e Davis Wilson advogado de Larry White o técnico filho da mãe que pretendo pisotear. Anastásia conta que o advogado dele esta deixando as coisas bem difíceis , mas que ela não vai deixar barato e vai encurrala-los até eles não acharem nenhuma saída, ela se levanta e passa a caminhar pela sala, gesticula mostrando para nos todas as possibilidades que temos para ganhar o caso, ela esta perfeita em um vestido vinho que abraça todas as suas curvas , da vontade de fazer amor com ela por toda essa sala, fico imaginando Anastásia nua em cima dessa mesa de vidro com os cabelos espalhados se contorcendo passando os dedos em seu clitóris inchado se oferendo pra mim, e eu como louco indo até ela abrindo suas pernas passando minha língua por toda a sua fenda, grudando meus dentes no seu ponto, chupando sentindo o gosto da sua deliciosa buceta em meus lábios.
Christian... Christian...
—Aaaaa ...oi... Desculpa amor ...estava perdido em meus pensamentos. – falo com vergonha, todos estão com os olhos arregalados em cima de mim, menos Anastásia que mais parece quere rir da situação.
—senhorita Steele Sr. Grey – Anastásia me reprende.
—Tudo bem como quiser.
—Bom Sr. Carrick Grey e os demais. – Anastásia passa seu olhar imponente pela sala. — vamos dar agora andamento ao processo, preciso conversar com o Dr Philip que estava a frente do caso, mas Alex já esta providenciando tudo, qualquer novidade eu ligarei ou virei pessoalmente para comunicá-los, muita obrigada pela atenção de todos mas agora temos que ir embora, ainda não almoçamos e ainda temos muito trabalho hoje.
Anastásia aperta a mão de todos e eu tomo a liberdade de puxala mais pra perto de meu corpo quase abraçando nem dou bola para meu pai e meus amigos ou o assistente de Ana.
—Almoça comigo Amor?
—Christian. Não posso preciso ir com Alex temos trabalho.
—Desculpe senhorita Steele, mas seu próximo compromisso é somente as quatro, já adiantei alguns assuntos pendentes a senhorita esta livre até este horário,
—mas Alex, você precisa almoçar eu iria te levar.
—Sem problemas senhorita, vou a um restaurante aqui perto depois vou de taxi para o escritório, pode ficar tranquila.
—Tudo bem então, já que esta tudo certo vamos almoçar Christian.
José sai na frente com meu pai, eu e Ana saímos em seguida, mas uma coisa me intriga, Ian e Alex eram pra ter vindo também o que será que os prendeu dentro da sala? Devem ter algum assunto urgente para conversar.
Por Alex...
—Ora... ora se não é o garoto que me deu uma noite maravilhosa.
Filho da puta é isso que posso pensar sobre Ian Smith, na minha mente só vejo ele se atracando debaixo daquele sol quente com aquela morena, ele deve estar de gozação com minha cara, afinal o que ele é? Será que me viu naquele estacionamento? Claro que não o miserável estava devorando a boca daquela garota como pode ter me visto.
—Desculpe senhor Ian não sei do que esta falando.
—Haaaa vai se fazer de esquecido, tudo bem! eu vou clarear sua mente, quem sabe as lembranças venham.
Ian fez o caminho até a porta ele a abriu olhou para o corredor para os dois lados e depois a fechou, eu ouvi o barulho da trava, e senti um frio percorrer por toda a minha espinha, ele parou perto da mesa olhou alguns papeis mas logo os soltou, e veio até a mim colocando uma mão em meu ombro e me olhando com aqueles olhos azuis profundos, olhos de caçador, olhos que me tiram o foco, aqueles que me tiram o chão que me faz virar um mero fantoche a sua disposição.
—O que você quer? Por favor, não me encoste! – tiro a sua mão do ombro e dou um passo para traz.
—Por que você esta me tratando assim? Ana noite que tivemos estava tão receptivo, não entendo o porquê de se afastar assim garoto.
—Para de me chamar de garoto! Eu sou um homem.
—Eu sei que você, mas gosto de olha-lo como um garoto indefeso, gosto de sentir que te ameaço.
—Por favor, senhor me respeite, estamos em um ambiente de trabalho.
—Pare com essa de senhor Alex, você sabe meu nome, você gozou por três vezes dizendo ele.
Porra merda esse cara que me desestabilizar.
—Desculpe senhor mais preciso ir. – falo dando as costas pra ele, vou até a porta e quando vou abri-la sinto meu corpo sendo batido contra algo duro.
—Você não vai a lugar algum garoto acredite nisso.
Por Ian...
Garoto gostoso dos infernos ficou me fitando toda reunião, quando eu o olhava ele abaixava a cabeça, merda por mais que eu tenha o que eu queira nas mãos, parece que Alex se escorrega por elas, sua boca carnuda, aqueles olhos expressivos, até o jeito que ele pega a caneta me desconserta. Aquele moreno iria ser minha ruina eu sabia algo me dizia que mais pra frente eu iria ter problemas, mas agora não conseguia pensar em nada apenas em telo em cima dessa mesa.
—Você não vai a lugar algum garoto acredite nisso.
—A eu vou sim, pare com isso, por favor – ele fala em meio a gemidos.
—Tem certeza que quer que eu pare. – falo roçando meu membro em sua bunda.
—Pode chegar alguém Ian.
—Não se preocupe meu garoto, a porta esta travada e agora é horário de almoço.
