Notas iniciais
olaaaaaaaa, esse capitulo em especial vai pra minha amiga Dea, e também a Gilulia espero que gostem meninas mil bjssssssss

Por Christian...
Perfeito...nada mais que perfeito...
Se me dissessem ontem que eu estaria aqui em minha cama com Anastásia com certeza eu duvidaria. Ela esta linda, corada com seus cabelos espalhados por todo o travesseiro, sua boca carnuda rosada se abre delicadamente expirando o ar, mas parece um sonho, e se realmente não quero acordar, quero que tudo continue correndo bem, vou descer e preparar uma café da manhã para Ana digno de uma princesa, saio de seu corpo com um pouco de dificuldade, pois queria ficar o dia inteiro assim perto dela, fico de pé em frente a cama onde minha deusa agora esta esparramada, ela que estava virada se deita de barriga pra cima se mexe um pouco na cama e tira o lençóis de seda que esta por cima dela, uma de suas pernas se abre um pouco me dando a visão da sua linda bucetinha, penso comigo Anastásia precisa de algo que de mais apetite, então porque não acordá-la de um jeito que te de mais fome, vou novamente para cama fico de joelhos bem em frente a fenda carnuda e deliciosa de minha amada, Anastásia se vira novamente e fica de bruços me dando não só a visão de sua buceta mais também de sua deliciosa bunda, mordo com carinho uma banda, vejo a se arrepiar por inteira, mordo a outra e ela suspira, com cuidado abro sua boceta com meu dedos, Anastásia sente meu toque e geme baixinho, coloco minha língua em sua bucetinha fazendo movimentos de baixo para cima, passo minha língua desde sua fenda até seu anus, Ana empina sua bunda forçando a em minha boca, a viro fazendo que fique de barriga pra cima abro bem suas pernas e aumento a precisão de meus movimentos, chupo seu clitóris, o puxo fazendo o inchar, ele parece dobrar de tamanho, o belisco com as pontas dos dedos, quero era bem dolorida, quero que ao se sentar sinta que foi eu que a deixei assim só com a ponta da minha língua. Vejo Ana esta gostando, olho para ver se ela já abriu suas lindas safiras, mas ela e faz de dengosa continua com seus olhinhos fechados e mia como uma gatinha
—Goza na ponta da minha língua, goza amor – dizia roucamente alternando entre as minhas lambidas.
—Chupa...ai...Christian... amor...isso ....aiiiiii....gostosinho...
—Chupo delicia, deixa vir meu amor, quero beber seu néctar minha flor.
—Deus Ana...como você é saborosa.
—Oh Christian, você vai me matar, por favor!
—Só se for de orgasmos amor, quero que me mostre o quanto esta gostando que eu te foda com a minha língua, mostre que isso tudo e pra mim, me de Ana me de tudo de você.
—Me fode com essa língua. Deixa-me toda chupada, vai. — ela disse suplicante.
Continuo com a minha tortura provocando Anastásia, aquilo era o paraíso, mas quente como o inferno. Ana tão entregue, tão exposta tão sedenta de desejo, gemendo delirando em cima da minha língua, eu beijava seu grelo chupava o mordia, fui sentindo o corpo de Ana estremecer até que ela se rendeu e jogou todo o seu suco para o meu deleite, eu como um bom menino, deixei a buceta de minha amada sequinha, fui pra cima dela passando minhas mãos pelo seu corpo apertando seus seios, ela estava ainda mais corada respirava profundamente, a tomei beijando possesivamente, depois lentamente para que ela sentisse seu próprio gosto, curtindo o momento delicioso.

Por Anastásia...

O que foi isso meu Deus...eu gozei...e gozei descontroladamente na língua de Christian, por um momento achei que iria morrer de desidratação, mas gente como não gozar, quem não gozaria? me atirem a pedra, tenho certeza que você ficou encharcada, pelo menos quem escreveu isso ficou, pode ter certeza. Depois das lambidas alucinadas de Christian, ficamos trocando carinhos na cama, eu não estava nem ai para horários para o mundo, podia cair meteoros, anunciarem o apocalipse, eu só queria ficar ali, enroscada nele, sentido cada pedaço daquele homem musculoso forte gostoso.
—Hum amor... se continuarmos assim vou ter que te foder novamente só que com meu pau. – Christian fala alisando todo meu corpo.
—Porque você não faz então, estou percebendo que ele já ganhou vida, a uma coisa enorme me cutucando. – falo me encaixando mais as minhas pernas entre as dele.