O viro olho em seus olhos, não me contenho passo minha língua por seus lábios Alex suspira com meu ato, não aguentando mais o beijo com força, como se quisesse devora-lo, nossas línguas se entrelaçaram de uma forma intensa eu o deseja e era nítido que ele sentia o mesmo o puxei pela nuca lhe beijei mais uma vez, mas depois o afastei de meus lábios com um pouco de forma, pra ele sentir que quem mandava no momento era eu, mordi o o lóbulo da sua orelha e distribui alguns chupões aonde conseguia ter acesso ao seu pescoço.
—Garoto gostoso.
—Ian você me enlouquece.
—Vire-se pra mim novamente apoie seus punhos na mesa Alex.
—Sim senhor.
Tirei sua calça junto com a sua boxer bem devagar deslizei minhas mãos por sua cintura e senti ele se arrepiar, desabotoei as minhas e enfiei minha mão em minha cueca libertando meu membro que estava duro e pulsante louco para entrar em Alex, pedi que ele ficasse na mesma posição, não estava mais aguentando de tanto tesão mordi novamente o lóbulo de sua orelha e sussurrei no seu ouvido fazendo que ele se encontrasse ainda mais excitado.
—Mas ser rápido meu garoto, não temos muito tempo, mas fazer muito gostoso.
E mesmo depois de anos de sacanagem pura, essa foi a maior loucura que eu fiz em minha vida, me perdi em Alex dentro da sala de reuniões nossos gemidos eram altos, mas foram abafados pela acústica que a sala tinha, enquanto eu estava dentro dele apertava sua carne quente que me levava a um estado de excitação estrema, eu estocava gostoso dentro daquele buraquinho perfeito eu estava atingindo níveis do prazer com aquele garoto que eu nunca havia imaginado alcançar em minha vida, por um momento estoquei com uma velocidade anormal, estávamos atingindo o ponto eu não sabia se eu que estava tremendo ou se era ele que tremia, estoquei mais algumas vezes e gozei fortemente em todo seu interior, ele caiu exausto por cima da mesa, e eu tendo a visão dele daquele jeito sabia que por mais que eu o provasse nunca eu fosse querer o fim com certeza.
Por Anastasia...
—Hum a salada estava ótima meu amor, e a carne que delicia, comida brasileira amei Christian..
—Estava mesmo. sempre venho aqui quando estou com pressa, a comida é ótima e somos atendidos rapidamente.
—gostei muito. Voltarei outras vezes.
—Vamos almoçar muitas vezes aqui minha linda, vou fazer questão de te acompanhar todos os dias.
—Hum posso acostumar com isso senhor Grey.
—Pode é.... que boa noticia.
—Que tal irmos pra um hotel aqui perto meu amor, você só volta as quatro e eu posso dar uma esticadinha no meu horário de almoço. Christian fala com um sorriso safado nos lábios, e eu já sei o que esta tramando.
—Uma proposta muito tentadora essa senhor Grey, não tem como dizer não.
—Então vamos minha Ana.
Já no Hotel...
—Aqui é lindo Christian. – digo avaliando tudo ao meu redor.
—Sim. é perfeito, quando estou muito cansado venho pra cá é mais perto do trabalho e mais rápido para voltar, mas agora vamos deixar de papo quero fazer amor com minha namorada.
—Então faça querido, me ame sou toda sua.
Christian tirou meu vestido, a cada abaixar que o zíper dava eu ele passava sua lingua desenhando todo o meu corpo, meu corpo respondia se arrepiando com seus toques, mas percebi que ele não estava muito para preliminares, eu sentia que ele queria estar dentro de mim e eu queria sentir seu pau sendo esmagado por minha buceta, quando eu já estava deitada na cama somente de calcinha ele alcançou suas mãos em minhas coxas e apertou com vontade, era visível ele queria algo forte duro. Virou-me fazendo com que eu ficasse com a barriga virada para cama foi até em cima de mim e tirou minha calcinha fazendo com que ela ficasse abaixo da poupa de minha digamos generosa bunda esticou minha calcinha fazendo com que ela apertasse minhas bandas, penetrou fortemente minha fenda, eu gemi em desejo entregue a aquele momento. Fomos levados a outro mundo com aquela louca transa.
—Que saudade desse gosto, desse cheiro, — Christian falou cheirando meu pescoço colado em meu corpo depois de nossa transa..
—Te amo muito Anastásia. – sorri ao ouvir aquelas palavras que pra mim soavam como melodia.
—Eu também te amo meu amor te amo muito.
Depois de duas horas mais ou menos saímos do hotel abraçados como um casal de apaixonados estávamos em uma conversa animada, estava dizendo a Christian que precisava ligar para Kathy, pois queria saber onde ela tinha se enfiado, pois não havia dado noticias, ele me disse que pelo andar da carruagem deveria estar na cama de Elliot, e eu respondi que não me surpreenderia, já fora do hotel o manobrista passou a chave do carro para Christian como um bom cavaleiro ele abriu a porta pra mim, dei um selinho em seus lábios e ele me puxou mais pra um abraço, mas logo uma voz fina cortou nosso clima.
—Christian que prazer em velo.
—Não é muito prazer pra mim Elena, mas vejo que esta bem agora precisamos ir.
—Esta com a sonsa novamente se vê que ela vai ser o seu fim.
Eu mal consigo acreditar no que esta diante de mim, não por Elena e sim por quem esta a acompanha-la, Jack Jack Hyde. meu "submisso", ou simplesmente o cara que eu batia, ele não me conhece, nunca viu meu rosto mas parece me avaliar, estou petrificada, só saio do meu transe quando o telefone toca, e quando eu penso que estou me livrando de uma entro em outra no visor vejo um nome que me espanta "Afrodite", merda! Agora sim estou numa fria.
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