—Você é tentadora Anastásia, minha perdição, olha esses peitos gostosos, já estão com os bicos duros, vou tê-los que colocar novamente em minha boca.
—Coloca amor coloca. – falo fazendo biquinho, implorando por ele.
—Hum que delicia!!!... gostinho de Ana, não tem coisa melhor no café da manhã masss... – Christian se levanta.
—Vamos para o banho princesa, depois tomaremos café, tenho planos para hoje, eu amaria ficar com você nesta cama, mas é sábado temos que aproveitar o dia, quero te levar a um lugar.
—Hum homem frustrante, vai me deixar aqui na mão, não podemos ir a este lugar outro dia?
—Vem mulher insaciável, já esta tudo programado, prometo que te recompenso no chuveiro.
—Então assim eu vou. –Digo me levantando apressadamente, Christian me da um tapa no bumbum, e eu faço uma cara feia pra ele, e ele me devolve rindo do meu jeito.
Christian abriu o chuveiro, me puxou prensando meu corpo ao dela, a agua quente caia sobre nos, o mormaço já estava em todo o vidro do boxe, Christian passava a mão pelo meu corpo, e novamente nos encontrávamos quase dentro um do outro, o fogo entre nós tinham chamas grandes, nossas línguas de duelavam, travavam uma batalha, Christian me jogou contra o boxe fazendo com que minha bunda roçasse no seu pau duro, fez eu abaixar meu corpo um pouco me curvando, e assim ele entrou com tudo, seu membro estava me preenchendo por inteira, eu passava as mãos pelo vidro tentando me prender a ele para não cair, mas estava quase sendo impossível, eu estava enlouquecida, a sensação de ter o pau de Christian em mim era maravilhosa, eu não conseguia fixar meus pés no chão, Christian percebeu, me levantou, desligou o chuveiro, abriu o boxe e me colou em cima do balcão da pia, abriu bem minhas pernas e colocou seu membro de novo.
—Amor vai ser sem camisinha mesmo... ( não façam isso crianças é feio! Anastásia e Christian são personagens nada de ruim acontece com eles, bem ...claro se eu não tiver com um humor ruim, então se previnam gracinhas) amor...quero sentir a sua carne contra minha.
—Tuuuudooo bemmm! — falo gaguejando , em consequência de minha excitação.
Nem consegui raciocinar direito, sei muito bem que Christian é limpo e eu também sou, filhos não corro o risco, tenho unas problemas, e também tomo remédio. Ele segurou na minha cintura e foi enfiando devagar, quando a cabecinha já tinha entrado, ele enfiou de vez sem dó, eu gritei e ele começou a me comer com tanta vontade... Eu gritava e gemia feito uma louca e quanto mais ele me ouvia gemer, mais ele metia forte, nossa que delícia, foi tão gostoso que eu pedi para ele me comer violentamente, ele parecia estar em transe, gemia e enfiava seu pau violentamente em mim, então tirou as mãos de minha cintura, mas continuo com seus movimentos colocou as mãos em minha cabeça a puxando fazendo com que nossas testas se encostassem, exprimi o seu pau nas paredes de minha vagina, Christian gemeu olhando em meus olhos e assim eu gozei e ele também, espirrou me melando toda de porra. Ficamos um tempo nos estabelecendo, Depois nos levantamos, e tomamos um banho, mas dessa vez só trocando caricias, nos secamos, ele me deu uma camisa sua pra colocar, eu iria até colocar uma cueca sua, mas só para instiga-lo resolvi ficar sem nada por baixo, já que sua camisa me ficava até os joelhos, Christian estava com uma boxer branca, que fazia o desenho de seu pau perfeitamente, minha boca salivava, eu estava parecendo uma maníaca compulsiva, queria Christian, queria pau, queria o pau de Christian, também pudera, tantos anos sonhando com isso eu iria tirar a barriga da miséria e ninguém iria me negar isso.
—O que você gosta de comer pela manhã meu amor?
—Hum... Qualquer coisa. – digo dissimuladamente, já tramando um plano em minha mente.
—Bom temos suco, bolo, vou fazer umas panquecas e também... – não deixo Christian terminar, e já lhe lanço uma pergunta.
—tem mel Christian?
—Tem sim.porque você gosta Ana?
—Gosto, gosto muito. –digo passando a língua nos lábios e olhando para sua cueca.
—Pão com mel? – Christian me lança.
—Não pau com mel. – ele arregala os olhos, mas entra na brincadeira e fazendo de difícil.
—Anastásia não me tente se não eu vou te foder até em cima desse fogão, cade aquela garota vergonhosa que conheci na faculdade?
—Digamos que ela se perdeu por esse mundo, essa que esta aqui – digo passando o dedo pelo meu corpo — quer te devorar todinho, e com recheio de mel se for possível.
—Hum. Acho que estou gostando disso, pegue ali naquele armário, esta na ultima prateleira.
—Aquela ali Christian – sim mm!!!! – responde afirmando. — é bem alto né amor? acho que vou ter que ficar na pontas dos pés, sua camisa vai subir um pouco em meu corpo.
—Vamos ver então querida, acho que vou apreciar a visão.
Vou caminhando lentamente até o armário, rebolando como estivesse desfilando, tenho certeza que Christian esta olhando todos os meus movimentos, abro os vidros do armário ergo meu corpo ficando nas pontas dos pés, acho que meu bumbum ficou todo a mostra, consigo escutar um gemido de Christian, e isso só me excita mais, estou consigo o que eu quero, afetar sua mente, seu corpo , faze-lo ficar totalmente envolvido. Pego o vidro de mel, fecho o armário e volto para ele, coloco o pote ao seu lado, não faço nada apenas fico o mirando ele arqueia uma sobrancelha e me olha com interrogação.
—O que vai fazer agora que tem seu mel Anastásia. – me pergunta tirando seu olhar do meu e se virando para o vidro.
—Vou comer meu café da manhã, quer dizer lamber.
Chego mais perto de Christian e desço sua cueca, o ajudo a passar pelos seus pés, depois de despilo me abaixo e vou o provocando passando minha boca pelas suas pernas, chegando perto de suas bolas solto um ar quente, Christian afasta um pouco o corpo colocando suas mãos pra traz na bancada, continuo com a minha boca me levantando passando agora por sua barriga e subindo para o seu peito, depois vou trilhando beijos até o seu pescoço, mordi seu queixo.
—você vai me matar Anastásia. estou fraco não comi nada, quer me ver no chão mulher.
—Só se for de tanto tesão.
Então me separo dele e encostou os lábios no seu ouvido.
—Está gostando disso Christian ? — sussurro com a voz rouca.
—Sim Ana muito. Christian responde gemendo.
Pego o pote de mel que esta ao seu lado abro a tampa me abaixo novamente ficando de joelhos a sua frente, despejo um pouco do conteúdo do vidro em seu membro que esta tão duro e lindo, Comecei então a lamber a cabeça de seu pau, come fosse um sorvete que estava preste a derreter , mas ao invés de ser gelado, era o melado do meu escorrendo por minhas mãos se juntando com o sabor másculo de Christian – Hum que delicia – falo olhando em seus olhos. – minha garota pervertida, Ana esse anos te fizeram muito bem amor, continua por favor. – Christian diz colocando o seu corpo mais para frente, vejo que ele quer que eu coloque seu pau inteiro em minha boca e claro eu não vou me fazer de rogada. Bem de vagar querendo aproveitar cada pedacinho dele vou colocando lentamente , começo então a chupar com vontade utilizando as boca as mãos tudo ao mesmo tempo, puxo sugo com vontade, coloco mais mel e quase o devoro, volto a lambelo como um picolé, desço um pouco pego mais mel e coloco em seu saco, chupo com delicadeza e coloca uma bola por ver na minha boca. Christian estremece um pouco e segura mais firme no balcão quase o arrancando, vou aumentado o ritmo porque sei que ele esta preste a explodir, ele agora puxa meu cabelo fazendo eu colocar todo seu membro dentro da minha boca, vou tirando meus lábios de vagar para não engasgar, fico o masturbando o olhando com uma cara bem safada , volto a passar a língua na cabecinha, e vou o punhetando.
¬_Goza na minha boca amor, goza. – digo com o olhando.
Christian então explode enchendo minha boca , e eu não paro de chupar até a ultima gota, não deixando escorrer nada querendo tudo pra mim engulo tudinho, Christian me olha fixamente passando as mãos por meu cabelo, com um sorriso no rosto tiro suas mãos de mim e me levanto a sua frente lambendo os dedos.
—Delicioso amor, quero mais.
—Você vai me matar Anastásia você vai.
Christiannnnnnnnnnnnnnn – alguém chama, quase gritando.
—Merda amor é minha mãe.
—O queeeeeee!!!!!!!! – Christian ri da minha expressão.
Meu Deus do céu, eu estou com a boca cheia de porra e cheia de mel, e agora o que eu vou fazer?